As Crônicas De Menzon Wollker

3 Capítulo 3- Quem sou eu?


Quando acordei estavamos nós três nencostados um no outro, Zenni ja estava acordado, parecia cansado, estava muito suado e seu rosto repleto de terror. Era impossivel não sentir medo, haviamos sido sequestrados por um cara maluco que queria nos matar. Analisei o local em que estavamos, era pequeno, quatro paredes feitas de feno, algumas cordas penduradas na parede e havia um pano rasgado que constituia uma pequena porta. Olhei para Zenni, ele ainda não vira que eu estava acordada, continuava tentando se soltr, do lado de fora ouvi alguns homens converssando, provavelmente uns três, o primeiro indagou.

- O que vamos fazer com eles?- o segundo respondeu.

- Eu ainda não sei, são muito precisos não podemos simplesmente mata-los sem usufluir de seus dons, isso seria um pecado.- o terceiro assentiu.

- Concerteza, seus pais eram os melhores pena que eram nossos inimigos, por isso os matamos, mais se estivessem do nosso lado seriam muito eficientes!- quando ele falou dos meus pais meu coração disparou, e que foram eles que os mataram? então eles eram os...meus olhos se arregalaram, agora realmente tudo fazia sentido, menos uma parte, do que eles se referiam quando flavam sobre dons e que nós eramos preciosos?Eu sabia que eu precisava descobrir, o que eles poderiam fazer com eu e meus irmãos era trágico. Então chamei Zenni e notei que Leo ja stava acordado, um pouco zonzo mais estava conciente.

- Zenni, Zenni- chamei ele, em um tom de voz quase impercepitivel, ele me olhou, agora seus olhos se acalmaram um pouco.

- A que bom, você esta bem eu estou bem, estamos todos bem!- ele confirmava com a cabeça que nem um garoto psicótico em um hopsio para debis mentais.

- Zenni estamos bem, agora, não por muito tempo, olha eu tenho um plano, nós temos que sair daqui, quero que entenda so uma coisa tem três caras lá fora querendo nos matar ou seja, temos que sair daqui, Agora!- ele assentiu com a cabeça, nervoso muito muito nervoso.

- Tudo bem vou acordar o Leo porque...- Leo terminou de acordar.

- Lijha, não por favor não a mate- ele girava a cabeça para um lado e outro como em um pesadelo- irmã me ajude, irmã!- Zenni consiguio tampar a boca dele.

- Ei garoto quer parar de gritar? Lijha não morreu, ela esta aqui estamos todos aqui ok?- ele me olhou e se sentiu melhor depoisolhou para Zenni.

- Então foi tudo um pesadelo? aquele cara? ele não existe?- eu e Zenni os fuzilamos apreensivos. Então eu começei.

- Olha Leo não foi um pesadelo ta?- ele começou a tremer- mais vai ficar tudo bem eu prometo ta? prometo, Sr.promessas.- ele riu, senti que ele estava um pouco mais calmo, porque se tratando de promessas ele sempre acreditava.

- Mais como vamos esapar?

- Tudo bem o plano é o seguinte...- conteilhes, que precisavamos distra-los, e um saía, o Zenni, eu iria me soltar e Leo também, quando os caras chegassem os pegariamos e os amoarrariamos um de cada vez, um por um.

- Atá, como se nós, duas crianças foseemos pegar dois grandalhoes, Vai nessa!

- Ei você tem uma ideia melhor? não ótimo então fica queto e calado, porque é assim que vai ser e ponto final!

- Tudo bem!- Zenni era muito chato!!!

Tudo bem, tudo que precisavamos era acabar com dois caras fortões e armados, que queriam nos matar e que antes havia matado nossos pais. Ótimo, era só isso, claro,iamos ganhar.

Certo, eu consegui me soltar com uma faca que havia colocado em meu vestido na noite anterior, depois soltei meus irmãos. Zenni se escondeu atrás da porta, ou pano sei la, com um disfarsse nem um pouco convinssente, Leo fingiu estar amarrado, e eu pus o plano em ação.

- Haaaaaaaaaaaaaaaaaa- gritei, pude ouvir um dos caras la fora dizendo, "ora mais que diabos é isso? " ele estavavindo, estava tão perto quando um sinal tocou.

- Trimmmmm — varios passos foram ouvidos, pude ver por uma brecha do pano varios caras fortes e grandoes correndo para um arsenal improvissado, eles gritavam gritos de guerra e se organizavam em posições de ataque, um cara muito mais grande do que os outros e disse rapidamente.

- Vamos vamos tropas, o acampamento foi invadido, são os Menzon Wolker eles querem os prisioneiros declararam guerra e temos de mata-los! — quando ele disse Menzon Wolker nossos coraçõe dispararam vi que os menino0s tambem escutavam a converssa e eles logo se alegraram ento os caras la fora gritavam " heeeeeeeee " como um grito de vitória. Leo disse.

- Será que são nossos parentes, e que vinheram nos salvar?- eu e Zenni olhamos para ele esperançosos e dissemos juntos.

- Tomara!- o líder dos caras grandões e fortões continuou.

- Troí você vai cuidar dos prisioneiro é meu melhor homen!- um cara de um metro e noventa veio a frente e disse com uma voz assustadora.

- Sim senhor- então ele veio em direção a nossa barraca e eu disse rapidamente.

- É agora plano em ação!!!-, Zenni esconda-se, Leo morra e eu grito!- eles obedeceram e eu...

- Haaaaaaaaaaa,- o cara aumentou o passo e veio correndo, ele entrou na barraca com um disparo e fincou seus olhos em mim. Eu continuei a gritar.

- Haaaaaaaaaaa socorro uma... ooi ei eu tô aqui socorro!- fiz um sinal com a mão acenando, mais o homen olhava para mim quase me perfurando, seus olhos estavam arregalados como os de um camaleão, e eu disse.

- Ei o que foi cara?- ele me olhou de novo.

- Então vocês são os prisioneiros? Lijha? Você,- ele começou a corar uma lágrima desseu de seu olho esquerdo, derrepente uma lembrança me ocorreu, um cara grande e forte me embalando com uma mulher ao seu lado, essa mulher era, era a tia... não não não o que eu tava penssando? e que lembranças eram aquelas? Então o cara das minhas lembranças disse "ho filhinha do papai, meu amor vem e vai, minha filha crece sim sempre perto de mim " essa música, era a que tia Marta cantava pra mim, era a música que ela dizia que meu... PAI antava pra mim. De repente meus olhos se arregalaram e eu disse frágilmente com lágrimas nos olhos.

- Ppaa...pai?- o homen começou a chorar, Leo e Zenni me olhavam incredulos, e o homen disse.

- A Lijha, Lijha minha pequena você...- EU ESTAVA BARBÁRA.

- Você não é meu pai o meu pai morreu você não pode ser ele!- meus olhos estavam cheios de lágrimas e eu estava muito angústiada.

- Ou sim, você é, sabe cante comigo- então ele começou a cantar a musica dos meus pensamentos.

- Ho filhinha do papai meu amor vem e vai... lembra? você lembra?

- Minha filha cresce sim, — então dissemos juntos- sempre dentro de mim! — e então ele veio e me abraçou, mais eu me afastei.

- Você não é meu pai... ele, ele morreu em uma guerra junto a minha mãe ele ele esta morto, morto- eu gritei.

- Não filha aqueles eram seus tios eu, eu e Marta somos, somos seus verdadeiros pais, apenas seus irmãos, ou primos não sei, são filhos deles, mais você, você não, você é minha filha, minha e de Marta!

Eu cai no chao agora não acreditava em mais nada.