Aprendendo A Amar
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Aiolia afastou-se de Mu e correu até a porta de entrada para o salão, assim que abriu a mesma, viu um tumulto várias pessoas com expressão de choque, elas murmuravam algo que ele não conseguia entender, tentou abrir caminho por entre as pessoas, foi meio difícil mais conseguiu e assim que chegou no meio da roda viu Aiolos debruçado sobre o pai que sangrava bastante, sem entender o mais novo se aproximou dos dois, já com os olhos cheios d'água, sendo seguido de perto por Mu,que pôs a mão no ombro dele como forma de apoio.
- O que aconteceu aqui? — Questionou entre irritado, chocado, e triste.
- Foi tudo muito rápido, mas não posso contar agora. — Aiolos levantou, sabia que não tinha mais jeito seu pai iria morrer ali na frente de todos, então levantou-se e olhou para o homem que os guardas seguravam. Era um rapaz de cabelos negros e olhos dourados. — Quem contratou você?
- Kkkkkk, qual é, você não acha mesmo que eu irei falar algo, acha? — Debochou o prisioneiro, que Aiolia ainda não tinha notado e ao olhar o homem percebeu que era o mesmo que conversava com Mu, o castanho olhou com os olhos azuis arregalados para o lilás.
Mu que também parecia chocado ao ver quem estava preso, ficou mais ainda quando teve o olhar de choque, dúvida e indagação de Aiolia sobre si, não conseguia acreditar que o outro pudesse estar pensando que ele tinha alguma coisa a ver com aquilo, e ao notar nos olhos do outro a suspeita, ficou decepcionado.
Não obtendo resposta Aiolos mandou levar o prisioneiro para a cela, e encerrou a festa dizendo que a partir daquele momento ele estava assumindo o trono no lugar do pai, um burburinho fez-se presente, porém o jovem não ligou para aquilo e simplesmente se retirou, sendo seguido por Aiolia, Mu e Saphira. Os guardas pegaram o corpo de Arami e foram prepará-lo para o funeral que seria no dia seguinte, os convidados da festa um a um foram saindo do local, ainda chocados com o acontecido.
Aiolos seguiu para seus aposentos, Saphira que estava atrás de Aiolia, foi dispensada pelo mesmo que falou que precisava conversar a sós com Mu, o lilás apenas acentiu e guiou o castanho até seu quarto, os dois entraram no quarto e mantiveram-se quietos por um tempo, até que Mu não aguentando mais a falta de assunto resolver questionar o que realmente Aiolia queria.
- Me diz que não foi você, quem encomendou a morte do meu pai. — Aiolia pediu sem encarar o lilás.
- Não fui eu. — Mu respondeu simples e Aiolia então o olhou sem acreditar.
- Eu vi vocês conversando. — Informou acusativo.
- Eu conversei com várias pessoas, isso não quer dizer nada, e também eu nem sei o nome do rapaz. — Mu sentia-se irritado por está sendo feito de suspeito.
- Isso não significa nada, você pode simplesmente....
- Aiolia eu nem estava na hora do acontecido, eu estava com você, nos estávamos bem.....você sabe. — Falou nervoso e vermelho o menor por lembrar do que tinha feito com o outro momentos antes.
- Pode ter sido um plano, uma forma de me tirar de perto...
- Eu tenho alguma chance de te convencer que não fui eu, ou você já está certo de que fiz isso? — Perguntou o lilás sentando na cama.
- Eu só estou querendo ter certeza.
- Não é o que parece, já que tudo o que digo, você contrapõe. — O lilás estava realmente irritado. — Agora me diz por que eu mataria seu pai.
- Porque ele queria me casar com uma mulher, e você sabia que com ele vivo eu iria fazer isso.
- Ridículo, nós dois sabemos que nossa união não passa de contrato. — Falar aquilo havia doido no lilás, mas ele não iria se deixar afetar.
- Contrato? — Aiolia ficou irritado pelo menor ter dito aquilo, pois momentos atrás estavam se beijando. — Então o que aconteceu a momentos atrás foi por causa do contrato?
