Apesar de Tudo
10 Capítulo 10
Notas iniciais
Miiil desculpas pela demora, eu não queria ter demorado taanto pra postar (se eu pudesse, tinha postado no outro dia...), mas o capítulo não tava pronto, e eu estava simplesmente travada, mas aqui está! :D
Então, agora só tem mais o epílogo e cabô.. :S
Porém, nada temam, eu estou começando a escrever outra fic, e vocês podem fazer pedidos, estejam a vontade. Eu só não garanto que saia rápido... xP
Então, muito obrigada por todas as reviews! Vocês são umas lindas!
Boa leitura!
No último dia das provas finais eu já não agüentava mais fazer prova. Eram provas demais, conteúdo demais, e eu tinha que me sair bem em todas. Estar na escola nem era tão fácil assim como todos achavam que era depois que saíam. Talvez pensassem isso por que na faculdade fica mais difícil, mas eu não queria pensar nisso agora. Quando terminei a última prova, Física, saí da sala aliviado. Era uma sexta-feira e em tese era o último dia de aula. Teríamos que voltar à escola na quarta-feira que vem para pegar os resultados e então estaríamos liberados, se tivéssemos passado em tudo. Encontrei Sungmin conversando com Eunhyuk e Donghae no gramado da escola e rumei até eles.
-E então Kyu, como foi na última prova? – perguntou Sungmin enquanto eu sentava atrás dele e ele encostava a cabeça em meu peito.
-Sem problemas, acho que eu passei em tudo, como normalmente. – eu ri enquanto Eunhyuk e Donghae me chamavam de convencido. –E então, qual é a programação dessa noite?!
-Programação? Por que teríamos uma? – perguntou Sungmin, quase que ingenuamente.
-Por que você fez greve de sexo enquanto estávamos fazendo as provas, e eu quero saber como você vai remediar isso... – eu ri enquanto ele fazia um bico.
-Por que todos têm que ficar sabendo sempre o que acontece na nossa vida sexual, Kyu?! – ele brigou, fazendo todos rirem.
-Por que eu não tenho que ficar escondendo nada de ninguém, oras. – eu falei ainda rindo.
-Mas você é o único que tem essa tara de contar pra todo mundo o que acontece com a gente... – ele falou. –Eu não fico sabendo do que acontece na vida de Eunhae ou de Henwook...
-Fica sim, o Kyu descobre e conta pra todo mundo, assim como ele faz com a vida de vocês... – falou Donghae.
-Está vendo. Todos sabemos de tudo e pronto. – falei e ele ainda não pareceu convencido. Olhei para o lado e Henwook estavam vindo em nossa direção. Eles sentaram na pequena roda que tínhamos feito.
-E aí, qual é a programação para hoje?! – perguntou Henry.
-Está vendo, não sou só eu que quero fazer algo hoje! – falei.
-Nós não pudemos fazer nada essa semana, por causa das provas. Elas acabaram, a gente deve comemorar! – falou Henry sorrindo.
-É isso aí. – falei e eu e Henry fizemos um ‘High Five’. –Ainda temos o resto da tarde, que tal irmos jogar vídeo game...
-Nem vem, vídeo game não! – Sungmin nem me deixou terminar. –Vamos ao cinema...?
-Cinema é uma boa... – falou Donghae.
-E então...? – perguntou Sungmin.
-Tudo bem, vamos ao cinema, e depois vamos lá pra casa beber... – falei sorrindo triunfante enquanto Sungmin batia em sua testa.
-Você não tem jeito mesmo... – ele brigou e todos riram. Voltamos para nossas casas apenas para tomarmos um banho e trocarmos de roupa e nos encontramos no cinema.
Não prestei atenção ao filme, como era de praxe quando ia com Sungmin. Aquela sala escura com pouca gente e Sungmin ao meu lado eram muito mais propícios a pegação do que a concentração. Quando o filme (finalmente) acabou, nós fomos para a nossa casa e lá é que foi a festa de verdade. Todos estavam segurando copos com bebida e fizemos um brinde.
-Ao melhor ano da minha vida até aqui, apesar de tudo. – eu falei levantando o copo junto com os outros.
-Ao melhor ano de nossas vidas... – Henry frisou bem o ‘nossas’.
-Concordo, ao melhor ano de nossas vidas. – falou Donghae e todos concordaram e levantaram seus copos juntos, tomando um bom gole depois.
