Armadilha Do Destino.

41 Capítulo 41 – Teia de sedução Parte II


Notas iniciais
Boa noite meninas,,,,,,

PDV Narrador.

Edward a beijou novamente. Os lábios dele satisfazendo a ânsia primitiva e urgente que queimava no interior dela. Ele beijou-a e beijou-a repetidamente, como se pudesse alcançar sua alma com os beijos ardentes. Ela sentiu as milhares centelhas de excitação dominarem seu corpo de cima a baixo... Um formigamento familiar no baixo ventre e nos seios, deixando-os ainda mais túrgidos. Colou-se a ele de forma instintiva, buscando mais. Edward então a segurou na banheira, sentando-a na borda e ajoelhando-se à sua frente fitando por um momento a mulher nua em seus braços, estudando com atenção os seios rijos e arredondados, os mamilos duros, a cintura fina e delicada, o suave contorno dos quadris. Ela era linda, obstinada, sexy e ao mesmo tempo frágil e teimosa. E ele amava com loucura. Precisava dela. Não hoje, não amanhã. Mas para sempre. Ele não podia lhe negar nada. E queria nesse momento que o seu prazer fosse perfeito, único, inesquecível.

-Está confortável?

Perguntou dando beijos no ventre ainda plano, sem sinais visíveis da gravidez.

-Sim, respondeu umedecendo os lábios com a ponta da língua.

Ele abriu sua coxas e posicionou-se no centro delas, mordendo o lábio inferior diante da visão das dobras femininas já molhadas. Seus olhos verdes estavam quase negros, tomados pelo tesão e pelo desejo do momento. Bella, absolutamente imóvel, mal respirava. O olhar de Edward era como uma carícia em sua pela, que a deixava arrepiada e totalmente consciente da proximidade de sua presença máscula e perturbadora. Ela sentiu-se amolecer por dentro. Ele inclinou-se e alcançou os mamilos com os lábios, sugando os bicos demoradamente.

-OOOHHH...

Ela gemeu segurando em seus cabelos bagunçados, sentindo a pele sensível enrijecer ainda mais sob o toque experiente dele. Edward passou meia hora chupando, mordiscando, lambendo e brincando com os seios dela. Quando Bella pensou que não suportaria mais tanta excitação, ele escorregou a cabeça para a pele do seu vente, depositando pequenos beijos incandescentes em seu púbis e na virilha dela.

-Edward...

Gemeu deitando o corpo para trás, apoiando-se nos cotovelos.

-Você quer gozar Bella?

Perguntou soprando de leve sobre seu sexo gotejante.

-Por favor...

Ela suplicou sentindo as mãos firmes dele segurando suas coxas com firmeza.

-Você não me respondeu doçura, ele disse beijando diretamente o clitóris inchado, arrancando um grito abafado dela.

-Sim, sim, por favor...

Ele deu um sorriso devasso.

-Eu quero muito chupar essa buceta linda e quente até ver você gritar jorrando todo seu gozo na minha boca, expelindo seu mel todinho para mim, falou baixando a cabeça e separando os lábios dela com sua boca, fazendo-a arquear o corpo em sua direção.

PDV Isabella Swan

O. Que. Era. Aquilo. Meu. Pai. Senti sua língua nas minhas dobras, lambendo, passeando, subindo, abrindo, dançando e descendo. Ele desceu sua boca até o meu ânus depilado e ficou ali brincando com a língua, enquanto dois dedos brincavam na minha vagina sem parar, tocando, entrando, saindo, provocando, dedilhando, circulando, me fazendo querer desfalecer. Eu estava literalmente derretendo. Derretendo com tantas sensações prazerosas e inebriantes.

-Edward, Oh Deus... Isso... Isso é tão bom...

Ele não respondeu. Voltou com a boca para meu sexo ensopado e levou um dedo até o meu ânus, penetrando-me ali, entrando e saindo à medida que me chupava com maestria. Calor, tesão, luxúria, cheiro de sexo. Uma teia se sensações únicas, inebriantes e entorpecentes. Minhas pernas tremeram ligeiramente. Um soluço abafado rasgou do meu peito, o som difuso enchendo o banheiro. Gemi baixinho segurando mais forte em seus cabelos quando senti sua língua circulando meu clitóris, movendo-se para frente e pra trás. Gemi alto e ele gemeu em resposta. Era como se a minha excitação enchesse os sentidos masculinos dele, enquanto ele degustava e devorava todos os meus melhores sabores.

