Notas iniciais
Meus caros e amados leitores lindos do meu coraçãozinho (Dii essa eu lembrei de vc)... Eu sei que fiquei de postar até ontem mais um capítulo, mas como vocês puderam notar não deu, tive a volta de game of thrones e jantar alemão com meu amado, então sobrou pra hoje mesmo... Espero que gostem e boa leitura! ^^

– Wendy! — disse pegando a pequena nos braços e a apertando – Finalmente esse insensível te trouxe na minha casa.

– Oi tio Myst, pois é, nem eu sabia que viria aqui hoje.

– Que bom que você veio, venham estou assando uma carninha pra uns amigos aqui nos fundos.

– Mystogan, que história é essa? Você não ia estar sozinho?

– Eu ia, mas não pude resistir, muita gente estava com saudade da Erza, e sabendo que ela viria aqui mais tarde eu...

– Sua língua quilométrica atacou de novo? Como eu não estou surpreso por isso.

– Não fica bravo Jelly, o tio Myst deve ter feito isso com a melhor das intenções – dizia a pequena grudada a ele.

– Tudo bem Wendy, mas não se deixe enganar por esse aí, ele sempre tem algum plano maquiavélico em mente.

– Olha o julgamento que você faz de mim em frente a menina Jellal – Dizia se fazendo de ofendido – Venham, vamos logo ou aqueles fominhas vão comer tudo.

Jellal e Wendy seguiram Mystogan até os fundos da enorme casa, onde encontraram poucas pessoas perto da churrasqueira que ficava de frente à piscina.

– Wendy, se você quiser nadar fique a vontade, esse lado aqui é mais raso e eu acho que dá pé pra você querida.

– Obrigada tio Myst, mas eu acabei de voltar da natação e...

– Que bom, agora aqui você vai conseguir me mostrar o que aprendeu hoje, mas se você não quiser nadar tem um balanço ali naquela arvore, pode brincar.

– Obrigada tio. – disse sorrindo e indo até o balanço.

– Você está mimando a minha filha.

– E você ainda não viu nada – sorria diabolicamente – Vem, o pessoal estava esperando você chegar.

– E aí pai do ano! – disse um moreno cheio de piercings.

– E aí cara do amando novamente!

– O fã de escarlate chegou.

– Muito engraçado, Gajeel, Gray, Laxus... Estou surpreso que o Natsu não fez nenhum comentário.

– Eu não preciso comentar, deixe só eles verem esse chupão que a Erza deixou em você que já vai ser o suficiente pra mim.

– O que? A ruiva já voltou assim, toda selvagem? O que você fez garanhão? – Dizia Laxus enquanto bebericava a sua cerveja.

– Isso foi um pequeno deslize que nós cometemos dentro do carro, um adorável deslize – ele sorriu com a lembrança – E por favor, parem com os comentários de pai perto da Wendy.

– Por que?

– A Erza ainda não contou pra ela e me fez prometer que não contaria.

– E onde está a mini-titânia?

– Ela está ali no balanço – falou apontando para a filha – Ela não é linda?

– Faltou o apelido de bobo apaixonado, quem se esqueceu dessa?

– Cala boca Gajeel, e obrigado.

– Obrigado pelo que?

– Por me colocar de padrinho de casamento com a Erza, isso já vai me servir de grande empurrão, estou te devendo essa.

– Então fique devendo pra baixinha, foi ideia dela colocar vocês dois de padrinhos, ela me disse alguma coisa sobre querer ver vocês juntos como antigamente, e que a Erza merecia ser feliz, mesmo que fosse com você.

– Vou fazer uma estátua da Levy e vou colocar na frente da sua casa.

– Pra que eu quero uma estátua da baixinha se eu já tenho ela em carne e osso?

– Não sei qual dos dois é mais bobão quando se trata de mulher?

– Laxus – disseram os quatro juntos rindo.

– Oe eu não sou assim com a Mira.

– Não, é pior.

– Olha quem fala, o Natsu parece um cachorrinho pra “Luce”, mas não chega a ser pior que o Gray-sama kkkkkk.

– Ei, eu estava quieto aqui – dizia o moreno já sem camisa – E Jellal eu sei que a brincadeira tá legal, mas e minha irmã?

