Arrest Rose

9 O9 - Just tonight, be mine


Notas iniciais
Entom né pessoal, espero que gostem desse capítulo.
Agradeço a todos que deixam reviews ^^ Obrigada, minna. Isso é o que me faz ter vontade de continuar!
Por favor, leiam as notas finais.

- Por tudo isso, Kaito...por tudo isso, eu te amo...

Aquelas palavras eram tocantes, fizeram o coração de Kaito acelerar muito. Ele não esperava ouvir isso de seu melhor amigo, Gakupo. Parecia inacreditável. O mais velho nunca demonstrou sentimentos, nunca gaguejou, nunca corou perto dele. Sempre agiu como o amigo que era. Mas agora, Kaito estava confuso. A confissão inesperada de Gakupo fez sua mente ficar lotada de dúvidas, pensamentos estranhos.

- N-No que eu...estou pensando...? — gaguejou o azulado, fazendo o mais velho olhar diretamente em seus olhos.

- Está pensando em alguma coisa, Kaito? — perguntou, com uma expressão séria.

- E-Eu não sei o que é isso! — ele exclamou, cobrindo o rosto corado com as mãos. — Meu coração...minha respiração...tudo está fora de controle...

Gakupo retirou as mãos do rosto do outro, e depois ajeitou uma madeixa que cobria seu olho direito. E em seguida, o abraçou calorosamente, ouvindo seu amigo gemer baixinho. Os dois derramavam lágrimas, respiravam fortemente, seus corações estavam pulando garganta fora.

Nenhum deles conseguia falar mais. Kaito estava mudo pois não sabia o que estava acontecendo com si mesmo. "O que está acontecendo comigo? Por quê?!"

- Por quê...? — ele sussurrou.

- "Por quê"? — repetiu o mais velho, curioso. — "Por que" o que, Kaito?

- Por que eu estou me sentindo assim? — ele fez uma expressão que só um garoto tímido faria numa situação daquelas. — Por que eu me senti tão feliz quando você me disse...que me amava...?

"Isso não pode estar certo. Eu...eu gosto do Len-san!", gritou ele sua mente. Gakupo se surpreendeu com as palavras de Kaito, e o apertou no abraço, começando a soluçar.

- Gakupo...?

- Eu acho que sei o que é isso. — sussurrou o dono dos cabelos compridos, ainda sem sorrir. — Kaito...você está...

- Não, eu não...não é possível, não pode ser! — ele exclamou, sendo enganado por seus pensamentos. — Gakupo, eu não posso estar...

- Mas me parece que está. — disse, cortando a frase de seu amigo. — Kaito...você lembra de quando tínhamos 14 anos? Você lembra...daquilo?

Kaito gelou completamente. Começou a se lembrar de sua adolescência, lembrou dos tempos em que ele e Gakupo brincavam juntos, saíam para andar pela cidade, etc. O azulado fechou os olhos calmamente, deixando as lágrimas escorrerem quando se lembrou daquilo.

- Como eu poderia esquecer? — perguntou, não querendo uma resposta.

(Flashback on)

Um garoto de cabelos azuis corria pela cidade. Eram duas horas da tarde, estava nublado e chovendo, mas mesmo assim, ele corria sem guarda-chuva. Não se importava com a chuva, não se importava em ficar encharcado. Ele estava chorando incontrolavelmente, mas e daí? Seu rosto estava molhado por causa da chuva, não faria diferença.

O choro cessou quando ele encontrou uma grande árvore, e deitou-se perto dela, se encolhendo por causa do frio. Ficou assim por longos minutos, escutando os pingos de chuva atingirem o chão. Suas roupas estavam meio folgadas, podia-se ver seus ombros. Ele lembrou-se...do que houve entre ele e seu professor...

- E-Eu quase...quase fui... — ele tentava concluir sua frase, mas não conseguia por causa dos soluços. Ele lembrou-se dos acontecimentos.

