Aprendendo Com A Vida!

6 Capítulo 6 - Discussão, explicação e resolução.


Notas iniciais
Fala galera. Bom primeiro queria me desculpar pela demora pra postar um novo capítulo. Tive uns problemas pessoais, e depois uns bloqueios de idéia, depois foi só preguiça mesmo...hahahahahah. Mas pra recompensar o capítulo ta bem completo e com bastante informação legal. Vamos conhecer um pouco mais do passado do Virgil. Em fim espero que gostem. Vou tentar postar com uma maior frequência. Aguardo as Reviews. ;D

Gus seguiu Virgil até próximo a sala de aula.

- Virgil ! Ei cara espera . — Disse Gus ao segurar o braço de Virgil.

- O que foi? — Virgil quis saber.

- Eu é que pergunto. O que esta acontecendo, por que saiu irritado daquele jeito?

- Olha Gus eu já pedi desculpas ta bom!? Eu só não quero ir nesse baile idiota. — Explicou Virgil.

- Mas por que? O que aconteceu de tão grave na sua vida pra você ter tanta certeza de que ir a esse baile será perda de tempo? — Indagou Gus.

- Você não entenderia. — Respondeu Virgil cabisbaixo.

- Como assim "eu não entenderia"? — Gus não estava acreditando que Virgil havia dito tais palavras.

- Se eu que sou seu melhor amigo não vou conseguir entender então quem vai? — Disse ele agora com uma entonação sarcástica.

- Eu só... — Virgil foi interrompido pelo sinal do inicio da aula. Ele olhou primeiro para sala e em seguida para Gus. — Preciso ir. — Disse afinal.

- É, eu também. — Gus havia mudado totalmente a expressão, agora era ele quem parecia irritado, ajeitou a mala e deu as costas para Virgil.

Na sala de aula, Virgil ficou o tempo todo quieto em seu lugar. Gon e Ralph se entreolhavam e comentavam o tempo todo, e até tentavam puxar assunto com ele, mas de nada adiantava. No intervalo foi a mesma coisa. Virgil preferiu comer sozinho do que ir com seus amigos.

- Parem de ter pena dele. Se ele quiser vai vir falar conosco, é só dar um tempo. — Disse Gus quebrando o silencio por fim.

- Eu sei mas é que essa reação dele é muito estranha. — Comentou Gon.

-É que se torna frustrante querer ajudar alguém mas não poder. — Completou Ralph.

- Olhem! Eu tentei ajudar e este é o resultado. — Bufou Gus, ele agora parecia mais relaxado. — Seja la o que esteja acontecendo ele não esta pronto pra contar. Dêem um tempo pra ele. — Disse por fim, e então se levantou levando a bandeja suja em bóra.

Gon e Ralph se entreolharam mais uma vez, mas por fim terminaram de comer. Na hora dá saída eles foram falar com Virgil.

- Vai voltar no ônibus com a gente? -Gon quis saber.

- Acho que vou andando, vocês sabem pra colocar a cabeça no lugar, dar uma espairecida, essas coisas. — Respondeu Virgil.

- Você é quem sabe amigo, e seja la pelo o que for que você esta passando, saiba que não esta sozinho. — Disse Ralph batendo no ombro de Virgil.

- É isso mesmo, pode contar conosco. — Disse Gon abrindo seu sorriso torto.

- Obrigado pessoal, e desculpem pelo comportamento que tive com vocês hoje. — Disse Virgil. Por um momento ele parecia estar enxugando uma lágrima.

- Ta tudo bem. — Respondeu Ralph com um tom despreocupado. — Só acho que não é pra nós que você deve desculpas. — Disse ele apontando para longe onde podia-se avistar Gus indo em borá sozinho.

- É eu sei. Bom vou alcançá-lo, vejo vocês amanha. — Disse Virgil partindo em direção a esquina.

- Até amanha ! — Responderam Ralph e Gon ao mesmo tempo.
Virgil seguiu correndo até a próxima rua, onde avistou Gus já bastante adiantando.

