Arrest Rose
11 11 - Sadistic knows pain - Part O2
Notas iniciais
Está frio... Onde eu estou?
O jovem de cabelos verde-água abriu seus olhos e se viu deitado em uma cama, dentro de uma cela de cores escuras. Sentou-se com dificuldade e cobriu seu rosto com a mão direita.
Ah, sim...estou na prisão. Gumi me encontrou enquanto eu estava...conversando com o Luke...
Mikuo fechou os olhos e abraçou a si mesmo. Levantou sua cabeça e então abriu os olhos, e olhou em volta. Ele viu mais duas camas, cada uma em um canto diferente da cela. Um homem alto e forte estava encostado do lado direito, o outro estava deitado na cama abaixo da janela. Os três presentes ali usavam um uniforme preto.
Então, estes são meus "colegas" de cela. Aquele homem encostado na parede parece estar me olhando...
- Você.
A voz grave fez Mikuo pular onde estava. Voltou seu olhar para o homem e o fitou confuso.
- Me chamou?
- Sim. — respondeu o rapaz, usando sua mão para chamá-lo. — Venha cá.
O jovem hesitou um pouco. O que aquele homem queria com ele? Não sabia se deveria ir, ou se deveria ignorar o pedido dele. Abaixou sua cabeça e olhou o chão escuro da cela, enquanto ouvia passos de policiais pelos corredores.
Ele ouviu a voz de Gumi de repente, e sem pensar, se levantou e foi até as grades da cela.
- Gumi!!
A policial estava na frente de uma outra cela, conversando com seu irmão, Gumiya. Ela se virou e fitou o estuprador com uma expressão desesperada. Sorriu e caminhou até onde ele estava.
- Quer alguma coisa, Mikuo-kun? — perguntou, reforçando o "kun", como se quisesse provocá-lo.
- Gumi, eu quero ver o Luke!
- Ele não quer ver você. Ele não deixou claro que vocês dois não são mais amigos?
- Eu não ligo! Já disse a ele que o amo, mas...eu não disse todos os motivos pelos quais o amo. Eu quero me declarar direito...
Ela cruzou os braços enquanto o jovem agarrava as grades com força. Enquanto Gumi o olhava com um rosto sério, Mikuo continuava com olhos arregalados. Algumas lágrimas já começavam a se formar.
- Não consigo acreditar que um estuprador sádico como você nutre sentimentos por alguém. Isso é uma surpresa para mim. — ela sorriu de um jeito maroto.
- Diga que Luke virá me visitar...me diga!! Eu quero muito vê-lo!
- Acha mesmo que ele virá te visitar, Mikuo? Luke já não sabe mais quem é você...você já não é mais aquele Mikuo que ele conhecia e amava.
Por que isso está acontecendo? Eu não queria nada disso...
As lágrimas começaram a cair, enquanto ele agarrava as grades com mais força e vontade. Suas mãos já estavam doendo, mas esta dor não era nada. Nada doía mais do que ter perdido seu amado Luke.
Gumi levantou sua mão e com ela, segurou o rosto de Mikuo. Sorriu de forma sensual e se encostou na grade, de modo que ainda pudesse olhar para o rosto do prisioneiro.
- Pobre Mikuo-kun... — ela sussurrou para ele. — Estuprou mais de cinco garotos, perdeu a pessoa que amava, e agora está preso aqui.
- N...não...
- Pobre...pobre Mikuo-kun... — a garota podia ouvi-lo soluçando.
Não me diga coisas assim...
- Gumi, seu turno acabou. — uma voz masculina foi ouvida atrás dela. Era seu irmão.
- Certo, então estou indo para casa tomar um banho quente. — a policial sorriu e soltou o rosto de Mikuo. — Até amanhã, Mikuo-kun.
Gumi voltou a caminhar pelos corredores. O rapaz logo a perdeu de vista, mas continuou agarrando as grades da cela. Havia se esquecido de que um de seus colegas o tinha chamado, então virou-se para trás e o viu no mesmo lugar onde estava.
- Terminou? — perguntou ironicamente. — Pode vir aqui agora?
- Hã...sim, claro...
