Notas iniciais
Quem aqui é desocupada?

Autora: õ/

Quem concorda que o Draco fica mais legal como garota? õ/

Autora: õ/

Carol: Mas já não é uma garota?

Draco: Cala a boca.

~fight~

Rony: CARACA!

Harry: Depois dessa o Malfoy não tem mais filhos...

[Aviso: Os personagens desse capítulo são aqueles da Dimensão Paralela, mas eu mudei o nome do Rony Garota e do Draco Garota, flw? Aproveitem o capítulo!]

POV. Carol

– Rony, você realmente vai acabar com toda a comida da mesa da Grifinória? – perguntou Hermione enquanto nós estávamos almoçando.

Rony não respondeu, porque tinha a boca cheia de frango.

– Uh a nu emje – disse ele.

– Hein? – perguntou Harry.

– Não enche – traduzi.

Tudo estava normal. Rony devorando toda a comida, Hermione lendo, pessoas conversando... Até que alguém escancarou as portas do Salão Principal.

– CAROLINA PERUZZO! – berrou Carl, o meu eu da outra dimensão. Ele tinha o rosto sujo de poeira, as roupas com rasgos e um machucado sangrando na testa.

– Porque aquele garoto maravilhoso e machucado está te chamando? – perguntou Gina.

– Longa história – respondi – O que é, Carl?

– Você, você, você e você – disse ele apontando para mim, Harry, Rony e Hermione – E você também – apontou para Malfoy – Me sigam. Agora. Ah, olá versão masculina da Prof. Dumbledore!

Harry, Rony, Hermione, Draco e eu seguimos Carl. Sério, eu sou muito lindo [N/Narciso: Eu te compreendo].

– O que está acontecendo? – perguntou Malfoy.

– A culpa é sua, só para variar – Carl disse e virou para nós, andando de costas – É o seguinte: Nossa escola foi invadida pelos comensais e precisamos da ajuda de vocês.

– Te vira, vagabundo! – exclamou Rony – Nós já temos nossos próprios problemas!

– Vocês precisam nos ajudar! – implorou ele – Hanna disse que nos ajudariam!

– É claro que disse – concordou Rony dando um olhar feio á Harry.

Chegamos á um dos salões menores de Hogwarts. Hanna Potter, Ronnie Weasley (santa criatividade dos Weasley), Hermes Granger e Daenerys Malfoy estavam nos esperando; todos com machucados e sujos de poeira.

– Cara – disse bolada – O cabelo da versão feminina do Harry é melhor que o meu. Não curti.

– Já explicou para eles? – perguntou Dany (intimidade) ríspida á Carl.

– Nem vem falando comigo assim, tudo isso é culpa sua! – exclamou Carl – Sua comensal nojenta!

– Hein? – perguntou Draco.

– É, eu sou uma comensal – disse Dany – Consequentemente, você também é/será.

– Escutem – disse Hermes enquanto Draco absorvia o choque – Nossa Hogwarts foi invadida. A Lady das Trevas...

– Como é? – perguntou Harry.

– Lady Voldemort – disse Hanna – Tanrys Riddle. Lady das Trevas. Praga da minha vida. Sacou?

– Hãn ham – respondeu Harry.

– Então – continuou Ronnie – Ela invadiu a escola com os comensais e tá tocando o terror. Prof. Dumbledore já foi pro saco.

– Ronnie! – exclamou Hermes.

– Mas é verdade, oras! – exclamou a ruiva – Morreu. Bateu as botas. Tá mais para lá do que pra cá...

– Dumbledore morreu? – perguntou Harry perplexo.

– Lentinho você, não? – perguntou Dany.

– Grifinórios, não dá para esperar muita coisa deles – disse Draco fazendo a outra Malfoy assentir.

– Enfim – disse Hermione dando um olhar feio aos Malfoy – Vamos para a dimensão de vocês, é isso?

– É – disse Hermes tirando um livro da mochila, o mesmo livro que nos levou para a dimensão deles da outra vez.

Todos nós seguramos o livro e tudo ficou escuro. Poha, já estou até acostumada. Hora de inventar algo melhor, Autora! [N/Autora: Quer o que, sua recalcada? “Então, tudo virou purpurina”?] Quer saber? Tudo ficou escuro está bom...

* * *

Nós estávamos no mesmo salão, só que na outra dimensão; sabe, Hogwarts sempre foi um caos total, mas agora era no sentido literal da palavra. As paredes rachadas, pedras caindo do teto, feitiços voando para todos os lados e pessoas machucadas no chão.

– Ah Meus Deuses – disse.

– É – concordou Carl – A coisa tá braba. Vamos! Temos que encontrar Voldemort!

– Vocês dois – disse Hanna apontando para Dany e Draco – Vão fazer alguma coisa decente.

– Sempre faço coisas decentes – respondeu Dany cruzando os braços.

– Hãn ham, Srta. Enfeitiço-Colares-E-Entrego-os-Para-Karson-Bell-Para-Matar-Dumbledore – disse Carl sarcástico.

