Notas iniciais
Hey peoples!
Obrigado por lerem minha nova história, estou me sentido realizada! Se tiverem alguma critica ou sugestão podem mandar sem problemas. A partir do dia em que eu aceitei escrever Armageddon, eu também aceitei receber criticas. Primeira história minha que eu escrevo com um prólogo. Prólogo é sempre chato, mais acreditem a história vai ser muito boa.
Resolvi fazer prólogo porque achei necessário nesta história para melhor absorvição da mesma. Prólogo foi escrito em primeira pessoa, no ponto de vista da Diana.
Boa leitura!

“Eu pensei que você sairia dos meus pensamentos. Pensei que seria apenas questão de tempo pra não pensar mais em você. Mas não é bem assim. Eu ainda tenho seu rosto pintado no meu coração, rabiscado na minha alma, gravado em minha memória. Eu ainda sinto seus beijos queimando em meus lábios. O toque da ponta dos seus dedos em minha pele. Este amor foi tão profundo em mim.”

(Painted On My Heart – Aerosmith)

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– Como fizeram isso?! Vocês eram os heróis da Terra! — gritava muito alto um prisioneiro.

– Leve-o para o campo de concentração e mate-o. — ordenou Clark ao meu lado.

Eu não queria ver isso, aquele homem podia ter família, amigos, sai caminhando para outro lugar. Caminhei até uma enorme vidraçaria com vista para a Terra.

Lembro como se fosse ontem o que aconteceu.

Eu tinha ido a uma festa com Shayera, uma festa bem legal até. Lembro que ela estava abalada devido o noivado de Jonh e Vixen. Fui mais para dar apoio. Mais acabei bebendo demais.

Lembro que vi Bruce também na festa. Na época eu sentia coisas por ele. Por Hera! Eu o amava e o desejava. Eu falei com ele naquele dia. E então passei mal.

Ele me levou até o seu carro e dirigiu até sua casa. Percebi que ele sentia algo mais por mim também. Chegamos à sua casa e ele me levou até o quarto de hospedes, onde me deu remédios e eu adormeci.

Mais a noite eu escutei barulhos vindo do quarto dele. Caminhei até lá e o encontrei fazendo flexões. Seu abdômen a mostra, molhado de suor, tremi.

Não tive como me conter. Imediatamente já estava na cama dele quase nua o beijando enquanto ele apertava um de meus seios. A noite mais incrível da minha vida. Uma paixão me tomou e o desejo de sentir ele novamente dentro de mim só aumentou.

Foi maravilhoso, até o outro dia. Acordei e não encontrei ele. Fui para a Torre, era o meu dia de vigiar a Terra e coincidentemente era o dia dele também. Nós conversamos. Ele foi extremamente grosso comigo. Me sentia a pior das mulheres, me senti suja, imunda.

Ele disse que tinha sido somente uma noite, somente sexo, sem sentimentos.

Dei um tapa no seu rosto e fugi para minha casa, não queria que ele visse minhas lágrimas caírem. No outro dia de manha eu vi no jornal, lembro exatamente as palavras do repórter.

"Foi encontrada hoje a poucos minutos, morta em seu apartamento, a jornalista Lois Lane do jornal Planeta Diário."

Ela estava casada com Clark na época, corri para o apartamento dele. Clark ficou por dias chorando, numa depressão profunda.

Mais de um dia para o outro ele se transformou, dizem que foi por causa da Kriptonita Vermelha.

Super Man matou todos os lideres da Terra, e destruiu em massa a população de um planeta perto da Terra. Ele aprisionou pessoas, juntamente com Flash, J'onh e Shayera. Instalou bases na Terra e me levou junto.

Esse planeta ficou conhecido como Nova Kripton. Planeta de guerra, nem podemos mais chamar de planeta. Os heróis que ficaram na Terra lutavam contra a ditadura imposta por nós, Bruce era o líder do movimento.

A Terra agora esta condenada a viver para Nova Kripton. Atualmente eu e Clark vivemos na antiga Torre de Vigilância.

E meus antigos amigos me odeiam por ainda estar ao lado de Clark, mais se eles soubessem por que estou aqui, a se soubessem.

Mais um enorme buraco se abriu em minha alma.

– Ainda não consegue ver mortes? — perguntou Kent se aproximando de mim.

– Não, e você também deveria não conseguir. — disse sem olhá-lo.

– Esta me questionando? — ele disse com a voz grossa, enquanto apertava meu braço, que já estava ficando roxo.

– De forma alguma. — falei rápido.

– Melhor assim. — ele soltou meu dolorido braço.

Ouvi passos atrás de nós, me virei e Clark também se virou.

– O grande supremo. — disse um homem fazendo reverencia. — Capturamos um dos lideres do movimento rebelde.

– Nome? — Clark perguntou.

– Batman. — as palavras que saíram da boca do capataz fizeram com que minhas pernas balançarem bruscamente.

Não pode ser!

Notas finais
Como eu disse, irei dizer neste espaço o dia da próxima atualização, que deverá acontecer no dia 17/10/13 (quinta-feira).
Feliz dia dos professores, porque sem eles, nós não estaríamos aqui!
Boa noite ♥