- GUS, ESPERE ! — Gritou ele correndo ao seu encontro. Gus virou-se e viu Virgil correndo ao seu encontro.

- O que quer? — Disse Gus com um tom meio irritado.

- Posso voltar com você ? — Perguntou Virgil.

- Não sei. Será que vou saber mostrar pra você o caminho correto, ou será que não entendo dessas coisas também?! — Respondeu Gus um tanto ríspido de mais.

- Qual é cara, não precisa ser grosso. — Questionou Virgil.

- Grosso? Isso não chega nem aos pés de quando eu quero ser realmente grosso. -Disse Gus virando-se e seguindo em direção a sua casa.

- Ta certo. Eu acho que merecia essa. Desculpe. -Disse Virgil , acelerando o passo para não ficar pra trás. -Eu realmente não devia ter dito aquilo.

- É Virgil, você não devia. Cara se eu não posso entender, ou lidar com as coisas que você tem pra me contar, como posso ser seu melhor amigo? Como posso ter este “título” se você não confia em mim? — Questionou Gus.

- Eu sei que eu errei cara, e é por isso que estou aqui, pra tentar me redimir. Qual é Gus, vai me desculpar sim ou não?

- Claro que vou desculpar, afinal são pra esse tipo de coisa que os melhores amigos servem. — Respondeu Gus depois de um tempo. — Mas tem que prometer q vai deixar eu te ajudar. Não só com isso, com tudo aquilo que precisar. Afinal são nessas coisas que são baseadas as amizades. Confiança e parceria.

- É verdade. Sabe meu pai costumava sempre dizer “A vida é difícil e vai sempre acabar te derrubando, mas são nessas horas que os amigos nos dão forças pra podermos nos levantar. Tenha sempre bons amigos, confie neles, que com certeza eles estarão la por você”. — Disse Virgil de cabeça baixa.

Gus olhou assustado, era a primeira vez que Virgil mencionava seu pai como um exemplo. Desde que se conheceram esse assunto sempre foi meio que deixado de lado por ambos. — Sente falta do seu pai não é?

- Muita. Sabe ele costumava passar bastante do seu tempo livre comigo e com a minha mãe, mas depois as coisas começaram a mudar. Ele não parava mais em casa, começou a agir de maneira estranha. Achávamos que ele tinha outra casa, ou outra família. E então, como se as coisas não estivessem ruins o bastante veio aquele fatídico dia do acidente... — Virgil se interrompeu, sentia como se houvesse um nó em sua garganta.

- Ei cara, não precisa continuar. Se for muito difícil nós podemos simplesmente esquecer tudo o que aconteceu. — Disse Gus tranqüilizando o amigo.

- Não, tudo bem. Já era hora de eu conversar sobre isso com alguém. Nós fomos até o hospital mas já era tarde demais. Os policias disseram que um caminhão fechou o carro dele em uma curva e ele capotou. Não conseguiu sobreviver. Por mais que ele fosse ausente, não gostaria de perde-lo, e ainda mais de uma maneira tão trágica. Acho que pelo fato dele saber muitas coisas minhas e de eu confiar nele e perde-lo tive medo de confiar em outra pessoa dessa maneira. — Respondeu Virgil, seus olhos agora já estavam cheios de lagrimas.

- Eu realmente sinto muito cara. — Disse Gus segurando forte o ombro de Virgil. — Foi muito legal ter conseguido desabafar algo tão importante.

- Obrigado pela força cara. — Respondeu Virgil enxugando as lagrimas.- Mas por mais triste que seja, não é essa a razão de eu não querer ir ao baile.

- Bem, então qual é a razão? — Perguntou Gus.

- A verdade é que eu... Nunca beijei nenhuma garota antes. Na verdade, nunca tive nem se quer um encontro na minha vida toda.


- Hahahahahaha! — Riu Gus com a mão no rosto.

- Ah, qual é Gus, pensei que fossemos amigos, achei que você não riria de uma coisa assim. — Disse Virgil, empurrando Gus para longe.

