Apenas uma noite
37 Último Capítulo : Destino
Notas iniciais
Aproveitem!
Espero que gostem minhas nutellinhas :D
A vida é uma caixinha de surpresas. Ela é como um presente que não esperamos, e quanto retiramos o laço e abrimos a caixa temos lá algo que não nos foi esperado.Nós sempre esperamos algo melhor ou as vezes nos surpreendemos com a capacidade dela de nos impressionar. A vida nunca será algo que podemos prever, mas mesmo assim tentamos.
Junto com ela, age o destino. Nunca fui de acreditar nele, mas quando o mesmo se fez presente, o que eu poderia fazer ?
As vezes eu fico pensando que os dois são amantes, destino e vida. Sempre juntos. O destino age como um ladrão esperando sua vitima na esquina de uma rua deserta, e de repente ele te pega e você não tem para a onde correr. Eu queria correr ?
Eu não sei. Eu nunca soube.
Somos realmente donos de nossas vidas ? Eu acho que não. Somos donos das nossas escolhas, dos nossos medos, erros e amores. Eu não escolhi ama-lo, o destino escolheu, quando Eleazar colocou meu nome naquele papel,quando embarquei naquela vôo e quando pus meus pés em Londres. Tudo estava escrito no livro do destino, da vida. Ele e eu fomos apenas suas peças, como no Xadrez, simples peças que ainda não tinham sido movimentados pelo sentimento chamado : amor.
E é aqui que mais um sujeito entra na história. O tempo. Ele também tem sua parcela no jogo. Ele marcou as horas e os momentos que passei com ele. De uma hora para outra estávamos entregues. E então esse tempo se passou e eu tive que ir. E passou novamente. Lá estava eu, mais uma vez manipulada pelo sentimento, pelo tempo, pelo destino e pela vida.
Lá estava eu com mais uma vida nos braços. Minhas escolhas nunca me deram tanta felicidade quanto naquele momento. O momento que seus olhinhos inocentes me olharam e me reconheceram.
Cinco noites foram capazes de unir dois corpos em uma só alma eternamente. Eu estou unida eternamente a ele.
Mesmo que isso me machuque ou não. Somos partes de um um inteiro.
( ... )
– Para a onde, senhorita ? — Perguntou o Taxista bigodudo...
– Ah,claro..hmm — peguei o papel — The Charing Cross hotel– ele concordou e seguiu.
Dava graças a Deus por não ser o mesmo hotel de antes.
E eu estava mais uma vez observando a Londres das 17:00 horas. As pessoas saindo e entrando nos cafés, as crianças pedindo um balão para os pais, os sorrisos das pessoas apaixonadas que passavam por ali..
Era tão encantador e incrível.
Logo chegamos ao hotel. Não me preocupei em observar muito, apenas passei pela recepção e fui direcionada para meu quarto. Era elegante e muito bem mobilhado. Olhei o relógio e constatei que eu tinha tempo. Teria um jantar com os responsáveis da empresa que fecharíamos um acordo. Separei um vestido preto com detalhes em prata e um conjunto de lingeries na mesma cor do vestido. Prendi meus cabelos em coque e fui tomar um banho.
Logo estava devidamente vestida e maquiada, só faltando o sapato. Sentei-me na cama e os coloquei. Tinha me esquecido de dar notícias! Peguei o telefone e liguei ansiosa para minha mãe, mesmo ligações internacionais sendo caras.
Ela atendeu no terceiro toque.
– Bella, minha filha, como foi o vôo ? — perguntou.
– Foi tranquilo mãe. Como está o meu anjinho ? Já sinto a falta dela
– Ah ela está aqui nos meus braços querendo pegar o ...Renesmee! A vovó já vai passar para você! Bom, ela está aqui querendo pegar o telefone das minhas mãos — ri
– Passe para ela.
– Ok. Pronto filha! — Ouvi a voz de mamãe ao longe.
– Oi meu amor — disse sabendo que minha pequena estava ouvindo.
– aah ma aaaah — ela balbucionou e tive que rir.
– Mamãe também está morrendo de saudade de você, meu amor! — disse e ela balbuciou mais algumas coisas — Te amo minha pequenina! — disse e ouvi seu risinho.
É tão esperta que as vezes acho que ela realmente entende o que queremos dizer.
– Filha ? Ainda está ai ? — mamãe perguntou.
– Sim, mãe! Mas tenho que desligar, logo terei um jantar com os representantes da empresa que vim apresentar os projetos — disse.
– Ok meu bebe! — ri — vai lá e faça bonito! Renesmee, Phil e eu estaremos torcendo por você!
– Obrigada. Tchau mãe, dá um beijo nela por mim.
– Ok meu anjo! Tchau .
Encerrei a chamada sorrindo. Era impressionante como tudo mudava. Na primeira vez que vim eu nem imaginaria que tudo mudaria de uma forma tão rápido e agora estou eu aqui com saudades da minha filhinha.
– Destino, destino..- sussurrei e balancei a cabeça para espantar os pensamentos.
Tratei de pegar minha bolsa e descer para o restaurante.
POV Edward.
– Edward, ela não atende! Eu já liguei mil vezes — Alice reclamou.
