Notas iniciais
Oi, oi gente. (desvia de Crucios) Eu sei, eu sei que eu demorei, mas tenho explicações que vão estar nas notas finais pq n quero atrasar vcs. Boa Leitura.

Capitulo 5 – Gringotes

POV Rafael

Depois que soltei minha mãe, ainda sorrindo observei melhor seu rosto, dava pra var que ela estava receosa com a minha reação.

–Não vai ficar com raiva de mim? – ela me perguntou e depois de alguns segundos de silêncio, vendo minha cara confusa completou. – Por não ter te contado sua origem, não ter te contado sobre seu pai?

–Eu estou um pouco magoado por você saber que eu sempre quis ser um bruxo e você nunca me falou que isso poderia acontecer, mas só isso. – respondi.

–Quando você fez onze anos, — ela começou a falar suspirando. – eu esperei que a carta pudesse chegar, mas ela nunca apareceu, e então eu achei melhor não te contar sobre isso, nem sobre seu pai.

–Ele não morreu em um acidente de carro, né? – perguntei.

–Não, comensais o mataram quando você tinha um ano de idade.

–M-mas, a guerra acabou não é? Voldemort foi derrotado? – Lyra perguntou com os olhos arregalados, o que me surpreende por que apesar de ela ser bem corajosa, nunca entramos nesse mundo.

–Felizmente sim. – quem respondeu foi Neville. – Conseguimos localizar alguns dos últimos comensais essa semana, dois deles estavam interceptando as cartas de vocês dois.

–Por isso não a recebemos antes. – concluiu Lyra.

–Mas agora, se vocês aceitarem ainda poderão ir para Hogwarts. – falou sorridente o meu futuro professor de Herbologia.

–É claro que aceitamos! – exclamamos juntos eu e minha melhor amiga.

–Bom... está meio em cima da data, as aulas começam mês que vem e...

–Não tem problema eu os levo para ir comprar os materiais. – interrompeu minha mãe. – Carter, o pai de Rafa me deixou informada sobre o mundo bruxo.

–Então presumo que meu trabalho aqui está feito, foi um prazer conhece-la Sra. Collins. E os espero em Hogwarts Srta. Gryffin, Sr. Collins, adeus. – Neville pegou sua varinha e aparatou.

–É! – exclamou minha mãe. – Vou fazer um bolo pra comemorarmos enquanto vocês dois dão a louca aqui na sala, ah e Lyra, querida coloque suas coisas no quarto de Rafa depois colocarei um colchão lá.

Quando ela atravessou a porta, me virei na direção de Lyra e a mesma estava com um sorriso que parecia que iria rasgar sua cara, não que eu estivesse diferente.

Começamos a pular e gritar, e eu não estava com vergonha de agir como uma garotinha, e meu único pensamento no momento é “Foda-se eu vou pra Hogwarts.”

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POV Alvo Severo

Quando acordei naquela manhã, eu não esperava que enquanto conversava com minha família no quintal visse tio Neville sair da casa dos vizinhos, que de acordo com a vó Molly eram um pesadelo, enfim voltando, não esperava o ver com uma garota com uma mochila no ombro em seu encalço, muito menos ele tirar uma carta de Hogwarts e entregar a ela. Só que minha surpresa maior foi com certeza quando segundos antes deles aparatarem, o rosto da garota, o mesmo rosto que não saia da minha cabeça desde ontem à tarde.

–Ô Alvo, acorda pra vida. – me despertei dos meus devaneios, e percebi que ainda olhava pra casa do vizinho, da onde saiu a menina.

–Que é James me deixa em paz, por Merlin! – exclamei tirando a mão do meu irmão da minha cara.

–A culpa não é minha se você fica olhando fixamente pra casa do vizinho, mas ta aí porque você fica olhando pra lá, maninho? – ele cruza os braços e dá um sorriso zombeteiro, olhei ao redor e vi que todo mundo estava esperando eu responder.

