Apenas Uma Noite.
1 One-Shot.
Notas iniciais
PS: Eu sei que demorei Nii-san, desculpeeee >.< Mas, ai está espero que goste e, na boa se você não gostar, irá apanhar u.u Depois eu escrevo aquela outra One sádica para tu u.u (Eu ainda lembro, visse? Kkkkkkkkkk)
Boa Leitura, pessoa legais = )
Adentraram o bar, recebendo a atenção de todos do local. Aquela era a ultima noite de "folga" deles, na noite seguinte, a U.S.S sairia em missão, para livrar a Umbrella de qualquer evidência que a ligasse ao incidente de Raccoon, depois de tempos treinando e se preparando, eles finalmente conseguiram uma noite de folga, agora sim se divertiriam, mesmo que por uma noite.
O grupo, logo se dispersou pelo bar. Pela primeira vez, os integrantes da equipe viam, Vector sem a costumeira máscara de oxigênio e o manto de camuflagem. Karena, fora a primeira que notou a beleza do rapaz. Os cabelos negros estavam desalinhados e caiam-lhe sobre o rosto com respingos de água, o que o deixava com um ar sexy, os olhos azuis, denunciavam que o mesmo estava atrás de diversão naquela noite, diversão que apenas uma mulher poderia proporcionar e o sorriso sacana que dançava nos lábios do rapaz, apenas mostrava um lado dele, que ninguém conhecia, um lado que ele não demonstrava no trabalho. A camiseta social que Vector usava, estava com as mangas dobradas até a altura do cotovelo, e marcava os músculos definidos que o mesmo possuía nos braços. A calça jeans de lavagem escura e o sapa-tênis também escuro que ele usava, apenas complementava o visual do rapaz.
Vector, também notará a beleza que sua “colega de trabalho” possuía. Já havia visto Karena, sem a máscara de oxigênio e admitia, ela era realmente bonita, mas naquele dia, sua beleza havia superado as expectativas. Os cabelos castanhos da mulher, estavam soltos e desciam pelas costas da mesma, batendo na cintura, ele havia percebido que eles eram lisos naturalmente, afinal quando se encontraram para ir aquele bar, os longos fios castanhos estavam molhados. Ela usava uma simples, porem marcante maquiagem em volta dos olhos, o tipo de maquiagem que mulheres como ela, usariam. O Batom vermelho, apenas complementava a maquiagem. Karena usava uma calça jeans, de lavagem escura também, mas diferente da dele, a calça da morena, era colada ao corpo. Também usava uma blusa, frente-única e com um generoso decote que revelava uma boa parte da “comissão de frente” dela, a blusa era na cor vermelha, fazendo-a chamar a atenção de muitas pessoas do bar -principalmente a atenção masculina- a cor vermelha, naquela pele branca da mulher, uma combinação perfeita. Ela usava uma bota de salto médio e cano alto, que batia-lhe um pouco a baixo do joelho. Mesmo com aquele salto, Vector perceberá que ela ainda estava três ou quatro centímetros, mais baixa que ele.
Ele a queria, a queria muito, sentiu no fundo de seu ser, no momento em que a viu naquele dia, que a desejava mais do já desejou alguma mulher. Mas, como ele já imaginara, naquela noite, Karena mostrou-se ser o tipo de mulher, que alguém como ele, nunca conseguiria chegar perto, caso contrário morreria no mesmo instante.
Vector, aproximou-se do balcão, sentando-se na cadeira que havia ali, pedindo um Wiskey para o barmen. Olhou em volta, observando a movimentação do bar, que estava muito agitado por sinal, muitas pessoas estavam freqüentando o loca, pessoas essas que ele nunca virá em sua vida. Ele ia ali, há mais tempo que todos seus colegas, passará a maior parte de sua adolescência, tomando umas e outras, enquanto agarrava-se com diferentes mulheres naquele local.
Enquanto observava, avistou Karena, sentando-se em uma mesa, junto com as outras mulheres da equipe. Elas não faziam o estereótipo de “Amigas Inseparáveis” mas, aparentemente, se davam bem, até riam juntas de coisas que ele sabia, que eram fúteis.
O Barmen lhe deu seu copo de Wiskey, e ele logo deu um longo gole, sentindo o líquido descer por sua garganta com um delicioso ardor. Melhor forma de relaxar após uma missão como aquela, não havia.
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A mulher já estava um pouco alta pela bebida, aquele deveria ser seu quarto copo de Wiskey, mas aparentemente ela não queria parar. Já estava, naquele estado de bebedeira onde se dava risada de tudo o que se via pela frente, para ela, não estava assim, tão bêbada.
— Lupo, acho que... É melhor você parar – disse alguém ao seu lado, alguém que naquele momento, ela não lembrava nem o nome.
