Notas iniciais
Eai galerinha estou de volta com mais um capitulo para vcs. Espero que gostem dele. O proximo capitulo sai no sabado. Dedico este capitulo inteiramente a lindona da Caroljoinville, amo seus comentários fofinhas e espero ter o prazer de sempre te-los em meus capitulo. Bjs bjs pra vc.

Fizemos o que ele pediu, o balanço do helicóptero só piorou, foi então que sentimos a aeronave se inclinar para baixo. Senti meu estomago embrulhar e entramos com tudo no mar. A água logo começou a invadir o helicóptero, Jeff arrancou um extintor de incêndio que ficava ao lado de sua cadeira e o chocou contra o vidro central da aeronave. A pressão da água estava muito forte e demorou um pouco para que o vidro se rompesse, quando conseguiu a água começou a entrar mais rápido. O xerife saiu rapidamente pelo vidro quebrado, Sofia soltou seu cinto, pegou meu kit e também saiu, Nick pegou seu kit, junto ao de Catherine e depois se retirou rapidamente:

— Vamos Catherine solte seu cinto!

— Não dá, está emperrado! – Quando escutei aquilo fiquei desesperado, tentei forçar seu cinto, mas ele não abriu, e a água já estava em sua cintura.

— Gil por favor não me deixe aqui...Me ajude. – Eu não podia deixá-la lá.

— Tente ficar calma, irei tirá-la daqui! – A água já havia coberto Catherine quase toda pelo fato de estar sentada. Então eu puxei o cinto com toda força, o mesmo acabou arrebentando, Cath levantou-se rapidamente e me abraçou, eu agarrei-a pela cintura e colei meu corpo junto ao seu.

— Prenda a respiração agora! – Ordenei, ela me obedeceu e mergulhamos dentro da água. Em poucos minutos nós emergimos de dentro da água, Nick nadou até nós dois.

— Vocês estão bem?

— Sim estamos.

Depois de quatro longas horas tentando flutuar para não se afogar, Catherine já estava exausta, vi quando seu corpo foi afundando para dentro do mar. Eu também estava cansado, mas não podia deixar que ela se afogasse, submergi dentro da água e a coloquei com os braços envoltos de meu pescoço:

— Não me solte está bem? –Ela assentiu, seus lábios estavam trêmulos e roxos.

Finalmente a Guarda costeira nos encontrou, eram 20:30, Catherine e eu fomos os primeiros a serem resgatados, não lembro de muita coisa depois de terem tirado nós dois de dentro do mar, pois eu apaguei em seguida quando o cansaço me sucumbiu por completo.

Acordei na manha seguinte em um quarto de hospital, aquela era a segunda vez no ano em que eu acordava em uma situação dessas. Quando olhei para o lado vi Catherine sentada ao meu lado:

— Bom dia Gil

— Bom dia Catherine, como você está?

— Estou bem graças a você. Você salvou minha vida outra vez.

— Eu não podia deixá-la se afogar de nenhuma forma.

— Se você não tivesse arrebentado meu sinto e me resgatado no momento em que eu já havia sido vencida pelo cansaço, eu não estaria aqui!

— Você sabe que eu seria capaz de dar minha vida por você. – Ao pronunciar aquela frase, senti um forte brilho no olhar de Catherine. – Mas e então, como estão os outros?

— Estão todos bem, apenas o aguardando para prosseguirmos com a investigação. O xerife Cole veio lhe visitar hoje mais cedo – Não demorou muito para o Doutor Edmund me dar alta.

— Cath...- Falei pigarreando. – Você poderia virar de costas para que eu possa trocar de roupas?

— Ah claro. – Vi as maçãs de seu rosto corar, então troquei de roupa rapidamente.

— Vamos?

