Notas iniciais
Esta fic... é praticamente um desejo meu...! (Risos) Não quero parecer psicopata, mas é verdade... queria viver a fio da morte em um apocalipse zumbi!

Acabei de acordar nesse chão duro e frio de madeira velha, esta escuro, a pouca luz que existe aqui vem da lua, estou anotando tudo nesse caderninho, como diz nas instruções, isso tudo é muito estranho, confesso que estou com muito medo, este caderno todo preto estava ao meu lado no chão, ele veio junto com uma folha avulsa. Nela estava:

Procure na casa, tudo o que vai precisar, e o que lhe interessa, porem, te recomendo não levar muito peso com você.

Escreva cada momento da sua vida a partir de agora nesse caderno. Isso é importante.

Tenha uma boa morte. Ah! E uma dica, Mate para não morrer.

Tenha um bom show!

Isso me deixou com mais frio do que já estava, não estou entendendo nada. Tem um calendário na parede, que esta como um circulo vermelho bem forte, indicando dia 10 de outubro, de... 2023!

O que me deixa mais apavorado, é que estou com um aspecto corporal... de adulto! Até onde eu lembro, eu era um adolescente normal de 15 anos de idade, mas, agora estou em um corpo de um adulto, e pelos meus calculos tenho 25 anos de idade. Não parece que estou muito tempo nessa casa, no chão, porque estou em um bom estado. É como se alguém tivesse cuidado de mim enquanto eu estava em um coma de 10 anos, e me jogado aqui hoje, porque sabia que eu iria acordar hoje. Não faz nenhum sentido.

Bom, como diz na folha avulsa, eu vasculhei a casa atrás de algo que eu precise. Eu encontrei uma faca de mais ou menos 27 centimetros, uma garrafa de água de 600ml, uma pistola calibre 380, como dizia no papel junto com uma caixinha de munições. Aquilo me deixou apavoradissimo, até agora estou pensando, o que vai acontecer, e para que todo esse equipamento. Também encontrei uma roupa protetora tipo de exército. Na ora eu a vesti.

Aqui tem uma mesinha onde estou escrevendo, a luz da lua esta iluminandoa estratégicamente, mas logo ira se mover com o tempo. Eu fiquei um bom tempo analisando este comodo, sem coragem de olhar pelas janelas. Até que para meu azar encontrei outro bilhete pendurado na parede, eu só pude velo com o tempo, porque foi quando a luz da lua que vinha de uma pequena janelinha alta iluminou a parede. Não tinha como me deixar com mais medo. No bilhete dizia:

Vá até a janela circular, ela tem uma espécie de apoio do lado de fora, nele você irá encontrar um óculos de visão noturna.

Uma dica. Se você não agir como humano, tem mais chances de sobreviver. Tire "vidas" para ficar vivo.

Eu não entendi o porque a palavra vidas estava entre aspas, mas tinha certeza de que era uma coisa muito ruim. Fui até a janela, encontrei os óculos com meu rosto sendo molhado pela forte garoa. Pelo menos o som dela me acalmava. O primeiro local para onde olhei foi para a escuridão da rua de terra, que agora eu podia enxergar. Me senti feliz por um tempo, quando avistei um homem de pé na chuva, porém a minha felicidade durou muito pouco quando percebi que ele estava com um arco na mão e uma grande quantidade de flechas presas em suas costas. Era impossivel ele ter feito isso sozinho, e era mais impossivel ele estar em pé depois disso. Não conseguia ver seu rosto mas, ele parecia estar mal, tonto, ou bêbado. Mas não importava, eu tinha que descer e ver se estava tudo bem com ele.

Quando cheguei lá em baixo, gritei para chamar a atenção, estava a uns 6 metros dele, mas ele só fez um barulho estranho, quando andei mais um metro em sua direção lentamente ele jogou o arco em minha direção e veio pra cima de mim parecendo um cachorro. Não pensei duas vezes em puxar a faca e ameaçalo, ele não pareceu se intimidar, eu estava com a faca na minha frente me protegendo. Não sei porque, mas ele se jogou em cima dela como se não estivesse entre nós, mas não parou aí, ele continuou querendo pegar minha cabeça com as mãos e não parava de mostrar os dentes rosnando. Não queria fazer isso... Mas criei coragem, dei uma rasteira nele, e o esfaquiei desesperadamente, em todos os lugares, mas parecia que nunca iria morrer, até que finalmente acertei sua nuca e todos seus movimentos cessaram.

Eu estava tão apavorado, que meu corpo estava querendo parar tudo, comecei a cambalear, ficar muito tonto. Mas tive forças para pegar o arco para minha coleção de armas, e com um pouco de dificuldade e nojo tirei as flechas do homem morto, andei pela rua de terra sem destino, quando vi a silhueta de alguém vindo em minha direção, não tinha muita força nem vontade de tentar falar, estava cambalendo muito, então só consegui fazer um som parecido com os sons que os bêbados normalmete fazem, tipo um "ahhm". Mas isso só fez a silhueta se aproximar mais rapído e me dar uma pancada me fazendo desmaiar de uma vez.

Notas finais
Acabei de arrumar...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.