— Eu... Estou bem – respondeu ela, soltando uma longa risada – Estou maravilhosamente bem!
— Se está bem, quem sou eu? – perguntou a mesma pessoa.
Karena a encarou, a loira olhava-a com certa preocupação, ela a achava estranhamente familiar, mas o nome não lhe vinha a mente. A única coisa que, se lembrava era uma única letra. “B”.
— Hum... Beatrice? – chutou, soltando uma longa gargalhada depois. – Viram? Estou perfeitamente bem, Beatrice!
— Não, você não está! – respondeu, outra mulher, mulher essa que ela também não lembrava o nome – Lupo, ela é a Bertha! Não Beatrice... Você bebeu demais, amanhã irá arrepender-se de tanto beber.
Ela ignorou ambos os avisos e pediu mais um copo para o garçom, o rapaz meio hesitante, tentou fazê-la desistir de mais uma dose, mas o olhar mortal que Karena o enviou, apenas o fez obedecer a morena, com rapidez, trazendo o copo cheio de Wiskey para a mulher. Quando a morena ia virá-lo, uma mão segurou seu pulso, impedindo que ela bebesse do líquido.
— Eu vou lhe levar para casa – disse uma voz grossa e forte, ela conhecia aquela voz, mas quem disse que se lembrava do nome da pessoa?
Ela olhou para quem segurava sua mão, iria protestar, ninguém mandava nela, ela escolhia o que queria fazer e se queria beber mais, ela beberia, simples assim, era adulta e vacinada, a capitã da equipe, quem ditava as regras era ela, e não os outros. Mas quando ela olhou para quem segurava seu pulso encontrou, um par de olhos azuis, que a encaravam de uma forma enigmática e o que ela apenas conseguiu fazer, foi assentir e se levantar. A morena cambaleou e o rapaz a segurou pela cintura, impedindo que a mesma caísse, ela olhou novamente para os olhos azuis do rapaz e deixando-se ser levada pelo estranho e familiar homem que a auxiliava no momento, foi para sua casa.
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Ele abriu a porta do carona, logo ajudando Karena a sair do veículo. Vector nunca a virá daquela forma, estava tão bêbada, que mal conseguia manter-se em pé. Ele suspirou, passando o braço pela cintura da mulher, fazendo-a apoiar-se em si e logo pôs-se a caminhar para a entrada da casa pequena.
— Solte-me... – ordenou ela – Eu... Consigo... Andar sozinha, estranho.
Ele suspirou, logo meneando a cabeça negativamente, a mulher estava tão bêbada que mal lembrava-se, do nome dele. Ignorando a ordem que ela lhe dera, ele arrastou-se até a porta, parando em frente a mesma e então, revistando a bolsa que Karena carregava, atrás das chaves da casa. Assim que as achou, tratou de abrir a porta e levar a mulher para dentro da casa.
Ele encarou-a: — Antes que você diga algo a mais e chame-me de estranho, saiba que sou eu, Vector. – ele olhou para o outro lado e suspirou, nunca se imaginou como “babá” de Lupo.
Assim que a porta se fechou atrás dele. Vector sentiu braços envolverem seu pescoço e o corpo de Karena, colar ao seu, ele a olhou e viu nos olhos da mulher, um brilho que ele conhecia muito bem.
— Lupo o que você, está...
Ela o interrompeu com um beijo. Um beijo calmo e lento, e que ele logo correspondeu, começando aos poucos a aumentar a intensidade do beijo. Estava desejando beijá-la desde o inicio da noite, desejava descobrir o sabor, daqueles lábios desde que a fitou, a desejava de todas as formas carnais, e agora que ela dera uma brecha, ele não pararia.
O beijo aos poucos tornou-se intenso, selvagem, cheio de desejo por ambas as partes. Vector levou sua mão direita para a nuca da mulher, enquanto a outra, estava na cintura fina dela, trazendo-a para mais perto de si. As línguas, batalhavam dentro das bocas, um batalha enorme por espaço, uma tentando sobrepor a outra, mas aparentemente a batalha estava empatada.
Ela estava bêbada e provavelmente ela nem se lembraria daquela noite, mas naquele momento Vector não se importara com aquele fato. Quando o ar faltou a ambos, o moreno tratou de atacar o pescoço alvo da mulher, mordendo-o, beijando-o e deixando chupões por todo o ele, enquanto a cegas a empurrava em direção ao sofá. A mulher suspirou com a caricia em seu pescoço, logo tombando a cabeça para o lado, permitindo que o rapaz, tomasse mais de seu pescoço, enquanto ela acariciava e arranhava de leve a nuca do mesmo.