Ele soltou as grades depois de relutar, enxugou as lágrimas com as costas da mão e se dirigiu até o colega. O homem era muito maior do que ele, possuía cabelos castanhos e um rosto sério. Era musculoso e bonito. Mikuo corou um pouco por causa da beleza dele.
- V-Você queria falar comigo?
- Sim. Você é novo por aqui, não? — perguntou ele com uma voz sedutora e hipnótica. — Por que foi preso?
- Hã?
O de cabelos verde-água colocou a mão direita na boca e olhou para o chão. Seus olhos brilhavam, mais lágrimas queriam escorrer, mas ele tentou lutar contra elas, e seu rosto estava corado. Mikuo parecia um garoto tímido e indefeso naquele momento.
- É porque...eu estuprei mais de cinco garotos... — ele sussurrou, tendo dificuldades para falar.
- Ooh...temos aqui um estuprador. — o rapaz sorriu. — Qual é o seu nome?
- M-Mikuo Hatsune...
- Lindo nome. — ele riu. — Meu nome é Kiyoteru Hiyama.
O menor engoliu seco e arregalou os olhos novamente. Sentiu seu coração acelerar, sentiu um calafrio percorrendo seu corpo inteiro. Ele voltou a olhar para o rapaz, que agora estava tirando um par de óculos do bolso da calça.
Não, não pode ser aquele Kiyoteru...
- Eu fui professor de um rapaz chamado Kaito Shion. E eu era apaixonado por ele...
- V-Você é o professor que quase estuprou o Kaito?! — exclamou Mikuo, surpreso. Lembrou-se de ter ouvido esta história de Gakupo uma vez.
- Eu mesmo. — Kiyoteru levantou sua mão e acariciou o rosto do pequeno. — Estou aqui por ter matado três homens na rua.
Ele não entendeu, mas começou a dar passos para trás, querendo se afastar do moreno. Abraçou a si mesmo e começou a tremer.
- N-Não se aproxime de mim, não me toque, não...não faça nada comigo...
O professor abriu a boca em um "ooh", deixando uma expressão inocente tomar conta de seu rosto por um momento. Ele riu e enfiou as mãos nos bolsos da calça.
- Está com medo, Mikuo-san?
M-Mikuo-san...?
Ele se contorceu e lembrou-se de quando chamou um certo loirinho de "Len-san", enquanto o desvirginava. Deu mais dois passos para trás e fitou Kiyoteru.
- Fique longe...
O barulho de alguém se movendo em uma cama o fez pular novamente. Mikuo olhou para a cama abaixo da janela, e viu um homem despertando. Ele sentou-se e se espreguiçou.
- Ah, acordou, Yuma?
O rapaz tinha cabelos curtos e rosados, e lindos olhos dourados. Sua pele era pálida e ele possuía uma expressão séria no rosto. Ficou de pé e se espreguiçou mais uma vez, depois olhou para o professor.
- Sim, Kiyoteru. — ele bocejou e voltou seu olhar para o outro homem. — Oh, novo colega de cela?
- Este é o Mikuo Hatsune-san. Ele foi preso porque estuprou mais de cinco garotos este ano.
Bastou dizer aquilo para Yuma lamber os lábios e sorrir para ele. Deu alguns passos e ficou de frente para Mikuo.
- Ah, um estuprador? — perguntou ele, cheio de luxúria em sua voz. — Que atraente...
O menor se afastou um pouco e então, percebeu Kiyoteru ao seu lado. Ele arregalou os olhos e parou de andar.
- Você é muito bonito, Mikuo-san. — sussurrou o professor, abraçando-o por trás. — E tem um belo corpo.
- M-Me solte! Eu não quero ser tocado por ninguém! Eu quero os toques do...Luke...
O rosado, que estava em sua frente, segurou seu rosto com as duas mãos e o obrigou a olhá-lo nos olhos. Ele viu as lágrimas caindo dos olhos do novato e fez uma careta.
- Quem é Luke? — perguntou ele. — Como ele é?
- L-Luke é... — ele fungou e tentou continuar. — Luke é meu amigo de infância. Ele tem cabelos rosados parecidos com os seus, Yuma...e tem um lindo par de olhos azuis. Ele é gentil, inteligente, responsável e maduro...
