Armadilhas Do Destino

24 Até que A Morte Nos Separe


Notas iniciais
Olá leitores queridos e amados! Estou aqui de volta com nossa esperada reconciliação!! Aêêeeêêe^!! Espero que curtam, nos vemos nas notas finais!

#Laura

Por voltas das dez da noite Steve chegou muito emburrado com Sophia que já dormia em seu colo. Aproximei-me dele a fim de pegar a menina, porém ele se virou e a levou para o quarto sem nada dizer.

- Até quando você ia me esconder isso? – ele disse com a voz carregada de raiva e semblante contorcido de ódio quando voltou

- O que? Do que você está falando? – me surpreendi com a agressividade dele

Steve gargalhou debochadamente, o que me irritou.

- Não seja sonsa, não me irrite mais ainda! – resmungou – Você ia mesmo passar a vida toda escondendo de mim que eu tinha outro filho?

Gelei.

- Como você sabe disso? – quase gritei de surpresa

- A Sophia me contou que ouviu você falar com a Manuela! A Sophia! Eu soube disso porque ela ouviu uma conversa! – falou indignado – Isso é um absurdo, você não tinha o direito de me esconder isso... Ah quanto tempo você sabe disso?

-Faz pouco tempo e eu tenho SIM o direito de esconder isso de você! Isso, bem eu ainda nem sei como isso foi acontecer...

- Fui eu! – ele exclamou cabisbaixo me cortando

- Óbvio que foi você, Steve! Isso eu já sei, ou você chegou a pensar que esse filho não fosse seu? – me ofendi

A essa altura já gritávamos um com o outro.

- Não, não é isso que quis dizer. – se defendeu de imediato – É que bem, você se lembra de um tempo atrás quando conversamos sobre ter outro filho?

Confirmei com a cabeça.

- E eu disse que não queria, pois a So...

- Eu sei o que você disse! – me interrompeu com a voz embargada de raiva – Você sempre planejando a vida minuto a minuto, afinal nada pode atrapalhar o “plano de vida de Laura Rogers” – zombou.

-Albuquerque! – corrigi – Laura Albuquerque.

- Você ainda é Laura Rogers. – retrucou

-Só até amanha as 10 h da manhã, e já peço que não se atrase... Não vejo a hora de me livrar de você! – rosnei

Steve ficou em silêncio por um minuto, observando a paisagem pela janela.

- Olha eu acho que nós... Bem... Eu – ele gaguejava nervoso – Agora que vamos ter outro filho, precisamos tentar conviver o melhor possível. Esse inferno não pode continuar, pela Sophia e pelo bebê que está chegando.

Confirmei com a cabeça.

- Você tem razão, e não faz muito tempo que descobri que estava grávida eu... Me perdoe, eu não devia ter tentado esconder de você. – falei de modo mais amigável e ele sorriu

Eu amava aquele sorriso! Mas, ele não precisava saber disso.

- Steve, você estava me contando sobre como a culpa era sua... Não entendi. Continue. – continuei voltando a ficar séria

Ele bufou e deu uma risadinha, como se tivesse aprontado algo.

- Como você não queria um filho de jeito nenhum e eu sabia que se você ficasse grávida ia acabar gostando da ideia eu...

- O que você fez? – perguntei já imaginando

- Então eu troquei suas pílulas por balas de açúcar. – confessou mordendo os lábios

Abri a boca espantada.

-Seu filho da mãe! Você não tinha o direito de fazer isso!- briguei batendo nele enfurecida

- Calma! – ele pediu andando para trás e sem querer derrubou uma garrafa de vinho no tapete.

Olhei para ele muuuuuuuuuuito brava e em seguida para a mancha no tapete.

-Se não bastasse me obrigar a ficar grávida ainda quer que eu fique como uma escrava agachada nesse chão tentando tirar essa mancha do tapete a base de Vanish né? – berrei agachando-me e retirando os cacos

-A mancha no tapete não é nada... Pior são as manchas que ficam no coração. – afirmou olhando fixamente para mim em seu antigo tom suave- Você deixou marcas muito profundas no meu...está muito difícil ficar sem você...

Levantei-me.

Senti meu coração acelerar e acelerar conforme ele se aproximava de mim.

