Arqueiro-Verde e Black Smoke - A vida é bem mais
3 Capítulo 3
Notas iniciais
*********POV Elizabeth*********
– Caminha macia, viu. — Comento descontraindo-o enquanto ele me largava na cama
Sua risada foi intensa e eu gostei. Digo... Foi interessante. Ele me olhou nos olhos por meio segundo com um sorriso tão sexy que quis rasgar a camisola no exato momento.
– Você preferia a bancada da cozinha? — Pergunta
Eu ri dessa vez.
– Eu prefiro qualquer lugar em que você tenha um bom angulo. — Respondo provocante
Ele me beija com vontade, subindo a camisola enquanto deslizava suas mãos por minhas coxas e agarrava meu quadril com vontade.
– Eu tenho um bom angulo de qualquer jeito.
Isso me faz emitir um ruído de prazer e puxá-lo de volta para o beijo enquanto empurrava com os pés sua calça. Me ajeitando na cama e se ajeitando comigo, ele se deu tempo para apenas me tocar. No primeiro instante foi estranho... Há muito não o fazem e precisei de um segundo para voltar a atuar e lembrar que deveria estuda-lo e nada mais. Aulas de anatomia. — Penso. Quando seus beijos seguem para meus seios fecho meus olhos preparada pra sentir o que viria a seguir. Assim que ele pega um dos mamilos com os dentes, meu corpo treme e empurra, involuntariamente, o tórax para direção de sua boca enquanto um gemido escapava baixo e surpreso. Pude ouvir sua risada de satisfação e por um segundo me perdi completamente.
– Seu ex te deixou sem diversão por um tempo, foi? — Provocou com o rosto bem perto do meu
O empurrei pra cama e sorri maldosa olhando-o. Ele parecia um tanto surpreso.
– Meu ex era um zero à esquerda. Sexo era coisa de reprodução para ele. Sendo que eu sou feita de muito mais que isso. — Respondo em tom sexy enquanto me mantinha de quatro sobre ele e deslizava minha mão para seu membro endurecido e já descoberto da calça. Sorri mais e mordi seu lábio inferior quando comecei a masturba-lo. — Você quer isso tanto assim e eu não tenho curtindo em playgrounds? — Implico ouvindo um gemido suave escapar do mais profundo de sua garganta
Ele riu brevemente.
– Nem todas brincam nos playgrounds dos meus termos.
– Eu acho termos uma bobagem quando se sabe o que fazer. — Murmuro antes de me sentar inteiramente sobre ele e fechar os olhos, deixando um gemido escapar enquanto aproveitava a sensação da invasão.
Sorrio e o olho nos olhos, era uma parte bônus do fato de ser uma freelancer sexo alucinado com heróis e vilões.
– Vai ser devagar? — Ele implica irônico
Rio com gosto e lhe mostro as unhas afiadas.
– Acha que tenho essas unhas pra fazer sexo suave?
Começo a mover apenas o quadril numa sessão de movimentos com velocidade acelerada, cravando as unhas no peito dele e sorrindo em meio aos gemidos enquanto ouvia os gemidos dele.
**********POV Oliver**********
Admitia comigo que qualquer pacote continha surpresas e eu estava adorando a surpresa sadicamente violenta de Elizabeth. A virei na cama, mesmo contra sua vontade, e segurei seus pulsos acima da cabeça com uma das mãos enquanto, com a outra mão, a puxava pela cintura de encontro aos movimentos do meu quadril. Cada investida seguia de uma forma mais forte e certeira, estava sendo consumido pela sensação de que precisava desse momento. Seus gemidos eram altos e por um segundo esqueço que Thea poderia chegar sem mais nem menos.
A beijei na vontade, abafando os gemidos já a ponto de gozar. Havia me torturado por tanto tempo enquanto rebolava alternando a velocidade que havia me levado a beira duas vezes.
Podia sentir os apertos mais insistentes da sua entrada e soube no instante que ela teria seu orgasmo logo. Tive vontade de provocá-la, mas não tinha tanta força de vontade de chegar tão perto e voltar.
