As Crônicas Dos Retardados.

49 Leve seu filho ao Trabalho


Notas iniciais
Olá, pessoal! A Terra diz olá! ^-^
Sete da Profecia: GAIA DIZ OLÁ? ~surto~
Retardados --'
Tenho alguns anúncios antes do capítulo, então...
1- Agora vocês podem me achar em mais um lugar! Sim! Eu, com as loucas do meu coração, fizemos um blog! Esse é link:
http://irmandadedosshippers.blogspot.com.br/
2- Eu não tenho certeza se vou conseguir postar semana que vem, mas vou tentar. Estou cheia de trabalhos, provas, testes, questionários surpresa... Atena, sua insuportável.
3- Esse capítulo, sim, pode estar MUITO tosco. Não me matem. Eu tentei. O próximo estará mais legal, sério, o próximo capítulo terá ruivos, neve e Nutella.
Espero que gostem!

Cada semideus tem uma habilidade. Annabeth é uma estrategista. Leo constrói coisas. Piper tem o charme. Percy é lerdo. Thalia convoca raios. Travis brilha quase tanto quanto a Zeuza. A minha habilidade? Bem, minha habilidade é de uma importância vital no mundo mitológico, uma habilidade que pode salvar minha vida a qualquer momento... Sim, minha habilidade é dormir.

Por esta razão, eu estava no único lugar do acampamento em que a nobre arte de dormir é considerada uma arte: O Chalé 15. Eu já disse que amo os filhos de Hipnos? Eles são fofos, parecem pandinhas, vivem dormindo e me deixam usar o chalé para tirar um cochilo! Eles são demais!

Então, voltando: Eu estava dormindo numa beliche no Chalé de Hipnos. Estava realmente cansada, já que tive que acordar às cinco da manhã para ajudar uma maldita baleia que encalhou na praia do acampamento. Eu queria deixá-la lá e ir dormir, mas tenho bondade no coração (um pouco, talvez).

E enquanto eu sonhava sobre como o Tom Felton me pedia em casamento, Clarisse escancarou a porta do Chalé 15.

– CAROLINA GODOFREDA ALEJANDRA ROBERTA MAMMA BRUSCHETTA GONÇALVEZ SOUZA FELTON HOULT... Hum, não lembro o resto. Tanto faz – Clarisse arrancou meu cobertor e me puxou pela mão para eu ficar de pé – A casa caiu!

– Hum, que bom, mas eu quero dormir – resmunguei voltando a deitar no beliche e a me encolher.

– A coisa está feia!

– Eu sei que não sou bonita, mas não precisa comentar, Clarisse – falei já irritada.

– Carol, acho que você não entendeu a gravidade da situação – ela disse – Sua mãe está na Casa Grande querendo falar com você.

Levantei da cama num pulo e quase bati a cabeça no beliche de cima. Os filhos de Hipnos começaram a reclamar que eu estava fazendo muito barulho, mas não dei a mínima importância.

– Como assim a minha mãe? – perguntei com os olhos arregalados – Minha mãe? Tipo, Shelley Peruzzo? A comensal da morte?

– Essa mesma – Clarisse segurou meu braço e me arrastou para fora do confortável chalé de Hipnos – Sr. D me mandou para te chamar. Sra. Peruzzo não quis dizer a que veio até você aparecer.

Fiz uma prece silenciosa aos deuses quando Clarisse me deixou na frente da Casa Grande. Engoli em seco e abri a porta.

– E então, eu os transformei em golfinhos! – exclamava Sr. D.

Minha mãe gargalhou.

– Uma vez eu fiz a mesma coisa, Didi! – Didi? Quem diabos chama Sr. D de Didi?! – Um sangue ruim patético ficou na minha frente na fila do McDonalds e eu o transformei numa barata!

Sr. D e minha mãe riram juntos. Aquilo era muito estranho. Minha mãe continuava a mesma: Os longos e lisos cabelos castanhos, os brilhantes olhos azuis e a pele pálida como mármore. Usava um casaco verde escuro, calças pretas e saltos altos escuros.

