As Crônicas Dos Retardados.
10 Maldito Clone
Notas iniciais
Esses tempos eu estou empolgada em escrever meus prórprios capítulos, e não escrever um ponto de visto de uma história que já existe. Então...
Sugestões? Quanto mais louco, melhor ^-^
O sábado estava lindo e calmo em Hogwarts. Harry e Rony tinham ido para o campo de Quadribol e Carol deveria ir encontrá-los. A grifinória estava saindo de seu dormitório quando viu Hermione fazendo uma poção.
– O que você está fazendo, Mione? – perguntou a filha de Poseidon.
– Uma experiência – disse Hermione olhando com curiosidade para a poção que fazia – Eu achei essa receita num livro. Ela serve para fazer um clone, mas acho que a fiz errado.
– Para tudo! – exclamou Carol dramática – Hermione Jean Granger errou uma poção? É O FIM!
– Ah, cale a boca – mandou Hermione.
Carol inclinou a cabeça para ver dentro do caldeirão, deixando os cabelos penderem ao lado da cabeça.
A poção era verde escura e borbulhava.
– Que nojo – disse Carol pegando a vassoura, que estava do lado da cama – Eu vou ao treino. Quer ir?
– Tudo bem – Hermione deu de ombros.
As duas saíram do dormitório e fecharam a porta. Mas, o que elas não sabiam, é que no Tártaro, o lar dos monstros mais sombrios da humanidade, Cronos estava...
– QUE PORRA DE LUGAR CHATO! – gritou.
– Ah, vai berrar no ouvido da sua mãe – disse a Medusa, tentando domar suas cobras com uma chapinha.
– Ela está dormindo! – exclamou Cronos – Estou decidido, eu vou sair daqui.
– Vai com Zeus – disse o Minotauro, lendo o aclamado livro Todo Mundo Faz Cocô.
– Eu, hein! – disse Cronos – Eu lá gosto daquele fedelho? Enfim... Até mais, pessoal.
Cronos concentrou-se. Precisava de um lugar de onde pudesse extrair poder... Como uma poção. Encontrou o lugar perfeito e concentrou-se como nunca fez na vida. Então, sentiu sua essência levantar-se, como se flutuasse, e por fim voltou para a Terra.
Cronos olhou em volta. Ele estava em um dormitório, ele era vermelho e dourado; olhou para a mesinha e viu um poção, ela borbulhava.
– Estou em Hogwarts – constatou [N/Autora: Capitão Óbvio] – A escola daquela semideusa de Poseidon... Então, eu não posso sair livremente...
O titã olhou para a poção novamente; um fio de cabelo castanho arruivado brilhante brilhava do lado do caldeirão.
– Perfeito – sorriu Cronos pegando o fio de cabelo e colocando-o no caldeirão.
Cronos saiu do dormitório, sem ao menos esperar para ver o resultado.
O caldeirão borbulhou mais intensamente, ele chacoalhou com tal intensidade que virou e derramou no chão. Mas, ao invés de sujar o tapete, a mistura tomou uma forma humanoide, que se transformou numa garota.
A garota ergueu-se. Tinha pele alva, cabelos castanhos sedosos e olhos azuis.
– Ótimo – disse a cópia de Carolina Peruzzo – Hora de andar por Hogwarts.
* * *
Draco Malfoy estava saindo da biblioteca. Ele tinha uma redação de Herbologia para entregar, e passara as últimas três horas pesquisando sobre plantas.
– Finalmente – disse enquanto guardava a redação na mochila.
Ele ouviu um som de passos. Então viu Carol Peruzzo, a grifinória estava com roupas diferentes das comuns, mas continuava igualmente bonita.
– Olá Draco – ela disse com uma voz doce.
Draco franziu a testa.
– Você andou comendo flor de lótus de novo, Peruzzo? – perguntou.
– Ah, não – disse Carol sorrindo timidamente [N/Draco: MORRE DIABO! TIMIDAMENTE? ESSA NÃO É A CAROL!] – Eu estou indo em direção á biblioteca, tenho que pegar alguns livros. E eu queria falar com você.
– Queria? – repetiu confuso.
– Sim – disse sorrindo.
Então (nada poderia ter preparado Draco para aquilo) Carol deu um braço á frente e beijou Draco, enquanto segurava a gola de seu suéter com as duas mãos. Quando se separou, a grifinória piscou para ele e disse:
– Até, loirinho.
E saiu, deixando Draco perplexo.
* * *
– Aquilo foi irado, Rony! – exclamou Carol enquanto ela, Harry e Rony voltavam do treino de Quadribol – Eu quase nem vi você voando!
– Valeu – disse Rony sorrindo humilde com as orelhas vermelhas – Não foi uma defesa assim tão bonita...
– Não foi tão bonita? – repetiu Harry – Foi demais!
Nesse momento, Draco Malfoy entrou no Salão Principal. Ele possuía um sorriso de orelha a orelha.
– Vish – disse Harry – Que foi que aconteceu para o Malfoy estar desse jeito?
– Algo ruim para nós – presumiu Rony – Para ele estar sorrindo...
– Carol! – chamou Draco chegando mais perto.
– Desde quando você me chama de Carol? – a garota perguntou erguendo as sobrancelhas.
Draco não respondeu. Simplesmente passou as mãos em sua cintura e puxou Carol contra ele, e beijou-a. Depois longos segundos, Draco separou-se de uma Carol extremamente corada.