Quando terminei de tomar meu gole, virei meu rosto para olhar Sungmin. Ele estava brindando com suco, não gostava muito de álcool, mesmo que quando era comigo, ele até bebia bastante. Ele estava adorável, o sorriso no rosto parecia tão espontâneo quanto quando eu o conheci. Era assim que eu queria vê-lo todo dia a partir de hoje. Nunca mais eu permitiria que alguém se colocasse entre mim e ele, e nunca mais deixaria que acontecesse qualquer coisa ruim a ele. Afinal, tudo o que aconteceu de ruim com ele esse ano fora minha culpa. E eu detestava ter toda a ciência disso. Talvez se ele não tivesse se mudado para a mesma escola que eu ele ainda estaria vivendo feliz, sem nunca ter passado por uma cirurgia ou ter sido violentado. Porém meu egoísmo era grande o bastante para pensar que se não tivéssemos nos reencontrado, Sungmin seria um garoto triste e sem perspectiva depois da morte de seus pais. Eu não podia dizer que eu estava triste em ter reencontrado Sungmin, de forma alguma, mesmo sabendo que fora por minha causa que tanta coisa aconteceu. Simplesmente não teria feito nada diferente por que eu não teria conseguido viver sem tê-lo por perto mais. Não conseguiria viver daqui pra frente sem ele idem.
-O que foi Kyu? – ele perguntou, percebendo que eu o observava.
-Nada, Min, só estava pensando em tudo o que aconteceu esse ano. – falei.
-E a qual conclusão chegou?! – ele perguntou, se aconchegando em meu peito. Estávamos sentados num dos sofás.
-Que não teria feito nada de diferente. – falei.
-Nem eu. – ele falou, sorrindo. Notei que sua sinceridade nunca poderia ser desmentida, já que ele transmitia tudo o que sentia pelo olhar, e ele parecia bastante feliz. –Nunca vou me arrepender de ter reencontrado você. – ele falou firmemente, segurando meu queixo e me puxando para um beijo leve. –Kyu... – ele falou baixo.
-O que foi Min? – perguntei.
-Se eu te contar que não foi uma coincidência, que eu fui estudar na mesma escola que você por que procurei seu nome em todas as listas de escolas de ensino médio da cidade para te achar... Você acreditaria? – ele falou, soltando um risinho. Eu sentei direito, a coluna ereta enquanto eu olhava para Sungmin, que fazia aquela cara de fofo dele que eu nunca resistiria. Eu sabia que Sungmin não era nem de longe um santo, mas ele tinha mexido mais pauzinhos na nossa relação do que eu imaginaria algum dia.
-Você fez mesmo isso?! – perguntei. Ele balançou a cabeça afirmativamente, sorrindo. Quando não ouviu uma resposta imediata seu sorriso foi morrendo. –Você não...
-Min... – eu comecei a rir. –Eu sabia que não podia ter sido apenas uma coincidência... – eu ri mais. Ele me olhou desconfiado, acho que não era essa reação que ele esperava. –Eu adorei isso. – parei de rir segurando seu rosto entre minhas mãos. –Amei... – falei beijando-o avidamente.
-Hey, vão pro quarto de vocês! – exclamou Donghae quando nos viu, eu já estava em cima de Sungmin no sofá. Eu tinha passado uma semana INTEIRA sem ele, eu estava necessitado até demais. Eu não agüentaria muito mais tempo sem poder tê-lo nu inteiramente pra mim.
-Vão vocês, eu estou na minha casa... – eu falei olhando fixamente para nossas visitas.
-Kyu, não seja grosso com as visitas! – brigou Sungmin.
-Então tá, sintam-se em casa, nós estamos indo pro quarto... – falei, pegando Sungmin e jogando-o por sobre um dos meus ombros. Ele pelejou e bateu as pernas, gritando para que eu o soltasse, mas muito infelizmente para ele, eu estava decidido a acabar com aquela greve agora.
-Divirtam-se... – falou Eunhyuk rindo. –Ei Hae... O que acha de a gente ocupar um quarto também...? – eu ouvi ele falando antes de fechar a porta do quarto. Coloquei Sungmin no chão e ele fez a cara mais emburrada que eu já o tinha visto fazer.
-Kyuuu, você não pode fazer isso, eles vão ficar sozinhos lá e a gente... – ele reclamou.
-É claro que eu posso fazer isso, estamos na nossa casa, eles que se virem... E eles já conhecem muito bem essa casa... – falei. –E a culpa é toda sua. Não fui eu quem mandou que você fizesse uma greve de sexo, agora sofra as consequências.