Pigarreei.

– Me chamaram aqui? – perguntei.

Minha mãe virou-se, sorriu e abriu os braços:

– Bebê!

Não dei nem um passo para frente. Não é que eu odeie Shelley Peruzzo, é que eu tenho certa raiva dela. Sim, ela é uma comensal da morte, provavelmente ajudou a torturar os pais de Neville e segue a Diva Voldy, mas ela me deixou em um orfanato! Inaceitável!

– Oi – cruzei os braços – Cansou de torturar trouxas?

– Ah, sim, dei uma pausa para o final de semana – Shelley sorriu – Querida, preciso muito da sua ajuda.

– Não – disse imediatamente – A resposta é não!

– Você vai ter um lugar para comer de graça.

Ergui as sobrancelhas. Pois sim, eu tenho duas habilidades de semideus: Dormir e comer.

– O que tenho que fazer? – perguntei.

– Nós, os Comensais da Morte, temos uma espécie de “Leve seu pai para o trabalho” – ela explicou – Mas, ao invés de levarmos nossos pais, levamos nossos filhos para uma reunião na Mansão Lestrange.

– Eu não coloco um pé na Mansão Lestrange! – exclamei – Posso não ter muitos princípios, mas sigo os que tenho! Os Lestrange são monstros sem coração, que matam por diversão e...

– Eu também faço isso, ninguém liga – Shelley revirou os olhos, impaciente – E eu não vim te convidar, eu vim te buscar. A reunião é daqui a duas horas. Você precisa se trocar.

– Eu não vou! – exclamei – Isso é um absurdo! Eu nunca seria uma comensal da morte nem mataria trouxas!... Okay, se os trouxas me irritassem, talvez... Mesmo assim, isso está fora de questão!

Minha mãe revirou os olhos e murmurou algo como grifinórios, sempre bondosos.

– Minha fofa, escute a mamãe – ela deu um sorrisinho zombeteiro, odeio quem sorri desse jeito! [N/Draco: Isso é o que eu sinto toda vez que você sorri para mim!] Vá pegar o Harry e não e não me atrapalhe, Malfoy – Você odeia Bellatrix Lestrange e os Comensais da Morte?

– Mais do que odeio vadias.

– Ótimo. Então, se você me ajudar a provar para Bellatrix que a minha filha é fantástica, você vai se vingar dela.

– Faz um pouco de sentido – admiti – E, espere um minuto, como Hades você entrou aqui? Mortais ficam do lado de fora!

– Sou uma filha de Momo, dã.

Oh, isso explica muita coisa.

– Tudo bem – falei erguendo as mãos em sinal de rendição — Vou para o meu chalé me trocar.

– Pois sim, mas não usará qualquer roupa – minha mãe colocou as mãos nos meus ombros enquanto me encaminhava sorridente para o Chalé 3 – Eu quero que os recalcados sintam o poder da família Peruzzo, uma família que está presente na casa da Sonserina a mais de meio século!

– Sério? – perguntei curiosa.

– Sim! As famílias sonserinas mais famosas sempre foram os Malfoy e os Black, mas os Peruzzo também são importantíssimos na história da Sonserina. Você foi a primeira Peruzzo a ir para outra casa, na verdade – minha mãe torceu o nariz, mas depois sorriu – Mas não faz diferença, eu ainda te amo assim como eu amo matar trouxas!

... Essa foi a declaração de amor mais bonita que eu já ouvi na minha vida.

– Que roupa eu vou usar? – perguntei por fim.

Ela sorriu. Pronto, meu dia acabou de piorar. Eu devia ter ficado no Chalé 15.

* * *

Franzi a testa para a minha imagem no espelho.

– Isso é mesmo necessário, mãe? – perguntei.

– Claro que é! – ela exclamou me olhando feliz — Tenho que esfregar na cara da recalcada da Lestrange que a minha filha é sonserina!

– Mas eu sou grifinória...