Seu gemido foi alto o suficiente pra eu saber que qualquer um na mansão teria escutado e o fato apenas aumentou meu ego inflado.
*********POV Elizabeth*********
Me olhei no espelho do banheiro e parei de divagar pensando que havia realmente deixado alguém ver como eu havia ficado depois da sessão de masoquismo particular do Exterminador quando ouvi algo como vozes.
– Diana?
– Bruce estava te procurando, como ele está ocupado eu liguei... — Ela diz
– Hm... Estou com uma mulher que salvei do ataque de Dinah ontem. É sobre qual das duas porque eu pedi um relatório geral. — Ele sussurra, mas minha audição é superaguçada para ouvir mortos
– Olha, ele tem uma ficha aberta e um laudo psicográfico que eu não entendo nada do que está escrito. — Comenta seriamente — Por Hera, homem, ele já vem. Não vem? — Ela soa.
Soltando um bufar, posso até imaginar que ele está deslizando os dedos por aquele começo de barba por fazer. Olhei meu pescoço para comprovar que arranhava como uma beleza.
– Chego em alguns minutos, mande-o para a casa dele. Aqui não vai dar.
Ele desliga. Entro no chuveiro depressa e viro de costas enquanto cantava e rebolava de forma sexy. Pude ouvir quando ele entrou, mas preferi ficar quieta.
– Olha só, quem dera e eu pudesse ficar aqui e te dar um banho... — Ele murmura — Preciso ver um amigo urgentemente.
– Espero que não seja nada sério, e volte logo. — Falo soando normalmente
Ele faz que sim e sopro um pouco antes dele sair, uma pequena quantidade de fumaça ia ser o suficiente pra ver o que aconteceria no lugar.
Assim que me certifiquei de que ele saiu, emiti um sinal para os spartacus do meu pai. Me vesti e sai do banheiro, indo para a estante de livros dele, quando de repente um monte de esqueletos guerreiros invadem o quarto e me sequestram, e eu fico aos berros enquanto o segurança dele entrava no quarto e atirava contra os spartacus. Foi irrelevante, eles me levaram para longe das câmeras de vigilância e para minha casa. Lhes fiz carinho na mandíbula e os dispensei.
– Ah, eu sou boa nisso. — Cantarolo enquanto pegava o uniforme.
Passei maquiagem por todo o corpo para esconder as cicatrizes e me enfiei no uniforme. Um short esportivo todo em preto que terminava no começo das minhas coxas e deixava uma parte da minha bunda de fora; um corpete preto e vermelho-sedução que era a prova de balas e qualquer coisa perfurante; um sobretudo feito inteiramente de uma fumaça dos ossos triturados de semideuses mortos que tem um capuz.
Abri uma fumaça na frente do rosto e observei o caminho que Oliver estava fazendo, eu o atacaria assim que saísse de lá.
**********POV Oliver**********
– Você parece perturbado. — Bruce diz sério
– Claro, sai logo depois de dormir com uma completa desconhecida. — Respondo — Então, o que tem pra mim?
Olhamos a tela do computador. Na ficha de Elizabeth contava toda a vida dela em Londres, inclusive fotos do ex-marido grotesco dela que morreu na cadeia.
– Você acha que consegue invadir a frequência? — Pergunto enquanto saíamos me referindo ao comunicador que parecia estar em Dinah
– Posso tentar. — Ele responde, Bruce não estava com um bom aspecto.
De repente há uma fumaceira e em segundos somos Arqueiro-Verde e Batman. Posso ouvir uma risada, logo ela aparece.
– Black Smoke?! — Batman pergunta. — O que faz aqui?
– Que jeito de tratar uma velha amiga, Morcego... Eu vim conhecer meu alvo. — Ela me olha — E agora que conheço, vamos ao que interessa.
