Notas iniciais
[Nota da SahhChan] Olá de novo a todos xD Antes de mais nada, pedimos desculpa por esta enorme ausência e esta enorme demora na continuação desta Fic. O facto é que durante este tempo a Nanami e eu começámos a trabalhar e aconteceram muitas coisas, mas adiante, o importante é que (finalmente) eu (a pessoa que estava em falta aqui ‘----‘) consegui arranjar um tempinho e inspiração para continuar a FanFic. Espero que os mais desejosos não tenham desistido dela (apesar de compreender se o fizeram, um ano é imenso tempo, se tivermos em conta que o último Capítulo que a Nanami conseguiu publicar aqui foi no dia 30 de Janeiro do ano passado. Eu reconheço, tive um bocadinho de culpa no cartório mas, a verdade, é que não consegui mesmo ter vontade, ideias e tempo para escrever. Espero que compreendam e me possam perdoar, prometo que irei esforçar-me novamente para postar sempre que possível e sem desculpas, desta vez! Continuando... Temos muitos agradecimentos a dar. Primeiro, gostaria (em meu nome e da Nanami-Hime) de agradecer às duas meninas que recomendaram a ‘Apprentice’ – OnlyKiss e kimochi –, foram as primeiras recomendações que recebemos (eu falo por mim, quase saltei da cadeira quando vi as duas aqui, mas tenho a certeza que o mesmo aconteceu com a Nanami xD). Muitíssimo obrigada pelo vosso carinho e pelos elogios, derretemo-nos a ler a recomendação de cada uma. Em segundo lugar, queríamos agradecer a quem favoritou e foram imensas pessoas, eu fiquei para morrer de contente aqui xD – Christie Erin, MrsEloi, Haruka sempai, Lulu Hartzler, Hinata Hyuuga, NaySaky, kimochi, Srta Pezzino, Lucas Rafael, Carolchan e EvaX – muito obrigada por nos favoritarem *-* Foram tantas pessoas, ficamos tão felizes! Em terceiro lugar, um enorme obrigada a quem deixou a sua Review e fez as autoras bakas HIPER felizes – Mebuki chan, karinsaku, catxharuno, Little Black Star, Natasha, FanficsMyWorld, Alinne Uchiha, Yin Haru, Saky Uchiha, olá sou sakura haruno, kimochi e Srta Pezzino. Foram tantas pessoas xD. Por último, mas não menos importante, agradecemos a todas as pessoas que passaram a acompanhar a Fic – não iremos referir nomes porque não sabemos ao certo quem o fez e teríamos de o fazer nomeando todos os que já a acompanham. Então, um ENORME obrigado a todos xD. Agradecemos MUITO mesmo, não imaginam o quanto é importante para nós chegarmos ao Nyah! e percebermos que, apesar de praticamente termos abandonado esta história e vos termos deixados pendurados, vocês continuam a favoritar, comentar, ler e a acompanhar-nos sempre. Espero, de facto, que nos perdoem esta grande ausência e não vos farei esperar mais pelo próximo Capítulo. Desculpem estas notas iniciais SUPER secantes, compreendo perfeitamente se as tiverem passado à frente sem ler uma única linha, mas eu tinha mesmo de me desculpar e agradecer a todos pela paciência que tiveram connosco, em particular comigo. E agora.................. Finalmente............... O tão esperado Capítulo. Espero que gostem xD

– Ora, vais levar este... E este... E este também... Hum... E aquele também me parece muuuuito bom, não achas? É verde como o outro, mas o estilo difere um bocado... Hum... E que mais?

Olhava para a Ino, seguindo cada um dos seus movimentos pelas prateleiras da loja, tentando lançar uma palavra a cada uma das suas, que me cortavam sempre o raciocínio. Desde que tinhamos chegado ao Shopping que ela falava sem parar, fazendo-o com tanto afinco que eu própria nem sequer era capaz de pensar. Mas ela parecia nem se importar com tal coisa... Com os braços cheios de cabides, continuava a ignorar as minhas vãs tentativas para acalmar-lhe os ânimos e devolver algumas peças de roupa aos locais de onde ela as havia tirado. Não havia solução. Decididamente, eu estava nas mãos de uma casamenteira maluca que estava decidida a casar-me daí a uma semana – se possível – com o meu chefe. Ahhh, mas ela que nem sonhasse!

