Apenas uma noite

11 Capítulo Especial POV Edward


Notas iniciais
Ola minhas lindas leitoras! Quero agradecer a Ana PaulaGN que recomendou a fic :D obrigada mesmo meu anjo.
Queria também pedir desculpas por não responder as reviews e agradecer por todos vocÊs que comentam e gostam da fic. Eu leio todas as reviews e adoro que vocÊs comentem :D
Espero que gostem e entendam esse POV do nosso S.M. :D
xoxo

Uma semana antes.


Eu não atendia as ligações dos meus pais e nem ligava para eles porque meu tempo estava corrido e eu também não aguentava dar mais desculpas a minha mãe sobre quando iria arrumar alguém para dar-lhe netinhos. Dona Esme era uma ótima mãe e deveria esta muito preocupada. Alice, minha irmã, me mandou uma mensagem muito grossa dizendo que eu era um filho ingrato. Resolvi não responder e joguei o telefone com o jaleco na poltrona do quarto. Depois de tomar um belo banho, deitei em minha cama e tentei relaxar, porém, os pensamentos não me deixavam.


Eu era sim um filho ingrato e deveria dar importância aos meus pais...Mas simplesmente não tinha tempo e não gostaria de ouvir a voz magoada de minha mãe novamente. Ela queria que eu voltasse para Nova York e trabalhasse com meu pai, mas eu realmente gostava de Londres e sentia que meu tempo aqui ainda não tinha acabado.


Tinha Tanya também, que achava que nosso relacionamento iria virar algo sério, mas não. Ela era vulgar demais e talvez eu estivesse saindo com ela só por carência...Eu me odiava por isso.


Suspirei e fechei os olhos esperando que o sono pudesse chegar.


Dia da chegada da Bella.


Eu andava pelo corredor do hospital a caminho do quarto de um dos meus pacientes. Olhava a ficha dele quando fui interrompido.


- Ola Doutor Cullen — sorriu-me Tanya. Revirei os olhos

- Oi — respondi e continuei andando e vi que ela me seguiu.

- Vamos sair hoje ? — perguntou. Olhei para os lados com medo que alguem pudesse ter ouvido. Parei e me virei para ela

- Já disse para não falarmos sobre isso aqui — disse e ela fez biquinho

- Oh Edward, estou com saudades..

- Tanya..- passei a mão pelo rosto, frustrado. — Já disse que acabou! Quando você vai entender isso ?

- Mais por que ? Nos damos tão bem juntos — riu maliciosamente e passou a mão em meu peito.

- Simplesmente acabou, ok ? Pare de me perturbar! — disse ríspido e voltei a andar. Ela me seguiu e eu suspirei

- Agora estou te perturbando ? Edward! Dê uma chance para nós! — passou na minha frente e parou.

- Não! — respondi e desviei dela. Percebi que não me seguiu.


Suspirei antes de entrar na sala do meu paciente predileto.


- Ola Mike- sorri para a pequena criança.

- Oi Edward — sorriu amplamente.

- Ola Senhora Greyson — cumprimentei a mãe dele.

- Ola doutor. Então, novidades ? — perguntou-me

- Bom — olhei novamente a ficha de Mike — Vejo que ouve uma grande melhora e creio que ele sairá em algumas semanas — sorri para a senhora que suspirou aliviada.

- Obaaa! — gritou Mike me fazendo rir.


Eu tinha criado um apego a ele desde que deu entrada no hospital com pneumonia.Ele era um garoto doce e alegre.


-Muito bem rapaizinho, trate de se cuidar quando sair daqui hein — ri — toca aqui — fizemos nosso toque e eu me despedir deles em seguida.


Olhei o relógio e marcavam 18:00 horas. Troquei rapidamente de roupa e fui para o estacionamento afim de ter uma noite tranquila após um dia de trabalho.


Cheguei a meu volvo e dei de cara com Tanya encostada nele. Suspirei e passei as mãos pelo cabelo.


