Armadilha Do Destino.

12 Capítulo 12 – Conspirações do Destino.


Notas iniciais
Bem Meninas, tive alguns problemas pessoais por isso não teve post nem na sexta e nem no sábado. estarei postando hoje e amanha. segue abaixo um recadinho da Tiih.
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Oi lindas. primeiro quero pedir desculpas por não estar respondendo a todos os reviews, mas estou fazendo o melhor que posso diante domomento atribulado da minha vida. Espero que entendam porque não é fácil escrever, trabalhar fora, cuidar de dois filhos, casa e marido, sem falar que estou com alguns problemas sérios de saúde na família...... Bom, chega de falar de mim certo?! Algumas leitoras estão pedindo por posts extras na próxima semana. Que tal fazermos um trato?! Estou meio triste com as recomendações por aqui (estamos com 409 leitoras e apenas 41 recomendações.... Pôxa.... apenas 10% de vcs recomendaram....Será que eu não mereço uma foircinha, um incentivo?! Please......) Se vcs recomendaream na próxima semana a kiki vai postar quatro caps em vez de dois, que tal???? Não sou de fazer chantagem gente, é apenas um pedido. Os dois caps semanais estão garantidos independente de qualquer coisa. Iinfelizmente tem leitora que não está nem aí para o nosso esforço.... Bjs no coração de cada uma. Fiquem com Deus.

PDV Edward.


Eu continuava fitando-a embevecido. Os dez anos que haviam se passado aparentemente nada significavam. Eu a queria com a mesma intensidade que existira dez anos antes quando comecei a trabalhar em Twilight... Quando ela não passava de uma menina. Ou talvez agora até mais do que isso. Eu precisava ser honesto, nesse momento eu a desejava mil vezes mais. Assumir aquilo foi como levar um soco gigante na boca do estômago.

– Droga, droga, droga!

Falei fechando o punho e esmurrando a palma da outra mão. Doeu.

– O que está acontecendo comigo afinal?!

Eu disse tentando clarear a mente e os sentidos dos efeitos da poderosa e devastadora relação física. Isabella ressonou baixinho.

– Bella...

O nome escapou dos meus lábios antes que eu conseguisse evitar. “Você nunca deixou de amá-la”.

– Não.

Respondi com veemência. Aquilo era aterrorizante. Como a minha consciência podia ser tão cruel?! Já não eram suficientes o sofrimento e o vazio em minha alma?! Permanecendo imóvel, em choque, com os olhos arregalados e minha respiração presa na garganta comecei a prestar atenção nas mensagens silenciosas que eram transmitidas ao meu corpo e ao meu cérebro.

“E por que outra razão você reagiria assim?”

A pergunta da minha consciência me sobressaltou.

– Ah...

Gemi baixinho, odiando ter que encarar a verdade.

– Não... Por favor, outra vez não...

Mais um gemido. Uma súplica. O terror de vivenciar toda dor novamente me assolando. As mensagens persistiam. Elas começaram a se desenrolar na minha mente como se eu estivesse num filme.

– Não vou permitir... Não posso!

“A quem você quer enganar?”

A voz silenciosa e irritante não me deixava em paz. Respirei profundamente como se o ar faltasse naquele ambiente, como se meus pulmões estivessem a ponto de explodir de tão secos.

– Eu não a amo. Não, de forma alguma. Me nego a permitir que tal coisa aconteça.

Meu coração batia tão forte que achei que ela pudesse ouvir e acabar acordando.

– Não permitirei. Nunca. Jamais. É simples luxúria. Isso. Isso mesmo.

Insisti, mas a minha voz soou estranha. Era mais um murmúrio lamentoso. Apertei meus punhos com força, desejando socar alguém.

– Tem de ser luxúria. Sim, apenas luxúria. Uma atração física incontrolável. Pura química sexual. Uma ligação poderosa, mas única e exclusivamente carnal.


PDV Bella.