– Malfoy! – ela exclamou totalmente vermelha – O que deu em você?
– Eu decidi que eles se ferrem! – disse Draco com ar sonhador – Carol, que namorar comigo?
Carol estava tão perplexa que não formulou uma resposta coerente, só ficou parada encarando Draco.
– Isso foi... – começou Rony.
– Chocante – completou Harry e Rony assentiu.
– DESDE QUANDO VOCÊ SIMPLESMENTE VEM E ME AGARRA, MALFOY? – gritou Carol, recuperada do choque.
– Mas – disse Draco confuso – Foi você me beijou primeiro hoje!
– Eu nunca te beijei, idiota! – exclamou Carol – Eu passei a manhã no campo de Quadribol!
– É verdade – disse Harry – Nós estávamos lá.
– Não, eu sei que você me beijou – disse Draco – E como você trocou de roupa?
– Eu passei a... – Carol interrompeu sua fala enquanto arregalava os olhos – Hermione... HERMIONE GRANGER!
– Oi? – disse Hermione chegando.
– O que aconteceu com a sua poção dos clones? – perguntou Carol nervosa.
– Ela deu certo? – perguntou Hermione feliz – Sério?
– É – disse Draco – E ela beija muito bem.
Carol deu-lhe um tapa no braço.
– Ai! – reclamou Draco esfregando o braço.
– Vamos atrás dela – disse Hermione.
Os cinco seguiram andando por Hogwarts, até que Carol soltou uma exclamação e sibilou:
– Todo mundo para o chão agora!
Todos se abaixaram. Carol observou Cronos andar calmamente pelos jardins de Hogwarts na companhia... dela mesma?
– Foi ela que eu beijei! – sussurrou Draco.
– Opa, o que? – perguntou Hermione sorrindo.
– Cala a boca, Hermione – sibilou Carol irritada – O que Cronos está fazendo aqui?
– Como vamos mandá-lo embora? – perguntou Harry.
– Hum... – disse Carol batendo o dedo no queixo – Há! Tive uma ideia! Tenho que mandar uma mensagem de Íris...
* * *
Carol formou um arco-íris com água e jogou um dracma ali.
– Ó Íris, deusa do arco-íris e todo aquele blá-blá-blá – disse Carol – Mostre-me Rachel Elizabeth Dare, no Acampamento Meio- Sangue.
– Quem é essa? – perguntou Draco.
– Cala a boca – disse Carol irritada.
A imagem de Rachel apareceu no arco-íris.
– Olá Carol! – disse a ruiva sorridente – O que houve?
– Ray, lembra-se do nosso amiguinho Cronos? – perguntou Carol.
– Sim.
– Ele voltou e está aqui em Hogwarts.
– O que? – exclamou Rachel – Ah, eu já estou indo para aí!
* * *
– Cronos – bradou Carol – E minha clone também...
– Peruzzo – disse Cronos – Quanto tempo...
– Na verdade, a Batalha de Manhattan foi ano passado – disse Carol – Mas tudo bem... Enfim, se você é macho, venha lutar!
– Lutas são tão erradas – lamentou a clone da Carol.
– Essa definitivamente não é a Carol – disse Rony.
Nesse momento, as portas se escancararam. Lá, com toda a sua ruiveza, estava Rachel Elizabeth Dare segurando uma escova de cabelo de plástico azul.
– Olá Cronos – disse – Lembra-se do seu amiguinho?
– AH! – gritou Cronos – A escova não!
– Eu vou jogar essa escova em você caso não vá embora!
– Até mais, pessoal – disse Cronos – Carol 2, venha comigo. FUI!
E voltou para o Tártaro.
– O Luke morreu sendo que era só ameaçá-lo? – perguntou Carol descrente.
– Posso ficar aqui hoje? – perguntou Rachel.
Hermione jogou uma chave para ela.
– Grifinória. Dormitório 32.
– Valeu – agradeceu Rachel e foi saltitando para o Salão Comunal da Grifinória.
– Nossa – disse Harry – Nada como deter um titã.
Carol o encarou.
– Você não fez nada, seu vagabundo!
– Fique quieta...
Rony, Hermione e Harry foram saindo do Salão Principal. Carol e Draco os seguiram, mas foram um pouco mais atrás.
– Hãn... Foi mal pela história do beijo – disse Draco coçando a nuca.
– É... Tudo bem – respondeu Carol.
– Aquela que Cronos levou, era a sua clone, não é?
– Hãn ham.
– Ela me beijou... – Draco sorriu malicioso – Então você também quer me beijar?
– O que? – perguntou Carol voltando á corar – Não! Claro que não!
– Certeza? – parando na frente da grifinória e dando um sorriso sedutor.
– Sim, eu tenho certeza – disse Carol colocando as mãos na cintura.
– Eu não acho...
– Draco, aceite: Eu não vou beijar você. Agora, saia da minha frente.
– Claro – disse Draco – Eu só ia dizer que você beija muito bem.
Carol corou até a raiz dos cabelos.
– Cale a boca – mandou.
Draco observou enquanto a filha de Poseidon saía apressada pelo corredor e sumia de vista.
Notas finais
Draco: Eu.. Mas... Eu fui agarrado!
Carol: Ah, é claro!...Que não.
Percy: SANGUE DE DONINHA!
Walt: O-O
Annabeth: Série errada...
Walt: Ah, ok...
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