- Edward, por favor — choramingou vindo em minha direção como uma gata dengosa.

- Tanya, não..- tirei suas mãos de mim, porém ela voltou a coloca-las em meu ombro e encostou seus lábios no meu.

- Eu sei que você quer..- sussurrou.


Tanya era uma mulher bonita e tínhamos tido um relacionamento de 2 meses, entre visitas noturnas a meu apartamento. Eu não queria nada sério com ela, até porque não poderia, já que trabalhamos juntos e Tanya era vulgar e sínica, não poderia apresenta-la a minha família mesmo que quisesse.


- Já chega ok ? Não temos mais nada!! — tirei seus braços do meu pescoço e segui para o lado do motorista — Não insista. — Entrei e segui em direção a meu apartamento deixando uma Tanya frustrada no estacionamento.


Após chegar em meu apartamento e deixar as chaves na bancada da cozinha, tomei um banho relaxante e acabei me arrumando para tomar um drink no The Salisbury. Após ser incomodado insistentemente por Tanya, eu merecia algo forte que me fizesse dormir direto até depois de amanhã.


Me arrumei e dirigi até o The Salisbury. Olhei no relógio do rádio e marcavam 19:45. Estacionei e entrei na PUB. Fui diretamente para o bar e me sentei. Pedi o barman uma bebida e dei uma olhada no local até que meus olhos pararam diante da moça que estava sentada do meu lado.


Seus cabelos castanhos caiam em cascatas pelas costas. Vestia uma calça jeans e blusa de mangas vermelhas. Suas pernas torneadas me fizeram perder o foco e eu não via seu rosto. Meu peito queimou de antecipação e coragem.


- Oi — disse virado para ela. Quando ela se virou e piscou algumas vezes antes de responder, eu tive a sensação de que deveria conhece-la. Seus olhos cor de chocolate e seus lábios me fascinaram, sua pele parecia sensível ao toque. Me peguei imaginando senti-la...

- Oi — respondeu sorrindo.

- Como vai? — perguntei

- Bem, e você? — sorriu novamente e foi impossível não fitar seus lábios.

- Bem, de passagem? -perguntei na tentativa de lembrar de alguem dia a vi aqui ou se era sua primeira vez

- Como? — perguntou atônita e eu ri da forma como ela estava contrangida. De um jeito fofo e adoravel

- Bom, está de passagem por Londres? Nunca te vi aqui. — sorri torto

- Ahn, sim, cheguei hoje — Balançou a cabeça positivamente e mordeu o lábio. Fiquei tentado a morde-lo por conta própria.


De repente ela passou seu olhar para minha mão esquerda. Constatei que estava vendo se eu tinha compromisso com alguém. Sorri e seus olhos voltaram para meu rosto.


- Meu nome é..- ia me apresentar quando ela me interrompeu um tanto nervosa.

- Não, eu ...não — franzi o cenho confuso.

- O que ? — Não entendi porque ela não queria saber meu nome até que ela explicou.

- Não...me diga seu nome, por favor, não ache que eu sou louca — riu nervosa- mas, prefiro assim. — A olhei confuso e mil coisas me passavam pela cabeça sobre aquela mulher misteriosa. Ri e balancei a cabeça.

- Tudo bem Srtª Misteriosa , é um prazer conhecer você- ri e ela me acompanhou — Posso pelo menos te pagar uma outra cerveja? -apontei para seu copo vazio.

- Ah, claro e a propósito, é um prazer conhecer você também- sorri para ela.

- Duas cervejas, por favor — pedi o barman, que logo trouxe e nos serviu.

- Então, gostando de Londres? – perguntei curioso.

- É... incrível. É meu primeiro dia, então...- ela riu e eu apreciei seu sorriso mais uma vez.

- Claro, se quiser te mostro as coisas boas..- disse a ela e nós ficamos nos encarando. Eu queria conhece-la melhor e espero que ela tenha entendido por trás do convite.

