Notas iniciais
Oi Gente linda! Bom, está aí mais um capítulo fresquinho... Bom, como eu já tinha mencionado antes, estou fazendo o que u posso para tornar a fic semanal, pois bem, ainda preciso me organizar melhor e logo logo eu vou ter um dia certo na semana para as postagens! Estou adorando os comentários, não parem! Boa Leitura ^^

– O que houve com a Wendy? E como assim “estamos indo”? Eu não vou a lugar algum com você.

– Erza, a menina está passando mal, foi tudo que eu entendi, eu sei que não a conheço, mas estou preocupado pois eu nunca passei por isso antes, é novo pra mim.

– Ok, repita exatamente o que a Lucy te disse.

– Ela disse que ela encheu a menina de besteiras e que agora ela está se sentindo mal.

– Sabia que não era uma boa ideia deixar a Wendy com a Lucy por muito tempo – ela suspira se levantando – Bom, mas como essa não é a primeira vez e nem vai ser a ultima... Tenho que ir.

– Eu vou com você.

– O que?

– Eu. Vou. Com. Você. – disse pausadamente e já caminhando ao lado da ruiva.

– Se eu te matar será que você desiste?

– Não, volto para te assombrar e espiar você no banho.

– Cretino.

– Teimosa.

– Olha, vou te deixar ir comigo, mas se você ousar dizer alguma coisa para Wendy, eu juro que te mato.

– E o que eu poderia dizer a ela? – disse se fazendo de desentendido.

– Que você é o pai dela – a ruiva dá um longo suspiro – Sabe Jellal, eu passei todos esses anos cuidando e protegendo a minha filha de você, então não pense que de uma hora pra outra você vai poder se transformar no pai dela, por que não é assim que a banda toca.

– Eu entendo, sei que não deve ser fácil em uma hora não ter o pai e na outra ele estar lá, te juro que farei as coisas com calma, mas não abro mão de que ela saiba que eu sou o pai dela.

Erza olhou atenta para o azulado a sua frente e incrivelmente ela acreditava em suas palavras, não sabia o porquê, mas algo dentro de si queria acreditar em Jellal de novo enquanto a outra parte queria desesperadamente pegar a sua filha e sumir no mundo novamente para não ter que encará-lo.

Os dois foram silenciosamente até o prédio do outro lado da rua, onde subiram para o escritório da loira. Assim que adentraram, encontraram a pequena azulada com as mãos sobre a barriga deitada no divã que havia no escritório, enquanto Lucy estava do lado da mesma com um copo d’água, e agora, olhando atônita por presenciar que o azulado adentrava junto de sua amiga.

– O que você fez com a minha filha Lucy? – perguntou, ou melhor, berrou – O que você tem na cabeça?

– Desculpa Er-chan, nós nos divertimos tanto e não pensei que a Wendy pudesse passar mal, nós nem comemos tanta bobagem assim.

– Depois vemos isso, e você amorzinho da mamãe? Como está se sentindo? Onde dói? – disse se sentando e colocando a cabeça da filha no colo.

– Estou com dor de barriga, eu acho que foi aquele churros com brigadeiro e granulado e pedacinhos de castanha que me fez mal.

– Agora que você falou Wendy – disse Lucy já ficando esverdeada – Com licença, preciso ir ao banheiro, urgente! – disse saindo correndo.

– Eu acho que a Lucy também deve ter comido desse churros... – se pronunciou o azulado pela primeira vez – Coitado no Natsu, vai ter uma doida como esposa.

– Tio? – disse a pequena o olhando – Oh é você mesmo.

– Tio? De onde você o conhece filha? – perguntou a ruiva desconfiada.

– Ele estava conversando com a tia Lucy na porta da escola hoje.

– Hum... E espera aí, que papo é esse de o Natsu ter uma esposa doida? Ele te disse algo?

– Eu só sei que a aliança ele já tem, parece que quer fazer o pedido no aniversário dela.

– Isso é sábado... Caramba! A Lucy está sozinha, ela deve estar vomitando litros no banheiro, preciso ajuda-la– disse se levantando e indo atrás da loira, esquecendo-se completamente da filha.

– Erza... Sua mãe é uma cabeça de vento mesmo, como pôde te deixar aqui neste estado?

– Não se preocupe tio, ela é maluquinha assim, mas é a melhor mãe do mundo, já já ela volta toda arrependida e chorando feito boba.

– E como você está se sentindo princesa?

– Tô um pouco melhor, ver a mamãe agir engraçado me faz sentir bem.

– Quer algum remédio pra passar a dor na barriga?

– A tia Lucy já me deu, ela disse que daqui a pouco ia fazer efeito.