Ele suspirou – Vamos mesmo falar disso agora?

– Quer saber? Tô nem aí, que a Ultear se exploda também, ela nunca demonstrou nenhum afeto por mim ou pelo Lyon desde pequenos.

– Ainda bem que nós não somos irmãos assim não é Jellal – dizia o azulado – Bom, mas e aí, quando a Erza vai chegar?

– Mais tarde, ela disse que sairia para comprar um vestido com a Lucy e passaria em casa para tomar banho e depois ela viria pra cá com a Lucy.

– Xiii foguinho, se prepara que a dona encrenca está chegando.

– Que eu saiba a Mira também iria vir pra cá, eu meio que pedi pro Mystogan deixar escapar isso pra ela.

– O papo está bom, mas eu vou ver se a Wendy quer alguma coisa, ela parece bem cansada – Jellal dizia se distanciando e chegando perto da filha, que estava se balançando sem muito ânimo – Está com fome?

– Jelly... Hum acho que estou com um pouquinho de fome sim, mas estou com vergonha, tem muita gente ali e aquele loirão alto e aquele cara cheio de pregos na cara me assustam um pouco.

– Ei, não fique tímida, esses caras tem aparência assustadora , mas são um bando de bobões, vamos pegar algo pra você comer e depois podemos assaltar a geladeira do Mystogan, eu sei que ele não vive sem comer doces.

– Sabia que você é o cara mais legal do mundo Jelly?

– Sério? Mas como você pode dizer isso se a gente se conhece a tão pouco tempo?

– Não sei, mas eu sinto como se já te conhecesse a muito tempo e também você faz a minha mãe feliz, e eu gosto de vê-la assim.

– Eu também – disse estendendo a mão – Vamos, quero te apresentar aqueles encrenqueiros amigos meus e da sua mãe.

Jellal caminhou calmamente até os outros e não se surpreendeu quando os mesmos pararam o assunto quando o mesmo chegou, sem dúvidas estavam falando dele.

– Wendy, esses aqui são o Laxus, Gajeel e Gray, eu acho que o Natsu você já conhece.

– Oi Wendy tudo bem? – dizia o Gajeel tentando parecer simpático.

– Oe mini-titânia.

– Olá... Err, por que mini titânia? Não entendi.

– Nós chamávamos a sua mãe de titânia, por que aquela ali quando ficava nervosa ninguém conseguia deter a fúria daquela mulher.

– Ahhh... então como o Jelly virou o melhor amigo da minha mãe?

– Essa eu respondo – gritou Mystogan perto da churrasqueira -Eles se conhecem desde pirralhos, desde o dia em que o Jellal pulou o muro do orfanato pra não estudar e foi para o parque, aí por obra do destino ele e a Erza se conheceram e viraram inseparáveis, o Jellal fugia sempre que dava pra poder ver a Erza, bom até nós sermos adotados por que depois ele não precisava mais fugir.

– Vocês moravam em um orfanato? Mamãe nunca me disse...

– Nós perdemos nossos pais em um acidente domestico então desde os quatro anos eu e o Jellal fomos parar em um orfanato.

– E vocês não tinham mais ninguém? Uma vó ou uma tia?

– Os nossos pais eram filhos únicos de ambos os lados e os nossos avós paternos não nos queriam, diziam que era nossa culpa o acidente.

– O que aconteceu? Que acidente foi esse? – a pequena prestava a máxima atenção.

– Foi um incêndio que começou no nosso quarto através de um abajur com defeito e que acabou espalhando o incêndio pela casa toda, apenas nós dois saímos vivos.

Wendy silenciosamente abraçou Jellal e se grudou no pescoço dele, começando aos poucos um choro contido.

– O que houve princesa? Por que está chorando? – ele voltou seu olhar para o irmão – Eu vou te matar por fazer a menina chorar Mystogan.

– Eu sei como é difícil crescer sem uma família por perto, e deve ter sido muito ruim crescer sem a mamãe de vocês, eu nem consigo me imaginar sem a minha.

– Calma princesa, já passou, olha só, como o Mystogan disse nós fomos adotados, mais ou menos quando fizemos seis anos, um casal muito bondoso nos adotou por que não podiam ter filhos e nos amaram muito.