–E-eu estava pensando em uns deveres que eu ainda não fiz pra aula de DCAT.

–Você gaguejou e hesitou. – falou com uma voz de inocente Lily, que de inocente não tem nada.

–Eu não hesitei.

–Mas gaguejou. – falou papai.

–Ah qual é! Ta todo mundo contra mim hoje? – e todos começaram a rir, eu não aguentei e comecei a rir junto.

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POV Lyra

Depois do nosso surto, eu e Rafa fomos pro quarto dele, deixei minha mochila num canto qualquer e sentei num puff azul que tinha perto da porta. O quarto dele era bem simples, a cama de solteiro encostada na parede uma janela do lado da cabeceira, esta que estava coberta por uma cortina vermelha, na parede oposta a cama tinha uma mesinha aonde se encontrava seu notebook, sua coleção de Harry Potter em uma prateleira e seus objetos colecionáveis de Harry Potter em outra prateleira acima.

Abri minha mochila e peguei as coisas que estavam nela e coloquei ao lado das dele nas prateleiras. Suspirei e me joguei na cama ao lado de Rafa que me olhava.

–O que foi Weasley? – perguntei o encarando de volta.

–Nada Potter, só estou esperando você me contar tudo o que aconteceu na sua casa.

–Lá não era minha casa, não mesmo. – falei depois de soltar um suspiro e olhar pra cima, logo voltei a encará-lo. – Eu acordei, desci depois de me arrumar, meus tios já tinham almoçado e estavam vendo TV, quando a campainha tocou, eu atendi e era ninguém mais, ninguém menos que Neville Longbottom. Depois de convidá-lo pra entrar o levei até meus tios...

Eu contei tudo que aconteceu essa tarde, até a parte em que toquei a campainha da casa dele. Depois de um tempo ele abriu a boca.

–Eles pareciam a Petúnia e o Valter, dê graças a Deus e a Merlin por ele não terem um filho. – gargalhei com isso, e depois de recuperar o fôlego olhei em volta, meus olhos pousaram no meu violino no cantinho do quarto. Arqueei minha sobrancelha olhando do violino pra Rafael.

–Você pediu pra guardar aqui em casa, pois sua tia não gostava de ver ele, aqui em casa não tem tanto espaço pra ficar jogado.

–Ta bom, né. – levantei da cama, peguei o violino e comecei a pensar em algo. – Porque será que minha tia não gostava do meu violino?

–Sei lá vai ver a lembrava de algo que ela não gostasse.

–Uma das únicas coisas que ela não gosta são meus pais. Será que... – não completei minha fala, pois fui interrompida.

–Sua mãe devia tocar violino. – Rafa falou.

Sorri com isso, por mais que eu não gostasse de coisas que lembrassem meus pais, pois nunca os conheci e dói lembrar de algo que nunca tive, isso era bom pois eu acho lindo o som do violino e saber que minha mãe tocava algo tão incrível e eu também tenho dom de tocar de alguma form me reconforta.

–Hey, vocês dois venham jantar, amanhã temos que fazer compras, certo? – Sra. Collins apareceu na porta do quarto sorrindo.

Nem havia percebido que já anoiteceu. Guardei o violino no lugar e fui jantar.

No dia seguinte

Acordei e encarei o teto com um sorriso lembrando de ontem, fechei os olhos novamente e a imagem dos olhos verdes veio na minha mente, levantei correndo fui até minha mochila e peguei meu caderno de desenhos, e comecei a desenhá-los. Quando terminei colori e fui ver as horas, seis em ponto. Fui até a cozinha encarando o desenho que estava na minha mão e peguei um copo d’água. Voltei ao quarto e Rafa ainda estava ainda estava dormindo com a boca aberta, ignorei e peguei uma roupa na mala, fiz minha higiene matinal e voltei à cozinha.

–Bom dia! – falei sorridente.

