Aprendendo a amar.
1 Capítulo 1
Notas iniciais
P.O.V Madara
Estou me aproximando lentamente da casa de Sakura Haruno, entro pela janela e ando lentamente até a porta do quarto porém Sakura acorda.
—quem está aí?filha é você?-Sakura pergunta sonolenta.
Ela acende a luz.
—Madara!!-ela diz espantada.
Eu rapidamente teleporto para trás de Sakura e a desmaiou.
—já venho te matar-eu sussurro.
Sai do quarto e desci as escadas e me deparo com uma garotinha.
—quem é você?-ela pergunta.
—não lhe interessa-eu respondo.
—oque quer aqui?-ela pergunta.
—isso também não lhe interessa-eu respondo.
Eu ia sair pela porta quando a garotinha segura meu braço.
—minha mãe está dormindo, e eu não posso ficar sem supervisão de um adulto-ela diz.
—eu não me importo-eu digo.
Estava quase chegando na porta quando a garota começou a chorar.
—tá, tá, tá, eu vou ficar com você-digo impaciente.
Me aproximo da garota.
—obrigado-ela disse limpando as lágrimas.
—tanto faz...qual o seu nome?-eu pergunto.
—Sarada Uchiha-ela responde.
—prazer, sou Madara Uchiha-eu digo.
—você também é um Uchiha?!-ela perguntou animada.
—sim-eu respondo.
Sarada me abraça.
—só não me abraça-eu digo corado.
Ela para de me abraçar.
—venha cá eu quero te mostrar meu quarto-ela diz animada
Sarada me puxou pelo braço e me levou até o quarto dela.
—é aqui-Sarada diz animada.
Ela senta no chão.
—venha aqui brincar comigo-Sarada diz batendo de leve no chão.
Eu não queria ter que fazer, mas pra evitar que meu plano dê errado eu farei, me sentei no chão ao lado dela.
—eu nunca brinquei, preciso que me ensine-eu explico.
—vou te mostrar como desenhar-Sarada diz.
Ela segura minha mão e leve dê um lado ao o outro, no final formou um ursinho.
—ficou...legal-disse meio espantado
Eu sei oque é desenhar porém nunca havia tentado.
—titio Madara você quer brincar de esconde-esconde?-ela pergunta.
Tudo pelo bem do plano, acalma Madara.
—sim-eu digo.
Sarada me disse pra cobrir os olhos e contar até 100, eu fiz e quando cheguei no cem fui procura-la.
—ok, onde ela pode estar?-eu me pergunto.
Eu pensei em sair da casa, mas ela provavelmente me seguiria e atrapalharia o plano, fiquei procurando até não aguentar mais.
—eu desisto-gritei meio baixo.
Sarada saiu de trás do sofá, sério que eu não procurei no local mais óbvio.
—você perdeu-ela disse se gabando.
Eu não respondi.
—eu estou com fome-ela diz.
Vou ter que cozinhar pra essa pirralha?
—sério?-eu perguntou desanimado.
—sim-Sarada responde.
Eu vou até a cozinha.
—ok, vamos ver oque posso fazer-eu digo.
Espero que tudo isso valha a pena, estou perdendo o tempo aqui pra não estragar meu plano.
Voltando a comida, eu preparo bife, ovos, arroz e purê, peguei refrigerante e talheres e depois coloquei na mesa.
—obrigado-ela diz.
Eu me sento ao dela.
—então...sua mãe é a Sakura?-pergunto curioso, mesmo óbvio.
—sim-ela diz.
—onde está seu pai?-eu pergunto.
Sarada largou o garfo.
—nunca o conheci, ele sempre foi e está ausente minha infância inteira-ela disse triste e desanimada.
Eu fiquei mal por ela, eu sei como é viver sem a presença paterna também nunca conheci meu pai.
—sinto muito-eu digo.
Segurou a mão dela.
—você tem que ser forte e cuidar da sua mãe, é só ela e você-eu digo e dou um leve sorriso.
—obrigado tio Madara-ela diz sorrindo.