Eu não precisava abrir os olhos para saber que Edward havia ido embora. Inspirei devagar. Seu cheiro estava impregnado em cada poro da minha pele, em minha cama, nos meus cabelos, mas ele não estava ao meu lado. Não mais. O cheiro de sexo pairava no ar. Sua presença marcante não estava mais ali no quarto. Meu instinto me dizia que ele havia partido. Eu sentia isso nos ossos, no sangue, na alma. Melhor assim. Eu não precisaria encará-lo após ter me comportado como uma vadia louca por sexo.

– Arg...

Gemi desconsolada. Novamente eu tinha sido um brinquedo nas mãos dele. A culpa e o remorso surgiram impiedosos, provocando uma sensação horrível, fazendo com que eu me sentisse um lixo, um nada, um ser desprezível, um verme. Puxei o lençol com força, enrolando-o nos dedos até que os nós das mãos doessem, ficando brancos.

Senti a visão embaçada pelas lágrimas que abundantes e silenciosas escorriam pela minha face. Tanto anos perdidos, tanto sofrimento, tanto ódio por aquele homem maldito... Eu havia perdido a razão. E com um simples toque de Edward. Bastaram algumas carícias experientes e ele conseguira que eu me rendesse em poucos minutos. A sensação de náusea subiu pelo meu esôfago, me fazendo querer vomitar. Precisei inspirar profundamente, tentando pensar com alguma clareza. Foi em vão. O desespero me engolfou, comecei a soluçar descontrolada, o corpo sacudido sobre a cama. Os soluços parecendo que iriam arrancar meu o coração.

As palavras dele voltaram a minha mente como um letreiro reluzente:


“... Vou sugar seus seios até que desfaleça em meus braços, até você desfalecer de prazer e ficar tão molhada que eu possa deslizar meu pau duro dentro do seu corpo sem esforço algum...

– Você quer Bella? Quer que eu te sugue como um homem faminto? Quer sentir minha boca em cada canto do seu corpo?

– Sim.

Como eu poderia ter cometido ato tão terrível, tão abominável?! Eu me recriminava silenciosamente, soluçando e engasgando nas lágrimas, dilacerada pelo medo e pelo remorso crescentes. Se ao menos eu pudesse culpar apenas Edward, acusá-lo de ser violento, de me possuir a força, contra minha vontade... Sacudi a cabeça em desalento. Mas eu não podia fazer aquilo. Não podia ser hipócrita, tinha de ser honesta. Reconhecia que Edward forçara a situação quando havia entrado em meu quarto, mas eu tinha tanta responsabilidade quanto ele, pelo que havia acontecido.

Ele me deixava fraca. “Isso não é desculpa”, a minha consciência me condenava implacável, enquanto a chuva caía lá fora e começava a bater na janela. Senti meu rosto arder de vergonha, recordando como meu corpo havia se contorcido sob o corpo dele. Eu praticamente tinha implorado para que ele me possuísse. Por um instante de prazer, por um momento para reviver o sonho que a perseguira por longos dez anos, eu havia traído a mim própria e a minha filha. Também havia traído Ângela, a senhora Weber, Jasper e outras pessoas que tinham se empenhado em me fazer esquecer o meu passado, esquecer Edward. Extirpá-lo de minha vida para sempre.

Gemi baixinho e sentei na cama, cobrindo meu rosto inchado com as mãos. Edward certamente estaria rindo às minhas custas, pois havia descoberto como poderia me dominar facilmente. Provavelmente sentira um grande prazer em constatar o quanto eu ainda o desejava. O poder que exercia sobre mim. Suspirei pesadamente esperando ansiosa que aquilo tudo não passasse de um horrível pesadelo.

Mas ao ver meus seios inchados e uma leve mancha arroxeada no alto de minha coxa, engoli em seco aceitando a cruel realidade. Ele me transformava em massinha de modelar, mandava embora pelo esgoto meu autocontrole e meu orgulho.

Me odiei. Eu não conseguia me perdoar por ter correspondido tão intensamente às carícias e aos toques dele. O que ele pensaria agora?