-Edward... Por favor, por favor, supliquei em vão, inclinando-me para frente. Ele afastou a boca e voltou a brincar com os dedos em meu sexo pulsante, enquanto me beijava outra vez. Me perdi naquele beijo, sentindo o meu gosto nos seus lábios e friccionei minha vagina contra os seus dedos, tentando fazer com que ele aumentasse o ritmo. O calor era uma febre me consumindo. Ele sorriu por entre o beijo e separou nossas bocas, encostando sua testa na minha.

-Não adiante ter pressa, tigresa. Eu fiz uma promessa e vou cumprir. Vou te chupar até você implorar para gozar.

Respondeu levando outra vez os lábios ao clitóris, massageando meu pobre ânus por dentro e por fora, me fazendo enlouquecer quando deu uma pequena sugada mais forte.

-Céus!

Gemi me contorcendo. A língua lambeu ao longo da minha entrada, penetrando a cavidade, uma rápida e forte carícia que me fez ofegar e escorregar para frente. Nem a frieza do granito duro contra minha bunda me fez recuar. Será que minha pele estava em chamas? Precisei olhar rapidamente para saber.

-Toque em seus seios Bella. Brinque com eles enquanto minha língua chupa sua buceta e meu dedo fode seu cuzinho apertado.

Fechei os olhos e fiz o que ele pediu, estimulando meus mamilos com as mãos no mesmo ritmo em que ele sugava meu clitóris e seu dedo me penetrava. Às vezes ele parava o trabalho com a língua para me ver e dizia palavras obscenas, sujas, mas carregadas de sensualidade. Era um jogo de erotismo e sedução. E quando fazia isso, seus dedos nunca paravam de me tocar com habilidade. Eu só sentia e mais nada. As ondas de prazer eram como lava fervente correndo pelo meu organismo, minhas veias, meu sexo, minha pele.

-Edward...

Foi o meu primeiro aviso.

-Eu...

O segundo saiu sôfrego e entrecortado. Já me preparava para gritar alto, quando senti dois dedos invadindo o interior da minha vagina, friccionando contra os músculos sensíveis e acariciando-os no limite permissível da luxúria.

-Ohh... Por favor, por favor...

Eu estava na borda. Só mais um pouquinho...

-Grite, Bella. Eu quero que você grite quando esfregar essa buceta na minha boca, bafejou contra minha entrada.

Gemi alto quando ele retirou os dedos, tirando juntamente com eles meus sucos, levantando uma das minhas pernas, colocando-a em seu ombro, caindo com a boca outra vez no meu clitóris. Um dedo novamente pressionando minha outra entrada, no centro do meu traseiro.

-Oh, céus, não agüento mais, sibilei sentindo ele brincar comigo. Os lábios sobre o clitóris, lambendo ao redor dele, proporcionando suficiente pressão para me fazer rasgar ao meio, dois dedos agora sendo empurrados em minha fenda, entrando e saindo, bombeando, acariciando as paredes em meu interior já tão sensíveis que eu fiquei sem ação e sem respiração. Sua língua era um instrumento libidinoso do mais puro prazer enquanto lambia ao redor do meu clitóris. Os dedos enterrados no meu sexo um tormento de suplício, uma perdição. Eu estava jogada e perdida entre tantas sensações. Meu corpo adquiriu vida própria, corcoveando para frente, minha vagina sendo multiplamente esfregada contra a boca masculina... Meu grito foi alto, sonoro, meus gemidos abafados o seguiram sem parar. Meus músculos se contraíram num choque de eletricidade indescritível e poderoso. Senti a pressão de suas mãos me segurando mais forte, para me manter firmemente sentada. Um orgasmo insano, uma pequena morte, súbita, avassaladora e vertiginosa me tomou, dominando todos os meus sentidos. Enquanto respirava de forma entrecortada, Edward recuou na banheira. Senti meu corpo escorregar para dentro, de encontro ao dele, que havia ligado os jatos da hidromassagem.