-Kyuu-mmm... – ele nem terminou de falar, ele só ia reclamar ainda mais, então eu teria que fazê-lo querer o mesmo que eu. Puxei-o para um beijo desesperado, que ele não recusou. Eu sabia que ele estava falando aquele tipo de coisa apenas por que sentia vergonha de admitir que queria sexo tanto quanto eu. Sua imagem ficaria manchada se ele virasse um ninfomaníaco na frente dos outros. Aquela era uma característica que apenas eu conhecia.
Um de seus braços passou pelo meu pescoço enquanto sua mão se enterrava em meus cabelos, a outra passeava pelo lado de meu corpo. Minhas mãos passeavam em suas costas e coxa. Ele soltou um gemido tímido quando agarrei a parte interna de uma de suas coxas e massageei-a levemente. Suas pernas envolveram minha cintura e eu levei-o até a cama, jogando-o ali. Quando se viu livre do abraço e pousando em um lugar macio e seguro, ele me olhou, aqueles olhos negros já estavam cheios de luxúria e com um brilho que só tinham quando estávamos naquelas situações. Retirou sua camiseta e jogou-a em qualquer lugar, depois indo se aconchegar mais pra cima na cama. Subi na cama e engatinhei até ele, ficando por cima de seu corpo diminuto enquanto ele me puxava para outro beijo apressado. Tudo o que eu queria naquele instante era que o tempo parasse ali e nunca mais andasse.
Minhas mãos bagunçavam seus cabelos enquanto ele virava nossos corpos, ficando por cima de mim. Apartou o beijo para retirar minha camiseta e jogá-la longe, começando a beijar meu pescoço e descendo pelo meu peitoral e abdômen. Gemidos escapavam de minha boca enquanto ele sugava minha pele sensualmente, dando uma espiada em mim vez ou outra com aqueles olhos brilhantes. Quando se aproximou do cós da minha calça, retirou-a sem cerimônia, enquanto observava meu corpo, como ele costumava fazer. Peguei-o de surpresa e voltei a ficar por cima, voltando a beijá-lo com sofreguidão enquanto minha mão adentrava sua calça e acariciava seu membro. Um gemido arrastado escapuliu de seus lábios, e eu não fiz questão de cobri-lo, quando um de meus dedos explorou sua entrada sem preparação ou lubrificante.
-Como você está apressado... – ele reclamou quando tinha se acostumado com a invasão em si.
-É tudo culpa sua... – eu repeti o que eu já tinha dito. Aquilo era tudo culpa dele. E agora, eu desconfiava de que Sungmin fizera aquilo de propósito, pelo que viria em seguida. –Era isso que você queria, não era...? – eu falei, quase não conseguindo terminar a pergunta por que ele segurara minha ereção fortemente e fizera um movimento brusco. Tentei provocá-lo também, acrescentando outro dedo à sua entrada, percebendo-o alargar um pouco mais.
Sungmin não me respondeu em palavras, mas o mero aceno de cabeça afirmativo me fez perder a cabeça com ele. Sungmin estava se mostrando muito mais ardiloso (e gostoso) do que eu imaginava que ele fosse. Eu estava adorando. Vi que ele estava tentando alcançar o criado ao lado da cama, possivelmente tentando alcançar o lubrificante, então retirei meus dedos de sua entrada. Ele suspirou em desagrado, mas finalmente alcançou a gaveta e retirou de lá o lubrificante e mais alguma coisa que eu não vi direito o que era.
-Deite, Kyu. – ele falou, simplesmente, enquanto eu o obedecia, ele subia em cima de mim e espirrava um pouco de lubrificante em seus dedos. Levou-os à sua entrada e começou a se preparar, eu estava distraído observando-o até que eu o vi retirando seus dedos de si e limpando-os ligeiramente nas cobertas. Num movimento rápido, ele segurou meus braços para cima, tomando meus lábios de forma sedenta e feroz. Eu estava adorando tudo até que senti que minhas mãos estavam presas. Não pelas mãos fortes de Sungmin, mas por uma coisa metálica, muito possivelmente um algema. Olhei-o e ele exibia um sorriso safado.
-Espero que tenha a chave disso... – eu falei, simplesmente. Porém me arrependi de ter ficado tão tranquilo quando Sungmin pegou uma argola cor-de-rosa e, terminando de retirar minha roupa, percebendo minha ereção, colocou-a em volta do meu membro. Sentia aquela coisinha apertando a base do meu membro, mas ainda estava suportável. –Min, não brinque comigo, eu...
-Você não queria algo diferente hoje?! – ele perguntou, rindo. –Aí está.