-Steve eu...

Antes que eu pudesse terminar minha frase Steve puxou-me pela cintura e me beijou. Foi minha perdição! Eu precisava, eu necessitava daquele beijo, daquele contato... Não tive forças para impedir, me entregando completamente ao momento.

- Eu não te odeio, eu não te odeio! – ele disse entre beijos — Quero fica ao seu lado, você não entende isso? Nada do que disse com raiva é verdade, não sei... O que você me disse, foi muito doído de se ouvir. Não sei se é verdade, mas mesmo que seja, você precisa saber que eu menti. Não agüento mais o desejo que corrompe o meu corpo, sim te desejo e não posso nega isso, não consigo mais lutar contras os meus sentimentos, te quero mesmo que você não me queira. Perdoe-me se te magoei se fiz algo que você não gostou! Eu adoro este lugar, eu adoro seu jeito, sua profissão... Eu te amo Laura, eu te amo e eu preciso de você ao meu lado, pois a seis anos eu jurei perante Deus que estaria ao seu lado até que a morte nos separasse e não estou com vontade de morrer agora. Por favor, me perdo...

Nem esperei ele terminar o que dizia de modo desesperado e aflito o puxando para mais um beijo,o qual ele correspondeu de imediato. Parei o beijo por um momento,rindo.

- E como eu poderia não te perdoar, sendo eu a causadora de boa parte de nossas brigas? – perguntei emocionada – Eu te amo, Steve! Desculpe ter sido tão cruel com você... Eu também não quero me separar, eu amo nossa família! Eu quero você

O hálito dele ficou bem próximo a meu rosto e a próxima coisa que senti foram os lábios dele contra os meus. Um beijo carinhoso, desesperado, ansiado e repleto de desejo. Um desejo que fazia com que ele passasse a ponta da língua em meus lábios, pedindo que eu os abrisse. Steve me pressionou contra o armário, fazendo com que alguns pratos se espatifassem no chão. Gargalhamos com a situação e em seguida ficamos aflitos com medo de Sophia acordar, porém ao que pareceu os estalos não chegaram ao quarto dela. Ele continuou o beijo enquanto levantava minha coxa, fazendo com que eu enlaçasse as pernas em sua cintura. Aos beijos fomos nos afastando devagarzinho da cozinha rumo ao nosso quarto.

Quando ouvi o fechar da porta de nosso quarto abri os olhos e quebrei o beijo, encarando os olhos de Steve. Fiquei alguns segundos observando o sorriso que rasgava o lado esquerdo da boca dele, fazendo com que ele sorrisse também.

- O que foi? – perguntou com a voz rouca

- Nada, só estava te olhando e tendo a certeza mais que absoluta que sou louca e eternamente apaixonada por você! – declarei

Steve sorriu mais abertamente antes de me deitar na cama, beijando-me intensamente.Subiu a mão por minha coxa alcançando a renda que ela usava, puxando uma lado com força, ouvindo o tecido ceder a sua força e se rasgar, um barulho que feriu os ouvidos de Hermione. Estremeci quando sua pele tocou a minha.

-Estava louco de saudades... Este pouco tempo que ficamos separados... — disse ele mordiscando – Foi a pior fase da minha vida

Soltei uma risada misturada com um gemido.


— Eu também...

Steve começou a beijar o meu pescoço e acariciar delicadamente minhas costas, cortando a linha de raciocínio que eu seguia e acabei por esquecer de concluir minha frase. Os beijos foram ficando cada vez mais vorazes... As mãos de Steve percorriam todo o meu corpo e entre gemidos e palavras murmuradas, nos amamos até exaustos cairmos no sono, lado a lado.

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Dia Seguinte....

-Boa dia, amor da minha vida! – Steve se aproximou com uma bandeja de café da manhã enquanto eu me espreguiçava

-Bom dia,amor! – respondi lhe dando um selinho

- Papai? – ouvi a voz de Sophia e me separei dele — Vochês... Eba!!

Sophia pulou na cama junto conosco e eu afastei a bandeja para abraça-los.

-Venham aqui meus amores, se juntem comigo! – os chamei

Steve deitou-se ao meu lado e Sophia em nosso meio.

