Are You Happy Now?
6 Percy Jackson? 3/4
Notas iniciais
Quando chegamos, ele parou o carro e eu desci, mas ele continuou lá dentro, mas com a porta aberta. O sinal bateu e meus irmãos vieram correndo em minha direção.
–Oi meninos.
–Oi Annie! – disseram em uníssono.
–Bobby, Matt, esse é o Percy Jackson.
–Ele é seu namorado? – Bobby perguntou
–BOBBY! Não, ele não é meu namorado.
Percy riu.
–Prazer.
Uma garota veio correndo ao longe. Não sei porque prestei atenção nela, já que tinham váaaaaaaarias outras garotas correndo ao longe. Mas de um jeito ou de outro, eu sabia que aquela era a irmã do Percy. Talvez pelos cabelos castanhos esvoaçantes, ou pelos olhos verdes totalmente perfeitos aaargh o que eu disse? Os olhos da garota eram perfeitos, não que os do Percy fossem feios, já que eram extrema e assustadoramente iguais aos da garota, mas ah, você me entendeu. Bom, a garota parecia ter a mesma idade que Bobby e Matt, cabelos castanhos esvoaçantes iguais aos do Percy – a única diferença é que os dele estão sempre bagunçados, já os dela, naturalmente arrumados — , olhos verdes como o mar e uma forma física perfeita (não que eu tenha ficado reparando no corpo super magro dela, nem nada do tipo).
–Mel!
–Oi Percy! – ela disse quando chegou ao nosso lado.
–Mel, essa é a Annabeth, Annie, essa é a Mel, minha irmãzinha.
–Prazer, esses são os meus irmãos, Bobby e Matt.
–Er...oh...oi. – eles disseram (lê-se gaguejaram) em uníssono.
–A gente já se conhece. Somos da mesma turma. – ela tinha um sorriso lindo, muito parecido com o do Percy. Não acredito que eu disse isso.
–Trouxemos isso para vocês – disse entregando os sorvetes. Chocolate para os meninos e menta para ela.
–Obrigada! – ela exclamou
–Valeu. – disseram os meninos.
–Vocês só falam juntos? – perguntou Percy rindo.
–Coisa de gêmeos! – responderam.
–Bom, meninos, temos que ir para casa... – disse vendo a hora.
–Ahh fiquem aqui com a gente, Annie. – disse a Mel.
–É! Fiquem aqui com a gente, Annie. – disse o Percy. Fuzilei ele com o olhar e ele completou – Ela que falou!
–Nós temos mesmo que ir, linda. – eu disse passando a mão nos cabelos da irmã do Percy.
–A gente leva vocês pra casa. – disse Percy
–É!
–Não precisa, obrigada. Venham meninos.
–Aaannie, eu to cansado e é uma caminhada muuuuuuuuuuuuuito longa até em casa. Vamo de carona – disse Matt
–Antes de tudo para de falar assim, que você me mata de vergonha. E segundo, são dois quarteirões daqui até lá.
–Milady, deixe seus queridos irmãos entrarem no carro conosco e levarmos vós até sua residência. – disse Percy tirando um chapéu invisível.
–Qual teu problema, garoto? — perguntou Mel
–O mesmo que o seu. – ele retrucou.
–Chega de briga, gente. – olhei no meu relógio. Estava mesmo atrasada. – Tudo bem. Aceito a carona, estou atrasada de um jeito ou de outro.
Sentei no banco do carona, e as crianças se espremeram no banco de trás.
–Uou. Que carro maneiro! – disse Bobby
–Quero ter um igual quando crescer. – disse Matt maravilhado.
–Obrigado. – disse Percy entre risadas.
Seguimos para nossa casa conversando e rindo muito. Quando chegamos, Percy parou o carro, correu para abrir a porta pra mim e para a irmã.
–Annie, você tem que vir mais vezes com a gente. Geralmente ele me tranca no carro.