- Eu aceito — sorriu tomando sua cerveja e me olhando.

- Porque não vamos em um lugar mais agitado? Seria uma boa...se não quiser, por que sou um estranho, tudo be..- sugeri e antes que terminasse de falar, ela me interrompeu

- Não, eu topo. Vamos? — Sorri.

- Vamos — Ela ia tirar umas notas da carteira e a interrompi

- Não, eu pago. Quantas você tomou? — sorriu e suas bochechas ficaram vermelhas. Quase perdi o pensamento com isso.

- Duas..- respondeu e coloquei dinheiro suficiente na bancada do bar e agradeci o barman.

- Vamos no meu carro — Disse e sorri para ela indo em direção a saída. Ela me seguiu.


Abri a porta do volvo para ela, que agradeceu. Sorri e contornei o carro, em seguida entrando do lado do motorista. Ela me olhou e sorri para ela. Eu estava encantado com ela. Dei partida no carro, concentrado tanto na direção quando em sua presença e em como o cheiro de seu perfume doce tomou conta do lugar.


- Então, a quanto tempo mora aqui ? — ela perguntou.

- Faz uns três anos mais ou menos — Sorri para ela — Vai ficar quanto tempo ?

- Cinco dias — Ela balançou a cabeça positivamente. 5 dias apenas ? Era muito pouco..

- Só ? — fiz uma carinha triste para ela.

- É, infelizmente. A Empresa podia, sei lá, dar um dez dias, mas não- Ela riu e os pelos da minha nuca se eriçaram com o som.

- Ahn, melhor funcionária do mês é ? — brinquei com ela

- Sim — sorriu — Então, pra onde está me levando ? — Ela parecia preocupada ou talvez tudo seria imaginação da minha cabeça..

- Pacha Night — disse e ela morde aqueles lábios que me puxavam para eles.


(...)


Assim que chegamos, sentamos em uma das mesas e o som estava alto e pessoas dançavam coladas umas nas outras. O Pacha era um lugar ótimo para ir com os amigos, bebida boa, música... Ela olhava tudo em sua volta , até que se virou para mim e mordeu os lábios novamente, ela não sabia como eu queria fazer isso..


- Quer uma bebida ? — soltei sem pensar. Não queria que o silêncio permanecesse.

- Claro — Sorri e me levantei indo até o bar.

Chamei o barman e logo ele veio

- Sim, senhor ?

- Duas vodkas por favor — pedi e ele assentiu indo buscar.


Enquanto ele ia buscar as bebidas, resolvi olhar para ela mesmo de olho. Ela não estava mais sentada e sim dançando na pista. Acho que salivei com a visão de suas pequenas mãos passando por seu corpo delicado. Dessa vez fui eu que mordi o lábio. Não aguentei e larguei as bebidas para lá e fui até ela. Cheguei por trás da morena e sussurrei em seu ouvido.


- Deixa que eu faço isso. — Minhas mãos passearam por seu corpo e senti meu amiguinho se animar em minhas calças. Eu não resistiria.


Ela colou seu corpo mais no meu e rebolei. Instantaneamente minhas mãos voaram para sua cintura e ela continuou dançando para mim e eu estava a ponto de explodir. Afastei o cabelo de sua nuca e mordi ali. A diaba encostou sua bunda na minha virilha e quase desfaleci com o contato, ela rebolou em mim novamente e minhas mãos subiram até seus seios e os apertaram. Eu estava louco e esqueci completamente que estava em público.

Ela gemeu gostosa e eu não resisti mais. Virei seu corpo em um giro só e tomei seus lábios para mim. Algo em mim despertou e minha língua explorava cada pedacinho daquela boca, minhas mãos migraram para seu quadril e as dela foram parar na minha nuca. Eu a puxava para mais perto, não querendo que nosso beijo acabasse..porém, o ar nos faltou.