-Vochês fizelam as pazes? – quis saber a menina

-Sim, querida! – Steve confirmou fazendo cócegas nela que se contorcia de tanto rir

- Gente, eu estava pensando aqui... Nessas ultimas duas semanas eu andei trabalhando muito para compensar a falta do seu pai, Sophia. – falei e Steve me deu um beijinho na fsta – O que vocês acham da gente fazer uma viagem em família? E comemorar que estamos juntos novamente?

- Eba! Eu quelo! Eu quelo! – se empolgou – Papai,vamos?

- Calma, menina, não vai ser agora! Mas, nós vamos sim! Vai ser ótimo!

- Ué porque não podemos ir hoje? – me deprimi – É sexta-feira e você está de férias do trabalho, Steve. O que nos impede?

-Po favor pai! – Sophia implorou

Steve fingiu cara de quem iria pensar no assunto e depois sorriu nos abraçando.

-Ah e o que eu não faço pelas mulheres da minha vida em? – brincou – E o novo membro da família Rogers? É bom já escolhermos o nome. Amor, o que seu sexto sentido diz... Menino ou menina?

- Eu quelo escolher o nome! – exigiu minha filha

-Tudo bem, você escolhe o nome Sophia! – concordei – Não sei... Se for um menino ia ser ótimo,aí teríamos um casal ,mas se for menina também vai ser maravilhoso! Ai quer saber... Vou deixar a vida me levar, o que vier fico feliz! – fitei Steve que sorriu — Adeus caderninho de planos!

-Aleluia! – comemorou Steve e eu ri

- Mas, vamos escolher o nome! — insistiu Sophia

-Filha, ainda tem muuuuuuuuuito tempo pra isso!

- Vamos fazer isso agola, por favor!

-Argh, tudo bem criatura teimosa! – ele cedeu – OK, primeiro as damas...hum, que tal Sophie?

Fitei Steve, incrédula.

-Está brincando né? Tem que ser um nome tão igual ao da Sophia?

- É pai... Não, esse não!

-Qual o problema? – se defendeu – É um nome tão bonito...

-Realmente é um nome bonito, mas a gente já colocou esse nome na nossa filha mais velha! Coisa cafona isso de botar nomes iguais nos filhos. Quando eu era pequena conheci trigêmeos que se chamavam Gabriel, Gabriella e Gabrielle e eles odiavam isso. – verbalizei

-É tem razão!

-Eu sei que tenho! – me gabei

-Convencida! – brincou

- Quem escolheu meu nome? – Sophia perguntou

-Eu! – Steve respondeu de imediato – Sua mãe queria que você se chamasse Isabella, mas esse nome estava muito na moda. Todo mundo tinha uma Isabella aí eu escolhi Sophia, ela gostou e você está aqui agora.

-Ah boa lembrança! – eu disse – Isabella não está tão em evidencia quanto antes.

- Mas, você disse que eu podelia escolher o nome! – Sosô reclamou

- E você não gosta de Isabella?

- Gosto. Mas, pefiro Alice, Bianca, Olivia, Amanda...

-Argh Amanda não! Toda Amanda que conheci não prestava! – a cortei

- E só porque algumas Amanda’s não prestavam, a sua filha não vai prestar? – perturbou meu marido

-Não, mas aí toda vez que eu a chamar vou lembrar daquela vagabunda!

- Ok, não será Amanda! – decidimos – Que nomes você gosta, filha?

-Além desses, gosto de “Clalice”, Clara, Julia e Ísis! – completou

-Ísis? – Steve repetiu – Nome diferente, bonito... Eu gostei. O que acha, amor?

-Acho lindo! Mas, também gosto de Helena. Helena! Helena! – repeti – Acho chique Helena e Ísis também!

- Eu gosto de Helena! Só que eu acho Isis mais bonito. – afirmou a loirinha – E você papai?

- Os dois são bonitos, mas acho Ísis mais diferente. Que tal Alícia ou Bárbara?

- Gosto dos dois! – afirmei

- Eu prefiro Alice que Alicia! – Sophia disse

- Complicado... Tantas possibilidades! – falei pensativa – Qual o favorito de vocês até agora?

- O meu é Ísis! – Steve disse

- Olivia... E Bianca... E Alice... E...