— Espere... – Catherine me puxou para perto de si e colocou suas mãos sobre meu peitoral. Meu coração disparou ao sentir aquelas pequenas e delicadas mãos me tocarem e por sentir sua forte e acelerada respiração contra a minha. Nossos corpos estavam tão próximos e nossos olhares tão fixados um no outro que eu tive a forte impressão de que iríamos nos beijar novamente, mas essa expectativa foi terrivelmente esmagada quando ela desviou se olhar do meu e fechou um dos botões de minha camisa.

— Estava aberto! – Disse um pouco sem graça.

— Obrigado. – Falei decepcionado, encontramos Nick e Sofia na recepção do hospital, então seguimos para a ilha, pegamos o único barco que transitava pelo local e rumamos a Ockham. Quando chegamos ao cais da ilha nos deparamos com a grande estrutura do Center O’Connell a alguns quilômetros de nós. Pegamos uma espécie de jipe que era pilotado por um homem vestido com um uniforme completamente branco que se apresentou perante nós como funcionário do hospital psiquiátrico. Em poucos minutos passamos pelos grandes muros cercados de cercas elétricas do local e estacionamos no jardim. O jardim estava cheio de pacientes, uns tinham a expressão aterrorizadora, já outros me pareciam tão calmos e comuns quanto nós. Em seguida fomos levados pelo jovem de branco até uma sala dentro do prédio, onde fomos recebidos por três pessoas, um homem de cabelos brancos que aparentava está na faixa dos sessenta anos, usava um paletó preto de corte bem caro e uma gravata vermelha. Uma mulher de olhar intenso e cabelos negros como a noite, onde usava uma blusa branca social e uma saia preta, também social. E por ultimo, um homem de jaleco branco e aparência simpática.

— Investigadores, fico feliz por vê-los aqui! – Falou o homem de terno caro. – Sou Walker O’Connell, dono e fundador do hospital psiquiátrico! — Falou me estendendo a mão.

— Muito prazer, sou Gil Grissom, supervisor da equipe, essa é a capitã Sofia Curtis e os investigadores Catherine Willows e Nick Stokes.

— É um prazer conhecê-los. Está é Anica Halford, diretora e meu braço direito. E este aqui é o Dr. Geoffrey Hogan, psiquiatra chefe do hospital.

— Muito prazer.

— Soubemos do acidente, eu jamais deveria terpedido ao Jeff para ir buscá-los, ele é um pacóvio, eu mesmo deveria ter ido buscar vocês, ou mandado o piloto do hospital.

— Sabe pilotar Sr. O’Connell?

— Sim investigador Stokes, servi como piloto na força aérea americana por nove anos.

— Hum... e então, podemos começar nosso trabalho? – Falou Cath se paciência.

— Ainda não, para a segurança de vocês e de todos os outros que estão neste hospital, eu preciso recolher alguns de seus pertences.

— Que pertences?

— Seus distintivos e armas!

— Não posso ficar sem minha arma! – Exclamou Sofia com firmeza.

— Capitã Curtis, todos os nossos internos tem problemas com alguém da justiça, eles se alteram e podem machucar qualquer um, ou até mesmo chegarem a matar. Então não podemos colocar tanto vocês como nós também em sérios riscos.

— Dê a arma Sofia, por favor. – Pedi encarecidamente, Sofia retirou a arma no coldre e entregou a Walker junto de seu distintivo, eu também fiz o mesmo, logo em seguida foi Nick e Cath.

— Podemos começar agora?

— Sinto muito, mas preciso revista-los, são normas de segurança do local. Poderia fazer isso para mim Sr. Hogan? – O psiquiatra assentiu.

Hogan começou por Sofia, depois passou por Nick e depois por mim, nós três estamos limpos, em seguida foi a vez de Cath, ele começou a revista-la, de inicio tudo parecia correr bem até Catherine o acertar na parte que mais dói em um homem e ele cair rolando de dor no chão, com as mãos entre as pernas.

Notas finais
Por que será que ela fez isso? Gostou do capitulo? Então deixa seu comentário ai e se n gostou deixa tmbm me dizendo o que tem a melhorar! Bjs, bjs, tchau, tchau.