Aquele garoto, que se chamava Kaito Shion, foi chamado por seu professor, Kiyoteru Hiyama, na sala de aula para conversar naquela manhã. O azulado foi ao seu encontro, os dois tiveram uma conversa tranquila, mas logo seu professor começou a se aproximar, mais e mais, e começou a mexer timidamente no corpo de Kaito. O menor conseguiu perceber o que Kiyoteru queria e pediu para que parasse. Mentiu para poder sair da sala, mas foi puxado pelo homem antes de chegar até a porta.

O mais velho trancou a sala, e forçou Kaito a deitar na mesa. Kiyoteru tentava despi-lo, mas não conseguia pois o garoto esperneava e tentava socá-lo. Mas...não adiantou. Foi jogado no chão enquanto lágrimas escorriam de seus olhos, seu professor permanecendo em cima dele. O choro cessou quando levou um tapa na cara.

- O que ele me disse naquela hora... — sussurrou Kaito para si mesmo, lembrando-se das palavras finais de Kiyoteru.

- Não vou desistir de você. Você será meu, pelo menos uma vez...Kaito-san.

Por sorte, o azulado conseguiu desmaiá-lo com um soco na nuca, pegando a chave e fugindo o mais rápido possível. Ele correu para fora da escola, movido pelo desejo de se afastar de Kiyoteru. Até que então, voltou ao tempo real.

Kaito encolheu-se um pouco mais, voltando a chorar, voltando a soluçar. Ele, agora, estava com medo de ir à escola. E se Kiyoteru tentasse isso outra vez? E se...

- Kaito? — disse a voz de um garoto, que arrepiou o garoto inteiro.

- Quem é?! — gritou, com os olhos arregalados. Mas logo se acalmou quando viu seu melhor amigo, Gakupo, com um guarda-chuva nas mãos.- Ga...kupo...

- O que houve, Kaito? Por que você está-!

- Gakupo!! — gritou novamente, correndo até ele e o abraçando, fazendo o outro derrubar o guarda-chuva. Havia se esquecido que estava encharcado. — G-G-Gakupo, por favor...por favor, fica aqui comigo...

- Hum? — ele estava confuso, mas o abraçou de volta, fechando os olhos. — Ok, Kaito. Vamos sentar ali e você me conta o que houve.

Os dois se sentaram, Kaito foi contando o que houve ao outro, fazendo pausas para soluçar e fungar. Gakupo só escutava atentamente, sentindo seu coração acelerar e seus olhos arregalarem. Ao terminar de contar, o mais novo abaixou a cabeça, se contorcendo.

- A-Agora, eu estou com medo de ir à escola! O-O Kiyoteru-sen-s-sei...ele vai v-v-vir atrás de mim outra vez, Gak-kupo...ele vai vir atrás de m-mim...

- Não! — exclamou Gakupo, com uma expressão nervosa. — Não vou...não vou permitir isso! Eu já suspeitava...

- ...hã?

- Eu já vi a forma como o Kiyoteru-sensei olha pra você! Semprei suspeitei...mas não, ele não vai colocar as mãos no meu melhor amigo! — disse ele firmemente, segurando as duas mãos do outro com força. — Eu vou te proteger, Kaito.

(Flashback off)

- E você me protegeu. — disse Kaito, agora olhando nos olhos de seu amigo. — Kiyoteru-sensei nunca mais chegou perto de mim, desde que você começou a me proteger.

- E graças a isso, você conseguiu crescer sem nenhum tipo de trauma ou medo. — sorriu o mais velho. — Mas...você lembra do que quase aconteceu naquela tarde?

- ...aconteceu algo mais? — perguntou ele, meio confuso.

- Nós quase nos beijamos. — lembrou Gakupo, ainda sorrindo e aproximando seu rosto ao do mais novo.

- Ah, G-Gakupo...

- Você quer descobrir seus verdadeiros sentimentos por mim? — ele perguntou, uma de suas mãos entrando por dentro da camiseta do pijama de Kaito. — Quer descobrir a razão de se sentir feliz ao ouvir minha confissão?

O azulado congelou quando sentiu a mão quente do maior acariciando sua barriga. Ele gemeu e fechou os olhos com força, virando o rosto. Gakupo deu uma risadinha, e alcançou um dos mamilos dele, dando uma leve beliscada.