« ... e eu diria que se aparecesses na Segunda-feira com aquele corpete vermelho e preto no trabalho farias um estrondo! Ele ia adorar, aquele tipo de coisas são uma coisa tão sexy... Eu tenho um, acredita, faz furor aos olhos dos homens. Imagina a cara do borracho do teu chefe se te vir com uma coisa linda daquelas, Sah. Vai dar um impacto...!

– Ino... INO! – Agarrei-lhe no braço quando a consegui finalmente alcançar, fazendo com que ela se calasse (finalmente, depois de duas horas!) e olhasse para mim com um ar interrogativo – Desiste. Eu não vou levar isso tudo. Para começar, nem tenho como pagar, trouxeste-me para uma loja para cima de caríssima. Além disso... – Olhei para as roupas – Nada do que levas aí faz definitivamente o meu género...

– E isso lá interessa?! – Guinchou ela parecendo até bastante ofendida com o que eu acabara de dizer, antes de tirar uma das mãos daquele amontuado de roupas e colocá-la sobre o meu ombro, numa atitude compreensiva. – Minha querida... Tu podes perceber muito de leis, de ecónomia, de tudo mais, mas em matéria de homens... Estás muito longe da minha categoria. Por isso... Deixa trabalhar a mestra, okay? Limita-te a ouvir e observar, porque as minhas dicas vão te dar muito jeitinho daqui para a frente, a julgar pelo naco de carne morenaço com quem falei da última vez que nos vimos, no escritório onde trabalhas.

– M-Mas...

Ela voltou a ignorar-me, pondo os olhos nos vestidos que caiam bem direitinhos no seu braço livre. Pareceu contá-los, acenando prontamente em seguida e agarrando-me na mão.

– Já temos o suficiente daqui, vamos à melhor parte! – Arrastou-me para a zona dos provadores, colocando os cabides pendurados na parede e fechando as cortinas para olhar para mim durante poucos segundos, voltando depois os olhos para os vestidos dispostos à sua frente. – Ora, primeiro... Experimenta o verde.

Suspirei cansada, sem a mínima vontade de trocar de roupa. Dizendo bem da verdade, eu estava tudo menos confortável e a situação não melhorava quando passava a vista por qualquer um dos vestidos justos e curtíssimos que ela escolhera para eu provar. Nenhum deles era a minha cara, nenhum deles era o meu estilo, nenhum... Todos eles me pareciam demasiado exagerados para mim, eu não tinha corpo para tudo aquilo. Para começar, o meu peito não era assim tão bem feito para usar decotes muito abertos. Segundo a minha opinião, eu também não tinha assim umas pernas tão bem atribuídas para usar saias tão curtas. Terminando... 34.000¥ por um bocado de tecido que era quase mais pequeno que o fato-de-banho que eu usava na praia em pleno Verão?! Aquilo era um roubo!

– Ino, este vestido custa mais de um quarto do salário que eu trago da Firma, todos os meses... – Ainda tentei, antes de experimentá-lo.

– Ora aí tens, mais uma razão para correres a experimentá-lo, minha amiga. – Ela olhou-me com um ar meio maníaco, que me fez de imediato contestar se ela seria mesmo uma boa companhia naquela tarde. Porque eu duvidava, sinceramente. Em dias que a Ino resolve fazer experiências nas lojas do Shopping, as coisas estão muito mal. Pelo menos, para a acompanhante dela, ou seja, eu. – Tudo o que é bom... É caro! Entendes?

– Mas... Eu não posso...

– A palavra “não” é uma constante na vida, de facto. – Acrescentou ela com um ar ligeiramente pensativo, olhando para o vazio. Suspirou depois e encolheu os ombros, como se mandasse literalmente a minha resolução de tentar impedi-la de fazer de mim uma cobaia dar uma senhora curva. – Mas não para mim. Estou demasiado In para esse tipo de palavrinhas chatas.

