Notas iniciais
Mais um capitulo, espero que perdoem a demora, e que gostem, vão notar uma grande diferença da escrita desse para os anteriores, mas é que eu meio que evolui como autora nesses 4 meses de hiatus, e com as férias aí, mesmo sem o apoio da linda Elle, eu pretendo finalizar a fic... Beijos e até o próximo que será postado amanhã.

Sara estava jogada em sua cama de qualquer jeito, desde que saíra do shopping não conseguia parar de chorar, ela até entendia o envolvimento de Gil com Hetler, mas Morgan? Aquilo era uma traição. Estava magoada duplamente.

– Sara? – a mãe da morena surgiu na porta.

– Quero ficar sozinha. – disse ainda soluçando devido às lágrimas.

– O que aconteceu?

– Não aconteceu nada, me deixe em paz! – gritou.

– Olha como fala comigo. – repreendeu a senhora Sidle num tom ameaçador.

– Desculpe mãe, posso ficar sozinha? – a morena não queria brigar, mas também não queria ver ninguém naquele momento, só chorar.

– É algo com seus amigos?

– Não. – mentiu.

– Tudo bem, se precisar de mim, estarei lá embaixo, ok?

– Esta bem.

A mulher deixou o quarto, e Sara voltou a sua lastima.

(...)

Não muito longe dali outra pessoa também se lamentava, essa pessoa era Greg. O loiro havia ficado com Ellen, mas já se arrependia amargamente, não só pelas várias ligações no último minuto, mas porque sentiu que estava usando a menina.

Ele voltou para casa, mesmo querendo só voltar para seu quarto e deitar em sua cama, seu avô lhe passou um tremendo sermão, Greg pensou em discordar e discutir, mas decidiu que era melhor deixar como estava quanto mais rendesse assunto, mas o velho ia falar.

– Vá já para o seu quarto! – ditou o senhor com as bochechas vermelhas de tanta irritação.

“Obrigado” pensou o rapaz em pensamento.

Greg chegou a seu quarto e foi direto para o banheiro tomar um banho, tirou as roupas depressa e entrou debaixo da agua quente, se deixou relaxar.

Foi quando começou a se lembrar de Gil e Morgan no shopping, dá raiva que sentiu, e que novamente sentia.

Será que estava com ciúmes? A pergunta pairou em sua mente.

– É claro que não. – falou para si mesmo.

Terminou o banho e foi se deitar, desejando pegar logo no sono, para aquele dia acabar rápido.

(...)

Gil estava no meio de uma discussão. Com quem? Hetler. Os rumores de que Gil estava com Morgan se espalharam rápido, tomando proporções que ele não podia imagina. Se amaldiçoava pelo momento em que concordou com aquela loucura, deveria ter imagina... Deveria.

– Você é só mais um idiota, eu achando que você era diferente... – a moça já quase chorava, enquanto vociferava tudo que estava em seu coração.

– Quer saber? Se você prefere acreditar em boatos que em mim, eu não vou ficar aqui ouvindo merda. – o rapaz disse levantando a sua voz, e surpreendendo a outra.

Também chamou a atenção de algumas pessoas que passavam na rua. Estavam parados próximo a porta da casa de Gil.

– Porque esta gritando?

– Porque você esta gritando? – disse já com o tom mais ameno. – Escuta eu não posso ficar com alguém que não acredita em mim.

– Todo mundo viu você no shopping com ela.

– Dando as mãos? – seu tom agora era de quase deboche.

– Você é meu namorado, tem que segurar só a minha mão. – disse a ruiva gesticulando muito enquanto falava.

– Não sou mais. – ditou o rapaz seco.

– O quê?

– Você ouviu, me desculpe por te fazer perder tempo, mas se for pra ser desse jeito, eu prefiro que não seja de jeito nenhum.

– Esta falando sério? – a moça já estava muito próxima de começar a esmurrar Gil.

– Tenha uma boa noite! – disse ele dando costas.

Deixando para trás uma moça confusa, irada e frustrada.

(...)

Catherine ou Cath para os mais próximos tinha os braços envolvidos em volta do pescoço do pai, agradecia um milhão de vezes e despejava beijos em seu rosto.

– Calma, calma... – o homem sorria com o ataque de afeto da menor.

– Obrigada... Obrigada! – a menina continuava.

Sr.Willonws havia pensado no que o moreno dissera, e de fato não queria que sua filha o odiasse, e mesmo que não gostasse do rapaz tinha que admitir ao menos para si mesmo, que admirava a coragem do rapaz.

– Eu vou poder namorar Warrick? – questionou a loira, se dando conta de que nem tudo era flores.

– Eu pensei sobre isso, e percebi que já que não vou te mandar para lá, terá que namorar sério e trazê-lo para dentro de casa, feito?

– Feito. – a loira soltou um gritinho e começou a pular novamente.

Notas finais
Espero que tenham gostado, até amanhã. Se puder, deixe o seu sinal de vida em forma de comentário.