Dany deu-lhe uma careta, agarrou a manga de Draco e os dois saíram correndo por um corredor. O resto de nós se separou em duplas para procurar pela escola; Ronnie e Rony, Hermes e Hermione, Hanna e Harry e Carl e eu.

Nós dois corremos até as masmorras e procuramos pela Lady das Trevas (que na nossa dimensão também é tipo uma lady). Não achamos nada á não ser cadáveres e comensais da morte, que foram devidamente estuporados e azarados.

– Não podemos simplesmente usar o feitiço Accio? – perguntei ofegante após correr por todas as masmorras.

– Se você quiser uma bruxa esquisitona voando na sua direção, vá em frente – respondeu Carl também ofegante – Ai, eu não nasci para correr.

– Bate aí – fizemos um high-five.

Voltamos para o piso térreo desviando de Avadas e estuporando mais alguns comensais.

– Hey! – gritou uma voz das escadas acima de nós.

Olhamos para cima e vimos Rony.

– Venham aqui agora! – chamou ele com a voz trêmula.

Corremos até lá o mais rápido que conseguimos. Quando chegamos, vimos Ronnie e uma mulher jovem ruiva debruçada sobre o corpo de uma garota, também ruiva.

– Felícia... – disse a mulher, com lágrimas escorrendo pelo rosto – Oh, não...

– Quem é? – perguntei.

Carl parecia chocado demais para falar.

– É a irmã mais velha da Ronnie – disse ele observando as lágrimas das ruivas – Felícia Weasley. Ah, não. Cadê a Georgina, Perséfone?!

– Não sei – disse a mulher ruiva, deve ser o Percy daqui – Mas... – ela não estava em condições de falar.

Ronnie chorava abertamente, Rony tinha lágrimas dos olhos, ele sabia que se Felícia tinha morrido, Fred também iria...

– Vamos, Rony – disse segurando sua mão – Vamos, vamos derrotar essa Lady das Trevas...

Rony secou as lágrimas, assentiu e seguiu Carl e eu. Ronnie continuou lá com Perséfone e Felícia.

Um barulho assustador soou do Salão Principal.

– Venham! – disse.

Nós três corremos até o Salão Principal e entramos pela porta destruída. Ali reinava o caos. Pedaços de pedra caiam das paredes, pessoas machucadas e mortas estavam por todo o lugar; mas o pior sem dúvida era a luta que ocorria no centro do Salão e que todos observavam como se fosse um maravilhoso espetáculo.

Hanna Potter e Lady Voldemort lutavam e olhavam nos olhos uma da outra. Verde no vermelho.

Primeiro: Sim, por mais incrível que pareça, Lady Voldemort tem nariz.

Segundo: Essa porra está tensa.

Lady Voldemort usava um vestido esvoaçante preto (levemente rasgado, mas ok) Ela tinha uma pele tão branca que lembrava leite azedo, olhos vermelhos flamejantes, cabelos castanhos escuros com fios prateados e um olhar que me fez ter medo, e olha que não é qualquer coisa que me dá medo.

A versão feminina do Voldy lançou um feitiço que fez Hanna sair voando do Salão.

– Hanna! – um garoto ruivo gritou desesperado.

Voldemort ia avançar em Hanna, mas algum instinto bom em mim foi despertado e eu corri para ficar na sua frente.

– Quem é você, garota? – perguntou a Lady. Sua voz era como o silvar de uma cobra.

– Eu sou Carolina Peruzzo – disse cheia de confiança – E não é hoje que você vai matar aquela garota de óculos ali.

– Peruzzo? – ela franziu a testa – Você é parente daquele grifinório semideus?

– Vamos dizer que sim.

– Saia da minha frente, tola! – bradou Voldemort – Potter viveu sua vida inteira assim! Sempre deixando que outras pessoas ficassem em sua frente e que elas morressem por sua causa! Você será a próxima!

– Lamento muito te desapontar, tia, mas eu fico aqui – disse.

Carol, saia daí! – berrava a voz na minha cabeça – Que a Hanna morra! Você não pode morrer!

Ah, vozinha na minha cabeça. Quem disse que eu vou morrer? Eu pretendo ficar viva até ver o último especial de fim de ano do Roberto Carlos.

– Sabe, Lady – disse para a bruxa das trevas – Era uma vez...

– Não me interesso por suas histórias!

– Ah, é isso? Já vai partir para a ignorância? – perguntei arregaçando as mangas – Então está bem, cai dentro tia!

Ela franziu a testa, provavelmente pensando “Grifinórios, o que esperar deles?”.

– Está desafiando-me para um duelo de sangue ruins? – perguntou – Isso é um ultraje!

Hora de usar o meu maior dom:

Irritar as pessoas.

POV. Draco Malfoy.

Ah meu Merlin, ela vai morrer. Ela não pode morrer. Ela é a única garota que já admitiu que eu sou muito sexy [N/Carol: Quando exatamente eu fiz isso?] Nos meus sonh... Ca-ham. Não se lembra daquele dia? [N/Carol: Não] Ah, então esquece oque eu falei...

– Covarde – disse Carol olhando tranquilamente para a cara de Lady Voldemort. COMO ELA CONSEGUE ESTAR CALMA NESSA SITUAÇÃO?!

