Apenas Você

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Sim é Radamanthys X Aiolia! Levinha de Natal antecipado!! Talvez mais pra frente, terá algo com COMÉDIA kkķkkk talvez com dourados, bronzeboys, prateados, espectros e pq não com os marinas tbm numa confusão deixando o GM, Athena, Hades e Poseidon envergonhados xD No mais acho que é só!! Inté

Estava caminhando sozinho pela orla de uma das praias na cidade de Atenas em pleno Véspera de Naltal.

O inglês deu uma fugidinha da festança que estava tendo no Castelo Heinstein. Apenas queria ficar sozinho.

Não muito longe dali, outra pessoa caminhava sem rumo na mesma praia perdido em pensamentos. O grego saiu da comemoração que estava tendo na Primeira Casa do Zodíaco. Este também queria ficar só. Não estava com clima para festas natalinas. Foi quando ouviu uma voz.

— Pensei que estivesse sozinho, mas vejo que me enganei.

— Hum? — Olhou para o lado e viu o loiro logo ali, parado lhe encarando.

— Radamanthys.

— Olá Cavaleiro de Leão!

— O que faz aqui? Foi Hades que o enviou?

— Oh não. Apenas quis sair da festa de Natal no Castelo de Hades. Usei a minha velocidade e cá estou. Não vim provocar uma guerra ou algo assim. Mas e você? O que faz aqui?

— Este é o meu país. Sou grego ou será que você esqueceu?

— Não esqueci. — Ele ia continuar caminhando, porém achou melhor se sentar. — Porque não se senta ao meu lado?

— Me sentar ao lado de um inimigo? Jamais!

— Ora não pense assim. De fato, fomos inimigos no passado. Mas já que está aqui, porque não me conta mais sobre este país? Nada melhor que conversar sobre a Grécia com um legítimo grego, não concorda? — Wyvern olhou sobre o ombro direito na direção de Aiolia e o viu se aproximando.

— Muito bem. O que quer saber sobre o meu país?

— Tudo.

— Tudo o quê?

— Já disse. Tudo. — Seu olhar se voltou ao mar pouco iluminado.

— Bom, Grécia antiga ou Grécia atual?

— O que quiser me contar que não tem nos livros de história!

— Ah...bem..ok! — Ele começou a contar sobre as mais importantes pólis que seu país teve e suas funções até chegar nos dias atuais.

Radamanthys ainda estava com seu olhar sobre aquele vasto oceano de uma praia que era próxima ao Santuário de Athena, mas que não ficava em seus domínios. Ele fechou os olhos, jogando seu corpo para trás ouvindo a voz mansa do leão indomável ao seu lado. Nem parecia o feroz guerreiro da elite dourada de Athena.

Nisso, o tempo ia passando até ouvirem alguns fogos de artifício ao longe. Meia noite. Finalmente o Natal chegou.

Radamanthys abriu seus olhos e viu o céu ao longe ficar colorido. Foi nesse momento, que um pequeno visco se formou próximo a sua mão esquerda e ao notar, ele o pegou e observou. O dourado cavaleiro também percebeu que o inglês brincava com aquele visco em seus dedos.

— Você sabe o que se significa o visco natalino não é?

— Sei. E me recuso a fazer isso!

— Sabe que não se deve quebrar a tradição não é?

— Sei bem que não se deve quebrar a tradição do visco. Mas se engana que eu farei isso com você.

— Perfeito! — Dito isso, Wyvern deu um beijo no rosto do grego dizendo. — Feliz Natal Cavaleiro de Ouro de Leão.

— ... — Aiolia arregalava seus olhos verdes e tocou o rosto com a mão no lugar onde o outro lhe deu o beijo. — Tá querendo morrer é? Idiota!

Como resposta, o dourado apenas ouviu uma risada do loiro inglês. Radamanthys pegou o ramo de visco e colocou nas mãos do Cavaleiro dourado, e disse.

— Quando você ver alguma garota bonita, coloque esse ramo entre vocês. — Ele deu uma piscada e se levantou. Iria caminhar um pouco mais antes de partir.

O Leão indomável fez algo que não parou para pensar se era bom ou não. Ele colocou o ramo entre os dois e esperou. Ouviu mais uma risada do mais velho e fez o que a tradição mandava. O beijou.

Ao sentirem a falta de ar, os dois se separam e ficam se encaram. Até que...

— Hummm...Até que não foi tão ruim! — O espectro deu um meio sorriso de lado.

— Realmente. — Aiolia notou que o visco sumiu. — Sumiu!

— O que sumiu?

— O ramo. O visco sumiu.

— Vai que ele percebeu que eu queria apenas você...

— ... — Leão piscou os olhos repetidas vezes sem entender uma só palavra do que o outro dizia.

Wyvern sorriu mais uma vez, achando graça a forma como o dourado lhe encarava. O Espectro da Fúria diminuiu novamente a distância de seus rostos e disse.

— Feliz Natal, Leão.

— Feliz Natal, Wyvern! — E continuaram de onde haviam param...

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