- Desculpe cara, mas é que eu não acredito que você fez todo esse drama por conta de um motivo tão besta quanto esse. — Explicou Gus ainda rindo. — Se fosse o caso do seu pai, tudo bem. Na verdade eu quase chorei com a história. Agora isso?!

- Pode não ser grande coisa pra você, mas pra mim é. — Disse Virgil por fim.

- Mas não quer dizer nada, você não precisa ter beijado pra ir pro baile. É só arrumar um par e ir. Como amigos. — Disse Gus dando e ombros.

- Eu mal converso com as garotas por cinco minutos, como é que vou ter assunto por uma noite inteira? Além de eu ter que tomar cuidado pra de não falar alguma bobagem e estragar tudo. — Respondeu Virgil.

- Mas nunca vai conseguir se não tentar, e além do mais temos algum tempo até o dia do baile. Podemos marcar um encontro com algumas garotas pra você praticar. Sem compromisso nenhum. — Explicou Gus, ele fazia toda aquela situação parecer fácil.

-Mas esse é um dos motivos de se ir no baile com alguém. Não é simplesmente estar la, dançar e pronto. É por isso que você vai com um par, que normalmente é alguém que você gosta, ou admira. Que te faz sorrir independente da situação. Que gosta de ter um bom dialogo. E essas todas essas coisas de filme. — Disse Virgil.

- Virgil não estamos falando de um filme, estamos falando de vida real. Pare de pensar como uma garota. — Debochou Gus. — Nos filmes todas essas coisas acontecem em um passe de mágica, mas no mundo em que vivemos se você não for atrás da garota que te interessa, ela não vai cair de para quedas na sua casa.

-E essa é mais uma questão. Não tem ninguém que me interesse naquela escola. — Explicou Virgil.

- A escola é muito grande, com certeza vai haver alguém pra você. — Disse Gus sendo positivo.

- Eu realmente agradeço o esforço, mas não obrigado. Terão outros bailes e até la eu pretendo pelo menos já ter saído com alguém. Tirando o fato de que Jason já vai ter terminado o segundo grau. Assim boa parte das garotas vai deixar de idealizá-lo como parceiro perfeito, e dará um pouco de chances para os outros caras. — Concluiu Virgil.

- Tudo bem, se é assim que você pensa. Só uma dica. Pare de deixar que Jason atrapalhe sua vida. Comece a agir independente das ações dele. — Comentou Gus.

- Agradeço a dica.

Depois de tanto papo eles finalmente chegaram em sua rua. Os garotos se despediram e seguiram para suas casas.

[...]

Os dias se passaram com certa rapidez. Agora faltava apenas uma semana para o baile. A escola toda estava uma correria. Vários alunos passando falando aos celulares agendando aluguel de roupas, carros, encomendando rosas, ou apenas convidando alguém. O comitê segui seu trabalho arduamente. A quadra interna estava sempre cheia, com os professores e alunos arrumando as mesas, cadeiras , holofotes , mesas de som, entre outras coisas. Jason andava pela escola com no mínimo cinco garotas ao seu lado, todas pedindo para que ele as acompanhasse no grande baile. Até mesmo Gus tinha recebendo alguns convites. Ele e Virgil caminhavam juntos pelos corredores discutindo opiniões sobre o grande dia.

- E então garoto popular, já decidiu com qual dessas garotas vai ao baile? — Perguntou Virgil em um tom sarcástico.

- HaHa! Muito engraçado, e sim já decidi. Vou com a Tieme Young Lee . — Respondeu Gus.

- E tem alguma razão em especial para ter escolhido ela, quer dizer tirando o fato de ela ser Asiática. — Questionou Virgil e em seguida soltou um pequeno riso.

- Bom pelo menos você sabe o motivo principal. — Disse Gus , rindo do próprio comentário. — Brincadeira. Nós fazemos aula de inglês juntos e já até fizemos alguns trabalhos em dupla. É a garota que eu conheço melhor daqui da escola, e quando ela me convidou ontem eu aceitei de imediato.

- Bom, fico feliz por você. Pelo menos vai se divertir. — Disse Virgil abrindo um sorriso um tanto quanto forçado.

-Você tem certeza absoluta de que não quer ir? — Gus quis saber.

