Notas iniciais
:o olá Gente rlx não briguem comigo T-T Ok, vou explicar. Decidi fazer esse primeiro como um teste saca? Tipo... esse é o primeiro hentai que faço e tipo, ele vai servir como teste .-. quero fzr o de Deikuro no próximo pft

Karin POVs on.

Isso já estava chato demais! Estávamos voltando para o grande salão e um certo branquelo não parava de perguntar sobre Kurotsuchi e Deidara. Eles saíram de fininho, bem espertos. Eu sabia que a birrenta gostava do nosso Sensei, por isso que às vezes eu abraçava-o do nada, gostava de vê-la se mordendo de ciúmes. Não que eu gostasse de verdade dele, é que era realmente divertido.

Mas, eu também sabia que ele gostava dela. Bem no fundo eu queria que eles se declarassem logo e ficassem juntos. Acho que até Tsuchikage sama sabe, percebi o riso sacana dele enquanto éramos informados da nossa viagem de férias.

– Ne Karin! Você sabe de alguma coisa que eu não sei? – Suigetsu cochichava perto do meu pescoço enquanto andávamos. Chegava a me dar arrepios.

– Não! Eu já disse eu não sei de nada! Eles devem ter saído para passear comer alguma coisa sei la!

– Humm! Acho que não, a essa hora?

Parei de repente e girei meu corpo de forma a ficar de frente com ele.

– Se você está tão preocupado assim, por que não foi procura-los com Akatsuchi?! A essa altura ele já deve tê-los encontrado!

Ele pôs uma mão no queixo e riu maliciosamente.

– Sabe, é que eu queria mesmo um tempinho a sós com você! – o mesmo já se aproximava de mim perigosamente.

Olhei em volta e percebi que estávamos sozinhos no meio do corredor que dava para o salão.

– P-para com isso seu pervertido! – virei o rosto que a essa altura deveria estar bem corado.

Suigetsu sorriu de lado e se movimentou de um jeito que me fez encostar na parede, e seus braços apoiados um de cada lado de meu corpo. A superfície sob minhas costas era de madeira passei minha mão por um pedaço dela e senti uma maçaneta, estávamos frente a uma porta no corredor.

Percebi o quão crítica era a situação quando vi a boca do maior se aproximando gradativamente.

Desde que vivíamos juntos eu tinha que aguentar esse tipo de coisa. Já havíamos nos beijado várias vezes, mas apenas isso... O fato é que acho que realmente essa convivência está mexendo comigo. Um pouco antes de sairmos de viagem o chefe do alojamento onde Suigetsu ficaria me disse que já haviam arrumado um local para ele e se eu quisesse poderia voltar a viver sozinha. Mas eu não quis!

Mesmo que por pouco tempo eu estava gostando dele na minha casa. Decidi a deixa-lo viver comigo, e nem sequer comentei com ele sobre a minha breve conversa com o tal chefe.

Definitivamente acho que comecei a gostar de Suigetsu.

Sem tempo de qualquer reação senti lábios leves encostarem aos meus. Eles eram tão macios.

Permaneci com olhos abertos ao contrário do maior, e podia apreciar seu rosto corado e respiração ofegante.

Sua linga beirava meus lábios pedindo passagem, ao qual foi concedida rapidamente. Ele explorava cada canto da minha boca, de um jeito doce e persistente. Suas mãos passavam a delinear meu corpo, enquanto as minhas se entrelaçavam em seus cabelos maravilhosamente sedosos. Senti-me sendo apertada mais contra a porta, nos separamos rapidamente em busca de ar, o próximo beijo foi mais feroz e necessitado, suas mãos ágeis se grudaram as minhas pernas, gemia com certos toques excitantes que ele fazia. De repente ele olha para o lado com certa preocupação. Foi quando percebi que ainda estávamos no corredor e qualquer um poderia nos ver assim.