– Não sou covarde! – bradou a Lady.

– Covarde.

– Não sou covarde!

– Covarde.

– Não sou covarde!

– Covarde.

– AAHHH! – berrou Lady Voldemort.

Voldemort pulou em cima de Carol e puxou seu cabelo. As duas começaram á se socar e a rolar pelo chão brigando enquanto a Potter se levantava do outro lado do Salão com a ajuda de um Weasley (Tem vários Weasley em todo lugar!).

Carol deu um soco na cara de Voldy, que a fez cair para trás e cuspir um dente ensanguentado.

– Caramba – disse Dany ao meu lado – Carl é demais em todas as dimensões.

– Oque? – perguntei olhando para ela.

– Hãn? – perguntou ela disfarçando – Nada. Eu não disse nada, sério.

Voldy deu uma rasteira em Carol, que caiu no chão e quando ia dar um soco no belo rosto de Carol, a grifinória segurou seu braço e jogou-a para trás [N/Ares: -enxugando lágrimas- Essa é minha abençoada. Usando golpes de judô contra bruxos das trevas]

– Hanna! – exclamou Carol segurando Lady Voldemort no chão com um pé.

A Potter veio correndo quando Voldemort conseguiu levantar-se. Voldemort pegou sua varinha e apontou para Carol.

Avada Kedavra!

As coisas a partir daí pareceram acontecer em câmera lenta. Carol abaixou-se para não receber o Avada; Hanna, que estava atrás dela, apontou a varinha para Voldemort e gritou.

Expelliarmus!

O feitiço verde ricocheteou e atingiu Voldemort. A bruxa das trevas ficou estática por um momento, mas então seus olhos perderam luz aos poucos e seu corpo caiu inerte no chão. O salão estava silencioso.

– UHU! – gritou Carol – E É ASSIM QUE SE RESOLVEM AS COISAS DE ONDE EU VENHO!

A multidão cresceu em berros de alegria. Dany gritou feliz, me abraçou e me deu um beijo em cada bochecha.

– Acabou! – gritou ela sorridente – Vou procurar meus pais!

Ela saiu correndo do Salão Principal. Será que eu pareço assim tão ridículo? [N/Carol: Já que você perguntou...] FOI UMA PERGUNTA RETÓRICA! [N/Carol: Não precisa gritar comigo u.u]

Carol estava dançando com Hanna enquanto todos saltitavam como coelhos felizes. Não sei se eu já disse, mas felicidade alheia exagerada me incomoda um pouco.

O Potter veio até mim e me arrastou (pode isso? O Potter! Argh, eu desci de nível) e juntou todas as pessoas da nossa dimensão.

– Cara, nada como ganhar uma guerra – disse Carol sorrindo.

– Você faz muito isso? – perguntei.

– É minha segunda vez.

– Hum...

Carl chegou e abraçou Carol, depois Potter, Weasley, Granger...

– Não! – disse me afastando – Sem abraços.

– Ah, cara, deixa de ser chato – disse Carl me abraçando – É um dia feliz.

Se a minha cara não estivesse amassada contra o peito dele, minha mãe provavelmente lavaria minha boca com sabão.

– Carl! – ouvimos uma exclamação vinda de trás de nós.

Dany, meu eu feminino, veio correndo, se jogou nos braços de Carl e... Eles se beijaram.

Cri, cri, cri

Carol e eu nos entreolhamos com sobrancelhas erguidas e depois olhamos para o casal.

– Estranho – disse ela.

– Muito estranho – concordei.

– O que é isso? – perguntou Ronnie – A hora da agarração?

– Acho que sim – disse Hermes.

– Então beleza – disse a ruiva.

Quem adivinhar o que aconteceu ganha o meu respeito. Há! Mentira! Mas se você disse que Ronnie pulou em cima de Hermes e o beijou como uma ninfomaníaca, você acertou.

– Vamos indo – disse a Granger corada.

Carol deu um sorriso malicioso á Rony, mas recebeu um soco no braço de Granger. Hermione pegou o livro das dimensões e todos nós o seguramos.

* * *

Nós cinco aparecemos no meio do Salão Principal, na hora do jantar, todos sujos, machucados e com roupas surradas.

– O que é isso?! – exclamou Snape.

– Eu dei um golpe de Chuck Norris na Lady das Trevas – disse Carol sorridente.

Os professores e alunos ficaram exatamente assim: O_O

– Conversaremos sobre isso mais tarde, Severo – disse Dumbledore com os olhos brilhando, como se soubesse oque aconteceu.

Nós cinco saímos do Salão Principal, que estava pipocando de conversas sobre nossa aparição louca.

– Acha que é verdade? – perguntou Potter – Tudo o que aconteceu na outra dimensão, vai acontecer aqui?

– Eu não sei – disse Carol virando-se para nós e dando seu sorriso brilhante – Mas se acontecer, vai ser ótimo dar um outro golpe de judô no Lorde das Trevas.

Notas finais
E aí? Gostaram?

Draco: Eu não gostei.

Dane-se, não perguntei para você, seu azedo ~mostra a língua~