Revirei os olhos.

– Às vezes não percebo por que razão te aturo...

– Porque não há no mundo uma amiga tão sensacional como eu, confessa lá!

– Convencida.

– Claro, se me convencem, é óbvio que sim.

Respirei fundo quando terminei de me vestir, olhando para o espelho. Vi-a sorrir parada atrás de mim. A sua seguinte mudança de humor ocorreu demasiado rápido, quando o ar dela mudou de súbito de triunfante para malicioso. Ai... Que medo...

– Adivinha quem vai ficar com o queixo a abarrotar de baba quando te vir com essa preciosidade vestida lá no escritório? – Sugeriu, inclinando-se perto do meu ouvido para soar ainda mais provocadora relativamente ao assunto. – Leva um stock de lenços de reserva e oferece-lhe, ele vai agradecer.

– Só se for para ele enxugar as lágrimas que vai soltar de tanto se rir da minha figura, sua loira-Porca...

– Acredita que os lenços também podem ter outras serventias para ele, se é que me entendes. Porque, depois de olhar bem para ti com esse vestido... Não é só para limpar a baba da boca de cima que ele vai precisar deles, if-you-get-what-I-mean...

Fiquei com as últimas palavras dela a martelarem-me na cabeça, corando ao desmistificar o que o conjunto num todo quereria dizer. Aquela porca... A insinuar que... Ahhh, ela era uma puxa-fodas mesmo! Virei a mão na sua direcção, decidida a vingar-me de cada uma das sílabas que ela empregara para dizer aquela última frase. Não foi um gesto muito eficaz... Mas ainda lhe consegui acertar no braço quando ela tentou fugir a rir-se, para fora do provador.

***

Eram praticamente 21:00h quando consegui finalmente deitar-me um pouco no sofá a comer qualquer coisa. Aquela tarde com a Ino no Shopping tinha-me deixado um caco, estava cansada, morta de fome e frio e sentia os pés doerem tanto do que tinha andado que mal era capaz de senti-los. Depois de tomar um bom banho para tentar relaxar um pouco de todo aquele caos das compras, vesti o meu pijama mais quente e enchi a mesinha da sala com todo o tipo de iguarias com que uma jovem na minha situação de quase “fraqueza por falta de nutrientes” poderia sonhar. Desde as coisas mais comerciais às mais tradicionais, tinha garantido que teria um banquete de rainha naquele Sábado à noite. Desde Dorayakis, a Wagashis e Umaibos, passando por Furikake e uma quantidade rasoável de Sushi, que quase chegava para alimentar uma família durante um fim-de-semana, a minha sala tinha-se transformado quase um restaurante self-service. E claro que não podiam faltar os meus queridos Shiratama Anmitsu e as minhas Ameboshis, que tinham um aspecto delicioso dispostas ao meio do meu tabuleiro.

Mudei a TV de canal e comecei a comer, quase desalmadamente para alguém que quase não tinha força nem sequer para mexer o mãos. Estava a repetir o episódio daquela semana da série que dava às Terças-feiras no canal 11, e, como eu também tinha pouca paciência para estar a olhar para o ecrã, fiquei-me mesmo por aquele posto. Suspirei, antes de penicar outro Dorayaki, vendo, aos poucos, a comida desaparecer tanto quanto possível de cima da mesinha. Juntei apenas os pratos, deixando-me ficar deitada. Noutra altura arrumava tudo, agora estava demasiado acabada para mover um músculo a pôr na ordem o que quer que fosse.