–Isso é mentira, baixinha. – disse Percy bagunçando os cabelos da irmã.
–MEU CABELO! QUAL O TEU PROBLEMA?
–O mesmo que o seu.
–Só eu que já ouvi isso antes? – perguntei rindo.
Todos riram. Entramos no elevador e fomos até nosso apartamento. Abri a porta e os meninos jogaram as mochilas no chão e correram pra cozinha.
–Desculpe por isso.
–Que nada. – disse Percy rindo.
–Mel, o Percy costuma limpar sua casa?
–Definitivamente, não. Ele bagunça tudo. Você tinha que ver. O quarto dele parece um chiqueiro. Nem a mamãe entra lá. Ela tem medo, e eu também.
–É melhor que tenha, se você entrar no meu quarto eu te mato. Mas não é sujo, nada.
–É sim.
–Você nunca entrou lá para descobrir.
–Quem disse? – ela retrucou em tom de deboche.
–Eu te mato, garotinha. – e começou a correr atrás dela que entrou no apartamento. Tranquei a porta e segui eles até a cozinha, onde os garotos já estavam sentados na bancada – limpa – e cada um com um pacote de batatas fritas na mão. Ao lado deles, Melissa, a irmã do Percy, com um pacote de biscoitos. Ela pulou quando viu Percy e eles ficaram correndo um atrás do outro, em volta da bancada que fica no meio da cozinha, onde os meninos estavam sentados.
–Parou, parou, parou! Não quero que depois venham policiais aqui por ter sido o local de um assassinato. Percy, se quer matar ela, mate na frente dos seus pais, na sua casa, falou?
Rimos e ele assentiu também pegando um pacote de batatas.
–Vocês não param de comer, não? – pergunto sentando na mesa em frente deles.
–Não.
–Essa aqui – disse Percy apontando para a irmã – come o dia inteiro, 25 horas por dia, 8 dias por semana, 32 dias por mês, 370 dias por ano.
–E faço academia três vezes por semana, levo nosso cachorro para passear por uma hora todo santo dia, ando de bicicleta todo final de semana, faço aula de dança e de vôlei. Então não reclama, viu sedentário.
–Pra tanto exercício tem que comer muito mesmo, porque né. Senão desmaia. – disse Bobby.
Percy me olhou discretamente, mas logo voltou a olhar para a irmã e os meninos.
O silencio durou alguns minutos, mas foi interrompido pelos meninos pulando e gritando que iam jogar vídeo game. Percy correu atrás deles, e os três se esparramaram no sofá da sala.
–Garotos. – comentei com a Mel que riu junto comigo.
Sentamos no sofá também, e os três estavam em uma discussão sobre qual jogo iriam jogar. Estavam todos espalhados pelo tapete da sala.
Depois de alguns minutos, finalmente entraram em consenso e se decidiram pelo famoso Mario Kart. Eu e a Mel decidimos jogar também.
Depois de míseras duas rodadas, e se você quer saber, fiquei em segundo lugar nas duas, perdendo somente para o Percy, seguida de Matt, Mel e finalmente Bobby, e depois todos os outros personagens. Mas depois das duas míseras rodadas, a televisão piscou, assim como todas as luzes e em seguida se apagou.
–Ótimo, acabou a luz. – ironizei.
No segundo seguinte – aporto que só de implicância comigo – houve o estrondo de um raio lá fora e se pode ouvir a chuva caindo fortemente.
–O tempo virou de vez. – comentou Mel
–Vou pegar uma lanterna. – disse Matt
–Não! Vamos acender velas e contar histórias de terror! – disse Percy
–Percy! Os garotos tem... quantos anos vocês tem? – perguntei
–DOZE! – gritaram eles
–Os garotos tem doze anos de idade, você não vai encher a cabeça deles de histórias de terror, senão não dormem depois.
–ANNIE! – gritaram novamente.
–NÃO SOMOS MAIS CRIANÇAS! — disse Bobby
–São sim, são meus bebês. – eu disse apertando a bochecha deles e tentando segurar a risada.