Luke é a pessoa que eu amo... Ele é tudo para mim.
Yuma fitou os olhos do rapaz, enquanto Kiyoteru acariciava a barriga dele por cima do uniforme da prisão. Mikuo fechou os olhos e a imagem de Luke apareceu em sua mente.
Você é a única pessoa que eu amo...
Mas ele voltou para a realidade quando sentiu os lábios do rosado roçarem com os seus. As mãos do professor levantaram sua camiseta e encontraram seus mamilos, e começaram a apertá-los. Seu coração acelerou de novo e ele tentou se mover, mas não conseguiu. Kiyoteru era mais forte do que ele.
Yuma era atrevido. Não demorou muito para a língua dele pedir passagem. Sem hesitar, Mikuo permitiu que o músculo penetrasse sua boca, e deixou mais lágrimas escorrerem por sua face.
O rosado se afastou de repente, e olhou nos olhos do rapaz.
- Você gostou?
Ele respirou fortemente e jogou a cabeça para trás. Gemeu de medo quando sentiu os dedos de Kiyoteru beliscando seus mamilos. Não estava gostando dos toques daquele professor sádico.
Não quero os toques do Kiyoteru. Não quero ser tocado por ele. Mas, sinto que quero o Yuma para me tocar. Eu não entendo... Eu gosto do Luke, não é? Então, por que quero sentir os toques do Yuma?
- Kiyoteru, me solte... — ele sussurrou. — Eu quero tocar o Yuma.
O moreno mordeu o lóbulo de sua orelha e retirou suas mãos de dentro da camiseta dele.
- Vá em frente.
Mikuo suspirou e olhou para o rosado de olhos dourados. O menor fungou e começou a andar timidamente até ele. Yuma colocou a mão na cintura e sorriu.
- Quer me tocar? — perguntou com uma voz brincalhona. — Isso quer dizer que gostou do meu beijo.
- Sim, eu gostei, Yuma... — o esverdeado ofegou e colocou suas mãos no meio das pernas. — M-Me toque mais...
- Oh...você quer ser tocado... — não demorou muito para ele tocar Mikuo em seus braços. — Então, farei um bom trabalho.
O maior começou a distribuir beijos pelo rosto dele, enquanto o apertava no abraço. Kiyoteru sentou-se na cama do novato e continuou a assistir os dois.
Por que me sinto tão excitado quando ele me toca...?
Ele retribuiu o abraço e sua boca encontrou a de Yuma. O beijo começou tímido, mas não demorou muito para se tornar um duelo entre suas línguas. O coração de Mikuo batia com força, e o homem conseguia senti-lo contra seu peito. As mãos do rapaz de olhos dourados começaram a deslizar pelas costas do menor. O outro arrepiou, abraçando-o com mais força. As dúvidas rondavam por sua mente. Ele não estava beijando quem amava, então por que se sentia tão bem?
Yuma, por que eu quero que você me toque? Por que eu quero te tocar?
Mikuo queria entender, mas o beijo o deixava ainda mais desconcentrado. A língua do rosado lutava contra a dele, querendo explorar sua boca. Os dois logo foram para o chão, e então, Yuma aproveitou a situação em que se encontravam para começar a despir o pequeno. Mikuo arrepiou-se inteiro, mas logo acalmou-se, porque se sentia bem ao ser tocado daquele jeito.
De forma atrevida, Yuma levantou a camiseta do outro e encostou sua boca em um dos mamilos dele. Mikuo gemeu e ficou parado, sentindo seu corpo esquentar a cada toque.
- Você gosta quando eu te toco aqui? — perguntou o maior, beliscando o outro mamilo dele.
- Ahh! ♥
Ele já tinha se entregado, não poderia voltar atrás. Por que parar algo que não pode controlar?
O homem maior sussurrava seu nome quando fazia pausas para respirar. "Mikuo, Mikuo", e o menor já começava a formar uma imagem em sua mente. A imagem de um rapaz de cabelos rosados, porém, não possuía olhos dourados, e sim, azuis. Era ele. Era seu amado Luke.