– Tente novamente! Preciso saber em que hotel ela está! — disse andando de um lado pro outro na sala da casa dos meus pais.
– Acalme-se filho! Estou ficando tonta de tanto ver você andando de um lado para o outro — minha mãe disse e meu pai riu.
– Vai Alice! — disse e ela resmungou.
– A última vez! Ela foi a trabalho e deve estar ocupada! — Alice me enviou um olhar bravo mas voltou a ligar. — Viu ? Nada!
Esfreguei as mãos no rosto, frustrado. Eu precisava saber em que hotel Bella estaria.
– E se eu for no trabalho dela e perguntar ? — sugeri.
– Ah Edward! Se quer tanto encontra-la, simplesmente vá para lá! O destino dará um jeito de vocês se encontrarem. — Alice resmungou e se levantou, indo embora.
Olhei meus pais e vi em seus olhos que eles também concordavam com o que Alice tinha dito. Concordei mais para mim do que para eles e sai de lá direto para meu apartamento.
Assim que cheguei, joguei algumas roupas na mala e liguei para o hospital. Amanhã mesmo estaria embarcando para Londres.
POV Bella.
O jantar rendeu bastante e cheguei no quarto bem tarde da noite. Todos os representantes eram simpáticos e estavam tão ansiosos quanto eu para o dia de manhã. Apresentaria a proposta a eles e deixaria que eles absorvessem tudo. No dia seguinte teríamos mais uma reunião e para eles me esclarecem os pontos importantes e veríamos se realmente gostariam de fechar negocio. Os três dias seguintes seriam apenas reuniões a tarde sobre o valor do projeto, as condições, os ajustes e os últimos detalhes da negociação.
Retirei os sapatos e os juntei em um canto qualquer. Cai de costas na cama e senti o cansaço querendo se apossar de mim.Fechar os olhos significava lembrar de tudo. Era inevitável. Estar em Londres, onde tudo mudou , e não se lembrar de nada ?
Eu não era tão insensível assim. Eu amava Edward e talvez parecia masoquismo da minha parte,já que ele me machucou tanto quando virou as costas para a realidade. Ele não era o mesmo Edward que eu havia conhecido naquela noite na pub. O jovem carismático e sedutor deu lugar ao um homem confuso e triste. Eu tinha razão, não tinha ? Não poderia conviver com uma pessoa que mais se preocupava com um filho que não sabia ser dele, do que com a verdadeira criaturinha que ele tinha plena certeza de ser dele. Me irritava tanto saber que ele se sentia na obrigação de cuidar mesmo em essa criança ser dele...
– Droga! — resmunguei — tentando — afastando os pensamentos.
Me levei e rumei para o banheiro. Precisava limpar não só meu corpo, mais meus pensamentos para amanhã poder apresentar o projeto de forma adequada. Precisava da cabeça limpa de problemas.
(...)
Tomei café no quarto mesmo e depois comecei a revisar os desenhos e as propostas que deveria apresentar. Meu relatório estava pronto e acho que eu também. Não vi o tempo passando,mas logo já tinha almoçado e me preparada para ir a reunião.
Eram 18:00 quando terminei de me arrumar e peguei minha pasta e os projetos. Desci de elevador e sai do hotel. Logo um taxi apareceu e entrei.
– Para a onde ? — perguntou
– Foster and Partners, por favor — pedi.
Suspirei e rezei para que tudo desse certo. A reunião seria as 19:00 horas e eu esperava que não durasse tanto e que aceitassem o projeto logo. Era uma grande proposta e com as devidas qualificações, não tinham do que reclamar.
Infelizmente, Londres brincou comigo e resolveu ficar engarrafada justamente agora.Logo estávamos parados a 10 minutos naquele transito.
– Desculpe senhorita, não costuma acontecer isso — o senhor disse.
– Tudo bem, tenho um tempinho...- disse e olhei pela janela e o tempo não estava muito bom.
Nuvens cinza começavam a se aproximar.
– Só falta chover...- resmunguei.
POV Edward.
Tinha chegado em Londres ás 18:00 horas. Peguei um taxi e dei o nome do hotel.
– Melia White House Hotel , por favor. — disse.
– Claro senhor — O Taxista bigodudo disse.
Infelizmente nada corria a meu favor. O vôo atrasou e agora estava parado em um engarrafamento depois do The Charing Cross hotel . Suspirei um tanto irritado. Além disso, o tempo também não parecia querer me ajudar. Ia chover, com certeza.
– Desculpe senhor, não costuma acontecer isso — O bigodudo disso.
– Sem problemas — menti. É claro que tinha problema.
Eu teria que descobrir se Bella estava no mesmo hotel daquela vez, e se não estivesse teria que procura-la. Talvez não fosse tão difícil, ou seria?
Do jeito que minha sorte esta, com certeza seria. Olhei irritado pela janela do Táxi.
– Obrigado, destino — resmunguei.
POV Bella.
Mais 10 minutos e enfim o transito começou a andar. Dei graças a Deus. O resto do percusso foi tranquilo e logo estava entrando na empresa. Fui recebida cordialmente e levada a sala de reunião. Por incrível que pareça, cheguei e ninguém estava lá ainda. A secretária do dono disse que logo começaríamos a reunião.