Desde que o meu cronograma de horas de trabalho tinha sido alterado, de facto, parecia que eu andava ainda mais exaurida do que antigamente. Tinha sido ideia do Sasuke-San dar-me, ao invés de uma, duas folgas por semana porque, segundo ele, não era de todo necessário eu estar no escritório num dia em que ele próprio não se apresentava nunca ao trabalho. Fazia sentido na sua ideia que, se o chefe não se encontrava, a secretária dele não tinha por que estar o dia inteiro metida naquele edifício chato a marcar reuniões, fazer chamadas, atender chamadas, organizar processos, etc. Eu discordava, talvez porque sempre fora habituada a coordenar o meu trabalho dessa forma, na época do Sr Uchiha. Mas quando lhe tentara dizer isso, ele limitara-se a responder-me que eu tinha mais era que descansar e que os cinco dias úteis já eram suplício suficiente para uma cabeça tão frágil com a minha. Mas eu também não concordava nesse ponto... Eu não era assim tão frágil como ele me pintava. Pelo contrário.

Fui fechando os olhos aos poucos, tentando deixar que o sono chegasse, sem lutar mais contra a vontade de me deixar hibernar durante as próximas horas. Estava tão mole e, com o cobertor em cima de mim, sentia-me tão quente que demorei pouco a ferrar no sono. No entanto, o meu sossego durou pouco ou quase nada.

Voltei a abrir os olhos perante o toque do telemóvel, reunindo coragem para pegar nele, ainda de cara escondida no aconchego do cobertor, em meio de resmungos. Peguei num Umaibo para petiscar, bocejando antes de dar uma dentada pequenina nele e abrir a mensagem sem sequer ver bem quem a tinha mandado. Quem era a ave-rara que me estava a chatear àquela...?

“Olá linda. Estás acordada?”

Quase tive um baque ao ver o nome do remetente. Engasguei-me, desatei a tossir e endireitei-me de imediato no sofá. Para quem estava exausta, eu recuperara depressa os movimentos nas pernas, pela velocidade com que me tinha sentado de novo. Porque é que...? Porque é que ele estava a mandar-me uma mensagem àquela hora da noite?

Ainda ponderei se responderia ou não. Não. Decididamente, eu não ia responder. Ia soar tão... Desesperada, se o fizesse. Não, não combinava comigo. Larguei o telemóvel no meu colo, encostando-me para trás com um suspiro. Raios, o que é que eu fazia agora? Não ia... Dar-lhe a impressão de que era uma mulher fácil. Ele nunca mais olharia para mim da mesma forma e... Eu também estaria a trair os meus princípios, coisa que me recusava terminantemente a fazer. Não. Isso nunca.

Voltei a bloquear o telemóvel, ponderando deitar-me de novo, mas o desgraçado tocou novamente. Mais uma mensagem... Céus, o que é que ele queria agora?

“Está frio aqui. Porque é que não me abres a porta, linda?”

Num movimento, levantei a cabeça, olhando boquiaberta na direcção da porta do apartamento. Não. É que nem pensar nisso era bom! Aquele homem não tinha nada dentro daquela cabeça? Mas o que é que ele estava a... Fazer... Ali? Eu ia matá-lo.

Levantei-me de um salto, apressando-me a arrumar os pratos e levar tudo para a cozinha. Pus a comida que tinha sobrado numa caixinha e coloquei-a dentro do frigorífico. Voltei à sala seguidamente e dei um jeito rápido às coisas. Arrumei as almofadas no sítio, dobrei o cobertor e, numa corrida, ainda endireitei a capa do sofá. Apaguei a TV e suspirei, antes de me aproximar da porta. Ele ia ouvir tantas por ter vindo até ali. As coisas já estavam a ir longe de mais para tão pouco tempo, caramba! Não funcionava dessa forma comigo.

Espreitei para ver se ele estava mesmo lá fora. O que mais me enervou foi a calma que ele tinha no rosto e o ar divertido que mantinha, ao certo a ouvir o barulho que eu fizera até poder atendê-lo. Ahhh, mas ele ia ouvir-me tanto! Afastei-me da porta depois. Precipitei a minha mão para rodar a chave e abri-la, mas os meus olhos caíram no espelho depois. Estava toda desgrenhada! Que vergonha... Não que eu me importasse, porque ele não tinha nada que ir até minha casa sem ser convidado, mas eu tinha de estar minimamente apresentável, não? Aliás... Como é que ele sabia que eu morava ali, para início de conversa? Eu andava a ser seguida, agora?

