As Aventuras do Poring Knight
2 Qual será?
Prontera era uma cidade grande, diferente de Morroc e lá era que pertencia a guild dos cavaleiros.
Chegando à igreja, o novice já estava exausto de tanta caminhada, apesar de que também estava maravilhado com a cidade. – Realmente, você está cansado – indagou Zero. — Vamos, lhe mostrarei seu quarto e amanhã faremos seu teste de vocação, espero que você esteja preparado por qualquer que seja o caminho que você seguirá. Concordando, Boh o seguiu, até chegar a seu aposento. Tomou um banho, vestiu as roupas limpas que as acolytes haviam colocado sobre sua cama e teve seu desjejum.
“Aaaah... Amanhã ser um longo dia, será que Zero vai mandar eu fazer algo difícil?” – Estava ele se perguntando, enquanto imaginava o que viria pela frente. – “Espero eu consiguir uma profissão bem legal!... Eu sentir falta da minha terra natal... Espero que todos estejam bem.” Pouco a pouco, suas pálpebras iam se fechando e lentamente ele ia caindo em um sono profundo.
Era um belo dia, os passarinhos cantando, o sol raiando, as nuvens andando preguiçosamente pelo vasto céu. Boh acorda de seu sono e já era hora de seu teste para determinar seu futuro.
— Zero! Eu estar pronto! O que eu ter que fazer? Capturar wolves? Caçar creamies? Dar comida para lunatics?! Zero suspirou, balançando a cabeça negativamente, demonstrando desapontamento com a falta de inteligência do menino. Ele apontou para uma mesa e uma cadeira; lá havia um pedaço de papel e um lápis sobre. – Só responda aquelas perguntas e nós veremos depois. Retirou-se da sala, deixando Boh sozinho, para responder as questões.
“Como eu conseguir responder isso se eu não saber ler?” – Ele deixou o questionário em branco, conseqüentemente. Após alguns minutos, Zero havia voltado para aquela sala e Boh estava sentado de braços cruzados, com a cara bem emburrada.
— Já terminou? – O sacerdote perguntava curioso e o novice balançou negativamente a cabeça, falando que não sabia o que estava escrito. Como fora criado por porings, obviamente não sabia ler e escrever, explicou ele. “Já vi que vou ter um trabalho longo por aqui.” Pensou o sacer. – Ok então. Eu lerei as perguntas e você me responda. Tudo bem assim? – Boh concordou com a cabeça.
No final do processo, Boh perguntara como isso o ajudaria a saber qual profissão ele poderia ser, já que as perguntas eram realmente idiotas. Zero havia explicado que as perguntas refletiam na personalidade dele e a personalidade era a chave para encontrar a profissão ideal.
— Tenho o resultado!
— Eh?! Mais já?
— Exatamente... Mas antes de lhe dizer qual é... Você terá que ter aulas durante as noites e treinamentos durante o dia... Concorda?
— Por que aulas? O que ser aulas?
— Você precisa de aulas para saber ler e escrever... E claro, para aprender a conversar direito e aprender o que é certo ou errado aqui na cidade. Sua profissão exige isso.
— Ah... Tudo bem então. Qual ser a profissão pra eu? – Boh perguntou com os olhos brilhando.
— Knight, respondeu Zero ao mesmo tempo em que via o menino dando pulos de alegria e exclamando que sabia que seria isso e que era a profissão ideal para ele. – Quando eu começar a treinar?!
“Agora mesmo”, o priest pediu para que o novice o seguisse; e juntos partiram para a cidade de onde iniciava seu treinamento.
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