– Shiu, ninguém precisa saber.

Eu usava uma camiseta cinza, um casaco verde militar, jeans escuros e coturnos. Para completar, minha mãe ainda me deu óculos escuros. A única coisa que me fazia lembrar que era filha de Poseidon era o colar azul no meu pescoço.

– Eu pareço uma filha de Ares! – exclamei.

– Não, você parece uma diva – minha mãe pousou as mãos nos meus ombros – Está linda, querida. Venha, vamos acabar com o recalque juntas!

Shelley segurou minha mão e aparatou. Aparatar é útil, mas muito desagradável. Aparecemos na frente de uma mansão tão bonita que fez meu queixo cair. Era uma imensa mansão branca com pilares de mármore na entrada. O sol brilhava fazendo a mansão parecer uma das construções do Olimpo. O jardim em volta da casa faria inveja em Perséfone.

Lembrar que nessa mansão maravilhosa viviam os comensais da morte mais temidos do mundo mágico foi, no mínimo, estranho.

– Venha, estão nos esperando – minha mãe me chamou e começou a andar em direção a casa.

– Espere – falei – Todos os comensais trarão seus filhos?

– Sim.

– Então... – encarei-a descrente e parei de andar – Os Malfoy estão lá dentro?!

– Claro que sim – ela me olhou confusa – Lúcio pode ser uma grande bicha oxigenada, mas ele tem um filho, não tem?

– Uma filha – resmunguei, enfiei as mãos nos bolsos do casaco e continuei a andar.

Minha mãe bateu na porta e um elfo doméstico atendeu.

– Senhoras – cumprimentou o elfo – Me sigam, por favor.

O elfo nos conduziu pela mansão. Era muito bem decorada e a arquitetura interna era tão bonita que faria Annabeth ter um surto fangirl. O elfo abriu uma porta e nos deparamos com um salão. Todas as conversas pararam e todos, sério mesmo, todos olharam para nós. Minha mãe me cutucou suavemente com o pé. Tirei meus óculos escuros, coloquei uma mão na cintura e perguntei em voz alta:

– E então? Onde está a comida? Não vim dos Estados Unidos para passar fome.

Vi o abestado e quase me escondi atrás da minha mãe, mas talvez isso parecesse infantil demais. Draco Malfoy estava sentando entre os pais e me encarava como se eu tivesse vindo dançando Macarena montada num pônei de festa cantando Ragatanga. [Sim, Percy, eu me lembro daquele Ano Novo em que isso aconteceu. Não vamos comentar sobre isso agora.]

– Então, Shell, querida – Bellatrix Lestrange apareceu e sorriu de uma forma forçada – Essa é sua filha, sim? A semideusa?

– Sim – respondi encarando-a do mesmo modo que encaro as pessoas que tentam roubar a minha comida – Carol Peruzzo, nem um pouco ao seu dispor.

– Carol! – exclamou alguém.

O alguém era ninguém menos que John Riddle, o... Bem... Meu ex-namorado, ele só não sabe que nós namorávamos.

– John – falei com desprezo – Oi.

– Conhece o filho de milorde? – perguntou Bellatrix surpresa.

– Podemos dizer que sim – falou John – Ela me deu um soco porque eu ameacei o namorado dela.

– Ele não é meu namorado – revirei os olhos.

– Eu não sou o namorado dela! – exclamou Draco.

– Não importa – cortou Bellatrix – Carol, por favor, sente-se ali ao lado de Alannys.

Ela apontou para uma garota com cachos castanhos, olhos escuros e uma expressão de tédio. A garota usava óculos de armação preta. Sentei-me ao lado dela e minha mãe foi conversar alegremente com seus amigos comensais.

– Oi – falou Alannys – Meu nome é Alannys Rosier.

– Carol Peruzzo – cumprimentei-a com a cabeça – Você é de Hogwarts? Nunca te vi por lá.

– Sou de Durmstrang, estudo com aquela coisa – ela apontou com a cabeça para John.