– N-não é melhor voltarmos para o alojamento? – tentei disfarçar o turbilhão de emoções que eu sentia no momento. Queria continuar com isso... Mas não queria que ele soubesse.

Outro sorriso sacana.

– Nem pensar! Não é todo dia que você fica boazinha comigo...

Fiquei vermelha como tomate depois desse comentário. Senti minha mão sendo agarrada ele me puxou da porta e começou a mexer na maçaneta.

– O que será que tem aqui dentro?

Fiquei assustada... O que aconteceria a seguir era o que eu realmente estava pensando?!

Tentei por meus pensamentos em ordem, e de jeito nenhum faria isso num quarto que guarda sei lá oque no meio de um corredor. Respirei fundo e segurei não mão do garoto que olhava tristemente para porta trancada.

– Vem comigo!

Ele não falou nada apenas me seguiu.

Fomos para o alojamento feminino. Em direção ao quarto que eu dividia com Kurotsuchi. Sabia bem que ela não estava lá, e se desconfiar eu sabia onde que ela realmente estava.

Abri a porta rapidamente enquanto Suigetsu olhava preocupado para os lados. Entramos e em seguida tranquei a porta. Kurotsuchi não é boa em lembrar das coisas, certeza que ela não está com sua chave extra.

Fiquei em estado de choque, a adrenalina do momento me levou até ali. Agora estávamos sozinhos. Virei-me cuidadosamente para o garoto com um sorriso malicioso ao extremo.

Ele se aproximou, retirou meus óculos cuidadosamente e começou a depositar beijos pelo meu rosto, senti uma respiração ofegante na curva do meu pescoço.

– Muito bem Karin! – ele sussurrava enquanto passava seus lábios pela minha pele. – Mas não tem problema? E se Kurotscuhi chegar?

– E-e-ela não v-vai. – tentei me controlar para não gaguejar tanto. – E-eu não te disse antes, mas ela está com Deidara, e tenho certeza que ela não virá essa noite.

Pude ver uma expressão surpresa no rosto que me agora me encarava.

– Humm! Então tudo bem. – seus lábios tocaram os meus de novo. – Não podemos deixar que apenas eles se divirtam certo?!

Acreditei que fosse uma pergunta retórica por que mesmo se quisesse eu não conseguiria responder nesse estado.

Suas mãos foram rápidas, começaram a alisar minhas costas, descendo para o meu bumbum. Levei um pequeno susto, Suigetsu riu e me acalmou. Eu era realmente inexperiente com essas cosias.

– Não se preocupa Karin. Eu não vou te machucar...

Uma língua quente percorreu a extensão do meu pescoço seguindo para minha boca. Ele me beijava de um jeito mais ardente, fazia movimentos impressionantes com a língua, tentava acompanha-lo. Seus braços me rodeavam me puxando para a cama bem atrás dele, que por sorte era a minha. O mesmo fez um movimento leve me deitando, e assim ficando por cima de mim. Ele pôs uma perna de cada lado do meu corpo, enquanto sua língua atacava minha boca, pescoço e afins, suas mãos desciam mais para baixo, com uma ele massageava levemente meu seio e com a outra começava a descer o zíper da blusa que eu usava. Senti-me confiante para fazer algo, então decidi por ir abaixando o roupão branco que ele vestia. Desci-o deixando seus ombros a mostra, com vontade comecei a beijá-lo. Forcei minha boca a marcar um certo pescoço alvo, o mesmo fazia isso comigo. Senti minha blusa sendo puxada de meu corpo, ajudei inclinando meu tronco mais para frente. Suas carícias ficaram mais quentes, meu sutiã foi tirado inesperadamente. Senti vergonha como nunca. Por sorte havia apenas uma pequena luz do abajur perto da cama de Kurotsuchi o que amenizava a situação e me deixava mais confortável. Seus toques em meus seios ficaram maravilhosamente excitantes sem o tecido para atrapalhar. Mordia um dedo tentando aguentar tantas sensações.