- Não. Eu já me decidi, e como eu disse a você, tenho certeza que terão outras oportunidades, outros bailes e essas coisas. Então apareça naquele salão sábado a noite e se divirta por nós dois. — Comentou Virgil estendendo a mão.

- Pode deixar cara, você tem minha palavra. — Disse Gus batendo na mão de Virgil.

O sinal do inicio da ala tocou e eles se despediram. Ao entrar na sala, Virgil dirigiu-se ao seu lugar no fundo da sala próximo a Gon e Ralph e eles ficaram conversando até o momento em que o professor de História, o Sr. Anderson entrou na sala e começou sua aula. No decorrer do dia, Virgil percebeu que Ralph olhava muito para a tal garota que ele estava interessado, Beatrice Erikson.

- E então Ralph, já convidou a Beatrice pro baile? — Perguntou Virgil sussurrando.

- Na verdade ainda não. Não consegui criar coragem e nem pensar no que dizer. — Respondeu Ralph agora um pouco corado.

- Desculpe te desapontar cara, mas o baile é daqui a menos de uma semana, se você não se apressar é capaz de que alguém a convide primeiro, então é melhor se apressar. — Explicou Virgil.

-Mas... E se eu esquecer o que eu ia dizer. E se eu gaguejar, ou travar, ou se eu esquecer meu nome, ou muito pior, se ela disser não?!

- É , você tem razão existem muitos riscos. Mas você nunca vai saber qual será a resposta se não tentar. Apenas pense nisso. — Respondeu Virgil voltando a se recostar na cadeira.

O dia passou normalmente, aulas chatas seguidas pelo intervalo e depois mais aulas chatas e finalmente a hora da saída. Após arrumarem suas coisas, os quatro amigos se dirigiram para saída. Quando chegaram na porta da escola, Virgil avistou Beatrice Erikson parada no estacionamento sozinha. Ela deveria estar a espera de sua mãe. Então Virgil deu um cutucão em Ralph com o cotovelo.

-Ei cara olha quem esta ali. — Disse Virgil apontando com a cabeça na direção da garota. — Aproveite esse momento para convidá-la.

- Quer dizer que você ainda não á convidou? — Questionou Gon.

-Cara, você ta vacilando. Se perder essa oportunidade nunca vai se perdoar. — Comentou Gus.

-Valeu mesmo pelo incentivo pessoal. — Disse Ralph em um tom irônico.

- Mas eu nem sei o que direi pra ela. Muito menos como chegar pra falar com ela.

- Quanto a isso pode deixar comigo. — Comentou Virgil descendo as escadas em direção do estacionamento.

-Ei Virgil! O que você vai... — O grito de Virgil interrompeu Ralph.

- EI VOCÊ, BEATRICE!


A garota virou-se avistando Virgil. Olhou para os dois lados pra ter certeza de que ele estava falando com ela, e por fim apontou para si mesma com uma expressão de duvida.

- SIM VOCÊ MESMA. PODE VIR ATÉ AQUI?! — Gritou Virgil.

A garota foi até sua direção, um tanto encabulada. Ao chegar perto de Virgil disse.


- Pois não?!

- Oi, sei que não nos conhecemos formalmente. Sou Virgil West, somos da mesma sala. Sento la atrás em uma das ultimas cadeiras. — Apresentou-se Virgil.


- Sim, já tinha um certa noção de quem você era. Muito prazer. — Respondeu a garota sorrindo. Usava uma calça jeans preta com uma camiseta branca e uma jaqueta de caveiras “fofas” por cima. Usava uma tiara cor de rosa com um laço em cima e tinha a franja levemente caída para lado esquerdo. — E então em que posso ajudar?


- Certo, tenho um amigo, ele está bem ali, o loiro alto que esta usando óculos. Ele gostaria de ter uma palavrinha com você. Se não for incômodo? — Perguntou Virgil.

- Acho que tudo bem. — Disse Beatrice por fim, a expressão de duvida estava em seu rosto novamente, porém dessa vez misturada com algo que parecia ser incerteza.


