Aposta Perfeita

2 Aposta Perfeita - POV Freddie


Notas iniciais
demorei eu sei.
mas aqui está.
em 5,4,3,2,e...

POV Freddie

Estávamos eu, a Carly e a Sam no estúdio nos preparando para fazer mais um iCarly.

Sam e a Carly estavam olhando para o teto enquanto o eu terminava de arrumar a minha ilha de edição.

– Vou precisar trocar todos os cabos, ou então teremos problemas. – falei.

– Eu não ligo. – Sam falou sem animo.

É engraçado que, apesar de termos ficados mais próximos, velhos hábitos nunca morrem.

– Carly eu já volto. – falei fingindo está lhe ignorando.

– Não demora, o iCarly começa em 30 minutos. – Carly falou.

Fui rapidamente até em casa pegar os cabos necessários.

Não demorei muito e logo já estava no apartamento da Carly novamente.

Escutei Sam e Carly conversando.

– Isso está muito chato. – Sam falou.

– É verdade! Nem mesmo o Freddie quer brigar com você. – Carly respondeu sem vontade.

– Ele é um Mané. O que você esperaria dele? – Sam perguntou.

Decidi entrar nessa hora.

– De quem? – perguntei fingindo não saber da conversa enquanto entrava no estúdio.

– De você. – Sam falou.

– O que eu fiz dessa vez? – perguntei em um tom cansado enquanto bolava um plano na minha cabeça.

– Nada de mais, só estávamos falando que você não é nada interessante. – ela mentiu, mas eu sabia que era só para me irritar. Eu odiava que mexessem com o meu ego.

– Isso não é verdade Sam. – falou Carly.

– É claro que é Carly. Nenhuma menina em sã consciência ficaria com Freddie. – Sam falou irônica.

– Pois eu aposto que você ficaria. – falei no mesmo tom.

– Como assim “aposto”? – Sam perguntou nitidamente confusa.

- Por favor, não apostem nada. – falou Carly com a voz chorosa.

– Eu quero que ele fale Carly. Me diz logo que aposta é essa Freddie. – Sam me encarava como se quisesse me matar.

– Desisto. Só não se matem. – Carly falou e saiu do estúdio.

– Agora fala seu nerd. – Sam disse e o tom de ameaça estava explicita.

Terminei, em alguns segundos, de elaborar um plano muito arriscado.

– Você disse que nenhuma garota iria ficar comigo, certo? – perguntei.

– Sim. E dai? – ela perguntou confusa.

– Eu aposto como eu faria você me beijar. – falei e sorri.

– E como você acha que conseguiria isso? – perguntou incrédula.

– Fácil. Você e eu vamos ficar por cinco minutos inteiros com as testas coladas, duvido você não querer me beijar. – meu sorriso de superioridade aparecerá quando eu falei isso.

– Eu não vou fazer isso. – ela disse e começou a andar nervosamente pelo estúdio.

Decidi jogar minha última cartada.

– Está com medo Samantha? – perguntei debochado. Sabia que ela odiava quando a chamava pelo nome inteiro.

– Não me chame de Samantha. E o que o perdedor vai ter que fazer? – ela me perguntou totalmente irritada.

– O perdedor fará o que o vencedor quiser depois. – falei.

– Então, prepare-se para perder. – ela falou se aproximando.

Eu realmente não sabia como reagir a partir de agora.

Bem, se ela não me beijasse provavelmente eu a beijaria e isso não poderia acabar nada bem.

Ela se sentou me aproximei dela me sentando ao seu lado e depois colei nossas testas.

– Contando. – falei e parecia que ela havia parado de respirar.

Comecei a ficar totalmente nervoso.

– Quanto tempo passou? – ela me perguntou e seu hálito cítrico me deixou meio tonto.

– trinta segundos. – falei e respirei fundo para ver se melhorava.

Ela às vezes encarava meus olhos, às vezes encarava meus lábios.