– Você é tão linda Karin!

Sua língua traçava um caminha do meu pescoço até os seios, começando a chupá-los.

E ele fazia um ótimo trabalho. Ele rodeava o bico rosado com a língua enquanto me encarava com aqueles olhos altamente roxos.

Mordi mais forte o dedo na boca. Mas rapidamente ele foi triado por Suigetsu. Ele o pegou e lambeu descaradamente. Enquanto massageava um certo volume em baixo do roupão.

– Não faz isso Karin! Quero ouvir teus gemidos!

O jeito que ele chupava meu dedo era altamente excitante. Ótimo agora eu to animadinha!

Senti uma vontade gigante de puxar aquele roupão e assim o fiz. O mesmo não deixou por isso mesmo, arrancou o resto de roupa que eu ainda vestia, ele começou a me beijar novamente, sua ereção tocava onde eu realmente precisava, o mesmo começou a fazer movimentos circulares ali. Ele desceu o rosto até minha intimidade e então percebi o que ele faria. Antes de fechar os olhos e me agarrar aos lençóis vi aquele sorriso sacana de novo. Rapidamente minha ultima peça de roupa foi arrancada. Senti sua língua totalmente em contato com a minha intimidade. Não pude conter o gemido bastante alto enquanto isso.

– AAAAAHHH! – eu mantinha os olhos fechados.

Ele apertava minhas coxas fortemente enquanto mantinha o rosto enterrado onde antes minha calcinha ficava.

Senti um dedo dentro de mim, arqueei as costas e gemi mais alto. Sabia que ele estava me preparando.

Depois de um tempo de preliminares não aguentei e gozei na boca dele, rapidamente seus lábios ainda melados tocaram minha boca me fazendo sentir meu próprio gosto.

– Karin! Por favor, eu não aguento mais!

Sabia bem o que significava. O ajudei a se posicionar entre minhas pernas e acariciei seu rosto ofegante e pouco corado. (CAMISINHA ESTILO NINJA, NÃO QUERO NINGUÉM GRÁVIDA AQUI rçrçrr).

Ele penetrou bem devagar, doeu bastante mas algo ultrapassava isso, ouvi alguns gemidos dele, ao contrário de mim ele conseguia controla-los bem. Assim que sentiu-se totalmente dentro ele ficou parado para que eu me acostumasse, mexi o corpo para que ele entendesse que devia começar. As estocadas eram leves no começo e aumentavam gradativamente, seu rosto estava ofegante na curva do meu pescoço, meus braços se puseram em suas costas alvas, dei algumas arranhadas e senti pena ao pensar o quanto aquilo ficaria vermelho, mas ao ver pelos gemidos roucos que ele dava soube que ele gostava. Mais rápido e mais rápido.

– AAAAH! – tentava me controlar para não acordar ninguém dos quartos ao lado. – M-mais rápido.

E meu pedido foi atendido. Os corpos se chocando, a rapidez e força dele. Os gemidos que ecoavam pelo quarto. De repente senti meu corpo tremer de um jeito estranho. Não conseguir aguentar e gemi realmente alto. Ele me apertou mais forte e gemeu no meu ouvido me fazendo enlouquecer ainda mais. Foi quando cheguei ao ápice com um quase grito, seguido por um gemido alto e prazeroso de se ouvir foi a vez de Suigetsu.

Ele olhou para mim, tocou seus lábios num leve selinho e caiu do meu lado. Virei-me para ele, ficamos com testas coladas por um tempo. Não havia vergonha ou raiva. Eu realmente sentia algo por ele, e essa sensação comprovava. Ele acariciava meu cabelo, meus olhos pesaram e bem antes de adormecer vi lábios mudos se movimentando numa frase silenciosa.

Eu te amo!

Notas finais
Então? Gostaram? Tem algo ruim? Descrevi lento demais? T-T comentem o que acharam o/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.