- A-Ah! ♥ — exclamou Kaito, não conseguindo conter seu gemido. — Aah...

- Você está gostando disso? — perguntou enquanto ria novamente, vendo seu amado com os olhos entreabertos.

- Aah...e-eu...

Kaito não conseguia acreditar que estava gostando tanto assim, a ponto de gemer de prazer. Os toques de Gakupo o deixavam totalmente arrepiado. Sentir as mãos do homem em seu corpo era gostoso, era maravilhoso, era...

"Não! ...eu gosto do Len-san! Eu...eu gosto do...", era isso que rondava por sua mente, mas chegou num momento em que ele mesmo não sabia mais dizer. Estava tão confuso...tão perdido em seus pensamentos...

Mas de repente, voltou para a realidade quando sentiu algo tocar o interior de sua coxa. O membro de Gakupo. Ele corou totalmente e tentou conter um gemido, mas não tendo muito sucesso.

- A-Aah...Gakupo, eu...

- Você está gemendo... — disse o homem, voltando a ficar sério. Ele fez com que seus narizes se tocassem, conseguindo sentir a respiração de seu amigo. — Você está ofegando...você está excitado...

- E...excitado?

Gakupo sorriu e tocou o membro de Kaito com o indicador da mão livre, mostrando que estava ereto. O azulado soltou um gemido tímido, encolhendo as pernas.

- N-N-N-Não pode ser!! E-Eu...eu estou...

- Você está gostando disso. — completou o dono dos cabelos compridos, tirando sua mão de dentro da camiseta do outro. — Kaito...

- Gaku...po...

Nem mais uma palavra foi dita...

Kaito sentiu seus lábios se encontrarem com os de Gakupo suavemente. Um beijo curto, tímido, inocente...

Eles afastaram-se e se olharam profundamente, voltando ao beijo, desta vez sem a timidez de antes.O mais velho estava receoso, não sabia se deveria beijá-lo mais profundamente, tinha medo de ser rejeitado. Mas...ele pôde sentir as mãos de Kaito envolvendo suas costas, puxando-o para mais perto, sem forçar.

- !! ...hum... — gemeu o que estava em cima, arregalando os olhos e logo depois, fechando-os calmamente.

O mais velho resolveu aprofundar o beijo, movendo seus lábios devagar, esperando que o outro reagisse. E se surpreendeu quando sentiu os lábios do mais jovem se movendo também. Ele foi se acalmando conforme o tempo passava. Kaito não estava empurrando-o, não estava tentando fugir...não estava...rejeitando-o...

Foi então que Gakupo quis ir mais além. Sua língua pediu passagem timidamente, e logo Kaito permitiu que o músculo penetrasse sua boca. O azulado esqueceu completamente tudo naquele momento. Esqueceu-se de tudo e de todos. Naquele momento, só existiam ele e seu melhor amigo.

As duas línguas logo se encontraram, e começaram a se entrelaçar devagar, sem movimentos bruscos. Era um beijo carinhoso, calmo e sensual.Os dois homens se beijavam, cada vez mais profundamente, enquanto se abraçavam no sofá da sala.

Gakupo saiu de cima de seu amigo, sentando-se e então, afastou seus lábios lenta e carinhosamente, abrindo os olhos logo em seguida para fitá-lo. Kaito estava corado, com os olhos entreabertos, respirando fortemente.

- Você não me rejeitou... — sussurrou, baixo demais para seu amigo ouvir.

- V...você disse alguma coisa, Gakupo...? — perguntou o outro com dificuldade. O mais velho calou-se por um momento, logo depois voltando a falar.

- Você não me rejeitou, Kaito. — repetiu ele, desta vez permitindo que ele escutasse. O azulado o fitou.

- ...tem razão...

Silêncio. Olhos azuis estavam fitando olhos violetas. Gakupo não sabia o que fazer. Deveria se aproximar e beijá-lo novamente ou...?

