As Aventuras de um Filho de Apolo
4 Capitulo 4 Aprendendo esgrima
Notas iniciais
Capitulo 4
Meus meio-irmãos do meu chalé me acordaram, estava uma manha linda, e o sol brilhava mais do que em todos os dias, fiz minha higiene pessoal, e depois sai para conhecer os outros campistas, alguns eram legais, como o pessoal do chalé de Hefesto, outros só andavam perfeitamente arrumadas e meio que me olhando pelo canto do olho, como o chalé de Afrodite, e alguns que já queria brigar comigo, não poderia esperar mais do chalé de ares, eu estava indo em direção a arena, provavelmente aonde treinavam esgrima, eu era muito bom de arco e flecha, mas de certeza, minha primeira arma seria uma espada, encontrei duda no meio do caminho, ela estava linda (como sempre) e bem arrumada (como sempre), e disse:
–está linda hoje!
–hoje? Quer dizer que nos outros dias eu estava feia? Ela disse
Eu olhei para ela e disse:
–não... é que...
Ela me cortou dizendo:
–relaxa, estou só brincando contigo
–você é muito má sabia?
–sempre fui — ela disse
Nos rimos e seguimos em frente, a arena era grande, tinha alguns bonecos, provavelmente para treinar com a espada, (acredite, você não vai querer cortar um campista no meio), um rapaz de ares estava la, disse que era o treinador de esgrima, seu nome era paul, nos treinamos bastante, e eu percebi que tinha uma habilidade incrível com uma espada, mesmo sendo filho de apolo, no final do treinamento, estava exausto, eram umas 5 horas da tarde e daqui a pouco seria hora do jantar, mas na saída, duda me chamou de lado e disse:
–precisamos escolher uma espada para você amor, vamos ao armazém,
Chegando la, tinhas varias espadas, inclusive, espadas que eram mais antigas que tudo, testei varias espadas, eu não me dava bem com nenhuma, algumas pesadas demais, outras pequenas demais, ate que, no fundo da sala, havia algo brilhando de baixo das outras espadas, eu retirei, era uma espada, de 70 centímetros de comprimento, e sua lamina brilhava naquela sala, eu a peguei e era perfeita, cabia perfeitamente na minha mão, e disse:
–é essa que eu quero, vou chama-la de luz divina.
Duda deu uma leve gargalhada, provavelmente pelo nome que escolhi, mas eu gostei, embainhei ela e botei na cintura, seria uma ótima arma para ser usada em uma batalha, quando saímos, fomos para a beira da praia, esperar pelo jantar, sentamos e nos olhamos, cara ela estava linda, e fazia um tempo que não a beijava, peguei a mão dela e disse:
–obrigado por tudo, espero poder te recompensar algum dia
–ei, ela disse, você já me recompensa todo dia, só em existir,
Eu passei a mão pelo cabelo dela e beijei ela, eu havia esquecido o quão bom era beija-la, depois ficamos conversando ate a hora do jantar, fomos para um salão, com mesas cheias de comidas, cada chalé tinha uma mesa, meus meio-irmãos disseram que uma parte da comida de cada um, é jogado em uma fogueira, uma especie de oferenda eu acho, eu joguei a minha e agradeci ao meu pai por ter me protegido e ter ficado comigo na hora que precisei, mesmo estando todos esses anos ausente, no final, me despedi de duda dando um beijo nela, e fui para o meu chalé descansar, afinal, amanha era dia de arco e flecha, e eu estava ansioso por isso.
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