Apenas Um Sonho
17 As más te levam lá! ♔
Notas iniciais
Em questão ao bullying, eu resolvi. É sempre bom ter amigos de verdade, que nunca te deixam na mão.
Em relação a demora, desculpa. Eu tive o show do Justin. Não tive tempo.
CAPÍTULO DE SEXO!
Alguma sugestão? Lá em baixo eu vou falar só sobre o show.
OBRIGADO À: Woon (fiquei feliz com o que ela me disse) Patresina (chorei lendo o que vc disse) itsdanielleb (chorei mt lendo o que vc me escreveu) Brubs7Luv (obg Jasminator linda) DanyelaHeartsJB (obgd, me deixou mais feliz)
OBRIGADO A TODAS QUE ME MANDARAM REVIEWS ME APOIANDO! ME DERAM FORÇA PRA VOLTAR A ESCREVER. BEM-VINDAS AS NOVAS LEITORAS!
Vejo vocês lá em baixo.
Seus olhos exalavam fogo árduo, não conseguia pensar em algo bom, apenas em: vingança.
Não porque ela sabia de algo a mais sobre ele, apenas não queria pensar nas suas palavras proferidas.
Ryan trancou a porta do quarto e olhou em seu relógio de pulso. Marcava: 2H8M da madrugada. Tirou seu tênis com os pés e sentou-se na cama, esperando resposta.
Alice andou até ele e o puxou pela gola da camisa, o mesmo a acompanhou, agora atrás dela, segurando sua cintura, em direção ao banheiro.
- Vai ficar tudo bem. – Ryan disse, ajudando-a a desabotoar sua própria roupa.
Ali, apenas suas roupas íntimas de baixo os separavam de um contato físico.
- A água está quente, vem! – Segurou em sua mão e entraram na banheira.
Primeiramente, Alice se encaixou no ombro do Butler e se encolheu, tentando sentir o fervor da água transpassar sua pele.
- Ryan?
- Oi A.
- A?
- A de Alice.
[n/a: A na pronúncia inglesa: ei.]
- Ok. Promete que vai estar aqui quando eu precisar de você? – Apoiou mais sua cabeça no tórax do menino.
- Nunca sabemos o que se pode ocorrer.
Alice saiu de seu abraço, com revolta.
- Não fique com raiva! Eu vou estar aqui até quando o destino deixar.
- Obrigado.
Os dois tomaram banhos juntos, brincando, um ensaboando o outro.
- Você não vai desligar a luz? – Ryan
Alice apagou a luz do quarto, o deixando tenebroso e taciturno.
Ela deitou-se novamente na cama, agora por cima de Ryan. Sua mão ligeiramente foi para o centro de sua cueca, tateá-la. Sua boca estava trocando saliva com a dele. Ele puxou sua Box para baixo e a fez colocar a mão lá.
- É só seu! – Prensou seu corpo ao dela.
Alice passou suas garras sobre seu tórax e o arranhou forte, até chegar a sua virilha, que logo a aperto, tentando excitá-lo, o que conseguira. Colocou uma perna de cada lado e sentou-se em seu membro, roçando sua intimidade que ainda estava protegida por sua calcinha vermelha lá.
- Ainda tem muito pano em você! – Ryan falou acariciando sua cintura e arriando sua calcinha. – Isso aqui deve dar um trabalho! – Referiu-se a sua intimidade, rindo pelo nariz.
- Eu acho que o seu dá mais na minha boca! – Riu, também, nasalmente.
Alice inclinou-se e tomou seu pênis pela base e ali, soltou um pouco de saliva, deixando as coisas mais sensuais. Ela fazia movimentos lépidos e prazerosos, ao comprimento do seu membro. Principiou a sugá-lo, passando a língua por toda a extensão e mordiscando a sua base, às vezes, de leve.
De súbito, lembrou-se do que Justin lhe dissera:
“Vê se coloca uma lágrima nessa tua cara, porque hoje a noite vai ser longa e eu aposto que vais gemer sozinha em sua cama, se lembrando do quanto meu pênis é grande e o quanto vai te fazer falta!” – Realmente, fazia-lhe tanta falta que no exato momento, estava com um em sua boca.
- Continua! – Arfou, gemendo e conduzindo Alice pelo cabelo.