As paredes do banheiro eram apenas uma imagem difusa e ligeiramente brilhante. Meus olhos estavam numa outra dimensão, além da minha pobre compreensão. Meu corpo era dele. Eu era dele. Totalmente. Sem restrições, sem amarras, sem limites. Seus braços envolveram meu corpo inerte até que minha respiração voltasse ao ritmo normal. Ele então ergueu meu queixo, levantando minha cabeça, beijando meus lábios calidamente. Não respondi. Eu ainda não tinha o controle do meu corpo. Mas pude perceber quando ele separou meus joelhos, posicionando-os da cada lado de seu corpo, trazendo para baixo, encostando seu pênis duro como rocha na minha buceta devastada. Fechei os olhos e senti ele começar a entrar.

-Como eu disse antes... Eu quero tudo de você Bella, repetiu roucamente.

PDV Edward Cullen.

Eu podia sentir a água formando pequenas ondas com a movimentação do seu corpo. Podia ouvir sua respiração acelerada pelo orgasmo. Senti vontade de sorrir, mas estava tenso com medo de tomá-la outra vez, por causa do bebê, mas disposto a dar o meu pescoço por isso. Minha razão duelava com meu desejo e minhas emoções. Meu pau gritou. O desejo venceu. A razão foi esquecida momentaneamente, escorregando ralo abaixo. Eu sabia exatamente o que estava prestes a acontecer.

A água vibrou ao nosso redor numa carícia quente enquanto eu a pressionava as dobras tenras e encharcadas, penetrando-a profundamente mais uma vez. Eu gemi. Bella suspirou. Suspirei profundamente, inalando o cheiro doce que vinha dos seus cabelos, misturado com o cheiro intenso de sexo impregnado no banheiro e em nossos corpos. Puxei seu corpo mais para cima, pousando minhas mãos em suas costas, colando minha pele contra a dela com cuidado, me deliciando com o calor que irradiava dela e da água que nos envolvia. Senti meu pau latejante preenchê-la. Ela flexionou mais os joelhos permitindo que eu fosse mais a fundo. Senti todo o seu espaço interior ser ocupado pelo meu pau. Cada célula do meu corpo ardia e desejava aquela mulher. Eu já tinha gozado duas vezes. Ela também. Mas eu queria mais. Não estava completamente saciado. Meu pau era a prova concreta e pulsante disso. E eu iria possuí-la. Pelo menos mais uma vez aquela madrugada.

-Foda, Bella. Você é tão doce, tão apertada... Acho que ainda vamos nos matar, doçura, falei começando a mover lentamente meus quadris. Ela encostou a cabeça em meu ombro ainda imersa na neblina do clímax anterior. Investi outra vez e senti sua buceta pulsar. Coloquei uma mão entre nossos corpos e levei até o clitóris, de leve, mas ela gemeu e com uma mão retirou a minha. Sorri. Aquele ponto deveria estar extremamente sensível.

- Me deixe tocar em você, pedi.

-Não aguento, rebateu baixinho sussurrando.

-Só mais uma vez, insisti.

-Vou parar no hospital, gemeu fracamente. Sorri tendo outra idéia.

-Então vou sugar seus mamilos enquanto te como mais uma vez, falei sem dar chance para ela responder. Ergui-a um pouco e levei minha boca até os mamilos rosados duros e sensíveis, ela gemeu e eu aumentei o ritmo dos quadris. Ela entrou na dança e balançou seu corpo contra mim, começando mais uma erótica cavalgada sexual.

-Céus... Sua língua...

Falou aos tropeços.

-Posso sentir sua buceta me envolvendo todo. É tão bom...

-Me tome, gemeu ondulando contra mim.