–ARGH, ANNIE. NÃO FAZ ISSO DE NOVO. Minha bochecha ta doendo... – disse Matt
–Somos dois, então. – disse Bobby.
–Awn, você também é minha bebê, viu, Mel? – disse Percy dando um beijo na bochecha da irmã.
–QUE NOJO, PERCY. QUER BEIJAR, BEIJA SUA NAMORADA, A ANNABETH, SEI LÁ, MAS NÃO ME METE NA HISTÓRIA! – ela gritou histérica limpando a bochecha com a manga do casaco de moletom dela.
–A Annie é minha amiga, viu, tampinha? – disse Percy fuzilando a irmã com o olhar – Só minha amiga.
–Ah, mas eu bem que ouvi você dizendo o nome dela essa noite INTEIRA. Nem consegui dormir por isso!
–MELISSA. EU. TE. MATO. QUANDO.CHEGARMOS.EM.CASA.
–Isso não vai acontecer tão cedo, irmão querido, pela quantidade de chuva que está caindo, vai inundar a cidade toda, e a gente vai ficar preso aqui. Aposto que só saímos amanhã de manhã, com sorte. – disse ela.
–Da pra parar de brigar? Estamos sem luz, está um frio dos infernos aqui, ta caindo uma tempestade lá fora e a cidade provavelmente vai ficar inundada! – gritei
Eles pararam e olharam pra baixo.
–Agora peçam desculpas.
–Eu não...! – começou Mel
–Nem eu...! – disse Percy
–Peçam, ou eu jogo os dois na rua. – olhei pela janela – Ou no rio que já foi rua.
–Desculpa... – disseram juntos, só que baixo.
–Depois resolvemos isso direito. Agora venham comigo. – eu disse
Guiei eles até o quarto dos meus pais, onde tinha uma lareira. O quarto estava impecável. Acendi a lareira e algumas velas e sentamos todos junto ao fogo.
–Bobby, Matt, acho que tem um pacote de marshmallows em algum lugar da cozinha. – entreguei á eles uma vela acesa
Eles sumiram na escuridão e voltaram alguns minutos depois, com cinco espetos de churrasco e dois pacotes de marshmallows.
Botamos um marshmallow em cada palitinho e os estendemos ao fogo. Meus belos e espertos irmãos não conseguiram assar nada, então assei para eles até que pegassem a prática – o que não aconteceu tão cedo.
–Como foi o passeio ao Central Park? – perguntou Percy
–Foi legal, a gente aprontou com um garoto que – risos – ele – mais risos – depois a gente conta. – mais risos.
–Grande explicação, Bobby. – eu disse botando um marshmallow na boca.
–Pra mim foi ótimo, a gente aprendeu tanto!! – exclamou Mel.
–A professora não explicou N-A-D-A. – disse Matt
–Para quem estava mais ocupado em aprontar com outro garoto, não mesmo. – disse Mel e todos ficaram em silencio.
–O que vamos fazes agora? – perguntou ela vários minutos depois.
–Enquanto a luz não voltar, não temos nada á fazer.
–Podia ter uma música pelo menos... – eu disse.
–O Percy toca muitos instrumentos... – disse Mel.
–Quais? – perguntei
–Violão, guitarra, bateria, teclado, piano (blargh), baixo e canto um pouco. – disse ele.
–Caraca... arrasou hein. – um dos garotos disse rindo.
–Obrigado. Eu tinha uma banda. Meus pais nunca gostaram disso, nem nada, mas eu fazia aula escondido deles, mas ai eles descobriram que eu fazia aula escondido, e para não ficar com uma imagem ruim, passaram a fingir aceitar. Mas eu sei que eles odeiam música.
–Por que? E acho que hoje é nosso dia de sorte. – eu disse
–Não quero falar disso agora. Porque é nosso dia de sorte?