Assim que eles chegaram ao sofá. Vector a jogou sobre o móvel, logo subindo sobre ela e voltando a beijá-la nos lábios, enquanto suas mãos desciam pela lateral daquele corpo esbelto, ele parou ambas as mãos na barra da blusa de Karena e logo a puxou para cima, separando-se dos lábios dela, apenas para arrancar aquele pedaço de pano. Assim que a jogou longe o suficiente deles, ele ajoelhou-se entre as pernas dela e a observou de cima.
Lupo estava sem sutiã. Os seios da mulher agora estavam a mostra e totalmente enrijecidos, denunciando a excitação de Karena. Ela possuía seios fartos e bicos rosados que clamavam por atenção. A boca do moreno salivou enquanto, ele imaginava-se chupando aqueles montes enormes, uma ereção começou a formar-se em sua calça deixando o local um pouco incomodo, mas nada que ele não conseguisse suportar.
Sem prolongar-se muito, ele debruçou-se sobre ela, capturando com seus lábios o seio direito, enquanto acariciava o outro com sua mão. Ele chupou o bico, mordiscando-o e lambendo-o até deixá-lo totalmente avermelhado. A morena, a esta altura, gemia de prazer, derretendo-se com as caricias ousadas de Vector. Quando ele trocou de seio, dando agora a mesma atenção para esquerdo, enquanto suas mãos trabalhavam no direito, a mulher gemeu mais alto, depositando suas mãos sobre a nuca dele e fazendo uma ligeira pressão sobre ela, incitando-o a continuar o que fazia.
Ele mordiscou o bico de leve e elevou seus olhos, para o rosto levemente corado de excitação da mulher. Não contendo-se como antes, ele deslizou sua mão livre, para o cós da calça jeans, desabotoando-a e descendo o zíper da mesma.
Ele afastou-se parcialmente dela, apenas para arrancar as botas e a calça jeans que Lupo usava e jogá-las em qualquer canto da sala. Neste momento, a mulher levantou-se, sentando-se no sofá e, levando suas mãos até aos botões da camiseta dele, começou a desabotoá-la, enquanto mordia e chupava o pescoço do rapaz. Rapidamente ela se desfez da camiseta dele, jogando-a longe também. A morena, desceu seus chupões pelo peitoral definido de Vector, enquanto levava sua para o cós da calça jeans, tratando-se de arrancá-la do corpo masculino e jogá-la em qualquer canto da sala.
Ela sentiu o volume que havia formado-se na Box preta do rapaz, enquanto voltava a beijá-lo intensamente, ela colocou a mão dentro da Box, segurando o membro do rapaz do firmeza e delicadeza e então, iniciou um leve movimento de vai-e-vem, enquanto sentia o membro crescer cada vez mais em sua mão.
Ele segurou em sua garganta um gemido que ameaçava escapar, enquanto lutava contra o único pano que havia no corpo de Lupo. A maldita calcinha preta de renda que a morena usava, teimava em continuar no corpo da mesma. Vector soltou um leve gemido, quando Karena aumentou a velocidade dos movimentos e aplicou mais pressão sobre seu membro, ele mordeu o lábio dela de leve, sugando-o com volúpia e logo depois, arrebentando as laterais da calcinha.
A pressa tomou a ambos, Vector afastou a mulher de si, sentando-se e livrando-se de sua Box, deixando sua ereção totalmente a mostra, olhou para o lado e encontrou Lupo, encarando-o com um sorriso malicioso em quanto segurava na mão direita um preservativo. Ela logo tratou de abri-lo com os dentes e colocá-lo ela mesma em Vector, sem em momento algum desviar seus olhos do dele.
Sem mais agüentar, o rapaz a pegou pela cintura e a puxou para cima de si, penetrando-a com tudo. A mulher soltou um alto gemido de prazer, abafando o baixo gemido de Vector.
Karena começou a se mover. Inicialmente de vagar, rebolando sobre o moreno e soltando baixos gemidos de prazer enquanto encarava-o diretamente nos olhos, apenas para provocá-lo, mas logo depois, começou a aumentar a velocidade dos movimentos, cavalgando sobre o rapaz.
Vector, acariciava um dos seios de Karena, enquanto com a outra mão, apalpava o quadril redondo da mulher. Os gemidos do rapaz, eram abafados pelos gemidos da mulher, palavras desconexas e frases picantes saiam da boca do rapaz, que sussurrava entre gemidos, no ouvido de Karena, excitando-a cada vez mais.
— V-Vector... – gemeu ela, quando o moreno, segurou-a pela cintura e começou a movimentá-la em cima de si.
O rapaz moveu os próprios quadris, contra o corpo de Karena, enquanto gemia baixinho, o prazer que sentia era imenso, Lupo gemia de uma forma tão excitante e rebolava com tanta vontade, que ele sabia, que nunca mais a esqueceria.
A mulher começou a gemer mais alto, denunciando a aproximação de seu orgasmo, instantaneamente o rapaz cessou os movimentos, enquanto a encarava com um sorrisinho sacana nos lábios. Karena, o fuzilou com os olhos, enquanto soltava um gemido de desaprovação.