Nos encaramos por segundos e voltamos a nos beijar. Puxei seu lábio inferior com meus tempos e ela lambeu meus lábios, aquilo não podia ser mais sexy. Ela colocou sua perna entre a minha e eu gemi com o contato e a pressão que causou.


- Vamos sair daqui — A puxei para fora do local, sabendo exatamente o que iria acontecer e sinceramente não me arrependendo de nada.


(...)


Após passear com minha morena misteriosa, paramos em frente ao seu hotel. Tinha sido nosso primeiro da junto e eu já sentia meu coração aconchega-la dentro dele.


- Porque não sobe comigo ? — pedi dengosa

- Amanhã tenho plantão bem cedo, teria que sair 5:00 da manhã ..- Eu disse num tom triste.

- Ah,sim, tudo bem .- ela fez um biquinho que acabou comigo

- Não faz assim que eu fico — disse

- Então fique! Não me importo de ter que sair cedo — disse para mim.Eu realmente não conseguiria resistiria a seus olhinhos de chocolate.

- Não resisto a você pequena! Vamos!- A Puxei para dentro do hotel e ela riu .


(...)


No dia seguinte, eu realmente sai cedo e fui trabalhar com o pensamento nela. Eu já sentia a falta de seu cheiro, seu gosto...Era uma loucura e ela mesmo tinha admitido isso e se nós dois estávamos dispostos a deixar isso acontecer... Logo estaria com ela.


Cheguei no hospital radiante e com um sorriso de orelha a orelha, porém, morreu quando vi Tanya vindo em minha direção com cara de poucos amigos.


- Te liguei ontem mil vezes e seu celular estava desligado! — disse irritada enquanto me passava a ficha de um dos meus pacientes.

- Estava desligada...- sussurrei enquanto passava o olho na ficha.

- Porque ? Onde você estava ? Com quem ? — a olhei

- Não te devo satisfações Tanya. — andei mais rápido e entrei em meu consultório.


Suspirei me encostando na cadeira. Fechei meu olhos e ela veio em minha cabeça. Seu cheiro, seu gosto, sua voz... Como alguém poderia mexer assim comigo em tão pouco tempo ? Meu coração se acelera só de pensar nela e eu deveria estar louco.

Sorri com o pensamento e tentei me concentrar no trabalho


(...)


Assim que cheguei em seu quarto do hotel, ouvi o barulho do chuveiro e sorri com o pensamento dela nua e toda molhada. Comecei a tirar minhas roupas e entrei, vendo-a se tocar. Não poderia ter estimulo maior que aquela visão. Abri a porta do box e ela abriu os olhos arregalados.


- Está adiantando meu Senhor misterioso — disse e se possível meu membro ficou mais duro.

- Que bom que resolvi vim mais cedo minha gostosa — ela soltou um gritinho quando a agarrei pela cintura e comecei a morder seu pescoço

- Que bom, eu já estava sentindo sua..ahh- gemeu quando mordi seu pescoço

- Eu também — sussurrei rouco.


Minhas mãos foram para sua coxa e apertaram. Como eu sentia falta dela... Antes que eu pudesse saciar minha vontade dela, lembrei de uma coisa


- Preciso pegar uma coisa. — Eu disse e sai do box.Peguei a camisinha na carteira e logo a rasguei, rapidamente entrando no box e a agarrando.

Ela puxou meus cabelos e lambeu meu pescoço, sem mais delongas, levantei sua perna até meu quadril e a penetrei. Gememos com o contato e comecei a estocar forte e rápido. Ela arranhava minhas costas e rebolava em mim, peguei sua outra perna e a ergui. Eu continuava no ritmo forte e mordiscava e lambia seu pescoço e palavras sem nexo saiam da minha boca enquanto eu encontrava o calor de sua intimidade a cada estocada.


- muito..quente..gostosa — rosnei


Então ela me beijou urgente e eu sentia que estava próximo. Meu membro pulsava dentro do corpo dela até que sei orgasmo veio e logo em seguida o meu. Ficamos em silêncio até que eu a coloquei no chão e sai dela.


