As Aventuras de Katerine Carter
1 Prólogo
Notas iniciais
Em uma Vila no Reino de Castilla, 1400 D.C.
Entramos na área central da igreja da cidade todas as pessoas estavam lá inclusive a mãe da pequena Melly, além de seus três outros filhos todos gêmeos, o povo estava irado e eu não os podia culpa, eu tinha cometido os maiores erros da minha vida essa semana inteira. Fui amarrada pelos homens que me levaram até lá meus pulsos estavam doloridos, as cordas estavam muito apertadas, pude ver o padre chegar ele se sentou a minha frente e começou a tal da interrogação.
– Aqui na frente de vocês está Aikaterine, ela é acusada de matar seis crianças nos últimos dias, com a ajuda de seus marido, o qual não foi achado ainda. Senhora Aikaterine nos confesse oque a senhora fez.
– Eu matei... eu matei seis crianças inocentes...
– A senhora e seu marido mataram Chistine Belly, Mark Hider, Madeline Gruns, Flank Hund, Cassandra Flinklin e Melly Alison, chorar agora não vai trazer elas de volta a senhora sabe disso?
– Sim... Essa seria a ultima morte, ele tinha me prometido isso, essa seria a ultima missão, quando chegamos na casa onde encontraríamos o sexto bebê Melly Alison.
– E qual seria essa missão?
– Nossa missão? Matar Melly.
– E porque fariam isso com uma criança?
– Por que? Bem uma voz disse para o meu marido fazer isso.
– E porque uma voz mandaria você e o seu marido matarem uma criança?
– Porque? Bem isso eu não sei, mas a voz disse que se o fizéssemos seriamos as pessoas mais ricas de todo o mundo.
– E quem era essa voz? O Demônio?
– Eles gostavam de ser chamados de Deuses...
– E porque "Deuses" mandariam um casal de bruxos matar seis crianças inocentes?
– Elas eram Sacrifícios...
– Mas sacrifícios para que?
– Para ativar o portal...
– Agora Sra. Aikaterine Moonson me conte novamente a história que a senhora acabou de falar.
– Tínhamos acabado de chegar na casa dos pais de Melly, Ucian estava muito entusiasmado para oque iriamos fazer, sim eu sei que foi uma monstruosidade. Ele me confessou que aquela seria a ultima vez que faríamos algo parecido com aquilo, que quando tudo acabasse iriamos ser muito felizes juntos, e eu fui tola em acreditar... ele tinha programado tudo, as vozes disseram que éramos os escolhidos, e as crianças teriam que morrer que isso tinha que acontecer.
– Que tal a senhora pular para a parte que você e o seu marido matam a pequena Melly?
– Quando entramos na casa, todos estavam dormindo, minha obrigação no plano era segurar os bebês e tampar as suas bocas, e Ucian cortava os seus pescoços, mas naquela noite eu não consegui evitar olhar nos olhos dela, eu não conseguia fazer aquilo com um bebê.
– Mas a senhora fez!
– Sim eu fiz... depois de termos matado Melly, as vozes falaram para o meu marido ir comigo para o penhasco, que finalmente o portal estava aberto.
– E esse portal levava para onde?
– Para o nosso novo mundo... Um mundo meu e do meu marido...
– Continue!
– Quando estávamos saindo da casa, uma das crianças acordou e começou a gritar, logo os pais estavam na porta e nos viram fugindo, não demorou muito para os gritos das crianças acordarem toda a vila... Ficou claro para os pais das outras crianças mortas que fomos nós que matamos os seus filhos também, e todas as pessoas da vila começaram a nos perseguir.
– E a senhora acha que eles estavam certos?
– Sim, havíamos matados seis crianças durante a semana, eu me arrependo de ter feito tudo isso, mas Ucian parecia contente com tudo oque havia acontecido.
– Continue por favor.
–Pegamos o cavalo de meu marido, e fomos em direção ao penhasco, as pessoas nos seguiam com tochas e espadas, o penhas estava perto, mas as minhas memórias do rosto das crianças estavam mais próximas ainda, eu estava começando a me sentir um monstro pelo que fizemos. quando chegamos ao penhasco uma luz vinha da onde devia estar a escuridão, meu marido disse que aquele era o portal, que iriamos ser felizes, mas como eu poderia ser feliz se tudo que eu estava pensando era nos olhos azuis de Melly? Ele me disse que precisávamos pular, que os deuses nos protegeriam, mas eu não conseguia, estava me sentindo pesada meu coração estava destruído, mas aquele era o novo sonho de Ucian, e eu o amava com todas as minhas forças, por um momento pensei em pular mas eu não conseguiria, cheguei perto de Ucian, olhei em volta, não demoraria para as pessoas chegarem até nós, eu o abracei senti o seu perfume natural de avelã passei minhas mãos em seus cabelos negros que se misturavam a noite, olhei em seus olhos verdes, lhe dei um beijo, e disse "Seja feliz, por mim..." e o empurrei rumo ao penhasco, vi a sua queda, quando seu corpo tocou o portal pude ver uma pessoa o segurando e ela olhou para mim com um ar de reprovação, então o portal se explodiu em vários pedaços o pó que saiu dele parecia se misturar com as estrelas no céu, por um momento a multidão parou para observar, eu estava pronta para pular do penhasco agora, eu sabia que eu morreria, mas antes de pular algo me puxou para trás e eu fui capturada, presa e agora estou sendo julgada.
– Pela lei dos homens e pela lei de Deus eu a sentencio a fogueira.
O povo parecia contente com o resultado do julgamento, e pelo pior que seria ser queimada eu também estava feliz... Me levaram para fora da velha igreja na praça centra havia um monte de madeira e um mastro no meio, os homens que me seguravam, me amararam nesse mastro, os trigêmeos de Melly pegavam pedras no chão, a mão chorava e o pai tentava a consolar, o padre pegou uma tocha e a atacou na madeira.
– Que a chama queime os seus pecados, e que Deus purifique a sua alma.
As palavras do padre me deixaram mais aliviada, os irmãos de Melly atacavam pedras em mim as errando então quando um deles atacou uma pedra os três haviam sumido, mas a pedra não sumiu, ela me acertou a cabeça e eu acabei desmaiando, eu queria ver a minha morte, mas eu queria saber mesmo oque aconteceu com os irmãos de Melly.
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