-E depois eu sou o ninfomaníaco louco... – eu suspirei enquanto olhava para o lado. Voltei meu olhar para ele quando senti suas mãos geladas, cobertas por lubrificante, deslizarem por meu membro, cobrindo-o inteiramente. Ele não demorou muito para estar em cima de mim, roçando sua entrada contra meu membro de forma despudorada. Gemidos altos começaram a escapar de ambas nossas bocas quando ele começou a descer em minha ereção. Aquele garoto ia me deixar louco ali e naquele instante. As algemas começavam a machucar meus pulsos enquanto eu estava louco para tocá-lo, porém não conseguiria, já que as algemas estavam presas na cama. A sensação de aperto naquele anel idiota estava aumentando.
Quando Sungmin começou a cavalgar em cima de mim, então eu descobri o que era a verdadeira frustração. Não poder tocá-lo enquanto ele fazia aquelas caras, enquanto mordia os lábios para abafar os gritos, e ainda sentir aquele anel me apertando estavam me matando. Eu não saberia nunca como eu sobrevivi a isso. Suas mãos passeavam em meu corpo, seus dedos acariciavam meus mamilos enquanto o ritmo ficava cada vez mais esporádico e sem precisão, ele estava chegando ao seu limite.
-Sungmin, solte minhas mãos agora! – eu reclamei, ele sorriu e destrancou as algemas, minhas mãos foram imediatamente para seu quadril, ajudando-o a subir e descer em minha ereção. A lembrança de que havia algo segurando meu gozo estava firme em mim enquanto eu o fazia ir cada vez mais rápido, excedendo qualquer barreira de cansaço dele. Quando Sungmin finalmente gozou e sua entrada apertou contra meu membro, eu gritei em frustração. Eu teria gozado se não fosse aquele anel idiota. –Retire-o! – eu mandei e então ele me retirou de dentro dele, retirou o anel e voltou a me cravar dentro dele, e então eu gozei fortemente, penetrando-o mais algumas vezes.
Quando tudo terminou, Sungmin estava exausto, apenas caiu em cima de mim, a respiração descompassada. Abracei-o, acariciando suas costas.
-Cansado, Min? – perguntei rindo, ele apenas afirmou com a cabeça. –Então nem vamos para o segundo round no banheiro... Que pena... – eu ri enquanto ele levantava a cabeça imediatamente, encontrando meus olhos com aqueles negros brilhantes de luxúria. Dei um tapa estalado em suas nádegas. –Seu ninfomaníaco doente...
-Você me fez ficar assim... – ele falou, um riso gutural escapando de suas garganta. –E então, nós vamos para o banheiro ou não? – ele perguntou, fazendo a pior cara de inocente que eu já o tinha visto fazer. Sungmin depois de uma fodida assim nunca conseguiria ser inocente como normalmente. Sentei-me na cama e fui com ele até a beirada, levantando e levando-o junto enquanto ele se agarrava em mim. Senti um pouco do meu sêmen escorrendo de sua entrada e apenas sorri enquanto ele me olhava, nossos lábios se juntando outra vez, dessa vez para um beijo mais calmo.
Liguei o chuveiro e deixei a água correr até esquentar, e então finalmente coloquei-nos embaixo da água. Vi os cabelos de Sungmin, já molhados de suor, grudarem ainda mais em sua testa. Sua boca meio aberta dava-lhe um ar sensual, e ele estava claramente me provocando. Não sei de onde eu encontrei mais forças para segurar Sungmin contra a parede e ficar com ele assim enquanto beijava-o ferozmente enquanto a água quente batia em minhas costas.
Ouvimos um gemido alto vindo de alguma parte da casa. É claro que não seríamos os únicos a transar, aqueles invejosos... E a voz era claramente de Ryeowook, aquela voz musical e aguda só podia ser dele, se não fosse a de Sungmin.
-Os outros também estão se divertindo... – Sungmin falou, rindo.
-Parece que sim, então não precisamos mais nos preocupar com eles... – falei, voltando a beijá-lo enquanto o segurava pelas nádegas. Ele roçava seu membro na minha quase-ereção, fazendo um movimento sensual com os quadris enquanto suas pernas ainda agarravam minha cintura fortemente. Os gemidos voltaram a dominar o cômodo quando eu penetrei-o sem preparação, agora. Não era tão necessário, visto que ainda escorria sêmen de sua entrada e ele já estava mais do que preparado. As estocadas já começaram rápidas enquanto ele se masturbava precariamente. Seu corpo inteiro já estava tremendo, visto que ele ainda estava fragilizado pela vez anterior. Não demorou muito e estávamos gozando outra vez. Dessa vez, a água nos limpava enquanto eu colocava um fragilizado Sungmin de volta no chão, não achando mais forças para eu mesmo continuar em pé, nós dois acabamos no chão do banheiro.