-Sou seu, respondi acelerando as investidas, segurando em seu quadril, sugando e lambendo seus seios sem parar, saboreando o supremo prazer de estar fodendo aquela buceta deliciosa outra vez, encantado com a resposta feroz dela aos meus toques. O prazer começou a se construir para nós dois. Eu podia sentir os músculos em suas paredes, a tensão premente em seu corpo. Joguei mais o corpo para frente, sentindo Bella estremecer enquanto gritava o meu nome. Aquilo enviou fragmentos de pólvora a minha mente e ao meu pau simultaneamente. O orgasmo corria pelo seu corpo sobre o meu. Ela pulsava ao meu redor me golpeando profundamente. Com a respiração descompassada e áspera senti como se uma chave grossa e quente apertasse meu pau violentamente, me orgasmo irrompeu numa onda poderosa e desgastante. Bella gemeu alto e desabou sobre mim enfraquecida e completamente exausta. Meu coração parecia estar batendo na garganta de tão acelerado. Senti o cansaço e o sono começarem a se mesclar e levantei, saindo da banheira. O frio nos tomou em questão de segundos. Bella batia os dentes e eu quase isso. Rapidamente desliguei a hidromassagem envolvendo-a num grosso roupão atoalhado. Bella estava mole. Enrolei-a com cuidado e coloquei-a sentada no chão. Ela não protestou nem tampouco falou nada. Sempre se entregara a mim de uma forma que pertencia somente a ela; Desde a primeira vez, integralmente. Apesar de tudo que havia nos separado, de todos os seus argumentos e limites. Peguei o meu próprio roupão, sentindo a frieza do dia que estava amanhecendo e me enrolei nele, apertando o cinto e baixando-me para pegá-la nos braços. Ela estava praticamente adormecida. Levei-a até a cama dela, deitei-a, me deitei ao seu lado e nos cobri com a grossa coberta preparando-me para um bom tempo de sono. Por hora meu corpo estava saciado e meu pau pedia um tempo para se recuperar. Quando nós dois acordássemos eu iria recomeçar tudo outra vez. Tudo estava com o deveria estar. Olhei pela janela. O sol já despontava no horizonte. Beijei de leve seu rosto e descansei a cabeça no travesseiro, apagando em seguida.

Música do momento:

Heaven (Bryan Adams)

Oh!! Thinking about all our younger years

There was only you and me

We were young and wild and free

Now nothing can take you away from me

We've been down that road before

But that's over now

You keep me coming back for more

(Chorus)

Baby you're all that I want

When you're lying here in my arms

I'm finding it hard to believe

We're in heaven

And love is all that I need

And I found it there in your heart

Isn't too hard to see?

We're in heaven

Oh!! Once in your life you find someone

Who will turn your world around

Bring you up when you're feeling down

Yeah!! Nothing could change what you mean to me

Oh there's lots that I could say

But just hold me now

'Cause our love will light the way

(Chorus)

And, baby you're all that I want

When you're lying here in my arms

I'm finding it hard to believe

We're in heaven

Yeah! And love is all that I need

And I found it there in your heart

Isn't too hard to see?

We're in heaven

I've been waiting for so long

For something to arrive

For love to come along

Now our dreams are coming true

Through the good times and the bad

Yeah!!! I'll be standing there by you

(Chorus)

And, baby you're all that I want

When you're lying here in my arms

I'm finding it hard to believe

We're in heaven

And love is all that I need

And I found it there in your heart

Isn't too hard to see?

We're in heaven

Heaven...

Oh

You're all that I want!

You're all that I need!

Tradução (Paraíso)

Oh! Pensando em nossos tempos de juventude

Só tinha eu e você

nós éramos jovens, selvagens e livres

Agora nada pode te tirar de mim

Nós já estivemos naquela estrada antes

Mas agora já acabou,

E você continua voltando pra ter mais

(Refão)

Meu bem, você é tudo o que eu quero

Quando você está aqui deitada em meus braços

Eu acho isso difícil de acreditar,

Estamos no paraíso

E o amor é tudo o que eu preciso

E eu o achei aqui em seu coração

Não é tão difícil enxergar,

Estamos no paraíso

Oh, uma vez na sua vida você acha alguém

Que irá fazer seu mundo virar

Te colocar pra cima quando você sentir pra baixo

É, nada pode mudar o que você significa pra mim

Oh, tem muitas coisas que eu poderia dizer

Mas só me abrace agora,

Porque o nosso amor irá iluminar o caminho

(Refão)