Ele nem teve tempo de pensar direito, pois percebeu que Kaito aproximou-se dele, roubando-lhe um selinho e rapidamente se afastando. O mais velho levou seus dedos até os próprios lábios, tocando-os delicadamente. Em seguida, ele olhou para Kaito novamente, que estava fitando o nada por causa da vergonha.

- Eu te amo, Kaito.

- Hã? ...Gakupo...?

- Eu te amo...

Gakupo aproximou-se do amigo, tomando seu lábios para si enquanto o envolvia em seus braços. Kaito gemeu por causa da surpresa, mas depois de alguns segundos, acabou retribuindo. Os dois começaram a se beijar carinhosamente, enquanto suas línguas dançavam uma linda valsa juntas.

Não demorou muito para eles caírem do sofá, Kaito permanecendo em cima do mais velho. O azulado segurou a cabeça de Gakupo com suas mãos enquanto o beijava, enquanto o outro acariciava suas costas, começando a puxar a camiseta do pijama dele.

Cinco minutos depois, as camisetas de ambos já tinham sido retiradas e jogadas para qualquer canto. Voltaram a se beijar, desta vez com mais vontade. Gakupo se sentou no chão, enquanto Kaito estava ajoelhado em sua frente, com as mãos em seus ombros. O mais velho passou seus braços em volta das coxas do menor, apertando-o enquanto ainda o beijava.

O azulado gemia mesmo com seus lábios grudados nos do homem, suas mãos passaram dos ombros para as costas dele, acariciando toda a região. Longos minutos se passaram, até que Gakupo levantou sua mão direita e apertou o bumbum de Kaito, sem forçar. O menor abriu seus olhos brevemente, dando um pulo no lugar onde estava, mas logo acalmou-se e apenas curtiu, ainda beijando-o.

- Hmmm...Gak...

Ele tentava conter-se, mas naquele momento parecia impossível. Não teve outra escolha. Entregou-se por completo. Agora, Gakupo contornava os lábios de Kaito com sua língua, ouvindo-o gemer baixinho. O mais velho sorriu e então, a mão que estava apertando o bumbum do menor subiu. Ela agarrou a calça do pijama do azulado e começou a abaixá-la, puxando a cueca junto.

Kaito estremeceu. Gakupo queria ir até o fim...? Ele corou fortemente e abraçou seu melhor amigo. Não demorou muito para o maior terminar de despi-lo, deixando-o completamente nu. O azulado afastou-se um pouco e virou o rosto com vergonha, arrancando uma risadinha do dono dos cabelos compridos.

- Está tudo bem, Kaito... — ele sussurrou, tentando deixá-lo a vontade. — Confie em mim...

- Gakupo...

O homem começou a retirar sua própria bermuda, tirando a cueca também, e por fim, ficou nu. Ele e seu amigo estavam sentados no chão. De repente, Kaito sentiu o indicador de Gakupo tocar seu membro. E depois, sentiu outro dedo, e depois outro...logo, a mão direita do mais velho já estava envolvendo o membro ereto do outro.

Timidamente, Gakupo começou a movimentar sua mão, masturbando Kaito. O azulado gemia baixinho, ofegava. Vendo as reações do menor, Gakupo não hesitou. Começou a masturbá-lo com mais vontade, mais desejo, e isso só fez o jovem homem gemer ainda mais. Estava tão bom que ele não conseguia se controlar...

O mais velho continuou a masturbá-lo, querendo ouvir seus gemidos, querendo ver sua face corada, tudo demonstrando prazer. E então...ele também começou a gemer. A voz de Kaito o excitava tanto que ele não conseguia conter seus gemidos. Gakupo agora soltava sua voz, ainda masturbando seu amigo, que parecia estar chegando ao limite rapidamente.

Viu-se obrigado a parar quando sentiu o membro dele pulsar. Fez um forte movimento, parando a mão na base, e por fim, soltando-o. Kaito gemeu alto e depois abaixou a cabeça, respirando fortemente. Aquilo havia sido maravilhoso. Foi então que percebeu Gakupo deitando-o no chão cuidadosamente. Permitiu. Deitou-se e depois, começou a olhar para o teto escuro da mansão.

