Apenas Um Beijo (damon E Você)

12 Capítulo 12 pode desejar mas não tocar


Notas iniciais
Esse foi um capitulo saido do nada da minha cabeça. Eu quis ser um pouco light com ele. E ñ começar com as cenas um pouco quentes do que vcs jás sabem

Querido diário



Se eu pudesse te contar em detalhes o que eu passei nesses três dias em Mystic Falls!!


Eu acho que ñ haveria mais folha em você disponível para expressar meus sentimentos em palavras.


Eu poderia dizer que sou como um gato, porque me salvei de morrer por 3 vezes, sendo que as duas primeiras foram por motivo de Damon Salvatore mas só que a ultima foi ele quem me salvou de ser esmagada por um carro contra um árvore.


Ñ me pida que me explique, eu ainda estou confusa demais sobre isso.


O meu problema agora é lúcifer...ou melhor ainda, buscar um grimório ao qual me ensine como matar um demônio como ele. Eu acho que necessito chamar aos irmãos Winchester Urgentemene. Porque as coisas mais estranhas só acontecem comigo?



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Por um momento deixei de escrever nesse meu novo e incrível diário. Eu sempre fui apaixonada por Sam e Dean assim que ñ pude evitar rir do que eu coloquei no papel.

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Mas deixando de brincadeira querido diário, eu tenho sérios problemas.

E um dos piores é manter a Damon com vida. Eu algumas vezes sinto que ele só é um homem amargado por seus amigos o haverem deixado e jamais voltarem a aparecer. E outras vezes eu o vejo como um filho da puta sem coração e cruel. Mas o mais importante é saber,

qual dessas partes vai aflorar na hora que tenha que aparecer?

E qual dessas partes eu posso confiar?


Eu tenho medo. Tudo o que me quedava, Damon arrancou de mim.


– Minha infância


– Meu primeiro beijo (por mais que eu tenha dado a ele e ñ ele a mim)


– Minha prima Cristina....


– Minha avó, que morreu por culpa do que ele fez com minha prima.



Eu o poderia haver perdoado como perdoo a tantos por coisas banais. Mas Damon Salvatore acabou com a unica família que eu tinha. Porque eu ñ deveria odiar-lo? E ele ainda quer destruir meu futuro!!! mas isso ele ñ vai conseguir. Nem que eu tenha que dar nele mil aneurismas por minuto. O meu futuro ele ñ me vai quitar.


São tantos sentimentos, tantas coisas que eu ñ quero guardar

Algumas vezes só desejo dormir para retornar.
Retornar a minha infância, de alegrias e jogos sem fim
Viver na minha ignorância, e ñ ter poderes assim
Queria conhecer novos meninos
e talvez de um deles me apaixonar
E ñ ver a Damon Salvatore morto e frio como o gelo polar
E talvez assim jamais chegar aos seus lábios provar.



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Então fechei meu diário de golpe. Eu ñ queria fazer poesias ou escrever sobre ele. Eu incluso ñ queria escutar a voz de Damon Salvatore.

Me levantei da comoda poltrona da biblioteca Salvatore e passei com os dedos a alguns livros de uma instante qualquer.

Eu descobri esse paraíso quando tinha entrado na mansão salvatore com um Damon puto atrás de mim reclamando da dorzinha de cabeça que eu fiz ele passar.

Eu mais bem buscava um esconderijo e ao final encontrei o céu, meu céu.

E tinha incluso uma grande lareira acesa para ler um livro a luz do fogo. Isso seria romântico se fosse em outra ocasião, pensei pegando um livro de Jane Austen perdido numa dessas instantes vaporosas.

Era um livro de capa dura, e dizia na capa Pride and prejudice.

Eu sempre gostei de Jane Austen e seus casais inesquecíveis da literatura romântica, como por exemplo o meu amor de adolescência depois de Damon Salvatore, Mr.Darcy de Pemberly.

Sorri por enquanto colocava outra vez o livro no seu lugar.


"Damon?"


Eu me girei ao escutar uma voz feminina na porta da biblioteca.


"Quem é você?" Perguntei educadamente a morena que entrou.


"Eu sou Giselle. E você quem é?" Ela me olhou de cima abaixo, mais bem me julgando com o olhar que me olhando de verdade.


"Eu sou...." Antes que eu chegasse a dizer meu nome fui interrompida com Damon aparecendo só de toalha, e levando essa tal Giselle em seus braços e a beijando na minha frente.