Meu bem, você é tudo o que eu quero

Quando você está aqui deitada em meus braços

Eu acho isso difícil de acreditar,

Estamos no paraíso

E o amor é tudo o que eu preciso

E eu o achei aqui em seu coração

Não é tão difícil enxergar,

Estamos no paraíso

Eu estive esperando por tanto tempo

Por alguma coisa que chegasse

Por um amor que viesse junto

Agora nossos sonhos estão se realizando

Através dos bons e dos maus momentos

É, eu estarei lá por você

(Refão)

Meu bem, você é tudo o que eu quero

Quando você está aqui deitada em meus braços

Eu acho isso difícil de acreditar,

Estamos no paraíso

E o amor é tudo o que eu preciso

E eu o achei aqui em seu coração

Não é tão difícil enxergar,

Estamos no paraíso

Paraíso...

Oh

Você é tudo o que quero.

Você é tudo o que preciso.

PDV Isabella Swan.

O sol quente entrava pelas frestas da cortina na janela me despertou de manhã. Manhã? Será que não era o sol da tarde?! Pensei confusa. Talvez já tivesse passado do meio dia, sinceramente eu não tinha certeza. Mas tudo ao meu redor estava claro. Senti sua presença, seu cheiro e sorri internamente. Eu sabia exatamente o que havia acontecido. Só não sabia se nós estávamos no meu quarto ou no quarto dele. Não abri os olhos imediatamente. Eu estava feliz. Feliz demais para mudar qualquer coisa por menos que fosse. Talvez pela primeira vez em muitos anos, eu me sentia completa. Meu corpo estava relaxado e um pouco dolorido, meu coração batia no mesmo ritmo da minha respiração. Eu estava completamente à vontade, com minha cabeça apoiada em seu braço, confortável e naturalmente. Seus dedos acompanhavam o contorno dos meus seios pela frente do roupão levemente aberto. Eu sabia que ele sabia que eu havia despertado, mas mantive os olhos fechados e levei um braço até seu pescoço, puxando para mim, aproximando-nos mais.

-Boa tarde dorminhoca, falou divertido, dando um beijo na ponta do meu nariz.

-Hum... Boa tarde, respondi escondendo meu rosto na curva do seu pescoço, lambendo de leve o lóbulo de sua orelha.

-Se queria me deixar duro novamente, fez um excelente trabalho, linda.

Respondeu com a voz rouca e sexy, envolvendo um dos meus seios em concha com a mão. Gemi baixinho ao senti-lo esfregar o mamilo entre os dedos.

-Hum... Que horas são?

Questionei tentando me espreguiçar.

-Já passa das duas da tarde, respondeu.

Sentei na cama bruscamente.

-Renesmee!

Ele também se sentou e me abraçou em seguida.

-Calma, ela está bem. Acordou há pouco tempo, respondeu deixando-me aliviada.

-Ela almoçou?

-Ela tomou um bom café da manhã e está andando de bicicleta lá fora.

Relaxei encostando minha cabeça em seu ombro.

-Bom, se é assim...

Falei deitando-me outra vez. Ele deitou sobre mim, prendendo-me entre os braços.

-Eu adoraria passar o resto do dia na cama com você, mas você precisa se alimentar pelo bem do bebê.

-Não estou com fome, respondi tentando demovê-lo da idéia de levantar.

-Mas o meu filho está. E depois da nossa maratona de ontem, você deve estar com os músculos doloridos, mas acho que um banho quente pode resolver este problema. Se não der certo, mais tarde eu faço uma boa massagem nos seus músculos, disse me pondo de pé e dando uma tapa leve na minha bunda, apontando na direção do banheiro. Edward era maior e bem mais forte que eu, portanto não tive escolha e marchei para na direção do banheiro contrariada, enquanto ele sorria satisfeito em sinal de aprovação.

Notas finais
Em fim será que a Bella vai sossegar com o Edward agora....
Beijos Garotas
Uma boa semana pra vocês....
Kiki