Com o mesmo sorrisinho sacana, Vector aproximou-se da orelha de Karena, ode mordiscou de leve, recebendo um leve gemido da mulher.
— Como ousou, tentar acabar com tudo assim... Tão rápido? – sussurrou ele, acariciando o lóbulo do ouvido dela, com a língua – Que mulher apressada...
Sem mais nada a dizer, ele levantou-se com ela no colo e a posicionou em cima do sofá de costas para si, ajoelhada no chão e com o resto do tronco apoiado sobre o sofá, a penetrou sem aviso, começando com movimentos rápidos e violentos. Os gemidos de Lupo tomaram o local, agora mais altos do que nunca, incitando o rapaz a aumentar cada vez mais seus movimentos.
— Ahh Lupo... – falou o rapaz entre gemidos – T-tão apertada...
Ela jogou a cabeça para trás, cravando as unhas no estofado do sofá e gemendo alto de prazer, o orgasmo aproximou-se novamente, percebendo este fato, Vector aumentou mais ainda a velocidade dos movimentos, sentindo seu próprio ápice aproximar-se também.
— V-Vect-toor! – gritou a mulher, quando seu orgasmo a atingiu com força.
O rapaz continuou com os movimentos, diminuindo-os aos poucos, enquanto beijava as costas da mulher, subindo os beijos para a nuca da mesma, a cada estocada, ele enterrava-se cada vez mais fundo, arrancando gemidos altos de Karena.
— Está sentindo, Lupo? – sussurrou ele, na orelha dela, enquanto movimentava-se lenta e fortemente – Está fundo não está?
Ela gemeu em resposta, rebolando contra o corpo dele. O rapaz segurou a cintura dela, impedindo os movimentos da mulher e cravou de leve seus dentes no pescoço dela, deixando marcado o lugar.
— Você é tão apertada... – comentou ele, voltando a se movimentar mais rapidamente – Tão quente... – ele lambeu o pescoço alvo, subindo até a orelha novamente – Tão gostosa...
— Porra! Pare de enrolar... Vector! – disse ela entre gemidos – Irei lhe matar, se não parar com esta enrolação!
Vector soltou uma risada divertida: — Mulher apressada...
Ele levantou-se um pouco e iniciou os movimentos rápidos novamente, estocando com força e rapidez, aprofundando-se o máximo que lhe era possível, fazendo-a gemer loucamente e mover-se contra ele, a procura de mais prazer.
— V-Vector... Ahh Vector!
Novamente ele aumentou a velocidade, movimentando-se o mais rápido que lhe era possível, o suor tomará tanto seu corpo quanto o da mulher por completo, ele já estava cansado, mas a vontade de alcançar o ápice que estava tão próximo, era maior do que qualquer cansaço que ele poderia sentir.
Ele sentiu o interior dela contrair e percebeu os gemidos ficarem mais altos. Ela estava quase lá, os primeiros espasmos percorreram o corpo feminino, os braços da mulher ficaram bambos.
— V-Vector... – gemeu ela – E-eu, já v-v-voou! – o orgasmo a atingiu antes, que a mesma pudesse terminar a fala, Karena gritou alto, seu corpo inteiro, estremeceu com a força do orgasmo, seu interior contraiu-se completamente, levando o rapaz ao ápice.
Ambos caíram exaustos sobre o sofá, as respirações descompassadas impediam na entrada do ar, mas eles não importavam-se com este fato. Vector, olhou para a mulher ao seu lado, observando o corpo esbelto dela. Sorriu de canto, logo começando a acariciar a coxa da morena.
— Mulher apressada... – comentou ele, soltando uma leve risada depois, fazendo-a rir levemente também.
Ela levantou-se um pouco, logo sentando-se no colo do rapaz, enquanto enlaçava o pescoço do mesmo com os braços, ambos encaravam-se com sorrisos maliciosos, sem nada dizer, a mulher começou a beijar e mordiscar o pescoço de Vector, o mesmo a levantou um pouco, fazendo-a sentar-se sobre seu membro novamente, iniciando a penetração.
A noite fora longa para Lupo e Vector. Longa e prazerosa, exatamente como o rapaz, procurava naquele dia. E perfeita, da forma que Lupo, secretamente sempre quis. Nunca comentou com ninguém, mas desejava o rapaz de uma forma quase insuportável. Naquela noite, saciará o desejo que sentia.
Aquela, fora Apenas Uma Noite. Uma noite, que ficará gravada na mente deles, para o resto de suas vidas, vontade de repetir a dose? Eles tinham, muita vontade. Mas, ambos preferiram deixar tudo aquilo no passado... Pelo menos, por um tempo.
Notas finais
Bye!
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