Apenas Cinco Capítulos
2 A mais nova vai por conta própria
Notas iniciais
Capitulo anterior...
Makarov pai de Lucy a chama para ir ao mercado central, mas a mesma não quis ir, a única coisa que lhe pedira foi uma rosa vermelha da cor dos lábios de sua mãe. Makarov ao voltar se perde, e entra num castelo, comendo um pouco da comida e pegando quatro moedas de ouro e uma taça de prata, mas... Ao arrancar uma das rosas, um monstro atrás de si apareceu e pediu como troca de sua rosa roubada uma de suas filhas.
A mais nova vai por conta própria.
Makarov chega a sua casa cansado e desesperado... A procura de sua filha e acha no jardim dos fundos... A mesma preocupada pergunta o que houve e Makarov fala do ocorrido...
-oh não!-disse sentando na cadeira da cozinha-me desculpe papai... Só lhe trago desgraça...
-não minha filha... Você é a única que puxou sua falecida mãe... Doce, meiga e amável... Não quero que você sofra nas garras daquele monstro... Vou para ficar nas masmorras e assim-
-NÃO!-gritou exaltada e se levantando- sua saúde é péssima... Você tosse o dia inteiro... Não quero que você vá... Eu vou.
-não... Você é a minha filha mais nova... Não quero lhe perder...
-não se preocupe... Ficarei bem... Logo ao amanhecer vou até o castelo.
-tem certeza?-perguntou tentando fazer a filha mudar a atitude.
-sim!-disse determinada, apesar de estar com medo...
Ao amanhecer, Lucy apenas, pois um de seus vestidos que era da cor de um pêssego com mangas cumpridas... E junto de seu pai foi até o grande castelo, ao chegar o monstro já estava a sua espera.
-se-senhor... es-essa é Lucy... mi-minha fi-filha mais no-nova-disse com medo e indeciso.
-certo... Venha comigo-disse a puxando.
Lucy olhava pro seu pai em quanto os grandes portões de madeira com ferro se fechavam.
-venha, vou lhe mostrar seu quarto- disse a Fera indo em direção das escadas.
-como é seu nome?-perguntou Lucy subindo as escadas com ele.
-meu nome? Não tenho... Chame-me de Fera-disse a Fera.
-como não tem?-disse inocente.
-eu apenas... Não quero dizer-disse baixo, mas Lucy ouviu.
Nada foi dito depois, Lucy era uma garota que preferia o silencio e serenidade a o barulho e bagunça... Ela ao entrar no quarto olha para o mesmo... Era uma cama rosa com cortinas brancas, as paredes roxas tinham uma cômoda ao lado da cama uma janela com varanda... Ao se lembrar de sua mãe desejou que a mesma a ampara-se.
Jogou-se na cama e começou a chorar, pois um ano é muito tempo sem nem ver seu pai...
-não chore-disse uma voz- ele já foi bom um dia.
-quem está ai?-perguntou se sentando na cama e olhando para os lados.
-aqui!-disse o armário.
-oh! Um armário falante é difícil de ver-disse chegando perto.
-chamo-me Mirajene-disse o armário criando olhos e uma boca.
-nossa-riu divertida- me chamo Lucy... Como ele não pode ser mal antes?
-um dia ele já foi um bom cavalheiro... Mas... Com a morte de seus pais, como consolo gastou o dinheiro em festas e mais festas...
Lucy ficou dando papo com Mira, como a chama, até a porta se abrir e lá entra um relógio e uma pilastra com três velas, com a do meio aceso, conversando.
-então você é Lucy?-disse a pilastra usando a primeira vela da direita como se fosse uma mão pegando a de Lucy e depositando um beijo-me chamo Gerald...
-ora... Eu sou Freed... Nosso amo a chama para o jantar-disse se curvando.
-e por que não vem ele mesmo fazer isso?
-bem... Ele é bem ocupado sabe-disse Gerald fazendo uma desculpa.
-se ele quer que eu vá... Que ele mesmo me chame para o jantar-disse Lucy empurrando eles e fechando a porta.
-mas que garota mal educada!-exclamou Freed.
-deixe-a... Não se acostumou ainda com o modo de ser daqui...
Freed foi para a sala de jantar com muito medo e disse para Fera...
-amo?-disse ao lado deste.
-sim?-perguntou com a voz grossa olhando para o lado o encarando.
-e-ela... nã-não pode vir...
-por quê?-disse impaciente.
-por que só vai se o senhor for chama-la.
-COMO ASSIM ELA QUER QUE EU VÁ LÁ CHAMA-LA? POIS BEM! NÃO VOU E ELA NÃO VAI COMER NADA!-disse com raiva.
Lucy que estava perto da porta para saber a reação da Fera ao saber levou um susto com o gritou, pois a mão no peito se afastando da porta... Até mesmo a neve que lá fora estava caiu e os passarinhos espantados de medo voaram a fora.
-sei... Um cavalheiro um dia né?-disse cínica para Mira
Lucy se deitou e dormiu com um pijama que Mira lhe dera...
Continua...
Notas finais
comentários pliz >.
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