Esperei.
(...)
Acho que meu sorriso não poderia ser maior. Eles aprovaram o projeto de cara e elogios não faltaram. Parecia que um peso enorme tinha saído das minhas costas e eu pude voltar a respirar. Eu tinha que comemorar, mesmo sozinha.
Decidi ser forte o suficiente para ir até ao The Salisbury, a PUB na qual eu o encontrei pela primeira vez. Quando entrei, senti a nostalgia. Nada tinha mudado.Os mesmos bancos vermelhos com toques em preto, o resto toal e absolutamente vermelho e a música suave que preenchia o local
– Uma cerveja, por favor — fiz o pedido e arguei.
Olhei a hora no celular e constatei que seria muito tarde pra ligar para minha mãe. Ah como eu sentia a falta da minha pequena...
E então o barman trouxe a minha cerveja e tome um gole. Fitei o vazio, mesmo que com isso as lembranças voltassem com tudo. A primeira palavra, o primeiro olhar, o convite...
Tudo parecia cooperar para me fazer lembrar que ali era lugar que realmente tudo tinha começado. Mas não havia a chuva lá fora, como agora. A chuva parecia me lembrar das lágrimas que eu derramei.
Suspirei e tomei mais um gole da cerveja.
– Oi — aquela voz. Nada me faria esquecer aquela voz. Mesmo que os anos se passassem, mesmo que não estivéssemos juntos...Nunca me esqueceria daquela voz rouca que me fazia arrepiar. Eu deveria estar delirando ou a cerveja já tinha feito o efeito.
Mas não. Estava mesmo acontecendo. Virei o rosto lentamente para o banco ao lado do meu e os vi. Aqueles mesmos olhos de um verde profundo e quente. Aqueles olhos que nunca saíram da minha cabeça. Edward estava ali, como da outra vez, sentado e me olhando como se eu fosse a coisa mais preciosa que ele havia encontrado.
– Edward — minha voz falhou. Estava surpresa por ele esta ali. Porque ele estaria ?
– Bella, nós precisamos conversar — ele tinha vindo de Nova York só para conversar comigo ?
– Não temos nada para conversar,Edward. Tudo já foi dito — desviei o olhar de seus olhos piedosos.
E então ele pôs sua mão por cima da minha que estava no balcão. O calor — já conhecido — se instalou por meu corpo e o formigamento começou. Como eu sempre digo, meu corpo respondia a ele.
– Temos sim. Eu preciso te di..- o interrompi
– Não! Já chega, por favor. Eu não quero ouvir nada — Abri a bolsa e peguei o dinheiro, colocando em cima do balcão e me levantando.
– Bella, por favor — ele também se levantou.
– Não, Edward, não! — disse e dei-lhe as costas indo em direção a saída.
Eu não queria ouvir mais suas lamentações e suas desculpas.
Sai de lá não e importando com a tempestade que caia. Eu sabia que me seguiria, estava tão determinado.
– Bella, espera! — ouvi, mas continuei andando.
Aproveitei a rua livre e a atravessei. Ele veio junto.
– Bella! — sua mão puxou meu braço e ficamos de frente um para o outro.
– O que você quer falar ? Eu já sei suas desculpas de cor! — falei enquanto a chuva caia sobre nós, forte e intensa.
– Bella, o .. — interrompi novamente, não queria! não queria ouvir!
– Não! Não quero saber! — puxei novamente meu braço e continuei andando a passos duros.
Não sabia o que que estava tomando e nem pra onde iria, só não queria ouvir mais toda a mesma história.
– Bella! Por favor! Me escuta! O filho da Tanya não era meu! — ele gritou e eu parei.
Não era dele ?
Me virei e o fitei. Vi a verdade em seus lindos olhos. Eu sempre soube que não era, sempre! E ele ainda sim não se importou.
– Agora você descobriu ? Agora é tarde, Edward. — disse.
– Não, por favor! Bella — ele se aproximou — Bella, eu amo você!
Aquelas lindas palavras...
Aquelas lindas palavras que eu amava ouvir saindo de sua boca. Pareciam tão verdadeiros que meu coração respondeu, acelerado. Eu estava lutando contra meu orgulho e meu amor.
– Eu amo você — Ele ergueu a mão e acariciou meu rosto. Fechei os olhos, embriagada pelos sentimentos que se apossavam de mim — Eu amo a nossa filha e eu quero ficar ao seu lado para sempre. Eu sei muito bem que sou um idiota,que me deixei levar, que...eu não pensei! Eu só queria o bem daquela criança mesmo se não fosse mim. Eu me sentia na obrigação — abri os olhos e o fitei — E eu sei que esse é meu grande erro. Conhecia Tanya o suficiente para saber que ela ...ela não serve pra ser mãe...
– E você ia fazer o que quando essa criança nascesse ? Simplesmente iria continuar pouco se importante com a sua filha e a mim ? — joguei em sua cara.
– Não! Bella, eu iria fazer o teste! E se não fosse mesmo minha, Tanya iria seguir seu caminho. Mas com essa dúvida, eu não poderia deixar...