– Você é a cara da sua mãe sabia? – disse ele sorrindo ao se recordar – a diferença entre vocês é apenas a cor do cabelo e a teimosia, acho que a Erza tem isso de sobra e um pouco mais.

– Sério? Sempre me disseram que eu parecia meu pai, mas como eu não sei como ele é, eu não posso dizer que é verdade... Queria muito ter visto a mamãe quando pequena, ela devia ser mais engraçado que agora – disse sorrindo.

– Quer ver uma foto da sua mãe quando ela era mais nova? Não é exatamente quando ela era da sua idade, mas...

– Você tem? Eu achava que ninguém tinha.

– Eu tenho – disse se aproximando da pequena e sentando-se ao seu lado no divã e depois pegou sua carteira e de lá tirou duas fotos – Olhe, essa de cabelos escarlates é a sua mãe.

– Nossa, a mamãe era linda – os olhinhos da pequena brilhavam – Quem é esse abraçado com ela? É você?

– É sim, nós dois éramos inseparáveis.

– E que aconteceu?

– Ela se mudou daqui, e nunca mais nos falamos.

– Hum... – resmungou cabisbaixa – Sabe a mamãe não gosta que eu fale disso por que toda vez que eu falo, ela fica triste ou irritada, mas você sabe quem é meu pai?

– Wendy... – o azulado não sabia o que responder e dissera a ruiva de que não contaria nada para a pequena, pelo menos por enquanto – O que você faria se descobrisse quem é seu pai?

– Eu? Hum... Eu acho que chutaria a canela dele e diria para nunca mais chegar perto da mamãe, que eu odeio ele por ter feito a minha mãe triste e perguntaria para ele por que ele nos abandonou?

– Entendo... Sabe, e se seu pai não for uma pessoa ruim, e se entre ele e sua mãe tivesse acontecido um mal entendido e eles tiveram que se afastar, de que não foi culpa dele?

– Mesmo assim, se ele gostasse da mamãe e de mim, ele teria ido atrás de nós em qualquer lugar, teria feito de tudo para ficar com a gente, mas ele não fez.

– Você não daria uma nova chance pra ele? Quem sabe ele queira te conhecer?

– Para que eu goste dele tio, ele vai ter que fazer a minha mãe gostar dele de volta primeiro, não quero ela triste por minha causa, nunca, ela é tudo que eu sempre tive desde que nasci, ela é a minha única família.

– Sabe Wendy, a sua mãe também é tudo pra mim, ela é meu passado mais feliz.

– Sério? Você e a mamãe eram tipo, super amigos?

– Éramos, e eu quero ser seu amigo também, você deixa?

– É claro tio! – disse sorrindo – Mas eu não lembro seu nome, é esquisito.

– É Jellal.

– Posso te chamar de Jelly como a tia Lucy? É mais fácil de lembrar.

– Pode me chamar como quiser.

– Hãhãn... Estou interrompendo algo? – disse a ruiva séria olhando para os dois, que pareciam estar se dando muito bem.

– Não está interrompendo nada, eu apenas estava dizendo para sua filha que ela se parece muito com você.

– É mesmo mamãe, olha só as fotos suas que o Jelly me mostrou –disse estendendo as fotos para a ruiva.

A ruiva olhava para as fotos paralisada, ela nem mesmo se lembrara da existência das mesmas, muito menos que o azulado as carregara consigo e se as carregava o porque ele fazia isso. Em uma das fotos era dela pequena, com uns seis anos de idade ao lado dele e de mais alguns amigos de ambos, e na outra era deles quando começaram a namorar, onde o azulado a abraçava pela cintura.

– Eu não me lembrava delas...

– Eu sempre as carrego comigo, elas nunca saíram daí, exceto uma que eu tenho em minha casa.

– Não acredito que ainda as tem, faz tanto tempo.

– Se você quiser, eu tenho mais algumas em casa, pode ir lá ver, leve a Wendy, acho que meu irmão iria adorar conhece-la.

– Eu nem mesmo perguntei como está ele, faz tanto tempo que não vejo o Mystogan.

– Ele está bem, mas quem não para de perguntar para Lucy sobre você é a Levy, ela vai se casar no próximo mês e ficava imaginando se conseguiria te encontrar para convidá-la para ser uma das madrinhas.

– Ela vai se casar? Com quem?

– Vamos falar disso lá em casa, eu convido você e a Wendy para jantarem hoje comigo.

– Nós não...

Continua....

Notas finais
E aí? Será que a nossa Er-chan vai parar na toca do inimigo ou não? Jelly está apressadinho demais com a Wendy? Opinem, e façam uma autora feliz.