Notas iniciais
A vida é uma caixinha de surpresas, e se ela nos derruba podemos escolher nos levantar ou não, mas para se levantar, precisamos escolher um meio correto, se não corre - se o risco de cair de novo.

Kagome

Olhei para o lado e vi Kouga — kun dormindo, afinal é muito cedo, o sol ainda não nasceu, vou tomar um banho. Eu não queria tomar banho frio, então esquentei a água nas brasas que haviam sobrado da enorme fogueira que eles fazem toda noite para se aquecer, porém esquentei demais, vou esperar esfriar para tomar banho, mas é melhor deixá — la esfriar naquilo que parece ser uma banheira.

Kouga

Vi que o sol já estava nascendo, olhei para o lado, vi a Kagome chan dormindo feito uma menininha, minha vontade era de ficar ali, abraçado a ela e não ir, mas a minha tribo precisava de mim, eu a soltei e fui, vou tomar banho, se não meu pêlo ficará fedido e assim Kagome — chan não irá querer dormir comigo. Fui até o banheiro, retirei o kimono de pele de lobo que vestia para me aquecer ( estava muito frio ), entrei no banheiro, que por alguma razão estava cheio, me surpreendi, a água estava quente, não ao ponto de me queimar mas estava quente e era muito aconchegante, entrei lá e relaxei, era muito bom.

Kagome

Acordei e vi que Kouga — kun não estava mais lá, saí para procurar por ele, olhei por toda a alcatéia, todos estavam dormindo, procurei em todo lugar, olhei na saída da toca e ele não estava lá, desisti de procurar por ele, vou tomar meu banho, a água já deve ter esfriado, me despi no quarto de Kouga — kun, já que ele não estava lá não havia problema, peguei os sais de banho que eu trouxe da minha era e fui para o 'banheiro', chegando lá... AI MEU DEUS !! Kouga — kun estava nu dentro da 'banheira', e utilizando a água quentinha que eu preparei, senti meu rosto esquentar quando ele olhou para mim.

Kouga

Olhei para a saida do banheiro, vi Kagome — chan nua só com um leve kimono branco que lhe caía muito bem, sem aquelas peças estranhas que ela normalmente utiliza, ela estava paralizada, acho que ela iria tomar banho aqui, por que ela está com aquelas poções estranhas que ela utiliza no banho, acho que ela irá ficar zangada comigo, melhor eu falar algo. Eu disse: Kagome — chan perdoe — me, parece que eu roubei o seu banho, vou sair, ou se você quiser pode tomar banho comigo.

Kagome

Kouga — kun estava nu, e ainda me convidando para tomar banho junto com ele, ele é lindo demais, não consigo resistir à ele, só me restava uma coisa à fazer: aceitar seu convite. Retirei meu kimono branco ( presente de Kaede — sama ) ficando completamente nua diante dele, ele me pareceu chocado, por que ele estava tão corado se foi ele que me convidou ? entrei na banheira junto à ele, que ainda me olhava estático, para quebrar o silêncio perguntei: Kouga — kun, posso por meus sais de banho na água ? ele me respondeu que sim, fazendo um gesto com a cabeça, já que eu tinha o seu consentimento, falei: vou pegá — los ( eu os havia deixado em cima de um móvel rustico que parecia uma mesinha ), ele segurou meu braço e disse: deixa que eu pego para você, em sequência se levantou, deixando à mostra seu membro que era bem dotado, pegou meus sais e os levou à minha direção, eu os espalhei pela banheira, fazendo bolhas, me esfoliei, e vi que ele estava relaxando, pergutei: Kouga — kun quer que eu massageie suas costas ? ele me disse: seria bom, se virando de costas para mim e colocando seus cabelos sobre cima de seu ombro esquerdo, deixando suas costas à mostra para que eu pudesse massageá — las.

Kouga

Ela massageava minhas costas com movimentos precisos e suaves, me azendo relaxar por uns momentos, mas toda vez que fechava os olhos, me vinha à mente a imagem dela nua, ela possuia seios fartos, quadril modelado e nádegas bem empinadas e rígidas, só de pensar nela eu já me exitava, mas estava triste demais para me exitar, logo eu teria de partir, com todos os outros lobos, teria de ir na nossa migração, uma vez por ano, faziamos isso por que era um ritual da tribo, em nenhum ano sequer deixamos de fazê — lo, mas doía pensar que eu iria ter de deixar Kagome — chan sozinha, correndo o risco de receber uma visita indesejável ou ir embora com aquele hanyou, acho que ela percebeu minha depressão, por que em um gesto inesperado ela me abraçou.

Kagome

Ele parecia bem triste, não demonstrava nenhuma reação, então achei melhor o abraçar, eu senti que ele precisava daquilo, e eu poderia o confortar, achei melhor o abraçar e assim ele se sentiria melhor eu acho, eu o abraçei bem forte, o mas forte que eu podia e sussurrei em seu ouvido: você pode me contar seus problemas quando quiser, e se algo o estiver incomodando, pode me falar também, depois que eu disse isto, ele se virou e me abraçou de imediato e disse, Kagome — chan, amanhã é o dia da partida, todos os machos da alcatéia irão partir, inclusive eu, e só retornaremos daqui à 1 mês... eu o interrompi beijando seus lábios, ele enrubesceu e pareceu chocado, mas correspondeu ao beijo com o mesmo fervor que eu, nos separamos por falta de ar e eu disse a ele: Kouga — kun, tudo bem eu ficarei bem aqui com todas as outras fêmeas. Passamos um dia normal depois disso, comemos, dormimos... Amanheceu, acordei e vi que Kouga — kun não estava lá, ouvi a voz dele e corri até a saída da alcatéia, o abraçando, o beijei por um tempo que era sobrehumano, acho que não só ele, mas todos na alcatéia se surpreenderam, quando nos separamos, o abraçei por mais um tempo, e ele antes de ir disse: enquanto todos os machos estiverem viajando, Kagome — chan estará colocando ordem em tudo, me surpreendi com o que ele disse e o olhei muito surpresa, mas depois de um tempo eu concordei com ele e o abracei por uma última vez, se ele me deixou no comando é por que confia em mim. Os machos partiram, tentei não chorar, como muitas outras fêmeas, inclusive minha melhor amiga ( depois de Sango — chan ) Aya — chan, mas as lágrimas teimosas insistiam em cair.

Notas finais
Reviews onegai, gostando ou não, comentem se não, não vou melhorar.