Agora... Agora... Credo, abre isso de uma vez, sua lerda!

– D-Doutor... Que é que faz aqui? – Perguntei simplesmente, mal acabei com a barreira que o separava de mim, do outro lado da porta fechada. – Como é que... Descobriu onde eu...? Anda a seguir-me, é isso?

– Não faço a mínima ideia com quem estás a falar, não vi “doutor” nenhum passar por aqui e olha que já estou parado fora da tua casa há um tempo.

Suspirei.

– Não brinques, eu... – Dei-lhe espaço para passar, depois. – Aconteceu alguma coisa? O que é que...?

– Está tudo bem, eu só... – Começou ele, após entrar. – Tinha saudades tuas e não aguentei... Vi-me forçado a vir culmatá-las. Queria ver-te.

Corei no mesmo instante, parando por segundos a meio de fechar a porta. Suspirei uma vez mais, antes de olhá-lo, meio a medo.

– Aa... Não me parece que isso seja... – Ainda tentei. Mas desisti. Limitei-me a desviar os olhos, ainda a mastigar o quanto queria estrangulá-lo naquele momento. Ele que tirasse daí as ideias, o facto de eu lhe ter aberto a porta não... Não era nada de mais. Eu apenas... Era educada. Só isso. Ao contrário dele, pelos vistos. – F-Fique à vontade, então. Quer um café?

Os olhos dele encararam-me, parecendo saturados. Eu sabia perfeitamente o motivo disso. Mas, tecnicamente, nós continuavamos apenas a ser chefe e subordinada. Sê-lo-iamos sempre. Talvez até nunca viéssemos a ser mais do que isso. Sejamos realistas.

– A sério que depois de tudo o que nós...? – Perguntou, de cabeça baixa. Seguiu-se um suspiro dele antes de abanar a cabeça e olhar-me novamente. – Não me podes, por uma vez, tratar normalmente? Sem essas formalidades todas?

– É a única forma de... De eu... Não ter devaneios estúpidos em relação a ti, Sasuke. – Desviei os olhos tão depressa quanto consegui, evitando encará-lo. Aquela... Devia ser a primeira vez que me referia a ele pelo nome. E não queria que ele julgasse que o fazia porque... Estava disposta a tolerar certas intimidades. – É a única maneira de eu me conseguir controlar. Por favor, eu...

– Já pensaste que eu posso querer que tenhas esse tipo de devaneios comigo? – Vi-o estender a mão na minha direcção, num convite silencioso. Não a aceitei e muito menos deixei a minha chegar-se de volta. – Ou achas assim tão mau que nos tenhamos vindo a aproximar um do outro como tem acontecido?

– Eu... Não me sinto plenamente à vontade a tê-los. É como se eu estivesse a... Pisar um terreno no qual não pertenço, de todo. – Confessei simplesmente, olhando apenas a mão dele antes de lhe encarar os olhos novamente depois. – É como se eu sentisse que... Estou a cometer um delito horrível por... Por me estar a sentir como sinto em relação a ti. Entendes isso?

Notas finais
[Nota da NanamiUchiha] OLÁ GENTEEE o/ Bem acho que a SahhChan já falou por nós duas no testamento das Notas Iniciais, mas mais uma vez eu peço desculpa por esta imensa demora :s Muitas coisas aconteceram na nossa vida no entretanto e a escrita teve de ficar um pouco de parte. Mas esperamos que agora, nem que seja pelo menos uma vez por mês, a gente consiga um tempinho para assentar as ideias que temos para vos mostrar como esta história vai terminar. Bem, posso dizer-vos que a minha reação inicial para a Sahh foi "QUERO MAIS"! E quero! Tinha umas saudades enormes de escrever neste projecto e agora que ela conseguiu finalmente continuá-lo, eu também já o posso fazer ^^ E o Sasuke, han? Safadinho, a ir-se meter na casa da Sah :P Vamos ver no que isto dá no próximo Capítulo eheh. Até lá o/