“Que você nunca o esqueceu. Que pode facilmente ser dominada pela antiga paixão que existia entre vocês”.

A mensagem na minha mente era cristalina como água.

– Não!

Exclamei com meus olhos em choque. A força daquela constatação era uma humilhação sem tamanho.

“Você nunca deixou de desejá-lo por pior que ele tenha te tratado”.

– Não!

Aquele pensamento era assustador, monstruoso, inconcebível e louco demais para ser verdadeiro. E eu não podia permitir que ele se tornasse realidade. Eu não podia me dar ao luxo de me apaixonar por Edward novamente. Eu tinha que esquecer. Eu precisava!

Disposta a dar um basta naquilo tudo, levantei e vesti a primeira coisa que encontrei; um jeans velho justo e surrado e uma camiseta vermelha de malha. Passei um pente largo pelos cabelos, joguei-o sobre a cama, evitando me encarar no espelho. Girei sobre os calcanhares e saí decidida a enterrar aquela noite nas profundezes mais obscuras e profundas do meu subconsciente, fingindo que absolutamente nada havia acontecido. Se ele achava que teria algum controle ou poder sobre mim depois de hoje à noite, eu mostraria o quanto ele estava enganado. Eu provaria a ele.

Abri a porta e olhei para os lados no corredor vazio. Estremeci involuntariamente. Fechei a porta com cuidado e fui até o quarto de Renesmee, verificando se tudo estava bem. Minha filha estava encolhida num canto da cama, em posição fetal, o rosto corado, febril. Alarmada, corri até lá colocando a mão e testando sua temperatura. Nessie ardia em febre.

– Droga!

Ela resmungou alguma coisa e eu saí correndo para as escadas em direção à cozinha, acendendo a luz apressada, pegando o antitérmico no armário dos remédios. Consultei o relógio para saber as horas e vi com desgosto que já passava das duas da manhã. Suspirei cansada, retornando ao quarto de Renesmee o mais depressa que pude. Entrei deixando a porta aberta às minhas costas. Eu teria de acordar Ângela para avisar que estaria levando minha filha ao hospital da cidade.

– Nessie?

– Hum...

– Filha?

Chamei carinhosa.

– Ham...

Ela virou para o outro lado, entorpecida pelo sono.

– Meu amor, acorde.

Pedi com suavidade, tocando seu rosto. Seus olhinhos abriram e fecharam, para novamente abrirem e me fitarem confusos, enevoados pelo sono.

– Mãe?

– Sim meu amor sou eu. Você está com muita febre, tem que tomar o remédio, falei ajudando-a a sentar na cama.

– Estou com frio, ela disse encolhendo-se.

Puxei o coberto que estava nos pés da cama e coloquei sobre ela. Em seguida entreguei a medida do remédio, que ela engoliu fazendo uma careta.

– É ruim mãe, resmungou.

– Mas é necessário. Do mesmo jeito que as vacinas, retruquei.

A sombra de um vulto masculino enorme apareceu na porta. Enrijeci. Não precisei nem me virar para saber que era ele.

– Bella? Está tudo bem?

“Não, nada está bem”, eu quase proferi.

– Você de novo?

Resmunguei lamentando sem me virar em direção à porta. Em segundos ele estava ao meu lado, fitando a filha com preocupação.

– O que houve?

Minha vontade era de expulsá-lo dali, mas Renesmee nesse momento era prioridade, meus problemas com Edward ficariam para depois.

– Ela está com muita febre, respondi sem me voltar em sua direção. Com alguns passos ele me alcançou.

– É grave?

Falou preocupado.

– Ainda não sei, respondi com sinceridade.

– Minha garganta tá doendo, ela falou manhosa.

– Calma meu amor, vamos até o hospital ok?

Eu disse para tranquilizá-la.

– Não, eu não quero ir, choramingou baixinho...