- Ótimo, eu vou la buscá-lo. Não saia daqui. — Virgil deu as costas e correu novamente até o alto da escada. -Pronto cara, agora é só ir la e conversar com ela.

- Mas o que eu vou dizer? Como eu vou agir? Não sei o que eu faço. — Disse Ralph agora parecendo muito nervoso e extremamente corado.

-Basta ser você mesmo. “Foco, força e fé.” É o que minha mãe sempre me diz. — Disse Virgil.

- Anda cara vai logo. — Disse Gus empurrando Ralph, que desceu as escadas e foi ao encontro de Beatrice.

-Uau! Meus parabéns, você realmente conseguiu fazer com que eles conversassem. — Disse Gon.

- É Virgil. Deveria começar a seguir seus próprios conselhos. — Debochou Gus.

- O dia em que eu encontrar uma garota que me interesse de verdade, com certeza eu irei usar. — Disse Virgil, piscando por fim.

- E o que fazemos agora Sr. Capitão? — Disse Gon rindo do próprio comentário.

- Vamos deixar que eles conversem numa boa. Amanha ele conta pra gente o que aconteceu. — Disse Virgil por fim.
Gus e Gon assentiram com a cabeça, e então os três dirigiram-se ao ônibus e foram embora.

Mais tarde naquele dia, por volta da hora do jantar , toca-se o telefone na casa dos West.

-VIRGIL! Filho pode atender pra mim?! Estou meio ocupada aqui na cozinha. — Disse Christine.

-Pode deixar que eu atendo mãe. — Disse Virgil, dirigindo-se até a mesinha do telefone. — Alô?!

-SIM CARA, ELA DISSE SIM!


Virgil assustou-se com os gritos do outro lado da linha, afinal quem liga pra casa dos outros a essa hora e começa a gritar. Mas depois de pensar por um momento e já recomposto do susto ele retorna o fone a orelha.

-Ralph?

- Sim Virgil, sou eu. Me desculpe a empolgação e pelo horário. — Disse Ralph, ainda eufórico.

Virgil soltou um leve riso e disse. — Não tem problema nenhum cara. Mas por que esta tão animado, e quem disse sim?

- A Beatrice. Conversei com ela o dia todo, até mesmo aqui em casa por telefone. E depois de ter criado muita coragem eu finalmente a convidei pro baile e ela aceitou. — Respondeu Ralph. Ele não conseguia conte toda a animação e a euforia.

Virgil surpreendeu-se , depois de todas aquelas horas ele já havia esquecido de que havia deixado Ralph e Beatrice conversando na escola. — Que legal cara! Fico muito feliz por você. Suponho então que a conversa tenha sido muito produtiva.

-Muito mesmo. E nada disso teria acontecido se não fosse por você cara. Nem tenho palavras pra expressar minha gratidão. — Disse Ralph, que agora parecia estar emocionado.

- Imagine. Não tem que me agradecer por nada, tudo que você conseguiu foi por mérito seu. Eu só dei um empurrãozinho. — Disse Virgil.

- Mas sem sua ajuda eu jamais teria conseguido.
Eles iam continuar com a conversa quando foram interrompidos pelo aviso de Christine.-Virgil, o jantar está na mesa.

- Ei cara, preciso desligar, se importa de continuar me contando a história amanha?

- Não imagine. Desculpe ter te atrapalhado. Nos vemos amanha na escola então. — Respondeu Ralph, agora parecendo envergonhado.

- Não tem o por que se desculpar. Até amanha então. Tchau. — Despediu-se Virgil e então desligou.

Ralph contou a todos como tinha sido a conversa com Beatrice na manhã seguinte. Todos seus amigos ficaram muito felizes e o parabenizaram. Depois desse fato a semana seguiu normalmente, até que chegou o tão esperado dia do baile.

Notas finais
Bom! Ta ai fresquinho pra vocês o capítulo 6. Como ja havia dito espero que gostem, mandem reviews e indiquem a seus amigos. No próximo capítulo vão ter três surpresas, então não percam pois vai estar irado ;D. Boa semana pra todo mundo.