—agora volte a comer-eu digo.
—certo-ela disse e voltou a comer.
Após comer ela me disse que iria fazer os deveres de casa e foi pro quarto, eu deveria ter ido embora porém recusava a deixar Sarada sozinha.
Eu decidi limpar a casa de Sakura para me distrair, antigamente um dos meus passatempos preferidos era limpar minhas coisas e acho legal colaborar um pouco com o povo que causei tanta desgraça.
Procurei a achei a área da limpeza, peguei os produtos e ferramentas fui até a sala utilizei uma escada e subi em um prateleira limpei com o um pano o pó, depois desci da escada e comecei a varrer o chão passaram vários minutos e varri a cozinha, a sala e área de limpeza, comecei a passar o pano em um local que havia porta-retratos me deparo com um bem intrigante.
—Sasuke-eu sussurro
Tinha uma foto do Sasuke e da Sakura abraçados, então talvez Sasuke seja o pai da Sarada.
Voltei ao meu foco e continuei a limpar, depois subi as escadas e fui até o quarto de Sarada.
—está tudo bem?-eu pergunto.
—pode me ajudar com o dever?-ela pergunta.
—tá eu ajudo-eu respondo.
Sarada estava em uma escrivaninha eu me sentei ao lado dela e olhei pro dever.
—ok, 16 mais 9x3 o resultado é 43-eu digo.
—parece ser tão fácil-ela diz.
—é fácil basta ter prática-eu digo.
—entendi-ela diz
Nós olhamos um pro outro.
—seus olhos estão vermelhos, você está doente?-ela pergunta preocupada.
—não, fique tranquila nós Uchihas temos isso normalmente se chama Sharingan pra ter ele é só preciso desbloquear-eu explico.
—você me ensina?-ela pergunta animada.
—claro-eu respondo.
—obrigado!!-ela diz e me abraça.
—ok, pode parar de abraçar agora-eu digo.
Sarada para de abraçar.
—certo, você precisa se concentrar e pensar em um momento feliz ou triste-eu explico.
Sarada começa a fazer força.
—não, você tem que relaxar, concentrar seu chakra, e pensar em um momento triste ou feliz-eu explico.
—tá-Sarada diz.
Sarada fica relaxado e de olhos fechados, minutos se passam e Sarada abre o olho.
—Sharingan-ela diz convicta.
Os olhos de Sarada se tornam vermelho sangue.
—você consegui!-eu digo alegre.
—sério?!-ela pergunta animada.
—sim, vamos te testar-eu digo.
Eu e Sarada nos levantamos, eu desferir dois socos e um chute, Sarada copiou meus movimentos e repetiu.
—muito bem-eu elogio.
Dou um mortal pra trás, Sarada cópia meus movimentos e faz o mesmo.
—foi muito bem, continua praticando-eu digo.
—obrigado por me ensinar-ela diz.
—aliás, em qual momento você pensou?-eu pergunto.
—feliz-ela responde.
—qual momento feliz você pensou?-eu pergunto sorrindo.
—no momento que conheci você-ela diz.
Aquilo foi como um golpe em meus sentimentos, nunca ninguém me disse algo tão bonito.
—nossa-eu respondi desviando o olhar dela.
Sarada era uma ótima companhia, eu não tinha mais meu pensamento de vingança, não depois desse "eu te amo" camuflado.
—oque quer fazer agora?-eu pergunto ainda me recuperando das lindas palavras.
—eu quero tomar um banho-ela diz.
Eu sei que parece atitude de tarado, mas eu não sinto nada vindo de Sarada.
—tudo bem-eu digo sorrindo.
Fui até o banheiro e liguei a banheira até a água estar muito elevada, eu fecho os meus olhos e escuto Sarada emergir na água.
—pronto tio Madara-ela diz.
Abro meus olhos, Sarada estava quase toda submersa, apenas do busto pra cima estava visível.
—ok, vou te banhar-eu digo.
Peguei um sabonete e uma esponja, passei o sabonete na esponja deixando a esponja com sabonate na superfície.
