Apenas O Começo

2 A Inocência em um Baile


Notas iniciais
Sinta como se a Yui fosse você, querida leitoras!
Obs: Soul é a "Inocência" da Yui. Ela tem consciência própria e pode tomar a forma humana, quase igual a Yui.

– Esse plano é horrível. – comentou o rapaz para todos os companheiros com comunicadores.

– E você tinha coisa melhor, Lavi? – Lenalee perguntou pelo rádio comunicador.

– Seu irmão podia ter outro plano em mente, não? – Kanda respondeu irritado com a gravata em seu terno. – Eu não gosto de usar essas coisas orientais para eventos especiais.

– Não temos escolha. – Yui respondeu calmamente, vendo Miranda e Lenalee dentro daquela carruagem. – Precisamos agir naturalmente como se não fosse a primeira festa da alta sociedade.

– Mas e se der errado? – Lavi perguntou sem muita emoção.

– Tem que dar certo. – respondeu Yui. – É nossa única chance que temos para pegar aquela Inocência.

Em frente a uma enorme mansão, carruagens iam e vinham com pessoas de alto calão da sociedade. Chagando três determinadas carruagens, desceram de lá os Exorcistas disfarçados, todos vestidos de maneira mais refinada possível. Entraram sem perder tempo e logo estavam em um belo e gigantesco salão de festas, onde havia dança, bebida e comida. Não demoraram muito até encontrarem o que procuravam: O grande cristal fundido no alto da sacada, onde as escadas estavam conectadas para o andar de cima.

– Ali. – Lenalee se referiu à jóia.

– Mas como vamos pegá-la? – Lavi sussurrou.

– Tomem cuidado. – Allen ativou discretamente se olho esquerdo e em seguida completou. – Há vários Akuma de níveis 2 e 3.

– Nenhum nível quatro? – Krory perguntou de olhos atentos.

– Não aqui dentro.

– A Inocência é forte. – Miranda comentou. – Eles não conseguem chegar perto.

A Miranda tem razão. – uma voz disse dentro de Yui. – Eles não poderão pegá-la até ela sair daquele lugar.

– Então, por que estão aqui? – Krory perguntou confuso.

– Estão esperando e vigiando. – Lavi deduziu.

– Esperando? – Allen perguntou.

– Um Noah... E por nós também. – Yui olhos ao redor com os olhos já com as íris vermelhas.

– A gente podia destruí-los. – Kanda propôs.

– É chamar atenção demais. – Lenalee explicou.

– Mas não podemos esperar. – Lavi estava certo.

– Tenho uma idéia.

– Yui–chan? – Miranda olhou para a jovem e esta se aproximou do rapaz.

– Aceitaria uma dança comigo? – todos ficaram surpresos ao ver Yui se inclinando para Allen.

– Não é hora pra isso. – Kanda comentou bravo.

O meu poder pode sua as artes como forma de batalha. – Soul comentou. – A dança no momento é a mais adequada, além de que Yui-chan precisa de um companheiro neste local, ou isso seria estranho.

– Posso fazê-los ficarem paralisados por no máximo 2 horas.

– Isso é muito eficaz. – Lenalee sorriu.

– Mas por que eu?

– Porque eu quis, Allen. Deixa de ser chato. – o rapaz corou e desviou o rosto.

– Então vão. – Kanda disse por vencido.

– Uma boa dança a vocês. – Kyory e Miranda disseram juntos.

– E aproveita garotão. – Lavi sorriu maliciosamente e empurrando o rapaz para mais perto da garota.

– Calado. – Allen ficou ainda mais vermelho.

O casal se aproximou da pista de dança, antes que a próxima música começasse. Eles se posicionaram e, ao ritmo da melodia, iniciaram a dança. Apesar de Allen nunca ter dançado antes, conseguia acompanhar a jovem sem muita dificuldade. Ele sentiu o poder de Soul usando os movimentos do corpo de Yui para se alastrarem cuidadosamente até dominar todos os Akuma que haviam no recinto. O rapaz não podia negar que estava encantado pela jovem, mas não pelo seu poder. Ela parecia delicada e inocente, mas era forte e muito gentil por dentro. Ele sempre se pegava admirando-a há um bom tempo, mas ali era diferente. Havia algo muito mais forte e intenso. Sentia felicidade e realização ao dançar com a jovem. Ele não podia mais negar aquilo, estava mais que apaixonado pela jovem.

– Droga. – Allen saiu de seus pensamentos e olhou para a jovem.

– O que houve?

A Inocência está sugando muito poder. – Soul explicou. – Para Yui-chan, isso a enfraquece e muito.

– Então pare. – ele disse preocupado por vê-la ofegante e com a pele fria.

– Não. – ela o olhou nos olhos dele. – Mesmo ela sugando meu poder, estou terminando de fazer com que os Akuma fiquem paralisados.

– Mas é você? – ele perguntou preocupado

– Tudo bem... – ela sorriu.

No máximo, ela só vai desmaiar. – Soul explicou.

– Fiquei quieta, Soul–chan. – a jovem suspirou.

– Entendo. – sem pensar duas vezes, o rapaz tomou os lábios da jovem. Ela apena ficou assustada, mas não o impediu de continuar.

O que pensa que está fazendo?! – Soul gritou.

– Algo que estou querem há muito tempo. – ele sorriu e a jovem corou violentamente. – Quando isso acabar, fazer uma declaração mais descente.

– Eu estarei esperando. – a jovem sorriu.

Hum... Eu vou cobrar isso. – Os três riam baixinhos e assim, continuaram com a dança.

A noite apenas começou.

Notas finais
Arigato por lerem
Kisu
=^x^=
Caros leitores de todas as idades. Gostaria que, humildemente, deixassem uma palavra a esta escritora que aqui vos escreve. Não é pedir muito um simplório Review para dar a luz que um escritor necessita.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!