–Porque eu toco violão, arranho na guitarra, no teclado e no piano. Então, é só escolher. O que vamos ouvir hoje?
–A guitarra sem os amplificadores não é praticamente nada. Piano é muito desanimado e temos que nos ajudar. Nos resta o teclado e o violão. Fico com o violão.
–Já volto.
Fui até meu quarto e peguei meu violão encostado na parede. Ele é todo preto e eu botei um adesivo que é transparente mas com desenhos de caveirinhas que cobre ele todo. Então é preto com caveirinhas.
–Violão bonito. – disse ele quando sentei ao seu lado.
–Tirando as caveirinhas, o seu é exatamente igual. – disse Mel com um tom de voz tipo “dãa, você é burro ou o que?”
–Justamente por isso, é bonito, maninha.
Ele se ajeitou e tocou umas cordas para ter certeza se estava afinado.
E estava.
Começou então a tocar Stairway To Heaven. Estava tocando e cantando e não me resisti a cantar junto. Quando a música acabou ele disse.
–Sua voz é bonita. Devia formar uma banda ou coisa do tipo.
–Banda de uma pessoa?
–Você podia chamar outras pessoas. Se quiser, podemos fazer cartazes e espalhar pela escola. Ou melhor, pela cidade! E você podia participar do show de talentos da escola.
–Acho que não...
–Porque não, Annie? – perguntaram Bobby e Matt
–É, porque não? – perguntou Mel. – Você canta bem.
–Vergonha. Já ouviram falar? – eu ri
–Annie! — disseram os meninos – Você é inteligente.
–E bonita. – disse Mel
–E canta bem. – disse Percy – E eu concordo com eles.
–Tudo bem. Eu canto. Se você cantar comigo.
–Fechado. Qual vai ser o nome da banda?
–Banda? Eu to falando que canto no show de talentos da escola se você cantar comigo.
–Mas podíamos formar uma banda.
–Sobre isso eu tenho que pensar.
–O Nico toca bateria. E o Luke arrasa no baixo.
–Quem são?
–Nico é o moreno-emo e Luke o loiro da cicatriz.
–Se juntar o moreno e a cicatriz, da o Harry Potter. – disse Matt
Caímos na gargalhada.
–A Silena desenha muito bem e podia fazer um cartaz maneiro pra banda, e quem sabe umas roupas legais. E a Bianca, a irmã do Nico, tem uma ótima relação com o pai que é produtor.
–E essas, quem são?
–Silena é a morena bonita que está sempre com a Rachel. E Bianca a de cabelo preto que gosta de usar um capuz e tem cara de criança. E geralmente está dando alguma bronca no Nico.
–Sei quem são. A Rachel não ia gostar nada disso.
–Nem a minha mãe que é a minha mãe manda em mim quando se trata de música, não vai ser ela que vai mandar.
–Se não for te dar problemas, acho que está tudo bem.
Ele sorriu.
–Mas. Tenho uma condição.
–Qual?
–Vamos tocar rock. – ele sorriu mais uma vez.
–Está fechado – respondeu
Olhei as horas no meu celular. O tempo praticamente voou e já eram oito da noite. Nada de a chuva parar.
–Já são oito horas. – anunciei
–E a chuva só piorou. – Mel constatou ao olhar pela janela.
–Acho que vocês vão ter que passar a noite aqui. – disse Matt.
–Não, não. – disse Percy – A gente vai pra casa, né, baixinha?
–Nessa chuva? E pegar um resfriado? A Annie é legal, o Bobby e o Matt também. Estou bem aqui, se você quer saber. – disse ela
Consegui ver Percy revirar os olhos e dar um risinho.
–Vou ligar para a minha madrasta e para o meu pai para avisar que vocês vão dormir aqui, então. Para não se assustarem quando chegarem. – avisei – Tudo bem?
Eles assentiram e ficaram em silencio enquanto eu discava o número da Miranda.
Depois de nove toques, entrou na caixa postal e ela não atendeu.