Ah, então é isso... Yuma é muito parecido com Luke. É exatamente por isso que eu gosto dos toques dele...
Soluçou. Embora, os toques fossem prazerosos, não eram os toques do homem que amava. Ele lamentava por isso, pois sabia que jamais teria Luke para si. Mas Yuma poderia satisfazê-lo por hora, não? Era só imaginar Luke em seu lugar. Sim, era isso que deveria fazer. Ir até o fim, imaginar Luke e gozar. Simples.
Os pensamentos de Mikuo ficaram mais atrevidos quando o colega começou a desfazer suas calças. Ah, que delícia! Várias fantasias se passaram por sua mente. Correntes, cordas, facas, sangue. Incrível como, mesmo naquela situação, pensamentos sádicos continuavam sendo seus preferidos. Ele adorava submissão. Mas estava na hora de aprender a abaixar a cabeça para alguém e deixar com que faça o que quiser com seu corpo.
Quando percebeu, já estava sem suas calças, e Yuma arrancava sua cueca com os dentes, rosnando. Como esse homem era atrevido e sensual. Para alguém de corpo pequeno, era surpreendente seu nível de sedução. Gotículas de suor já escorriam de sua testa, e se misturavam com os fios rosados de sua franja, ressaltando o brilho de seus olhos dourados. E aquele sorriso, ah, era como se fosse devorá-lo. Mikuo estava quase perdendo a consciência de seus atos. Estava ficando louco para uma verdadeira brincadeira sedutora.
- Me possua, Yuma...
Aquelas palavras deixaram o rapaz louco de desejo. Mikuo finalmente estava nu, e ele já desfazia suas próprias calças. Queria sentir o interior daquele estuprador sádico.
- Um estuprador se entregando para outro alguém... Você é muito interessante. — lambeu dois de seus dedos e o penetrou com força, sem se importar com o grito e a dor que o menor sentiu. — Vamos ver se consigo domar esta fera.
- AAAH!
O que era aquilo cortando seu interior? Dedos, ou uma tesoura? Mikuo sentia uma dor incomum, mesmo que fosse algo tão pequeno. Era virgem, afinal. O suor se misturou com suas lágrimas cristalinas, deixando seu rosto vermelho, molhado. Yuma se abaixou e lambeu uma das bochechas. A língua estava gelada em comparação com sua pele, e isso o deixou arrepiado.
- Aaah, Luke...
Ele fechou os olhos e não pensou em nada por um momento. Quando voltou para si, percebeu que o colega havia parado de se mover. Olhou para seu rosto, e viu dois olhos dourados fumegando de raiva. A mão livre de Yuma agarrou sua garganta e o pressionou contra o chão. Em choque, Mikuo tentou se livrar do que o impedia de respirar, mesmo que fosse inútil.
- Então, senhor Mikuo... Era nele que você estava pensando por todo este tempo. Decidiu fingir que estes toques eram dele só para que eu pudesse te satisfazer? Não está fazendo isso por gostar de mim.
- N-Não... Eu... Aah! — ele pulou quando sentiu mais um dedo o invadindo.
- Kiyoteru, venha cá... Parece que o novato precisa de uma lição.
O professor teve o rosto enfeitado com um sorriso maníaco. Ele se levantou e desfez suas calças agilmente, se ajoelhando atrás da cabeça do pequeno. Quando Mikuo percebeu, o membro do moreno estava tocando seus lábios, e pedia submissão. Virou o rosto, enquanto Kiyoteru tentava invadir aquela boca.
Yuma retirou os dedos e se posicionou na entrada do jovem, segurando-o de forma que não pudesse fugir. Olhou com desdém para o rosto inocente e patético de sua presa.
- Seu estúpido... Esse tal de Luke deve te odiar. Você usa os outros para se satisfazer, criatura patética. Não aguenta ficar carente por um tempo? Você me enoja, Mikuo. Pois agora, vou fazer você ser útil. Sinta o que aqueles garotos sentiram.