- Oi — Eu disse assim que encontrei seus olhos. Ela riu gostosa.

- Olá senhor -Ela disse e eu mordi meu lábio inferior.Tirei a camisinha e joguei no lixo, voltando rapidamente para tomar banho com ela.


(...)


Quando fomos passear no Hyde Park , eu senti a necessidade de unir nossas mãos e com o frio fazia tivemos que ficar bem perto um do outro. Eu sentia que a conhecia a anos, e sentia outras coisas por ela, que ainda não sabia ...se poderia acontecer em tão pouco tempo..

Parei de repente e peguei seu rosto entre minhas mãos e olhei fundo nos seus olhos.


- Quero que saiba que nunca esquecerei esses dias que vamos passar juntos. Nunca...esquecerei seus olhos, o gosto da sua boca...seu corpo quente..Nunca vou esquecer e espero que você não esqueça também..- Eu confessei. Tinha a necessidade disso.

- Nunca vou esquecer, nunca!- Ela disse e enlaçou meu pescoço com seus braços e me beijou.


Não era urgente. Era um beijo calmo, cheio de...algo..talvez saudade, ou..paixão. Eu realmente nunca esqueceria dela, minha senhorita misteriosa, minha morena, minha...apenas minha.


(...)


Era o último dia juntos. Doía só de pensar nisso. A ouvi fungando e abri meus olhos. Ela estava chorando, o que fez meu coração se machucar.


- Não chore, amor..- sussurrei triste.

- Não me chame assim..-Ela disse abafado pois seu rosto estava na curva do meu pescoço. Fiquei triste por ela me pedir isso. Eu queria lhe mostrar que a amava e queria faze-la perceber que daria certo.

- Por que ? Não gosta ? — falei triste.

- Não...eu gosto, mas fica mais difícil ter que ir embora...-Ela disse e fungou de novo. meu coração se aqueceu.


Minha mão foi para seu rosto e o levantou.Nos encaramos, fascinados um pelo outro.


- Diga-me seu nome...- disse sério.


Era o que eu mais queria saber. Seu nome, para poder lembra-la e ia atrás dela e dize-la que tudo daria certo e que poderíamos ficar juntos.


- Melhor não...- disse e se sentou na cama. Me sentei também.

- Por favor..- pedi suplicante

- Seria pior. Por favor, não insista. — Ela me olhou chorosa- Irá doer mais se soubermos disso. Pensarei em você mais...do que deveria — disse e um sorriso quis brincar no cando da minha boca.

- Hey...- acariciei meu rosto e ela suspirou — Eu te...


Eu ia dizer que a amava, que a queria para mim sempre e que mesmo que ela não acreditasse ser verdade, com o tempo, eu a faria ver que só ela importava. Porém, ela me interrompeu com um beijo

Correspondi imediatamente e a puxei para meu colo. Minhas mãos passaram por suas coxas e a apertaram de leve. Nos separamos em busca de ar e nos encaramos.Acariciei seu lindo rosto e a deitei devagar na cama, deitando por cima dela. A encarei cheio de amor, com palavras mudas, esperando que ela entendesse tudo o que se passava comigo

Beijei seu corpo inteiro antes de voltar para sua boca. Nosso beijo era calmo, como se aproveitássemos dos últimos momentos juntos. Meu corpo queimava e implorava por ela.


- Amor...- sussurrou e sorri com sua palavra.

- Vamos fazer amor..- Sussurrei de volta.


Minha mão levantou sua perna me encaixei entre elas.Enquanto a beijava cheio de amor, a penetrei lentamente. Ela mordeu meu lábio inferior e seu corpo se impulsionou contra o meu


- Tão perfeita...-sussurrei embriagado pelo momento. Comecei a me movimentar lentamente e ela gemeu.