– Mas tem que ir filha. Se for uma amidalite você vai ter de tomar antibióticos e só o médico pode receitar, expliquei afagando seus cabelos.

– Vou pegar o carro, encontre-me lá embaixo, Edward falou saindo apressado. A raiva me invadiu.

– Não se dê ao trabalho, Edward, já fiz isso milhares de vezes sozinha. Não preciso da sua ajuda.

Falei friamente. Meu instinto de proteção era irracional. Ele virou-se em minha direção, os olhos duros e frios como aço.

– Não seja ridícula Isabella. Não vou deixar você sair daqui sozinha com essa criança à uma hora dessas, em plena madrugada. Eu vou levar vocês e está decidido. Deixe de ser teimosa, pegue ela e encontre-me lá embaixo, sem discussão.

E desapareceu. Suspirei pesadamente. Com certeza o destino estava conspirando contra mim. Levante indo até o armário, pegando uma roupa mais quente e dando para que Nessie vestisse.

– Vista isso e fique aquecida enquanto eu aviso a tia Ângela que nós vamos sair certo?

Ela assentiu e eu saí em direção ao quarto da minha sócia, naquele mesmo andar. Parei na frente e bati três vezes. Ouvi alguns murmúrios abafados e franzi o cenho intrigada. Será que ela estava com alguém?! Meu Deus! Em menos de um minuto a porta foi aberta e minha boca se abriu em choque. Um homem na faixa dos vinte e poucos anos, pele escura, cabelos e olhos muito negros, descente de indígenas com toda certeza, trajando apenas um lençol branco em torno da cintura me fitou sonolento.

– Pois não?

– Er... Desculpe a interrupção, eu disse sentindo meu tosto vermelho como um tomate.

– Tudo bem, falou coçando o queixo.

– Eu poderia falar com a Ângela?

Ele me presenteou com um simpático sorriso, deixando ver os dentes perfeitamente simétricos e muito brancos. Em seguida o rosto de uma Ângela atordoada apareceu sob o braço do homem desconhecido.

– Bella? O que aconteceu?!

Falou afobada enquanto eu respirava tentando me recuperar do susto.

– Nessie está ardendo em febre, vou levá-la ao hospital.

– O que? Febre? O que ela está sentindo? Vou com você!

O rapaz observa a tudo quieto.

– Não precisa Angie. O Sr. Cullen irá nos levar, falei desviando os olhos por um breve instante do rosto afogueado. Foi à vez dela então arregalar os olhos como pratos.

– Quem? Edward?

– Sim, vim avisar você para que não se preocupasse, caso acordasse e não nos encontrasse.

– Ok, amiga. Agradeço demais. Mas por favor, dê notícias sim?

– Pode deixar. Ligo assim que falar com o médico de plantão.

Ela concordou. Dei as costas para sair quando o ouvi perguntar:

– Podemos voltar para cama agora?

– Não Seth. Não é nada com você. Minha sobrinha adoeceu e eu perdi o clima.

Seth?! O sexy policial de quem ela havia me falado?! Nossa! Ângela não perdia tempo mesmo, pensei entrando no quarto de Nessie, pegando-a no colo e descendo as escadas. Edward estava ao volante inclinou-se abrindo a porta do veículo para que eu entrasse.

Sentei acomodando Renesmee em meu colo, perturbada pela proximidade dele.

– Coloque o cinto de segurança, falou.

– Coloque o seu também retruquei observando-o de soslaio, verificando que ele permanecia sem o dele.

– Qual o melhor caminho?

Perguntou solícito.

– Pela Avenida Forks.

Respondi. Ele acelerou manobrando o carro e seguindo na direção indicada.

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PDV Edward Cullen.

O trajeto até o hospital foi feito em silêncio. Bella estava preocupada com a criança, assim como eu. Por mais que aquela situação fosse estranha um sentimento forte de posse começou a aflorar dentro de mim. Uma sensação estranha de intimidade, de poder partilhar o momento. Eu não era nada delas, mas eu gostaria de ser. Gostaria que fôssemos uma família.