- Aquilo nem deveria ter acontecido.
- O QUÊ?
- Qual é Aiolia, eu sei que você não é do tipo de cara que vai ficar sem uma mulher, então não quero me machucar. — O lilás não conseguia olhar para maior. — É melhor ignoramos o que aconteceu.
- Ok. — O castanho concordou, e foi tão rápido que assustou Mu, mas logo o menor se recompos e sorriu triste. — Mas já que vamos ignorar e fingir que nunca aconteceu, vamos terminar o que começamos, assim poderemos esquecer tudo sem problemas.
Aiolia assim que falou partiu para cima do menor o empurrando na cama, ficando dessa forma por cima dele, o castanho começou a beijar o pescoço do outro, e enquanto beijava e chupava a pele branca, deixando-a marcada ia se desfazendo das roupas do menor com as mãos, Mu meio surpreso, ficou sem saber como reagir, Aiolia livrou Mu de toda a roupa, deixando o menor completamente nú e com isso parou de chupar o pescoço do outro e se pôs a olhar o corpo perfeito do menino, suspirou quando viu o quanto o menor era belo, o que deixou Mu corado, Aiolia depois de muito olhar voltou a atacar o corpo do menor com a boca.
Mu quando sentiu seu corpo reagir de forma positiva aos toques, parou de tentar fingir que não queria e tratou de tirar as roupas do castanho, que resolveu ajudar e logo os dois estavam nus, Mu ficou vermelho quando viu o corpo masculo de Aiolia, e ficou ainda mais vermelho quando teve sua mão guiada pela mão do outro até o membro do mesmo. Aiolia ajudou Mu a acaricia-lo no lugar, e logo Mu fazia tudo sozinho, Aiolia gemia ao toque da mão macia e quente do outro em seu membro que já estava desperto, o lilás tentava fechar a mão em torno do membro do castanho, mas não conseguia, Aiolia olhou para Mu e sorriu, beijou a boca do outro e logo em seguida, passou a beijar o corpo, descendo pelos mamilos rosados, sugando e mordendo os mesmos, deixando-os vermelho, quase roxo devido a força na sucçao.
Aiolia desceu pelo corpo do menor e chegou a virilha do mesmo, levantou as pernas do menor e as afastou, tendo a visão da entrada rosada e apertada do lilás, o castanho passou a lamber e chupar local, fazendo Mu gemer de forma incontrolável, depois de um tempo assim, Aiolia introduziu um dedo no buraquinho do menor, que sentiu um leve desconforto, mas que logo passou, assim que sentiu o menor acostumado com um dedo introduziu outro, e fez o mesmo processo, logo introduzindo outro, e mexendo os três dedos dentro do menor, para assim conseguir abrir espaço. Depois de um bom tempo assim, Aiolia retirou os dedos de dentro do menor e se posicionou entre as pernas do mesmo, o castanho olhou fundo nos olhos do lilás, e viu a certeza e determinação no olhos do pequeno, sendo assim começou a forçar entrada, naquele lugar, no início foi muito difícil, pois Mu apertava a entrada o que impedia a passagem, e por mais que Aiolia pedisse ao outro para relaxar ele não conseguia. Contudo logo ele começou a ceder, porém sentindo muita dor, Mu choramingava enquanto era penetrado, depois de um tempo Aiolia afundou-se por completo dentro do lilás que gritou.
- Tão apertado. — O castanho falou engasgado.
Aiolia esperou até o menor se acostumar com a invasão, e quando o sentiu relaxar um pouco, passou a se mover dentro do mesmo, que sentia-se rasgado em dois, no início o movimento era fraco cadenciado, mas logo tornou-se rápido e urgente, Mu gemia o nome de Aiolia pedindo por mais, enquanto o maior atendia o desejo do outro que mesmo sentindo dor, já sentia o prazer lhe acometer. O castanho resolveu mudar de posição, e pôs o lilás de quatro na cama, penetrou o mesmo com vontade, o que fez o menor arquear o corpo de dor e prazer ao ser atingido na próstata, o movimento era intenso, e eles passaram alguns minutos nessa posição e logo tentaram outra, Mu sentou em cima de Aiolia e se pôs a cavalgar no outro que estava adorando ver este Mu vermelho e desinibido, após um tempo assim Mu chegou ao limite do ápice, sem nem se tocar e com isso enquanto gozava apertou o buraco em torno do membro de Aiolia, que gemeu mais ainda e logo chegou no seu limite também, despejando-se dentro do menor, que caiu ao seu lado exausto.