– E preferiu me deixar..- sussurrei e me afastei dele. Ele largou o braço do lado do corpo, como se estivesse cansado.
– Eu não te deixei. Você quis que nos separassemos
– É fácil colocar a culpa em mim agora, não é ? — mordi o lábio, ja nervosa.
A chuva não parava de cair e eu esperava que com ela ensopando nossas roupas e de certa forma lavando-nos, esperava que ela levasse também toda a dor e tristeza .
– Isabella, eu não estou colocando a culpa em você!Pelo amor de Deus!- e suas mãos voltaram para meu rosto novamente — Eu amo você, droga! Não existe mais nada entre nós agora! Eu sei que você me ama, e a nossa filha quer que a gente fique junto! Eu quero isso! Por favor, me perdoe — E lá estavam os olhos verdes marejados e vermelhos.
Edward chorava.
– Edward...- sussurrei.
Doía tanto, tanto..Eu não sabia. Tão confusa. Em uma atitude não pensada, me livrei de suas mãos e dei-lhe as costas e andei, deixando-o para trás. Foi então que ouvi a Badalada do Big Ben. Era um novo dia chegando. Eu podia ver o nascer do sol e seus primeiro raios atingindo a bela cidade. Quantas horas haviam se passado ? Eu nem tinha percebido o tempo passar tão rápido.
Fechei os olhos e uma brisa passou por meu rosto. A chuva ainda insistia em cair, mas mesmo assim eu me sentia renovada. Eu não poderia deixa-lo lá. Não poderia renunciar a tudo. Edward sempre estaria na minha vida. Ele era parte dela. Ele é o sentimento mais forte que eu já tive. Ele deu significado a essa sentimento. Eu não podia! Não podia! Não queria deixa-lo lá.
Foi ai que eu soube que entre a guerra do meu orgulho contra o meu amor...
O amor tinha vencido.
Me virei e ele ainda estava lá. A não sei quantos passos de mim, longe o suficiente, mas ainda estava lá . Seus olhos perdidos encontraram os meus. Ele parecia não esta ali, em si. Aqueles olhos que eu tanto amava estavam totalmente cheios de lagrimas silenciosas que escorriam por seu belo rosto. Eu não podia! Não podia deixa-lo.
Meus pés ganharam vida própria e de repente eu estava correndo, correndo para os braços dele, onde é o meu lugar. Sempre foi.
– Ah Edward, seu cretino! Eu amo você — disse assim que cheguei em sua frente.
– Bella..- ele sussurrei e ia avançar, mas antes..
Dei um tapa em sua cara. Ele merecia, eu sei. Por tudo o que me faz passar, por todo esse tempo longe dele.
– Bella! — ele disse indignado, mas sorriu.
Sorri de volta e enlacei meus braços em seu pescoço e o beijei, o beijei como se fosse a última coisa que faria naquele momento. Seus lábios quentes nos meus despertaram aquela Bella inconsequente do primeiro capítulo de nossa história. Sua língua se encontrou com a minha e elas se reconheceram de imediato. Suas mãos em minha cintura me ergueram do chão em um abraço apertado, sem nunca deixar que nosso beijo terminasse.
Mesmo sem os pés no chão, eu me sentia firme e segura. Não deixaria que nada e nem ninguém atrapalhasse o que tínhamos.
(...)
Senti o colchão afundar com o peso de Edward quando ele finalmente se deitou sobre mim. Seus lábios corriam por meu pescoço, com calma, saboreando. Suas mãos estavam em todas as partes e eu já estava totalmente entorpecida por suas carícias. Eu o queria tanto que chegava a doer. As roupas molhadas foram esquecidas no chão do quarto. Nada importava.
Quando o senti finalmente me preenchendo, eu estava completa. Eu pertencia a ele e ele a mim, não tinha como negar tamanho amor. Não nos movimentamos, apenas sentimos nós dois se transformando em um só. Ele sustentou o peso de seu corpo e me olhou nos olhos.
– Isabella Swan, eu prometo ama-la, respeita-la, adora-la a cada dia da minha vida. Me dedicarei a você de corpo e de alma até os últimos minutos da minha vida. Te farei ir ao céu nos meus braços, te amarei da forma mais pura e profunda desse mundo. Prometo cuidar de você e da nossa filha para sempre. Eu amo você e sempre amarei, sempre. Nosso amor vai ultrapassar as barreiras da vida e hoje, agora, nesse momento, eu definitivamente te entrego meu coração , mesmo sabendo que você já estava com ele a muito tempo. — sorriu — Isabella Swan, você aceita casar comigo ?
Acho que meu coração iria explodir a qualquer momento. Aquele momento era o mais verdadeiro que eu poderia pensar. Unidos como um só. Eu não poderia pensar em qualquer resposta que não fosse...
– Edward Cullen, mesmo você sento tão burro — ele riu — eu prometo te amar, te respeitar, te adorar até o fim da minha vida. Eu já te entreguei meu coração desde o momento que olhei em seus olhos naquela PUB, naquele dia... Era seu sem você você soubesse. Eu amo você, amo você demais! Mesmo querendo te bater — ri e ele abriu seu sorriso torto — e sim, eu aceito.