Sacudi a cabeça, angustiado. Família?! Suspirei. Minhas idéias estavam emboladas, confusas. Eu não estava pensando com clareza. Em quinze minutos cronometrados estacionei o carro próximo da entrada principal e Bella saltou com Vanessa nos braços, caminhando para as portas duplas de vidro e aço escovado. Segui atrás. Duas enfermeiras surgiram para nos auxiliar. Bella informou o que estava acontecendo e pediram para que levasse a criança até o consultório do médico plantonista. Ela seguiu a enfermeira e desapareceu do meu campo de visão.

– Sr.?

A voz da recepcionista me chamou. Olhei para ela sem saber o que fazer.

– Poderia preencher o formulário de atendimento?

– Como?

Ela sorriu compreensiva.

– Tudo bem, papai. Sua esposa entrou com sua filha. Agora eu preciso que o senhor preencha os formulários com todos os dados da criança ok?

Senti meu estômago contrair. Engoli em seco. A moça achava que nós realmente éramos uma família.

– Eu... Nós não...

Ela continuou sorrindo.

– Está nervoso? Bom, se preferir posso preencher eu mesma, desde que o Senhor me forneça às informações. Qual o nome completo de sua filha e quantos anos ela tem?

Suspirei pesadamente.

– O nome da criança é Vanessa, mas o sobrenome... Não sei dizer. Sou apenas um amigo da mãe, despejei me sentindo incomodado com a expressão no rosto da atendente.

– Bom, eu peço desculpas pela confusão, falou constrangida.

Assenti e andei com passos largos até as cadeiras na sala de espera, deixando que meu corpo cansado caísse sobre uma delas, cruzando as pernas e aguardando alguma notícia. Desde a morte da minha mãe que eu não entrava no ambiente opressor de um hospital. Para falar a verdade eu odiava aquele ambiente. As lembranças dos meses dolorosos em que mamãe havia ficado internada, ainda me assombravam. Ela havia desenvolvido um tipo raro de câncer, de leucemia para ser exato e precisaria de um transplante específico. Eu e Emmett por sermos filhos fizemos os testes, mas nenhum de nós era compatível. Assim a coisa tomou proporções maiores e evoluiu até o ponto onde a medicação não surtia mais nenhum efeito e ela pediu para ir para casa. Ela sabia que iria morrer. Nós também sabíamos, mas tentamos dar todo o conforto, carinho, amor e a atenção necessária. Até o seu último suspiro.

E ali estava eu, contrariando todas as promessas que havia feito a mim mesmo de nunca mais adentrar naquele tipo de ambiente. E por quê?! Por causa de Isabella e de sua filha. Ela tinha um magnetismo único, uma coisa sem explicação que me atraía da mesma forma que uma mariposa é atraída para a luz. O sexo, a paixão e a conexão que nós tivemos mais cedo no quarto dela, foi incrível. Não tem como descrever. Uma experiência física espetacular, mágica. E eu não estava disposto a abrir mão daquilo de novo. Não mais. Várias mulheres haviam passado pelos meus braços, mas nenhuma reagia a mim da maneira intensa que Bella fazia. Fizemos amor do mesmo jeito que antigamente. Como se o tempo não houvesse passado, como se os anos de separação não existissem. Olhei ao redor impaciente. Nenhum sinal dela, da menina ou da enfermeira. Meus pensamentos dispersaram-se outra vez. Eu conhecia Isabella o suficiente e sabia que ela tentaria fugir ou apenas ignorar o que havia acontecido. Ela não cederia. Só que eu não permitiria. Eu tinha que agir com cautela para não assustá-la, bolar alguma coisa... E também não deixaria que ninguém cruzasse mais o nosso caminho, nem meu irmão, nem Jéssica e especialmente Jasper Whitlock.



Notas finais
Pesei que Edward fosse descobrir agora que Vanessa e Renesmee.
Hum até mais meninas.
Kiki