Notas iniciais
********POV Perséfone********
– Coloque-a aqui, Slade. Hades sabe como ajudar. — Falo com excitação — Ela será nossa melhor arma, meu caro. Tecnologia é falha, mas uma mente influente é o suficiente.
Hades faz seu bonito truque comprado de magia e ela abre os olhos. Tenta fugir e se desespera, obrigo a Hades que faça o fantasma da mãe dela aparecer.
– Mãe. Parem com isso! O que querem comigo? — Ela pergunta e abre a boca para gritar.
A silenciei com um movimento da mão. Isso a choca.
– Apenas queremos que veja a verdade dos últimos tempos, querida... Queremos ajudar você a ter sua vingança.
Ela me olha confusa e sua mãe segue até o telão antes de sumir. Passamos para ela algumas cenas dos acontecidos, apenas enfáticas onde Oliver a deixa por Elizabeth. Lágrimas escorrem pelos olhos dela.
– Você vai poder ver por si muito em breve. — Digo — Mas antes, vamos te ajudar a melhorar no que já é boa, querida. Todos eles são traíras.
~~~~~~~~3 meses depois~~~~~~~~
**********POV Oliver**********
– Elizabeth, você aceita Oliver como seu legítimo esposo[...]
Ela sorri de lado.
– Eu não entrei num vestido longo pra dizer não, meu querido. — Diz e faz com que riam.
O padre sorri.
– Pode beijar a noiva.
– Aleluia! — Ela murmura e me puxa na vontade
A beijo com tudo o que queria que ela se lembrasse sempre quando eu estivesse distante. Todo o motivo pelo qual eu a escolhi no fim.
Um som estridente estoura todos os vidros e cristais do local e olhamos para fora assustados.
– Ah merda... — Elizabeth murmura — Até aqui, caralho.
O grito do Canário ressoou novamente antes de cessar e desaparecer tão rápido quanto surgiu. Dinah estava viva e pelo visto, não feliz.
*********POV Elizabeth*********
Fazíamos buscas incansáveis, olhamos toda a cidade, tudo. Minha passagem ao Hades foi bloqueada e eu sabia que era lá onde ela estava... Com Perséfone enchendo sua cabeça. Ela poderia ser pior que Slade, mas ele estava junto. Os três. Agora o perigo era real. Não sabíamos se haveria como salvar uma Dinah controlada apenas por uma lavagem cerebral feita por influência de uma meio-verdade ou se ela estaria tão fundo nisso que não pararia até matar a todos...
"Ding, don. Ding, don. Ding, don." — O barulho irritante da campainha me fez levantar e correr até lá, abri a porta e um rapaz com sangue escorrendo por todo o lugar onde devia haver um braço caiu para frente e eu o segurei.
– Oliver! — Grito em desespero, puxando-o para dentro
Olie corre até mim o mais depressa possível e pragueja com lástima.
– Não, não. — Murmura pegando o comunicador — Bruce, é uma emergência. Roy está sem um braço. Amor, estanca o sangramento.
Obedeço sem delongas, tentando ao máximo...
Roy — Penso comigo e o olho meio surpresa.
– Roy Harper? — Pergunto
– Sim... O Arqueiro-Vermelho. — Ele diz
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