—fique de costas pra mim e me deixa banha-la-eu digo.
Sarada obedece, eu começo a ensaboar as costas de Sarada depois de um tempo eu paro.
—vamos lavar o cabelo?-eu pergunto.
Sarada acena que sim com a cabeça, eu pego shampoo e despejo bem pouco no cabelo dela, ligou o chuveirinho e vou jogando água no cabelo de Sarada enquanto massageio o cabelo da mesma, pouco depois eu termino.
—você pode terminar sozinha?eu não quero tocar em suas...partes íntimas-digo corado.
—sim-ela diz.
Eu saiu do quarto e abro o armário de roupas de Sarada, pego uma calcinha, um pijama inferior e um pijama superior, os coloco encima da cama e desço.
Vou até a cozinha e faço pipoca, depois disso vou até a sala e olho os DVDs que estavam por lá, Sarada desce as escadas neste momento.
—você quer assistir um filme?-ela pergunta.
—sim, você quer de horror, ação ou comédia?-eu pergunto.
—horror-Sarada responde.
Coloquei um filme de fantasma, e nós nos sentamos no sofá.
A cada susto que apareci eu bloqueava a minha visão com uma almofada, Sarada ficava rindo da minha cara.
Uma hora depois Sarada ficou sonolenta.
—tio Madara pode me levar pra cama?-ela pergunta sonolenta.
—claro-eu respondo.
Peguei Sarada no colo e levei até a cama a colocando delicadamente.
—Sarada eu terei que ir embora-eu a avisei.
—porquê você não pode ficar?-ela pergunta.
—não pertenço, mas algum dia voltarei-eu digo.
—eu esperarei-ela disse.
Eu cobri Sarada com o edredom.
—aqui, quero que fique com minha bandana-eu digo.
Minha bandana de konoha era a única lembrança de meu lado puro, mas Sarada merecia mais que eu eu.
—obrigado-ela diz e pega.
Eu dei um beijo em sua testa e assim que iria sair do quarto Sarada disse:
—eu te amo-ela diz sonolenta.
Eu sai pela porta da frente, algo quente escorria de meus olhos...são lágrima, pela primeira vez em minha vida eu havia chorado, chorei de felicidade por conhecer alguém tão incrível e tristeza pós sei que não a verei mais, mas sempre sabia Sarada, eu também te amo.
P.O.V Sakura
Acordei desesperado levantei e fui pro quarto de Sarada, Madara havia entrado Aqui na noite passada ele pode ter machucado ela ou pior, abro a porta e me deparo com Sarada dormindo tranquilamente.
—eu estava sonhando?-eu me pergunto sussurrando.
Fui até a cozinha a casa estava estranhamente limpa, eu sento na mesa e pego uma xícara de café, minutos depois Sarada vem até mim ela segurava uma bandana.
—oi mãe-ela diz esfregando o olho.
—olá filha...de quem é está bandana?-eu pergunto.
—é do Titio Madara-ela responda.
Ele realmente esteve aqui, oque ele fez?
—ele tentou algo com você?-eu pergunto.
Me aproximo e a seguro nos ombros.
—não, ele foi gentil e legal comigo-ela respondeu.
Gentil e legal?como?
—ainda bem-eu digo e abraço.
Preciso contatar o Naruto, me separou do abraço e ligo pra Naruto.
Sakura:alô
Naruto:alô.
Sakura:Naruto o Madara está vivo ele invadiu a minha casa ontem e me desmaiou.
Naruto:ele fez algo com a Sarada?
Sakura:pelo contrário, ele cuidou ela a noite inteira e foi gentil e amigável.
Naruto:estamos falando mesmo do Madara?
Sakura:sim.
Naruto:que estranho.
Sakura:muito.
Naruto:ficaremos vigiando de agora em diante.
Sakura:obrigado.
Eu desligo o celular.
—vai ficar tudo bem-eu sussurro.
—Mamãe algum dia podemos ir visitar o titio Madara-Sarada pergunta.
—algum dia-eu respondo.
era ruim mentir mas eu não tive escolha.
...fim.
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