hoje, penso no que não devia. penso naquela noite com a culpa de um assassino, com o medo de ser errado. penso no toque, no abraço, no riso. e, mesmo que ridícula, foi a melhor noite da minha vida.

hoje, penso no quão errado eu estaria em demonstrar algo. ou pelo menos pensar nisso como algo que eu queira te mostrar. penso no quão idiota eu seria.

hoje, penso em todas as noites que se passaram desde aquele dia. não houve um dia em que não me peguei pensando demais nisso. pensando no teu riso frouxo, no teu cabelo solto.

hoje, penso em você.

Notas finais
que a gilhotina me decepe para acalmar minhas ideias estúpidas.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!