Edward me beijou forte e apaixonado. Não poderia adiar mais o momento e ele começou a se movimentar em meu. Em um ritmo lento, mas que ganhou velocidade quando não estávamos mais aguentando.
E de repente eu fui jogada pro alto, lá nas nuvens, e meu corpo parecia se quebrar em mil pedacinhos de cristais. Meus pensamentos pareciam soltar da cabeça e flutuar para um lugar desconhecido. Estava nos braços dele, e estava no paraíso...
– Amo você — o ouvi sussurrar
– Amo você...- disse de volta...
(...)
– Ah meu Deus! Ah meu Deus! Corram para ver isso! — Alice gritou da porta quando finalmente chegamos.
E logo Emmett, Rose, Esme, Carlisle e Jasper colocaram suas cabeças para fora da porta tentando ver o que tanto fazia Alice dar aquele escândalo.
Sorri envergonhada e Edward apertou minha mão que estava na sua. No outro braço ele segurava nosso anjo que ria.
– Até que enfim! Pensei que Edward teria que bater punheta pelo resto da vida — Emmett disse e eu tratei de ficar mais vermelha que pimentão.
– Emmett! Não foi essa a educação que eu te dei menino! — Esme bateu na cabeça dele e todos nós rimos.
– Entrem crianças, entrem! — Carlisle disse.
Entramos felizes e depois de um enorme interrogatório da parte de todos — Até Carlisle — decidimos deixar a melhor notícia para o final.
– Então, a Bella e eu ...- ele me olhou ternamente — Iremos nos casar.
Bastou isso para Alice dar mais um encandalo e começar a falar — rapidamente — que iria preparar tudo,que eu deveria escolher as coisas com ela e não sei mais quantas coisas ela disse.
Alice, sempre Alice.
(...)
Uma semana se passou desde a minha viagem e a minha então reconciliação com Edward. Tínhamos acabado de fazer amor e ele dormia como um anjo do meu lado. E então aqueles pensamentos voltaram a minha mente. Estavam me rondando desde que voltei de Londres. Precisava tirar a dúvida. Levantei com cuidado e peguei a minha bolsa o que me daria a resposta.
Rumei para o banheiro e fiz o que deveria fazer.
POV Edward.
Acordei sem Bella na cama. Já sentia a sua falta. Suspirei e rolei na cama, fitando o objeto que estava no lugar onde Bella deveria estar. Meus olhos se prenderam naquela duas tirinhas no teste de gravidez a minha frente. Meu coração se acelerou no peito e eu não conseguia me mexer. Bella...Bella..estava grávida ?
De repente todos os meus movimentos voltaram e eu quase sai correndo a procura dela, só não sai porque estava pelado. Peguei a calça de moletom jogada na poltrona e vesti o mais rápido possível e saí correndo do quarto.
– Bella, Bella! — cheguei na cozinha e ela estava lá, tão linda..
– O que foi, amor ? — sorriu.
Meu sorriso em resposta foi provavelmente o maior de todos. Andei até ela e a peguei em meus braços.
– Ah meu amor, eu sou o homem mais feliz desse mundo — disse e ela riu, fazendo nosso pequeno anjinho rir também e bater a colherzinha no pratinho.
Coloquei Bella no chão e a beijei profundamente.
– Amo voce,amo você — sussurrei entre seus lábios.
– Está feliz ? — perguntou-me bobamente
– Mais do que feliz — acariciei seu rost- mais do que feliz! — repeti e virei para Renesmee, que nos olhava encantada. — Minha princesa, você vai ter um irmãozinho! — Peguei-a no ar e rodopiei. Ela ria, divertida.
– Nossa aventura no aniversário dela deu frutos — Bella falou e eu ri. Ela tinha razão.
Seriamos uma grande família.
POV Bella.
– Meu Deus, Bella! Você está..perfeita — Alice exclamou quando terminou de ajeitar o vestido de noiva em mim. — Nem esta aparecendo a barriguinha,
Sorri.
– Divina Bella! Edward vai cair para trás. — Rose disse.
Eu realmente tinha gostado do resultado. O vestido branco era tomara que caia e tinha pedrinhas que o enfeitavam e davam a leveza necessária. A calda era grande — acabei concordando com Alice sobre isso — e davam a elegância do vestido. Meus cabelos presos no alto, deixavam alguns cachos caírem por minhas costas nuas.Estava realmente bonita.
– Rose ? — me virei para olha-la.
– Sim ?
– Ah, eu queria saber..bom, queria saber se você e Emmett gostariam de ser padrinhos — toquei minha barriga não muito grande .
– Ah! — ela exclamou e seus olhos ganharam um brilho — Esta falando sério, Bella ? — seu sorriso ia aumentando.
– Sim! É claro! — sorri também
– Ah meu Deus, é claro que aceitamos! — ela veio em minha direção e me braçou.
– Estou com ciúmes — resmungou Alice, fazendo um biquinho.
– Ah, venha cá sua nanina ! — chamei e ela abriu seu sorriso de fada, vindo se juntar ao abraço.
– Amo vocês meninas, obrigada por tudo — disse de coração.
– Toc toc toc — ouvimos alguem dizer da porta. Emmett.
– Emmett, venha cá! — Rose chamou.