Aiolia olhou para Mu e sorriu beijando-lhe a boca e em seguida o topo da cabeça. — Quer fingir que isso também nunca aconteceu? — Perguntou o castanho olhando nos olhos do lilás.
- Eu nunca conseguiria. — Foi tudo o que disse.
- Então, por que queria fazer isso? — O castanho queria entender o menor.
- Porque talvez fosse o melhor.
- Melhor para quem?
- Olia não quero discutir sobre isso agora, pois apesar da tragédia, essa noite foi perfeita. — Mu ditou, o que fez Aiolia sorrir, o castanho ia se levantar quando teve seu braço puxado.
- Fica comigo pelo menos hoje. — Pediu o lilás que foi prontamente atendido.
Mu virou de costa e se encaixou no corpo de Aiolia, dormindo assim os dois de conxinha, Aiolia não tinha notado, mas Mu sangrava na parte de baixo,por trás, por ter tido sua primeira vez.
Saphira aguardava Aiolia no quarto, mas ao perceber que o mesmo não iria retornar, sentiu-se irritada, tudo tinha falhado, e agora estava na mão de Aiolos, que com certeza logo iria descobrir sua ligação com o assassino, precisava se livrar do castanho mais velho e rápido, para assim conseguir se livrar do lilás. A morena não conseguia dormir e com isso resolveu levantar e ir até a prisão onde sabia que seu amigo estaria. Ao chegar no local viu o moreno deitado em uma cama nada confortável, bateu na cela e chamou pelo moreno que logo se aproximou.
- Você errou. E agora?
- Relaxa, vou dar um jeito de fugir, mas vou precisar da sua ajuda. — O moreno falou baixo, chamou a mulher até perto da cela e assim que a mesma chegou mais perto, ele lhe deu um beijo, segurou o rosto dela forte. — É bom me ajudar mesmo, ou você vai se ferrar junto comigo pois se eu cair, você cai junto Freya. — Soltou o rosto da morena que saiu das masmorras a esmo, ao virar o corredor encontrou Aiolos do lado da porta do andar que levava ao local onde ficava as celas.
- Eu sabia que você viria aqui. — Falou assustando a mulher.
- Aiolos, eu...não é isso...eu tava..
- Deixa as desculpas pra lá, se realmente quiser ficar livre você vai ter que me ajudar. — O castanho olhou para a morena e pediu para a mesma o seguir.
- Como assim?
Aiolos não respondeu, continuou andando, até chegar em seu quarto, onde colocou a mulher pra dentro e fechou a porta atrás de si.
- Bem se quiser ser rainha eu posso transforma-lá em uma. — Avisou o maior.
- Como?
- Na hora certa, agora preciso que me ajude, a fazer Aiolia e Mu ficarem juntos e assim irem embora daqui.
- Como assim?
- O reino vai sofrer um ataque, e eu preciso muito que os dois sobrevivam, pois se Aiolia descobrir sobre ataque ira querer ficar e tudo indica que talvez não sejamos capazes de ganhar está guerra.
- Hum, então por que te ajudaria?
- Simples, eu te transformo em rainha, e você me ajuda a tirar os dois daqui, ou você vai presa e simplesmente é condenada a morte.
- Hum morrer ou morrer? — Falou ela de forma cínica. — Preciso pensar.
A morena saiu do aposento do castanho, ele realmente queria tirar o irmão de perto da guerra que se aproximava, contudo ia ser difícil, não queria ter que pedir a morena para ajuda-lo, mas tinha que tira-lá do caminho também, e a única forma era fazê-la pensar que conseguiria ter o que queria.
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