–Estranho, ela não atendeu. – comentei
–Eles não voltam pra casa, desde ontem de manhã.
–É. Não estavam aqui de manhã e não pareciam ter dormido aqui.
–Será que ta tudo bem?
–Pera, vou ligar pro papai. – avisei
Chamou, chamou, chamou e ninguém atendeu.
–Nada também. Vocês são prova de que eu tentei.
–É.
–A água ainda deve estar quente. Vamos aproveitar para tomar um banho, não é?
–É. – todos assentiram.
–Meninos, vocês sabem onde é o banheiro de vocês. Mel eu tenho umas roupas que devem caber em você, e tem um banheiro no corredor. Percy, tem um banheiro aqui, em algum lugar da casa tem que ter alguma coisa que caiba em você.
–E você?
–Enquanto vocês tomam banho eu arrumo uns colchões e podemos fazer um acampamento na sala.
–Tudo bem. – todos disseram.
–Bobby, Matthew, procurem por ai alguma coisa que o Percy possa usar. Mel, vem comigo.
Ela veio comigo até meu quarto onde achamos várias roupas que cabiam nela – e ela amou todas elas.
–As que não couberem mais em mim você pode pegar.
–Sério? – seus olhos brilharam mesmo que estivesse um breu quase-total. – São todas roupas de marca e são tantas...
–Você gosta de all star? Eu tenho vários que não cabem mais em mim e devem caber em você. E várias outras coisas, sem querer me exibir nem nada.
–Eu. AMO.All star.
–Vou separar as minhas roupas que não cabem mais em mim e coisa e tal e te dou, ta?
–Brigada, brigada, brigada, brigada! –ela disse me abraçando.
–Que nada, linda. Quando precisar.
Ela escolheu um conjunto de moletom para dormir, e separou uma calça jeans e uma blusa para usar na escola, no dia seguinte.
Dei á ela uma toalha e mostrei onde era o banheiro.
–Acharam alguma coisa, meninos? – perguntei á eles que eram seguidos pelo Percy.
–Nada.
–Nadica de nada? – eu disse rindo
–Se você falar assim de novo eu vou achar um hematoma em você. E eu mesmo vou ter feito. – disse Matt. Eu ri baixinho para ele não ouvir.
–Se achar um hematoma em mim, eu vou achar o seu vídeo-game conectado na minha televisão por um mês. E todas as suas sobremesas na minha barriga. – ameacei – E provavelmente outro belo hematoma nessa sua bochecha fofa – apertei a bochecha dele que desviou para trás.
–Ai, eu iria achar o seu laptop e seu som no quarto do papai e da mamãe.
–Ai eu ia achar um jeito de bajular a Miranda e pegar de volta pra mim.
–Vocês podem brigar e eu não posso? – perguntou Percy.
–NÃO! – eu e Matt dissemos em uníssono.
Depois de algumas brigas e muito bate boca, finalmente achamos um moletom “velho” do meu pai que o Percy pudesse usar. Ele e os meninos foram tomar banho – cada um em um banheiro, não me entendam mal – e eu fui procurar os colchões. Botei o da minha cama na sala, e os dos meninos também. Achei um outro colchão na cama debaixo da minha – ela é tipo aqueles beliches que tem a cama normal e puxa outra em baixo, sabe? – embrulhei-o em um lençol, achei travesseiro e o arrumei junto á bagunça com os outros. Em seguida subi a escada em caracol que levava até o segundo andar, no quartinho de coisas que a gente não usa, tinham vários colchões, coisas do tipo e coisas que não são do tipo. Peguei o melhor colchão que achei, uns travesseiros, lençol, fronha e vários cobertores. Desci com essas coisas, botei-as no sofá da sala e subi novamente para tentar levar o colchão lá para baixo. Foram uns cinco ou dez minutos de guerra com o colchão. Na metade da escada ouvi alguém falar “joga” e fui ver o que era.
Era o Percy. E ele estava lindo.
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