O chupou, agora, com toda a pressão sugadora, alcançando a metade de seu membro com a boca. Suas mãos faziam vai-e-vem em seu comprimento, chegando até o escroto.
Ryan já sabia o seu limite, mas quis ultrapassá-lo. Queria fazê-la se sentir mulher, como ninguém nunca fez antes, talvez, nem mesmo o Bieber, segundo ele. Não sabia como agir para conquistá-la e a levar logo para a cama. Mas, conseguira.
Ryan sentiu um líquido quente sair de si.
- Eu quero sua boca agora! – Alice deixou seu membro pra lá e deitou-se.
Ryan acalmou-se por cima dela e a invadiu com a sua língua desesperadamente e prática, num beijo rápido e violento, do qual Ryan estava amarrado. Sua costa estava ardendo e vermelha, as garras de Alice não deram trégua. “Ela iria mostrar quem é que manda!”
Butler mudou as coisas agarrando-a com delicadeza. Ambos estavam desnudos. Suas mãos foram para sua intimidade, a excitando. Ele abriu suas pernas e fez o que todo homem deve fazer: proporcionar prazer. Sua língua lambia e sugava seu clitóris, o que a levou a loucura. Seu dedo fora introduzido em sua intimidade devagar, fazendo Alice rebolar, tentando se esquivar do incômodo. Ryan entrava e saia de quando em quando e ela gemia de prazer e dor. Logo se acostumaria. Uma ardência percorreu sua parte íntima logo na entrada, quando Ryan além de seus dois dedos, introduzira seu pênis. Alice arfava alto. Ele sentiu tesão por seus gemidos agudos e informais. A garota apertava sua costa com força, e sentia seu corpo se movimentar pela pressão que ele a estocava. Sua pessoa ia para cima e voltava para o lugar inicial. Suas pernas estavam entrelaçadas na cintura do garoto que no momento, estava deitado sobre a mesma.
Ele conseguia fazer movimentos harmônicos e intensos sem perder a pose ou fazer feio.
- Você é uma boa garota má.
- Garotas boas vão para o céu... – Tentava falar — As más te levam lá! – Completou, por fim.
Ryan retirou seus dedos e apoiou-se com o cotovelo na cama, sem tirar seu membro de dentro da menina. Agora, com mais vontade, suas estocadas eram impetuosas e sedutoras. Inseriu-a até não sobrar mais espaço entre eles.
Alice havia despertado seu interesse e curiosidade por seu corpo desde a primeira vez que ele a viu.
Ele havia aumentado o ritmo, Alice sentia que iria gozar, não queria. Precisava de mais. Sentia seus seios balançarem, saia palavras pornográficas da boca de Ryan, o mesmo a desejava. Ele sussurrava coisas sujas em seu ouvido, enquanto estocava mais e mais, as suas mãos passeavam pelo corpo de Alice, deixando-a em brasas.
Eles gozaram juntos. Ryan diminuía o ritmo lentamente, até parar por completo.
Os dois se espaçaram e cada um tombou para o lado oposto. O silêncio lhes caiu, mas não era incômodo.
- Isso dá adrenalina. É quase uma traição! – Ryan murmurou.
Alice estava em seu abraço.
Pela primeira vez na vida, se colocou no lugar de sua mãe. “É quase uma traição”.Havia, realmente, traído o Justin, mesmo que não tivessem algo certo. Sentiu-se penalizada por nem sequer ter perguntado os motivos de sua mão ter feito aquilo. Não a apoiara. A julgou. Agora, encontrava-se na mesma situação. Pensou ser no momento, um ‘lixo’ para o Biebs. Estava tudo certo entre eles...
- Boa noite. – Beijou sua bochecha e abraçou um pouco mais intensamente.
- Boa noite Ry. – Não deu muita atenção, estava perdida em devaneios.
... Esnobou, mas mesmo assim, Bieber correu atrás dela. Seu único erro foi ter dado esperanças para o Ryan e acabar se complicando. Amava o Bieber, dedicara parte de seus atos durante anos para ele. Como pôde ser capaz de fazer tudo errado? Como pôde?
Alice dormiu, pensando. Mas, sequer derramou uma lágrima pelo amor de sua vida: Justin.
Anteriormente, Ryan deu-lhe um selinho e deitou sua cabeça no travesseiro. Ele a apertou mais no abraço e envolveu sua perna por cima da sua, ambos agora, vestidos com roupas íntimas.
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