Arte Poética

31 Divine Gun


Notas iniciais
Poema 5 Fancy: Spiritual

A história é minha

Sou eu quem a escrevo

Se eu quiser

Mato meus personagens

Mando-os ao inferno

Ao céu ou à uma simples morte

Sou escritor

Não preciso das suas regras

Sou eu quem escrevo as minhas

Quero ser livre como o cabelo de Ana Júlia!

Cara, sou sinistro

O que você pensa

Eu já escrevi

Nunca minta para um escritor

Antes mesmo de você mentir

Já escrevi seis mentiras e nove verdades

Sou um escritor e essa é minha arma divina

A escrita é uma arma

Não precisa de munição

Precisa de uma mente fraca

Uma mente penetrável

Essa arma modifica vidas

Essa arma é divina

Posso ser um mago

Posso matar uma centena de dragões

Posso ter dois pais

Se quiser posso ser Deus

Sou quem eu quiser

Sou escritor

A arte, o Dubstep e as palavras estão sob o meu domínio

Tudo que eu quero, eu posso

É só confiar em meus dedos

Digitalização espiritual

Palavras surreais

Poemas fora de questão

Notas finais
Favorite, divinos e divinas!