– Nossa! Bella, você está uma gatona — ele disse e logo fiquei constrangida.
– Obrigada grandão.
– Emmett, tenho uma novidade! — Rose disse empolgada.
– Qual, ursinha ?
– Bella nos convidou para sermos os padrinhos do bebezinho dela! — ele disse e o grandão me olhou sorridente
– Sério ?
– Sério — sorri.
– Ah eu vou estragar muito sua essa criança! Vou ser o melhor padrinho que ela tem! Jasper vai morrer de ciumes! — e ele soltou aquela gargalhada estrondosa que só Emmett tinha, nos fazendo rir também.
Ah eu estava entrando para a melhor família do mundo...
(...)
Meu coração batia frenético no peito enquanto olhava Edward. Nossas mãos entrelaçadas enquanto o Padre perguntava ..
– Edward Cullen, aceita Isabella Swan como sua legítima esposa, para ama-la e respeita-la até que a morte os separe ?
Ele sorriu seu sorriso torto e meu coração amoleceu.
– Sim, sim, sim! — disse e a igreja riu com seu entusiasmo.
– Entendi,meu filho — o Padre riu — Isabella Swan, aceita Edward Cullen como seu legítimo esposo, para ama-lo e respeita-lo até que a morte os separe ?
– Sim, sim, sim! — disse e o sorriso de Edward aumentou.
Estávamos devidamente enlaçados para sempre. Agora, seriamos mais fortes que qualquer coisa. Juntos.
(...)
– Ah Edward! anda logo! — gritei
As contrações só aumentavam. Alice estava ao meu lado, segurando minha mão. Estávamos em um almoço em família quando meu pequeno Ben resolveu vim ao mundo. Estranhei ela não esta gritando.
– Porque não esta gritando Alice ? — consegui perguntar
– Estou tentando me controlar! — disse e sorri forçadamente pois uma nova onde de contrações me atacou.
– Do que estão falando ?- Edward perguntou com uma voz meio desesperada. Ele estava dirigindo o mais rápido possivel, claro.
– Quando Bella foi para o hospital para ter a Nessie, bom, ela gritava de dor e eu também — Edward riu por breves segundos.
– Pelo amor, aaah! — gritei e vi Edward apertar as as mãos no volante.
–Estamos chegando amor, estamos chegando.
Assim que chegamos, fui levada de cadeira de rodas. Foi tudo tão rápido que eu nem consigo pensar em tudo o que aconteceu. Quando notei já estava com Edward segurando minha mão e gritava fazendo força para que nosso bebe nascesse.
– Vá Bella, você consegue — O Doutor Federico disse.
Eu fazia a força e a dor vinha junto. Eu só agradecia por desta vez Edward estar comigo.
– Força meu anjo, força — Ouvi a voz de Edward.
– Ah meu Deus — consegui dizer e fiz força novamente, gritando.
E de repente o quarto foi preenchido com aquele chorinho famíliar, o chorinho de uma vida, de um bebe. Sorri quando tudo passou de repente.
– Que meninão bonito! — Ouvi o médico dizer. Virei o rosto para tentar ver meu bebe, mas o mesmo estava sendo segurado por uma enfermeira.
– Traga ele aqui..- consegui dizer.
POV Edward.
– Traga ele aqui — Bella disse.
Olhei para a enfermeira, mas ela não fez nada. Ela desviou seus olhos de Bella e olhou para nosso bebe e em seguida para mim. Aqueles olhos azuis eram familiares para mim...mas eu não conseguia me lembrar de quem pertenciam...
– Irei leva-lo para cuidar dele, senhora — ela disse — Depois..de..depois — a mulher disse e me olhou novamente.
Aqueles olhos...
E em seguida ela saiu com meu filho nos braços...
Foi como um estalo na minha cabeça. Aqueles olhos eram os olhos de Tanya! Não, não, não pode ser.
– Bella, meu amor, eu volto já! — consegui dizer antes de sair correndo atrás daquela maníaca.
Só Deus sabe o que ela estava prestes a fazer.Sai correndo feito um louco pelo hospital, porém não a vi. Ela tinha se passado por enfermeira, claro! Maldita! Foi então que pensei, ela só poderia ter ido para o estacionamento. Saí correndo pelo hospital, empurrando outras enfermeiras que passavam e quando passei por minha família eles não entenderam nada, até eu gritar.
– Liguem para a policia! Tanya pegou o bebe! — gritei.
Assim que sai no estacionamento, pude ver o carro dela cantando pneu na saída do hospital. Rapidamente entrei no meu e dei partida, a seguindo. Maldita, o que ela pensa que estava fazendo ? Se ela machucar o meu filho ,sou capaz de mata-la!
Liguei para a policia imediatamente e logo ele trataram de cerca as saídas da cidade. Ela não ia escapar com meu filho nos braços. Segui seu carro em alta velocidade, e isso me lembrava o dia do acidente que ela causou, perdendo a assim o seu filho.
Eu temia, temia que ela quisesse repetir o ato.
POV Tanya
– Nana neném, que a cuca vai pegar...papai esta atrás de nós e a mamãe está aqui com você,meu bebezinho — Eu falava para meu pequeno Edward Junior.