–Bom dia, demorada! – fala Rafael levantando e tomando o resto do seu café (N/A: Langers entederão.)(N/L: Dá pra sair do meu POV?)(N/A: To indo estressada.) e passando por mim me dando um beijo na bochecha.

–Bom dia, querida. – fala Sra. Collins, colocando um pedaço do bolo de ontem e ovos num prato pra mim.

Depois de comermos e nos arrumarmos, saímos de casa e fomos de metrô até o Caldeirão Furado, chegando lá encontramos uma mulher de cabelos loiros amarrados em um rabo de cavalo, fomos até o balcão e esperamos sermos atendidos.

–Olá, o que vão querer? – pergunta a mulher.

–Você é Ana Abbott? – pergunta de surpresa Rafael, arregalei os olhos, como não percebi antes.

–Sim sou e vocês devem ter vindo aqui para fazer compras no Beco Diagonal certo? – pergunta ela sem se abalar por sabermos o nome dela.

–Isso, você poderia nos levar até lá? Sou trouxa e eles ainda não tem varinha. – afirma e pergunta Sra. Collins.

–Claro, me acompanhem. – ela nos levou para os fundos onde havia uma parede ela pegou a varinha e bateu com ela uma seqüência. – Aqui está, e sem querer ser intrometida nem nada, mas eles não são muitos velhos?

–Nossas cartas foram interceptadas nos últimos anos, nunca as recebemos, Neville Longbottom nos entregou uma ontem. – respondi antes de Sra. Collins abrir a boca.

–Nossa! Bom mas que bom que chegaram, não é? Espero que consigam recuperar a matéria. – dizendo isso ela foi embora.

Entramos e nos deparamos com um emaranhado de lojas e restaurantes, tudo cheio de gente, primeiro fomos até o banco Gringotes, entrando eu peguei minha carta de Hogwarts e algo caiu dela, peguei antes caísse no chão. Era uma chave, a observei curiosa e a guardei no bolso.

–Bom dia, eu gostaria de ir para o cofre dos Collins. – fala Sra. Collins para um duende de cara enrugada, ela tira uma chave da bolsa e dá a ele, ele a observa e olha pra mim que estava do lado de Rafa.

–E a garota? – pergunta ele, devia ter percebido que eu não era uma Collins.

Fui até ele e não sei porque entreguei a chave que estava na carta de Hogwarts a ele. Ele já deve ter visto pois arregalou um pouco os olhos e me encarou de novo.

–Qual o seu nome garota? – ele pergunta de novo, olho confusa para Rafa e Sra. Collins.

–Larissa, Larissa Black Gryffin. – respondo firme o olhando.

–Me acompanhem. – ele nos leva até um carrinho velho e começamos a descer rapidamente, paramos um pouco depois. – Cofre 1977.

Ele abre o cofre e Sra. Collins pega uma quantidade de galeões, de nuques e de sicles, o cofre não era vazio mas também não tão cheio, até que Sr. Collins não deixou Rafa sem nada. Depois de Sra. Collins voltar ao carrinho, descemos mais e mais até parecia não ter fim.- Cofre 711.

Arregalo os olhos quando ele fala isso, eu conhecia bem o número desse cofre, eu e Rafa, engoli em seco e me levantei, fui até a abertura do cofre e vi uma quantidade bem grande de galeões, nucles e sicles, peguei o que achava necessário e voltei ao carrinho.

–Você está bem? – pergunta Rafael e eu assinto.

Voltamos ao Beco Diagonal e eu e Rafa damos uma olhada na lista de materiais.

Só que uma dúvida não saia da minha cabeça assim como os olhos verdes.

Eu sou sangue-puro?

Notas finais
Minha vida anda meio corrida pq eu estou em semana de provas e estou no 8º ano e não eu não repeti, mas a matéria é meio puxada pra mim que sou meio avoada, então eu tenho que estudar, quando chego da escola dar banho no meu irmãozinho depois levá-lo pra escola, fazer tarefas e depois ir pro vôlei e basquete, mas é isso espero que entendão. Bjs da Biah.