Entrelacei nossas mãos no alto de sua cabeça enquanto a fazia minha. Eu lambia seu pescoço, provando de seu gosto. Eu a possuía para mim, ela era minha e de mais ninguém.


– Amor...- disse em seu ouvido e ela gemeu.


Nossas mãos entrelaças, mostrando que eramos perfeitos um para o outro, mesmo não sabendo quase nada. Aumentei um pouco os ritmos das estocadas e ela nos virou na cama, ficando por cima. Ela rebolava em mim, devagar, lentamente, enquanto beijava minha e minhas mãos apertavam sua cintura.


– Oh..- Ela gemeu. Eu estava próximo quando ela me beijou e senti que ali existia algo diferente, talvez o mesmo que eu sentia por ela..

Chegamos ao prazer juntos e ela deitou em meu peito. Beijei seus cabelos e sorri.


Tínhamos feito amor, não sexo. Amor que foi despertado rapidamente, amor que só aumentava e me fazia feliz, porém, também me magoava pois sabia que era a ultima vez que a teria para mim.


Sussurrei um eu te amo, porém, acho que ela não tinha ouvido. Mesmo assim, eu disse repetidas vezes em seu ouvido enquanto dormia, o quanto eu estava completamente a mêrce dela.


(...)


Cinco dias exatos. Cinco dias que me fizeram perceber que eu havia me me apaixonado por ela. Eu queria ter dito que a amava, que a a queria aqui. Talvez ela não acreditasse ser possível um amor acontecer em tão pouco tempo mas eu realmente sentia que ela estava dentro do meu coração,ocupando o lugar que nunca ninguém ocupou.

Eu sentia a necessidade de saber mais sobre ela. Saber seu nome, onde morava e não me importaria com a distância, mas, ela era teimosa e realmente não queria, o que as vezes me magoava e me fazia acreditar que realmente nada do que passamos juntos importava. Tentei afastar esse pensamento enquanto esperávamos seu embarque.


O Silêncio entre nós era perturbar, por isso, resolvi quebra-lo.


- Quero te dar um presente- disse e ela me olhou

- O que ?

Me levantei e ela fez o mesmo. Peguei minha carteira e retirei dela a pulseira que havia comprado para dar de presente para ela.Segurei seu pulso e prendi a pulseira ali


- Essas cinco luas representam as cinco noites que passamos juntos. As cinco melhores noites da minha vida — A olhei e ela estava chorando. Limpei suas lágrimas com meus dedos e tentei segurar as minhas.

- Não sei como agradecer...- susurrou

- Vou ficar feliz se cada vez que olhar essa pulseira, lembre-se das coisas que vivemos aqui..- disse e vi seu belo sorriso se formar entre as lágrimas

- Sempre...-ela acariciou meu rosto e fechei meu olhos apreciando a caricia. Senti que duas lágrimas escorreram por meu rosto, mostrando o tão triste que eu estava.


A puxei para meus braços e a apertei forte, não aguentando mais essa maldita sensação. Era horrível dizer adeus. Ela separou o abraço nos beijamos forte e intenso pela última vez. .. última vez.. doía tanto..


O Vôo foi chamado de novo e ela separou nosso beijo, peganso sua mala e seguindo, sem olhar para trás. Já sentia a falta dela em meus braços e entendi que se demorasse mais comigo, desistiria de tudo. Não podia exigir isso dela, mas não ia me opor se ela me escolhesse..


Como ela iria me escolher se nem me conhecia direito ? Como largaria tudo por um estranho que a conheceu a dias atrás ? Eu entendi ela, porém , esperava que algum dia pudesse vê-la..talvez feliz, com outro ou comigo. Funguei e coloquei as mãos nos bolsos e segui para fora do aeroporto.


Era hora de seguir a vida e se em algum momento dela, nossos caminhos se encontrassem de novo.. Eu não a deixaria partir novamente...

Notas finais
Ai gente, eu sei que ficou uma bosta, eu não gostei x.x
Me perdoem ok ? :
Bjs