O que eu senti nesse momento? eu ñ sei dizer. Eu só sei que essa mulher desconhecida fez a Damon Salvatore correr e a levantar no aire e beijar-la loucamente, como se a amasse. E isso foi como que uma segunda facada no meu peito, mas só que essa doeu muito mais que a primeira.

Quando Damon me viu pela primeira vez ele ñ sentia nada por mim, talvez curiosidade e raiva por uma desconhecida ter batido a porta da sua casa. E essa tal Giselle entrou sem bater na porta, e foi beijada e girada no ar. Sim, isso doía. E ñ, ñ era ciume!!!!


Olhei aos dois e sorri falsamente. Abaixei minha cabeça e caminhei até a porta para deixarem os dois terem um pouco de privacidade, e eu também queria ter a minha , mas ainda ñ sabia o que faria ao estar sozinha, chorar talvez? A minha mente me respondeu sem a minha permissão, mas eu seria mais forte que isso.


Quando cheguei perto da porta para fugir outra vez, senti seus olhos em mim. Ele ainda beijava essa tal Giselle mas eu sentia que seus olhos percorriam todo o meu corpo e incluso podia adivinhar que ele queria me agarrar pelo braço e fazer eu ver ele com essa mulher, como se isso fosse algum castigo eu ñ cheguei a entender, pois sai o mais rápido possível da sua vista e me meti na cozinha.


Ainda escutei alguns ruídos, até que eles desapareceram de vez.

E eu sabia que ele a havia levado para o seu quarto para fazerem o que qualquer casal faz...para fazerem o que eu nunca fiz.


Ergui a cabeça, e falei para mim mesma que eu ñ choraria. Ñ por Damon Salvatore, ñ por ele. Eu juro que tentei lembrar tudo de mal que ele fez e a pouca importância que ele me deu quando eu falei que tinha tido outro sonho.


Mas o único que me veio na cabeça foi quando ele me salvou daquele carro, e quando ele me abraçou forte quando eu chorava. Acaso isso ñ significou nada?


"NÃO, NÃO E NÃO __________!" Gritei sem me importar se ele escutaria sim ou ñ. Ao final de contas ele esta muito ocupado com o novo amor ou o que seja da sua vida.


Peguei um copo qualquer, fui na sala e peguei uma bebida alcoólica sem ver sequeira o que era. Quando a provei cuspi tudo no chão. Era horrível pra caralho!!


"Eu ainda penso em me vingar de você bruxinha" Escutei sua voz na escaleira. Mas ñ me movi de onde estava, nem sequeira me girei par ver a sua cara.


E de repente senti um peito forte tocar as minhas costas e a ponta de um nariz cheirar meu cabelo por enquanto buscava um caminho ao meu pescoço. Eu estremeci com esse contanto mas ñ me girei para encarar-lo. Eu ñ o daria esse gostinho.


De repente senti umas mãos que passavam sob meus braços curvados e tocavam minha cintura de maneira indireta.

Quando eu pensei que suas mãos tocariam minha cintura, me enganei elas pegaram um copo e uma garrafa de bebida de vodka.

Mas sem deixar de estar pegado a mim.


"Você ñ sabe beber pequena metida a Sherlock Holmes." Ele falou no meu ouvido como um sussurro e eu suspirei pelo baixo. Em realidade eu ñ sei como ainda conseguia respirar com ele tao perto.


E de repente senti que seus lábios chegavam cada vez mais perto das minhas bochechas e se eu me girasse com toda certeza nos beijaríamos e eu sabia que isso ñ era o correto, mas parecia tao bem...

Até que me lembrei de Giselle, com um pequeno ruido dos degraus da escaleira.


"É verdade Damon...eu ñ sei beber. Que tenhas uma boa noite você e Giselle." Me afastei dele de golpe e ñ olhei nos seus olhos. Eu ñ queria ver o que havia neles. Subi as escaleiras e vi que Giselle estava la encima me olhando com despreço com sua sexy roupa de dormir para enfeitiçar a Damon Salvatore. Eu a desejei uma boa noite e ela me sorriu com despreço.


"É claro que eu vou ter querida."


E eu sai direto a qualquer quarto dessa mansão que fosse habitável. As lágrimas sairão dos meus olhos ao final. Eu já tinha me esquecido o quão triste que era chorar.


"Ele pensa que eu sou uma qualquer aquele filho da puta. Se ele pensa que eu vou fazer uma orgia com aquela mulher ele esta muito enganado!" pensei quase soluçando, mas me aguentei fortemente até que encontrei um quarto com uma cama formidável e me joguei nela. O meu dia deixou de ser um paraíso para se tornar uma noite do inferno.