Arma letal 2
1 Prefácio
Notas iniciais
O leão da montanha ruge, e quando estou prestes a atacar tenho de deixar minha caça favorita ir quando sinto a presença de um grupo de vampiros se aproximarem, um século disso e a maioria dos vampiros ainda acham que podem conseguir me encurralar e matar.
Idiotas!
Não me movo, só escuto e observo a estratégia deles fracassar.
Os prendo em um círculo de fogo quando chegam até a mim.
— Ajoelhem-se quem estiver de acordo a si submeter às novas ordens.
Evito um suspiro triste quando percebo apenas dois dentre os 30 se ajoelhar.
Mais 28 vampiros para a lista dos que não aceitam minhas novas regras.
Faço labaredas de fogo ir aos vampiros que permanecem de pé os transformando rapidamente em cinzas.
— Podem se levantar.
E o vampiro e a vampira o fazem de maneira dócil.
— Não dou segunda chance, então não criem confusão, não façam mal a nenhum humano, e passem imediatamente a si alimentar de animais. Não revele nossa existência aos humanos, salvo exceção de seu companheiro ou companheira vir a ser humano.
— Alguma dúvida sobre as regras que devem seguir a partir deste instante?
— Não, meu mestre.
— Não, meu senhor.
— Podem ir.
E me obedecem rapidamente.
Adentro um pouco mais a floresta na vã esperança de ainda achar o leão da montanha por perto, mas ele não está e não estou com animo de sair a caça depois de matar aqueles vampiros, eu sempre me sentia mal ao fazer isso...
E me alimento de um cervo que estava ali perto.
Resolvo voltar para casa andando em um ritmo humano, para dá tempo a mim mesmo, de conseguir trancar o peso de mais 28 mortes naquele cantinho obscuro dentro de mim destinado a represar essa sensação ruim que sinto ao tirar a vida de alguém...
Pressinto um vampiro próximo, mas relaxo ao reconhecer o cheiro.
— Tia Alice.
Ela salta da árvore e aterrissa ao meu lado.
— Sem tio Jasper com você?
— Sei que mais que um agora seria ir muito além do intolerável para você, mas não consigo vê-lo assim e fingir que não tive uma visão disso, então desculpe vir até você, quando sempre prefere não ter ninguém nesses momentos com você.
— Ah Tia, não se desculpe, por querer cuidar de mim.
— Obrigada por não si chatear comigo Kael. — ela dá um pulo e me dá um beijo na bochecha quando atingiu a altura do meu rosto.
Eu sorri, pois só assim para ela alcançar meu rosto sem que eu me abaixe para isso.
— Você tinha de puxar seu pai até nisso? Devia ter puxado a altura de sua mãe. – ela si inclina um pouco para trás para poder olhar em meus olhos, devido a sua baixa altura de 1,45m de altura e eu ter 1,85m.
— Você ainda teria de pular, mamãe tem apenas 10 centímetros a menos que papai.
Ela me dá língua e eu sorrio de novo.
Tia Alice era ótima em distrair eu já nem estava mais pensando que usei novamente meu dom para matar e que não gostava de ser chamado de mestre ou meu senhor, que desejava que os vampiros não se submetesse a nova ordem implantada por mim de forma submissa, mas que fosse por escolha deles e não pelo fato que posso facilmente mata-los.
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