Assenti e fiquei olhando para as minhas mãos. Levantei a cabeça e meu olhar se cruzou com o de Draco. Como ele tinha que ficar sentado com os pais, conversamos por mímica. Foi algo como:

Draco: Peruzzo, o que diabos você está vestindo?

Carol: Eu sou uma vida loka, licença.

Draco: Se você comentar algo em Hogwarts sobre essa reunião...

Carol: Nossa, que medo. Todos na Inglaterra sabem que seu pai é a biscate particular do Voldemort.

Draco: E eu sou a biscate particular do Harry.

Tudo bem, talvez o Draco não tenha dito isso, mas foi isso o que eu entendi.

Depois de entender que Draco iria comprar uma peruca verde (talvez ele vá mesmo), desisti de conversar por mímica. Sou péssima nisso. Fiquei petiscando um salgadinho horrível que os elfos domésticos traziam.

– Atenção, atenção – Bellatrix bateu sua colher em seu copo – Atenção. Quero convidar a todos para irem até os jardins. Nossa banda convidada acabou de chegar.

– Qual banda? – perguntei animada. Imagine Dragons? Green Day? Simple Plan? Paramore?

– Inimigos do HP! – ela sorriu.

Não sei se rio ou se choro.

Todos os convidados foram para o jardim, onde um palco havia sido instalado e uma banda tocava um pagode animado. Os Inimigos da HP são pagodeiros. Harry sabe disso?

– Eu não sabia que sua mãe era uma comensal da morte – disse Draco surgindo do além. Pessoas que surgem do além são estranhas. Por isso eu quase jogo Nico no Tártaro toda vez que ele anda pelas sombras.

– Bem, ela é – fiquei observando Bellatrix dançar com Lúcio Malfoy um pagode sobre como o Harry é patético – Mas ela é legal. Quando não está matando trouxas e tal.

– Ah.

– Carol, vem! – chamou minha mãe dançando na pista de dança.

– Eu não...

– Vai lá – Draco me empurrou rindo na direção da pista de dança, então eu o puxei para se ferrar também.

Começou a tocar uma música animada sobre como torturar pessoas. Os comensais gritaram de alegria e começaram a dançar feito loucos. Minha mãe, então, nem vou comentar. Até o estúpido John e Alannys dançavam. E eu fiquei lá observando tudo e imaginando como pessoas tão más podem ser tão idiotas.

– Então – disse Draco – Você vai dançar ou o que?

– Eu não vou dançar, não sei dançar nem tenho vontade de aprender a dançar – respondi. Mentira, eu faço o meu show enquanto tomo banho e quando o Chalé 3 está vazio... Uh! Minha turnê mundial!

Mas na frente de outras pessoas, não. Na frente do Malfoy? Nunca mesmo.

– Se você dançar, eu danço – sugeriu ele.

Respirei fundo e comecei a dançar. Melhor dizendo: Comecei a mexer os braços de uma forma que penso que é dança. Draco, outra anta que não sabe dançar, começou a me imitar.

– Esse é o maior mico da minha vida – resmunguei.

– Lembra-se daquela festa em que você saiu correndo por Hogwarts gritando que amava o Snape?

– Ah, é. Esse sim foi o maior mico da minha vida.

Quando a música acabou, agradeci a Zeus. Bellatrix subiu no palco e chamou a atenção de todos.

– Pessoal, atenção – ela sorriu de orelha a orelha – Como sabem, os bruxos puro sangues não devem se misturar com escória como mestiços e sangues ruins. Por isso, nós selamos contratos de casamento entre famílias com sangue puro há décadas.

Só observando a merda que isso vai dar.

– Nós, os mais próximos a milorde, selamos o novo contrato de casamento entre famílias puro sangues – Bellatrix parecia prestes a morrer de felicidade, ela ergueu seu copo de vinho – Aos nossos noivos: Draco Malfoy e Carol Peruzzo!

Um segundo de silêncio, dois, três.

– Mas hein? – perguntei arregalando os olhos.