Ele chorava! Porque chorava ? Ele estava com a mãe e o papai estava logo atrás de nós. Aposto que estava morrendo de saudade de nós.
– Ah meu filhinho, meu pequeno James Junir, eu e o seu papai Edward seremos muitos felizes juntos ! — olhei para ele e brinquei com sua mãozinha.
Voltei a olhar para a estrada. Aquele maldito do Edward estava me seguindo para tomar meu filho de mim! Não,não! Eu não deixaria! Meu bebe, não!
– Ninguém vai te tirar de mim! Ninguém! Você é meu! — gritei!
Estava chegando na saída da cidade, mas uns carros malditos estavam cercando-a. O que era aquilo ? Maldição! Eles queriam meu filho! Meu pobre Edward James. Ele não podia ficar sem mamãe, e sua mamãe sou eu. Sou eu.
– Sua mamãe sou eu — gargalhei. — E ninguém vai te tirar de mim! — gritei para que ele entendesse! — Entendeu ? Me responde!
Malditos carros! Malditos! Tive que parar se não poderia bater.
– Venha cá pequeno — peguei ele em meus braços — Não chore!! Não chore...mamãe e papai estão aqui — ri.
O que eles queriam ?
– Tanya! Saia do carro agora! — Ouvi a voz de Edward. Edward ? Ou era James ?
Ele queria me tomar ! Não, eu não vou deixar! Vou lutar. Saí do meu carro. Ele iria perceber que ao meu lado que deveria ficar, claro. Sou a mãe do filho dele.
Assim que saí, o vi. Edward James estava tão lindo, tão...
– Tanya, devolva meu filho..- pediu
– O que ? Meu filho! É meu filho! — gritei. Que mentira era aquela ? Porque Edward James queria meu filho ? Não!
– Tanya, por favor, devolva..Ele é um recém nascido, por favor Tanya! — pediu se aproximando.
Tinha muitos homens me cercando A pista da ponte de saída estava totalmente cercada por aqueles homens malvados.
– Não se aproxime! — gritei — Você não vai tirar meu filho de mim, James!
James, sempre querendo me roubar! Maldito, maldito!
– Tem que aceitar que eu não te amo mais James, eu amo o Edward! — falei para ele que me olhou confuso. Tadinho, ele ficaria magoado..
– Tanya, eu sou o Edward — disse e franzi o cenho. Edward ?!
– Ah Edward — sorri, sim, era ele — Nosso filho é lindo — olhei para a criancinha em meus braços. Espera...não.. não era meu filho — Não! Não! — gritei
– Tanya, por favor — se aproximou mais e o olhei. Ele me enganou! Não era meu bebe, não era.
– Não é meu filho! Não é! Cadê o meu filho ? — gritei desesperada.
Como tiravam a criança dos braços da mãe ? — Edward, não é...
– Acalme-se, ok ? — pediu — Me dê o bebe e ficaremos bem, eu prometo.
Olhei novamente a criaturinha em meus braços. Oh sim, eu via os meus traços nele...Sim, esse era meu bebe, era sim. Sorri.
– Ah sim, é o nosso filho Edward! Quer ver ? — perguntei.
– Claro, claro. Nosso filho...deixe-me ver — ele chegou perto e começou a tirar o menino dos meus braços . — É tão bonita, não é ? — disse e concordei, lhe entregando o bebe para que ele também o conhecesse
Ah que cena linda! James e o Edward Jr. Tive que sorrir..
Ou nem tanto, pois ele começou a se afastar. Ele tiraria a criança de mim ? Não!
– Me devolva meu filho! — eu ia atrás dele, mas mãos me seguraram. Duas pessoas, duas pessoas me seguraram , impedindo de chegar até eles. Não, o que era isso ?
POV Edward
Assim que meu filho estava em meus braços, tratei de me afastar da maluca. Tanya estava totalmente desequilibrada. Ela ia avançar sobre mim, mas os enfermeiros do hospício a impediram de fazer isso. Era ruim vê-la nesse estado e saber que ela mesma o tinha criado. Ela sofreu o acidente por livre e espontânea vontade..
Eu tinha pena dela. Tanya caiu em sua própria armadilha..
– Senhor, leve seu filho para o hospital — Um dos policiais disse — esta tudo bem agora. Cuidaremos do resto.
Assenti. Um dos policiais levou meu carro,pois eu estava com meu filho nos braços. Cheguei no hospital e as enfermeiras — agora verdadeiras — levaram meu filho para a enfermaria. Cuidariam dele.
Minha filha toda estava em choque na sala de espera e quando entrei, todos se levantaram.
– E o bebe ? — Minha mãe perguntou.
– Eu conheci resgatar... Esta tudo bem agora. — Vi o desespero de esvair dos olhos dos meus familiares.
– E a Tanya ? Aquela maluca vadia! — Rose falou.
– Levaram ela...- só pude dizer.
– Se aquela mulher encostar mais uma vez um dedo no meu sobrinho, eu mesmo torço o pescoço dela! — Emmett fez uma cara de mau.
– A Bella ? — perguntei.