Para não cair em tentação resolvi morder meu lábio inferior, mas parece que nem isso estava resolvendo.

– Não está sendo tão difícil. – ela falou pesadamente.

E novamente seu cheiro cítrico me inundou.

O hálito dela refletia muito bem quem era ela.

Nem todos gostavam ou sabiam apreciar, mas eu realmente amava.

Respirei fundo para controlar meus pensamentos.

– É você quem diz isso. – falei.

– Quanto tempo? – perguntou.

Por que será que ela tinha necessidade de ficar conversando comigo a cada segundo?

Somente isso já não era tortura suficiente?

Já estava quase a beijando, mas tinha que me controlar.

– Dois minutos. – falei.

– Já se passaram ou ainda faltam? – ela perguntou e parecia nervosa.

– Se passaram. – respondi e voltei a morder meu lábio inferior com um pouco mais de força.

– Por que isso está levando uma eternidade? Eu não agüento mais isso. – a voz dela saiu muito baixa, parecia que ela não conseguia respirar.

– Então termine logo com isso. Eu sei que você deseja isso tanto quanto eu. – falei no mesmo tom. Eu sabia o que eu queria e esperava que ela quisesse o mesmo.

– O que você tanto deseja? – perguntou em um sussurro.

– Um beijo. – sussurrei também.

Eu já estava me preparando para um tapa, mas ela não o fez.

Ela colocou a mão em minha nuca me puxando para um beijo possessivo.

Correspondi o beijo imediatamente mesmo surpreso.

Meus sentidos iam sumindo conforme o seu hálito me invadia.

Qual é meu nome mesmo?

Coloquei minha mão em sua cintura e a puxei para mais perto.

Logo, meus pulmões exigiam ar de uma maneira inexplicável.

Qual era o problema deles?

O oxigênio era algo totalmente desnecessário quando se está beijando a Sam.

Nós separamos depois de darmos leves selinhos.

– Perdi. E agora, o que você quer? – ela me perguntou. Nossas testas ainda estavam coladas e eu respirava com dificuldade, assim como ela.

– Você quer ser minha namorada? – perguntei com um sorriso.

– Eu adoraria, mas eu não quero que você pense que é só por causa dessa aposta. – falou olhando em meus olhos.

Ela realmente achava que eu queria namora-la por causa dessa aposta?

– Mas isso não tem nada haver com a aposta. – falei calmo.

– Como assim? – perguntou confusa.

– O que eu quero da aposta é que você me ajude a arrumar os cabos. – falei dando de ombros.

– Por favor, Freddie. Eu não quero. – ela falou com preguiça.

– Vamos Puckett, você perdeu a aposta. E quanto a outra pergunta? – perguntei a olhando de maneira sugestiva para ela saber de que eu falava.

– A resposta é sim, mas não gosto do que você está me obrigando a fazer, mas como eu cumpro minha palavra. – disse indo em direção a minha mesa de edição.

– Mas antes isso. – falei a puxando para mais um beijo totalmente intenso.

Escutamos alguém tossindo e nos separamos.

– O que aconteceu aqui? – perguntou nossa amiga surpresa.

– Nada, só estou ajudando meu nerd a arrumar os cabos. – Sam falou me puxando até a mesa de edição.

– Tudo bem. Quem perdeu a aposta? – Carly perguntou agora mais relaxada.

– Eu, mas ganhei algo mais importante. – Sam disse me dando um selinho e voltando a me ajudar.

Carly pareceu pensar um pouco.

- O que realmente aconteceu? – Carly gritou parecendo que só agora havia caído a ficha.

Sam se afastou, me deixando sozinho para arrumar os cabos, para explicar tudo a morena.

Eu sabia que isso ia acabar sobrando para mim, mas mesmo assim estava feliz.

Se eu soubesse haveria feito essa aposta antes, pois essa realmente é uma aposta perfeita.

Notas finais
... e corta!!!
R
E
V
I
E
W
S
?
?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!