– Eu vou casar com... Ela? – Draco perguntou descrente.

– Isso aí! – Bellatrix sorriu – Os Malfoy são uma família com o sangue puríssimo. Os Peruzzo também, e Carol também é uma semideusa grega! Perfeito!

– Não é perfeito! – retrucou Draco – Nada perfeito!

– Eu não vou casar com essa doninha oxigenada! – exclamei – Isso é ridículo! Quem decidiu isso?!

– Oh, mas vocês não vão se casar agora – Bellatrix revirou os olhos – Vocês só têm dezesseis anos, pelo amor de Merlin. Só vão se casar quando completarem dezoito anos.

– Não vamos nos casar! – falei mais uma vez – MINHA MÃE VAI SABER DISSO!

– Plágio... – fungou Draco.

– Sua mãe não tem poder aqui – Bellatrix deu uma risada maligna.

Minha mãe saiu de dentro da casa comendo um espetinho de carne calmamente.

– Ei, alguém tem ketchup? – perguntou ela.

Fez-se o silêncio.

– Mãe! – exclamei – Eles querem me casar com o Malfoy!

– O QUE? – gritou ela jogando o espetinho para o lado e atingindo o olho de um dos comensais. Há! Se vocês acham que eu sou barraqueira, esperem para ver a minha mamãe em ação! – COMO ASSIM QUEREM QUE O MEU BEBÊ FIQUEM COM ESSE PROJETO DE DONINHA MAL FEITO? SE ELE TOCAR NA MINHA FILHA, EU ARRANCO A SUPOSTA COBRA QUE ELE TEM ENTRE AS PERNAS!

Barracos Peruzzo, desde 1547 acabando com recalcados.

– Mas ela é uma sonserina puro sangue! – exclamou Bellatrix.

– Eu sou grifinória! – exclamei levantando as mãos – E posso dizer uma coisa? EU TENHO O HARRY POTTER NO FACEBOOK!

Todos ofegaram.

– Traidora de sangue! – gritou um comensal.

– Hum... Acho que vocês devem correr – disse Draco coçando o queixo.

– A primeira coisa sensata que você disse hoje – concordei.

Minha mãe me agarrou pelo pulso e saímos correndo dos jardins da Mansão Lestrange enquanto vários Comensais da Morte sacavam suas varinhas e começavam a correr atrás da gente.

Eba, passeio em família!

Assim que saímos da propriedade dos Lestrange, minha mãe aparatou. Eu realmente odeio aparatar, mas se é necessário, que seja. Shelley e eu brotamos em cima da mesa do Chalé 10 (sem querer, eu pisei na mão de Drew. Ops.) Todos nos encararam. Porque todos estão no Refeitório agora? Devem ser umas três da tarde, ainda não é hora do jantar. Mas enfim.

– UH! – gritou minha mãe erguendo os punhos no ar – ISSO É O QUE EU CHAMO DE UMA SAÍDA TRIUNFAL!

Fizemos um high-five.

– Você agora não vai ser expulsa dos Comensais da Morte, mãe? – perguntei.

– Não ligo – Shelley deu de ombros e sorriu para mim – Eu corri de assasinos profissionais com a minha filha. Não há nada melhor.

Ela pegou roubou o copo de suco de uma garota, me deu um beijo de despedida na testa e aparatou para algum lugar.

– SERÁ QUE DÁ PARA DESCER DA MINHA MESA? – gritou Drew.

Revirei os olhos, chutei seu copo de suco de uva sujando todo a sua roupa da Dior e desci calmamente da mesa. Sentei-me calmamente ao lado de Percy.

– Carol, sua mãe é muito legal – ele disse.

Sorri. Ela é uma comensal da morte que mata trouxas por diversão e sonserina. Mas me defendeu do horror que seria casar com o Malfoy.

– É – concordei – Ela é muito legal mesmo.

Notas finais
Ao som de Inimigos do HP:

Shelley dançando:
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Comensais da Morte dançando:
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Carol e Draco dançando:
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