Avançando contra nós, a vi desaparecer e aparecer enquanto soltava por cima de mim, voltava a desaparecer e ia para o combate corporal contra o Batman. Levei um segundo para atirar a primeira flecha contra ela e a maldita desapareceu, então só sinto um par de pés no meu pescoço, me pegando e me lançando longe. Antes que ela saltasse, a seguro pelo tornozelo, a puxo e a lanço contra uma parede que havia perto. Ela sumiu antes de se chocar contra a parede e apareceu na minha frente. Fiquei hipnotizado olhando seus olhos e a vi fazer um biquinho para soprar algo no meu rosto, acordo no momento em que grita e some levando toda a fumaça junto.
– Ela soprou você?! — Batman pergunta preocupado e ligeiro
Faço que não tentando entender como havia me feito travar. O celular tocou e eu atendi ainda olhando o nada.
– Senhor. Invadiram sua casa, levaram a moça. Pareciam esqueletos...
– Levaram a Elizabeth?! — Pergunto atônito
*********POV Elizabeth*********
Batman, maldito. — Penso olhando a mais nova cicatriz. Queimo a marca para fazer com que pareça velha e volto a usar a camisola. Estava no galpão ainda nos terrenos da família Queen e fiz um spartacus me atacar e me prender muito bem depois de sumir.
Pude ouvir meu nome seu chamado e acordei aos poucos. Os olhos do Oliver estavam atrás de uma máscara e pisquei os olhos tentando ver melhor.
– Elizabeth? — Ele pergunta
– Oliver? — Minha voz soa rouca
Ele parece um pouco estático, mas nega com a cabeça.
– Te bateram na cabeça? Está ferida?
Faço que não devagar e começo a chorar. Preciso concorrer ao Oscar. — Penso comigo.
– Não queria te ver de novo, sabia?!
Ele me pega nos braços.
– O plano é sempre esse. — Brinca e me faz rir — Vou te deixar na casa do Queen.
Fecho os olhos por um segundo e quando os abro vejo a cama. Me ajeito e me sento.
– Acho que vou me acostumar mal em acordar aqui... — Comento fingindo ser mais para mim, mas posso ouvi-lo fechar a torneira.
Ele sai do banheiro com uma expressão preocupada e vem até mim me analisando calmamente. O deixo me tocar e olhar a região em que a nova cicatriz estava e parecia velha. Oliver parecia pensar em silêncio e eu o observava com a sensação de que ele tinha concretas suspeitas dobre mim.
– Não te feriram...? — Pergunta estranhando o fato
– Eu não sei... Nos instantes em que estava acordada alguém me chamou de filha e disse coisas irreais. — Digo fingindo uma confusão extremamente plausível — Não poderia ser possível. — Comento alheia.
Ele me examina os olhos e então verifica minha pressão. Sua expressão dizia algo como se eu estivesse delirando.
– Não estou delirando, Oliver. Me disseram coisas sobre você... Sobre a máfia russa... Eu nem sabia que na Rússia tinha máfia! — Digo irritada me levantando da cama e sentindo o fraco dos joelhos. Cambaleio até a parede e me apoio por ela.
As mãos dele agarram minha cintura e me estabilizam.
– Não disse... — Ele desiste da frase com o meu olhar — O que te disseram?
O olho seriamente.
– Que tenho sangue grego. De Hades, pra ser mais exata. O que é ridículo! — Digo e o corto quando abre a boca: — Não discuta. Disseram que você é o líder dessa máfia. Falaram o nome, mas eu nao sei pronunciar... Me mostraram a tatuagem que você tem no peito.
Ele me encarava com uma inexpressividade inabalável e em meio meu pequeno teatro me faço me afastar dele, mesmo que tenha caído no chão sentada por fazê-lo, me arrasto para trás enquanto ele se aproximava e coloco as mãos em fronte ao corpo.
– Não é como parece. — Foi apenas o que ele disse — E se você fosse filha de Hades seria uma semideusa... O que não é impossível... — Ele foi se abaixando na minha frente e eu me encolhi o máximo que pude. — A Mulher-Maravilha é filha de Zeus.
O encaro e começo a gaguejar tentando mandá-lo para a merda antes de fazer minha pressão subir e desmaiar.
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