Perdeu-se em seus pensamentos. A única coisa em sua mente era o prazer que estava sentindo. Mas logo voltou para a realidade quando sentiu o outro afastando suas pernas, o membro de Gakupo tocando sua entrada, e foi então que ele percebeu que seu amigo estava se posicionando para penetrá-lo. Kaito gemeu baixinho de medo e arregalou os olhos.

O mais velho apenas o fitou e acariciou seu rosto. Embora quisesse muito, Gakupo estava receoso. Tinha medo de que Kaito o rejeitasse agora. Mas...para sua surpresa, o mais novo abriu um pouco mais suas pernas e respirou profundamente.

- Vamos...vamos até o fim...

Um momento de silêncio. O dono dos cabelos compridos se perguntou por um minuto se havia ouvido mesmo aquelas palavras. Só teve certeza disso quando ouviu o azulado murmurando as palavras novamente, como se não conseguisse esperar mais.

- Você quer, Kaito? — perguntou, segurando as pernas do outro. — Não precisa fazer isso se não quiser...

- Sim, eu quero... — respondeu Kaito, ofegando logo em seguida. — Vamos, Gakupo...

- ! Kaito... — ele se manteu calado após pronunciar o nome do amigo. Abaixou a cabeça, mas depois de alguns segundos, levantou-a e fitou o menor nos olhos com um grande sorriso. — Como quiser.

Lentamente, Gakupo começou a penetrá-lo, arrancando um gemido alto de Kaito. No começo, ele gemeu mais por causa da dor, mas assim que o mais velho penetrou-o por completo, começou a balbuciar algumas palavras desconexas.

O que estava em cima sentou-se por um momento, dando tempo para seu amado amigo se acostumar com o volume dentro de si. Kaito lentamente voltou a respirar novamente, fazendo um sinal com a cabeça. Gakupo entendeu e então, começou a mover-se, estocando-o devagar.

O azulado o acompanhava enquanto gemia e o olhava. De repente, o mais velho colocou as pernas dele em seus ombros e segurou seus quadris com suas mão firmemente, aumentando a velocidade das estocadas. Kaito nada dizia, apenas continuava a gemer, e agora podia-se ver uma fina camada de suor em seu rosto corado.

Gakupo estava totalmente tomado pelo prazer. Seus gemidos pareciam ser mais altos que os de Kaito. Depois de longos minutos estocando-o naquela posição, o homem retirou as pernas de seus ombros e o puxou para si, fazendo o azulado se sentar em seu colo. Esperou um pouco e voltou a estocá-lo, desta vez com mais força e com menos velocidade.

- Aah...aaah...G-Gakupo...♥

- Agora, Kaito...vamos juntos...

Os dois se abraçaram enquanto Gakupo ainda se empurrava para dentro de Kaito. Agora, as estocadas eram mais rápidas, mais fortes do que antes. Não conseguindo mais se conter, o azulado soltou um alto gemido e chegou ao ápice, sujando as barrigas de ambos. O mais velho chegou ao limite um pouco depois, dentro de seu parceiro. Os dois gemeram mais uma vez e por fim, Gakupo o soltou e saiu de seu corpo lentamente.

Kaito jogou-se para trás e deitou-se no chão. Fechou os olhos e adormeceu logo em seguida por causa do cansaço. O maior o fitou e deu um sorriso, e deitou-se ao lado dele, abraçando-o. Não demorou muito para que adormecesse também. Eles estavam cansados. Eles haviam adormecido.

...adormecido no mesmo lugar onde fizeram amor.

Notas finais
Ok, milhares de fãs de Kaito/Len vão querer me matar depois desse capítulo, quer ver? *ligo pro Chuck Norris e peço pra ele me proteger*
Mas enfim, tenho um motivo para ter feito esse capítulo. Eu acho que estava faltando amor adulto nesta fanfic (e eu sou muito fã de Gakupo/Kaito). Se pararem pra pensar, Kaito/Len é um amor inocente e fofo (também né, o Len só tem 14 anos). Eu acho que estava faltando aquele amor maduro e sensual.
...mas por favor, não me matem! @.@'
Bom, espero que tenham gostado. Até mais.