Gargalhamos.

- Ok, você ainda não tem um favorito! – falamos em uníssono – Que tal passarmos para nomes de meninos agora?

- Boa ideia! – afirmei – Eu adoro Davi! Sempre quis ter um filho chamado Davi,além do mais o significado é lindo “ o amado”.

- Gosto de Davi, mas David é melhor. — ponderou Steve

-Ah não!- me queixei – Não venha americanizar o nome do meu filho. Lembra como foi com a Sophia? Eu queria Sofia com “f” ,aí veio você com essa parada de “ph” e como ela já era americana mesmo eu deixei passar. Agora é Davi! – exigi –Brasileiro,sem “d” e sem esse negocio de pronuncia “Deivid”. É Davi e é bom ir se acostumando.

Steve bateu continência.

- Sim senhora!

-Eu gosto de Davi! – Sophia disse sorrindo

- Que tal Gabriel? – sugeriu meu marido

- Muito comum.

- Noah?

-Muito americano.

-Juan?

- Muito mexicano.

-Harry?

- Muito britânico.

- José?

- Muito brasileiro.

- Pietro?

-Muito italiano.

-François?

-Muito Frances.

- Argh,amor assim fica difícil né? – queixou-se

- Desculpe é que já me acostumei com Davi!

- Tudo bem, se for menino será Davi! –determinou

- Mas, se for menina eu escolho em! – alertou a pequena e nós concordamos

- E se for como foi com Thor e Manuela? Um casal? – levantou a hipótese

-Deus me li... – me cortei ao perceber o olhar de Steve – Quer dizer... Seja o que Deus quiser!

Steve me beijou, antes de uma mãozinha separar nossos rostos.

- Eu quelo falar! – exigiu

- Fala!

- Eu amo vochês... Pometem que vão ficar juntos até ficalem velhinhos? – suplicou

Instantaneamente abraçamos a criaturinha extremamente fofa do nosso lado.

- Sim, querida! –disse o papai beijando a bochecha da filha e em seguida a minha – Nunca mais vamos nos separar enquanto estivermos vivos!

-Ficaremos juntos na alegria e na tristeza...

-Na saúde e na doença... – completou

-Até que a morte nos separe! – dissemos em tom

Sorriamos um para o outro e rapidamente ele me beijou. Correspondi ao beijo abrindo a boca com uma total entrega, Steve invadia minha boca explorando com a língua cada centímetro, enquanto suas mãos mexiam em meu cabelo. Já perdia o controle quando me liguei que Sophia estava ali.

-Ai Sophia, desculpe! – exclamei envergonhada

- Tem impotancia não, mamãe, eu gosto de ver vochês felizes. -ela disse e tive que dar um beijo naquela coisinha linda – Agola me diga: Para onde vamos viajar?

Ficamos em silêncio por um minuto pensando em um destino,até que me veio um estalo:

-A Manu comentou que levaria os filhos até Penha em SC para visitar o Beto Carrero World! Que tal? Eu ligo para ela e vamos todos juntos.

-ISSO! VAMOS!VAMOS! – gritou Sophia pulando na cama

-Primeiro de tudo preciso saber o que ou quem é Beto Carrero World. – disse Steve

- É um parque. O maior da America Latina! – eu o informei

-Por favor! Por favor! Por favooor!! – implorou a menina

-Ok, tudo bem! O que acha de depois irmos até a Disney?

- Podemos gastar esse dinheiro todo? – me preocupei

- Claro, temos um bom dinheiro guardado, acho que este é o momento certo para gastá-lo: viagens e coisas para o bebê.

-Então está fechado! Próxima parada,parque de diversões! – brinquei pegando o telefone para falar com Manuela.

Agora a família estava unida novamente e se preparava para crescer.

Notas finais
Olá pessoal gostaram do capítulo? espero que sim.
Bom, como perceberam aí vem um novo bebê aê e aqui na fic, Deus é vocês kkkkkkkkkk e por isso vão escolher o sexo do bebê de Laura e se o sexo que optarem for o feminino, digam qual destes nomes que eles debateram a cima é o seu favorito! O campeão será o nome escolhido!! Conto com a colaboração de vocês, mil beijinhosss