– Mas aquele dia o seu pai não parecia nada bondoso, ele ficou brigando com a minha mãe.

– Eu sei que ele é um pouco ranzinza agora, mas quando a mulher dele, a quem nos consideramos nossa mãe ainda morava com a gente, ele era muito diferente, ele era muito bom pra gente assim como ela.

– E como ela era?

– Eu tenho uma foto aqui – dizia o Mystogan se aproximando enquanto pegava a foto na carteira – Olha Wendy, essa aqui é a Mavis, a nossa segunda mãe.

– Nossa! Ela tinha uma cara de novinha, parece uma criança.

– Ela era incrível, deve ter fugido de desgosto estando casada com aquele babaca do Zeref – disse Erza chegando de surpresa – Espero que não se importem, a Lucy disse que já podíamos ir entrando e então eu entrei.

– Mamãe! – a pequena correu até a ruiva e a abraçou – Mamãe o Jelly e o tio Myst estavam me contando a história deles.

– Aé? Que história? – Ela olhava desconfiada para os rapazes.

– Sobre a nossa infância, foi ela quem pediu pra contarmos, tudo começou quando ela descobriu seu apelido de titânia.

– E aposto que quem soltou esse apelidinho foi o Laxus, ou estou enganada? – disse olhando para o loiro.

– Também é bom te ver ruiva.

– E posso saber por que a minha filha ainda está de maiô?

– ERr.. Era pra ela ter trocado e roupa?

– Claro.

– Tá, eu nem me liguei nisso, estava conversando com a Juvia por causa das mensalidades dela... E falando nisso, agora ela tem três aulas por semana.

– Como é? Eu não posso pagar por três aulas Jellal, você está louco – disse já se exaltando.

– Não, e quem vai pagar sou eu, não se preocupe.

– Eu não te pedi pra pagar nada.

– Não precisa, eu faço questão e falando nisso – ele se virou pro moreno que bebia tranquilamente enquanto observava a discussão – Gray a sua mulher está cobrando aquelas aulas baseada em que? Ô mulherzinha que gosta de enfiar a faca.

– Ei não me meta na briguinha de vocês, a Erza está ai a sua disposição para o arranca rabo à vontade.

– Eu não vou brigar com ela pelos preços absurdos da sua mulher.

– Se está reclamando é só não pagar, eu estava bem pagando apenas uma aula por semana.

– E você Erza, não me esconda mais nenhuma conta ouviu bem?

– Quer também as minhas contas do anticoncepcional?

– Se for para nos prevenirmos eu faço questão de pagar essa também, apesar de preferir que você não os tome, quem sabe assim nós aumentamos a família – sorriu sacana.

– Mamãe, você e o Jelly vão me dar um irmão?

– Não.

– Sim – respondeu Jellal.

– Como é? Sim ou não?

– É Erza, por acaso você não quer ter um filho comigo?

– Quando eu tinha quinze eu achava que queria, hoje acho isso burrice.

– Vem cá, vocês vão continuar lavando roupa suja na nossa frente e depois sair se agarrando como faziam antes? Se for, a gente leva essa pequenina aí pra dar uma volta enquanto vocês usam a cama do Mystogan.

– Por que a minha cama Gajeel?

– Você é o dono da casa, a sua cama deve ser a maior, obvio.

– Eu não vou me agarrar com ninguém ouviram?

– Mas já se agarrou não é? Essa marca roxa no seu pescoço diz tudo Erza – disse Gray segurando o riso.

– Jellal você tem três segundo pra correr antes que eu te mate.

– E por que eu tenho que correr? Eu não disse nada.

– Mas deixou essa coisa em mim... Três...

– Ah Erza relaxa...

– Dois...

– Erza... Ei...

– Um...

Antes mesmo que Jellal pudesse raciocinar já se via correndo da ruiva que estava logo atrás dele. Ele corria em volta da piscina, a todo momento tentando se distanciar de Erza, coisa que não estava acontecendo, até o mesmo acabar escorregando e a puxando consigo para dentro da piscina.

Continua...

Notas finais
Comentários? E essa piscina? E esse povo todo de onde surgiu? Onde estão as mulheres desse bando de cuecas? Até o próximo, que é logo logo.... Beijos.