Uma espada de titânio penetrou-o com força e vontade, quase cortando-o por dentro. Sua boca se abriu num grito selvagem tão alto, que a prisão toda poderia ter escutado. Mas logo, o som de seu desespero sumiu quando Kiyoteru o calou. Mikuo arregalou os olhos, que derramavam lágrimas incansáveis. Ouviu um "shhh".
- Como professor, vou te dar uma lição. E eu sou bem severo, sabe...
O membro encostou em sua garganta funda, sufocando-o. Mikuo queria vomitar, mas não tinha o que colocar para fora. Ouviu uma risada de Yuma, que colocou suas pernas sobre os ombros, e começou a estocá-lo com violência. Cada estocada era como uma espada perfurando-o. O menor se sentia numa guerra, onde ele estava perdendo para o inimigo. O professor começou a estocar sua boca, fazendo questão de sempre fazer seu colega engolir o membro.
Seus braços apenas balançavam de um lado para outro. Ele não conseguia se defender. Seus gritos eram abafados, e ele odiava isso. Queria gritar e pedir por socorro. Queria gritar o nome de Luke. Aquilo passou, de uma situação gostosa, para um estupro violento, com direito à sangue e sufocação.
- Como se sente, na mesma situação que aqueles garotos, Mikuo? — perguntou Yuma, rindo em seguida. — Não se sente desprezível? Um lixo? Não que você não seja. Bom, nós encontramos uma utilidade para você.
- Espero que esteja com sede... Vou te dar um pouco de leite em breve... ♥ — ofegou o professor, aumentando o pânico do jovem.
Por alguma razão, Mikuo sentia que seus pulsos e tornozelos estavam acorrentados, incapacitados de se moverem. Sentia dor em cada célula de seu ser, e se sentia desprezível. Aquela era a dor que ele fez vários garotos sentirem? Era mesmo algo tão horrível e insuportável?
A resposta foi dada quando ele sentiu quatro mãos arranhando sua barriga e suas coxas. Mikuo já sentia um líquido escorrer, de seu interior, e de seus membros. O cheiro encheu suas narinas, era sangue. Os dois maiores gemeram e se deliciaram com a substância vermelha.
- Aaaaah!! — o primeiro a se aliviar foi Kiyoteru, despejando seu prazer na garganta do menino. Mesmo tendo terminado, continuou estocando-o, para que não cuspisse fora. — Sinta o gosto do meu leite, Mikuo-san... Quero que tome tudo, até a ultima gota... Aaaah...
- Huum... Aaaah... I-Isso é tão bom... Aaaah... — e em seguida, foi a vez de Yuma. O interior de Mikuo queimou com a mistura de sêmen e sangue, e seu corpo cedeu à dor.
Kiyoteru e Yuma ofegaram e enfim, pararam de estocá-lo. O rosado levantou sua cabeça e sorriu de forma sádica e autoritária. O professor retirou seu membro da boca que acabara de corromper, e ficou surpreso ao ver que Mikuo nem se movia. O outro saiu de seu interior, e observou aquele rapaz patético, e agora, traumatizado para sempre.
- Espero que tenha aprendido a lição. — lambeu os dedos da mão direita. — Eu e Kiyoteru vamos te dar muitas lições daqui para frente...
- Venha, Yuma, vamos dormir juntos? — perguntou o mais velho, ajudando-o a se levantar.
- Claro, Kiyo-kun. Preciso descansar.
Os dois, juntos, chutaram o corpo de Mikuo, que sequer reagiu, e foram se deitar. Ainda de olhos arregalados, o jovem não ousava respira profundamente. Estava com medo. Passou o resto da noite, no frio da cela. Traumatizado, corrompido, e sujo.
Notas finais
Enfim, eu não voltei, então peço perdão. Eu estou cheia de problemas, e não estou tendo disposição para escrever. Então, vou ficar mais um tempo fora.
Mas quando eu voltar, garanto que será com força total! :)
Trouxe este capítulo hoje porque ouvi uma música chamada "Rot in hell !!", de uma banda chamada EastNewSound. Nada melhor do que uma música sádica para um capítulo sádico.
Espero que gostem, e aguardem meu retorno. Está mais próximo do que imaginam...
Fale com o autor