– Esta no quarto. Estava nervosa e os médicos tiveram que lhe dar calmante. Não tive coragem de contar o que aconteceu. Deve esta acordada ainda, vá vê-la — Meu pai explicou-me.
Olhei para Jasper que tinha Nessie adormecida em seus braços e agradeci por isso.
Sai de lá rumo ao quarto de Bella. Graças a Deus agora tudo estava bem. Entrei e seus olhos voaram para mim.
– Edward, o que aconteceu ? O que estão escondendo de mim ? — Mesmo com o calmante quase fazendo efeito, eu notei o desespero em sua voz..
– Bella, a Tanya..- engoli em seco. Não queria desespera-la mais ainda .
– A Tanya..? Cadê o meu bebe ? — ia se levantar mas a impedi
– Acalme-se, esta tudo bem agora. Tanya...tentou sequestrar nosso filho — a respiração de Bella se acelerou — Mas já esta tudo bem. Ela foi presa e o nosso bebe esta a salvo agora..
– Maldita, desgraçada...- ela falou. — Eu vou mata-la se encosta novamente no meu filho!
– Amor, amor — acariciei seus cabelos — Tudo bem agora. Você precisa descansar. Durma, eu estarei aqui e não deixarei nada acontecer.
– Edward....
– Durma meu anjo, durma — beijei sua testa.
Bella logo foi tomada pelo sono e estava dormindo. Velei seu sono mesmo estando muito cansado. Passamos por tanta coisa...ela merecia descansar.
POV Bella.
Finalmente entrar em casa era um alívio. Com meu pequeno Ben nos braços e Nessie nos de Edward. Passamos por muita coisa, mas agora eu estava em completa paz.
– Vamos coloca-los para dormir — sussurrei e Edward concordou com a cabeça.
Fomos em direção ao quarto de Renesmee, que agora seria o de Ben também, pelo pelos até comprarmos a casa que Edward vira. Coloquei meu bebe no bercinho e lhe dei um beijo na testa.
– Sonhe com os anjos, meu amor — sussurrei.
Edward trocou de lugar comigo e enquanto ele falava com nosso pequeno meninão, eu fui falar com a minha princesa.
– Meu anjinho, te amo. Durma com os anjos — beijei sua testinha também.
Olhei para Edward e ele me olhava também. Sorrimos um para o outro. Ele estendeu sua mão e eu a peguei de bom grado. Saímos do quarto e apagamos a luz. Fomos para a sala e ficamos olhando a vista do apartamento. Os braços dele me cercando me passavam segurança.
Eu soube que estava no lugar certo. Mesmo que tivéssemos passado por poucas e boas, sempre voltávamos para os braços um do outro. Era o destino agindo novamente. Somos finalmente felizes e estamos em paz. Eu não poderia querer outra coisa que não fosse isso. Agradeci mentalmente a Deus por ter me dado duas crianças lindas e um amor para recordar.
Entrelacei nossos dedos enquanto olhávamos a movimentada Nova York lá embaixo, sempre correndo contra o tempo. Eu descobri que não de deve correr contra ele, mais a favor favor dele. Eu nunca imaginaria que aceitar o convite daquele senhor misterioso na PUB seria aceitar viver com ele para sempre. E eu não me arrependo de ter cometido aquela loucura, não me arrependo dele ter aceitado ser minha loucura. Agora, aqui, ao seu lado... eu soube que...
Eu viveria milhares de noites ao seu lado..
Não apenas uma...
FIM
Notas finais
Não acredito que chegou ao fim. Lembro-me de quando comecei a postar e não dava muito por ela, pois todos estavam abalados pelo fim de A LUZ DOS MEUS OLHOS, hahah
Mas então a fic foi ganhando mais e mais leitores e enfim chegou aos 1000 comentários. Eu fiquei tão feliz que palavras não seriam suficientes.
Eu só tenho a agradecer a todas vocês que acompanharam a jornada dessa Bella e desse Edward. Obrigada por todos os comentários, pelas recomendações, pela paciência em meus dias de não inspiração kkk
Obrigada por tudo! O apoio incondicional de vocês me deu forças para continuar e se hoje estou finalizando novamente uma fic minha, com certeza eu devo a vocês por nunca saírem do meu lado.
Sem os leitores, os autores escritores não seriam nada.
Vocês não sabem o quão importante são para nós.
Eu estou com o sentimento de dever cumprido e estou mega feliz por finalizar mais esse trabalho. Realmente espero que vocês tenham gostado meus anjos.
E se vocês quiserem acompanhar novamente as minhas loucuras, não deixem de acessar minha nova fanfic ( tecnicamente substituta de AUN) http://fanfiction.com.br/historia/395958/Desculpa_Se_Te_Amo/
Apresentarei uma Bella mimada e nojenta, juntamente com um Edward totalmente apaixonantes.
E se quiserem mais contato comigo, não deixem de participar do meu grupo no Facebook, o Nutellinhas : https://www.facebook.com/groups/201453426659658/
Somos uma família lá e quero muito que todos nós podemos ter contato.
Mais uma vez obrigada por todo o carinho.
Beijinhos com Nutella :D
Ps: Eu tinha dito inicialmente que teria um epílogo, mas eu não sei realmente se vai ter, eu acho que não, vamos ver...
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