-Eu te amo, Kyu. – Sungmin falou, manhoso, enquanto a água quente continuava a cair e ele se aconchegava, agora sentado em meu colo.
-Eu também te amo, Min. Nada nunca vai mudar isso. – falei. Tinha certeza que nunca ia deixar de gostar de Sungmin. Eu só tinha olhos para ele, podia passar o homem mais bonito do mundo do meu lado, me dando mole, que Sungmin continuaria sendo o MEU homem. Ouvimos mais gemidos vindos de outras partes da casa. Sungmin soltou um risinho ao ouvi-lo.
-Eu espero que tudo continue assim, todos felizes, sabe... – ele falou. –É tão bom ver todo mundo se dando bem, você não se sente com vergonha de estar tão feliz e querer mostrar pra todo mundo...
-Eu sei como é. – falei. –Que tal tomarmos um banho e dormir?!
-Tudo bem. – ele falou. Levantamos, tomamos o nosso banho e nos secamos, indo para o quarto e retirando os lençóis sujos (e jogando-os no chão), deitamos nus e dormimos. Eu estava exausto, e sabia que Sungmin estava tanto ou mais que eu, então precisávamos disso, mesmo com os outros ali. Eles provavelmente também precisariam de descanso.
Acordei no outro dia com cheiro de comida. Eu sabia que nunca era ruim deixar os garotos dormirem ali, sempre acordava com alguém fazendo comida. Sungmin também estava acordando.
-Bom dia. – falei, dando-lhe um beijo na testa.
-Bom dia... – ele falou bocejando logo depois, se espreguiçando na cama. –Que cheiro bom... – ele comentou. –Estou com fome...
-Eu também... – falei, levantando e pegando duas boxers e duas calças no guarda-roupas e jogando um de cada pra ele. Quando terminamos de nos vestir, fomos para a cozinha onde Ryeowook tentava ensinar algo para Henry, mas ele estava falhando miseravelmente, por que Henry só se mostrava MUITO sujo.
-Bom dia! – falou Eunhyuk quando nos viu.
-Bom dia. – eu e Sungmin falamos em uníssono. Eu estava andando abraçando Sungmin por trás, o queixo encostado em seu ombro. Andamos até a geladeira para pegar água, um ritual nosso, beber água todo dia após acordar.
-E então, como foi a noite de vocês? – perguntei olhando para todos na cozinha.
-Foi ótima... – Hyuk falou com um sorriso safado no rosto enquanto recebia um tapa de Donghae.
-Concordo, Hyuk. – falou Henry.
-O dia é que não está parecendo tão bom pra você, não é, Henry?! – perguntou Sungmin rindo da cara cheia de sujeira de Henry, e quando ele tentava se limpar, acabava se sujando mais.
-Cala a boca... – ele reclamou emburrado. –Você está convivendo muito com o Kyuhyun... Já até pegou a mania dele de achar um jeito de alfinetar os outros...
-É verdade... – falou Donghae e Eunhyuk caiu na gargalhada.
-O café da manhã está pronto! – Ryeowook falou. –Henry, você vai se limpar antes de comer...
-Mas eu estou com foomee! – ele reclamou.
-Não importa, vá se limpar e depois você come... – Wook falou, cutucando a bochecha fofa de Henry.
-Mas eles vão comer tudo antes que eu volte, olha a cara do Eunhyuk! – ele falou, Eunhyuk já estava de olho na comida.
-Então seja rápido! – Ryeowook continuou brigando, então Henry se convenceu e foi se lavar.
As férias começaram assim. Eu sabia que muita coisa da nossa vida ainda viria pela frente, mas tinha certeza de que tudo viria e passaria e nós continuaríamos com aquele ar brincalhão e alegre de sempre. Eu, meu namorado, meus amigos. Era tudo tão diferente de como o ano começou. Era quase como se eu estivesse vivendo outra vida a partir de agora. Tudo estava mudado, e para melhor. Eu esperava apenas conseguir esquecer tudo de ruim que aconteceu conosco e então olhar sempre pra frente, sempre esperando o melhor da vida.
Notas finais
Então, eu espero que tenham gostado do "último capítulo"...
No epílogo tem mais séquiço (só por que eu sei que vocês gostam... xP Sua taradinhas...)
então, deixem reviews *Campanha vamos chegar às 100 reviews?!* (acho meio impossível... xP)
Mesmo assim, agradeço a todo mundo que deixou review e acompanhou a fic, eu amo vocêêêês!
Beijos!
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