Aprendendo a Contruir uma Famiia-Ludrigo
1 Prologo
Notas iniciais
Rodrigo:
Rodrigo:Gente, essa é a última caixa. – avisou Rodrigo, saindo da casa de Jorge – Não tem mais nada da Lu nessa casa.
Lu:Ter até deve ter, mas tudo que era imprescindível está no caminhão. – Luciana riu, abraçada ao pai. Lu deu uma piscadela, enquanto o namorado colocava a caixa no caminhão e fechava a porta traseira.
Rodrigo: Então podemos ir? – perguntou o publicitário, apoiado ao carro – Ainda temos que descarregar as caixas e começar a desfazê-las.
Jorge:Tem certeza que não precisam de ajuda? – Jorge questionou,com saude da filha
Lu:Pai, vocês querem ajudar tanto que atrapalham. Pode deixar que a gente se vira. – Lu piscou para a Rodrigo, que riu – Vamos amor?
Lu:Vamos meu Lindo. – Lu foi dando um beijo no rosto do pai – Mais tarde nós ligamos.
Ana:Boa sorte querida. – Ana abraçou a nora, virando-se para o filho – Cuidado, está bem?
Rodrigo:Relaxa dona Ana, nós dois já somos crescidos e vacinados, conseguimos nos virar. – riu Rodrigo, dando um beijo na mãe.. Deu um aceno para Jorge e Miguel, enquanto entrava no carro.
Luciana se despediu de todos também, entrando no banco do passageiro. O rapaz deu partida, os dois acenando para todos, especialmente os vizinhos curiosos que haviam ficado observando toda a mudança.
Rodrigo:O caminhão tá seguindo a gente? – perguntou Rodrigo.
Lu:Tá sim... – Lu virou-se para trás, observando – Ainda acho que podíamos ter levado tudo em algumas viagens, nem temos tanta coisa assim.
Rodrigo:Amor, para de reclamar de tudo. – o namorado riu, pegando sua mão e beijando – Como está se sentindo?
Lu:Com fome. – ela fez careta, e Rodrigo bufou.
Rodrigo:To perguntando como está sentindo por estarmos indo para a nossa casa nova. – ele rebateu – Nossa. Minha e sua.
Lu:Tecnicamente é sua, porque você quem comprou.
Rodrigo:Mas você é a minha futura esposa, e sendo assim, futura dona da casa. – ela sorriu docemente – Olha, isso é uma demonstração de carinho e afeto?
Lu:Vai te catar Digo. – ela resmungou, virando o rosto para a rua. Ele riu, deixando a mão sobre a perna dela – Tira a mão de mim.
RodrigoNão. É meu, posso pegar.
Lu:Quem disse que é seu? – ela perguntou, passando a mão pelo encosto do banco dele, fazendo carinho na nuca. O rapaz se arrepiou – Olho no trânsito ou perde a entrada.
Eles dirigiram por algum tempo, até Rodrigo dar seta e entrar na garagem de uma casa branca e moderna, de dois andares. O caminhão estacionou na rua, enquanto o casal descia do veículo e ia até a porta da frente.
Rodrigo: Faça as honras amozrinho. – Rodrigo jogou a chave para ela, que destrancou a fechadura e empurrou a porta – Agora eu faço as honras.
Ele pegou a namorada no colo, fazendo-a rir. Ergueu o pé direito, colocando-o para dentro de casa, seguido pelo resto do corpo. Deu alguns passos, até enfim colocá-la no chão.
Lu:Que diabos foi isso? – questionou Lu.
Rodrigo: Isso foi um ritual de boa sorte. O homem tem que entrar com a mulher nos braços, e colocar o pé direito primeiro.
Lu:Meloso e clichê... – a moça riu, enquanto o rapaz saia de casa e ia para o caminhão – Onde eu fui amarrar meu burro?
~*~
A casa estava abarrotada de caixas, enquanto Lu e Rodrigo estavam largados nos sofás de couro. Eles observavam tudo, enquanto bebericavam duas cervejas.
Lu:Eu não aguento mexer um músculo. – garantiu a moça.
Rodrigo:Eu até aguento. Mas não para desempacotar nada. – Rodrigo se remexeu – Cara, que sofá mais desconfortável.
Lu:Tua irmã que escolheu... – ela beijou o pescoço do namorado – Acho que podemos desmanchar as caixas amanhã, o que acha?
Rodrigo:Concordo. E podemos dormir. – ele propôs – Eu sei que queríamos comemorar, mas eu não to com muito pique.
Lu:Tudo bem, comemoramos pela manhã. – ela sorriu, se levantando – Vem, vamos dormir.
Deixaram as cervejas na cozinha e foram apagando tudo. A casa era bem maior do que as que moravam anteriormente, e eles precisavam conferir diversas portas e janelas, além de ligar o sistema de segurança.
Lu:Parece até uma prisão. – brincou Lu, enquanto entravam no quarto. A cama estava montada e arrumada, cercada de caixas. Começaram a retirar as roupas, com preguiça de caçar os pijamas nas malas.
Rodrigo:Não estamos mais em casa. – lembrou Rodrigo, enquanto se jogava na cama .
Lu:Não to com ânimo para discutir. – ela riu, se jogando na cama – Estamos realmente exaustos.
Rodrigo:Então vamos dormir. – o rapaz bateu a mão no interruptor, apagando a luz. Puxou Lu para seus braços, os dois se aninhando – Você sabe que não tem como eu ir embora hoje, não é?
Apesar de meses que estavam juntos, e de passarem as noites um na casa do outro, sempre iam embora antes da manhã chegar. E mesmo após Jorge,Sueli,Ana e Miguel garantirem que sabiam e que não havia problema, Lu não conseguia vencer o medo de acordar com o namorado ao seu lado. Talvez porque aquilo fosse ultrapassar a última barreira que havia no relacionamento dos dois.
Lu:E porque você iria embora da nossa casa? – ela perguntou, acariciando o rosto dele. Rodrigo o sorriu, lhe dando um selinho – E eu vou estar aqui, quando você acordar.
Rodrigo:É o que eu mais espero. – ele fechou os olhos, sentindo a respiração dela contra seu pescoço.
Continua.......................
Fale com o autor