Notas iniciais
Boa tarde minhas lindas meninas!! Espero que ainda estejam todas ai!!
Trouxe um capitulo maior desta vez, espero que vocês gostem! As Team Sam vao gostar, disto eu sei!

Gente, sabe a Orca, baleia assassina? Prazer sou eu! Estou com seis meses e meio e saltei de 52 para 69kg!!!!! Pode isso Arnaldo? Mas é um efeito que vale a pena, vou postar algumas fotos do quartinho da minha pequena Alexsandra, que está lindo, e pronto!!! So esperando sua chegada!!! (Mae babona que anda com um sapatinho rosa pendurado no cheveiro!) kkkkkkkkkk, bom sem mais enrolação pq sei que vcs estão sem unhas e sem cabelos vamos ao capitulo!!

Eles precisavam disso, precisavam daquele silencio, daquele momento privado na mente de cada um, decidindo-se o que iriam fazer depois dessa noite, o que iriam fazer daqui para frente.



–Céus, Kristin, como consegui ficar todo esse tempo sem você?... Jessy tinha razão... Sou um verdadeiro covarde. – ele pergunta, encostado no parapeito sentado, a segurando em seus braços. Alguns minutos haviam se passado, quase uma hora exata.

–Talvez se tivesse vindo antes, seria pior. Ainda estava tudo muito turvo em minha mente, muito confuso e tudo estava acontecendo muito rápido. Acho que seria pior se nos encontrássemos desta forma; Tensa, confusa. Talvez o destino soubesse que precisávamos de um tempo, e tendeu a nos reunir na hora certa.

–Mal posso acreditar que a encontrei me esbarrando em você. Como da primeira vez. É irônico.

Ela se aninhou mais ao seu peito, ao mesmo tempo em que ele a apertava mais seus braços.

Lá fora, eles ouviram ao longe os sinos da igreja mais próxima, anunciando que era meia noite.

–Feliz natal Sam.

–Feliz natal Kristin.

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Eram aproximadamente duas da manhã quando ela despertou, ainda estava sentada no mesmo lugar, aninhada ao seu ombro, levantou a cabeça para ver seu rosto, seus olhos estavam fechados, e ele parecia relaxado. Mas os abriu assim que percebeu sua movimentação. Oh, ele não estava dormindo.

–Olá. – ele disse carinhosamente olhando para ela.

–Oi. – ela sorriu timidamente, aqueles belos olhos esverdeados ainda mexia dentro dela, na parte mais sensível de seu corpo para ser mais exata.

–Enquanto você dormia eu refletia sobre algo. Você não voltou para ele não é?

–Não. – ela respondeu em tom de desculpas. – Eu, queria que você ficasse longe. Ainda estava tão confusa.

–Meu coração se partiu em dois quando você me disse aquilo... O quebrou mais do que já estava.

–Acredite, doeu tanto em mim quanto em você.

–Kristin nessa noite de natal queria fazer uma promessa a você, e que você fizesse a mesma coisa por mim.

–E o que seria?

–Não vamos mais mentir um para o outro. – ele disse, e ela podia entender a dor e o medo escondido naquelas palavras. – Tudo de ruim que aconteceu conosco foi por causa de mentiras, e não quero que isso aconteça mais. Sejamos sempre sinceros um para o outro, entende?

–Entendo, soa calmamente ao meu coração.

–Ao meu também. Eu amo você Kristin, pude sentir o quanto eu a amava refletido na dor de ter perdido você. Não quero sentir isso nunca mais.

Ele a conchegou em seus braços, na quietude daquele lugar, daquele momento, daquele dia tão especial, talvez tenha sido o velho espírito natalino que tenha acalmado seu coração, ou talvez por que a saudade daquele homem tenha sido mais forte que sua dor. “Sam, meu Sam.” Ela pensava enquanto seus dedos deslizavam discretamente por sua barriga lindamente definida.

Ela desfrutava aquela sensação calorosa de seus braços, até que o bipe que estava preso em sua calça jeans apitou, ele estava sendo chamado.

–Infelizmente tenho que ir querida. Estão me chamando. – ele disse se levantando junto com ela.

–Fiquei curiosa Sam, em qual função você aplica a psicologia aqui? – ela perguntou.

–Bom, eu ajudo as pessoas a lidarem com as noticias difíceis, e infelizmente somos os únicos encarregados a dar aos pacientes ou aos familiares as noticias trágicas, porem minha equipe está trabalhando com a policia em casos criminais, ajudo e encorajo as vitimas lutarem por justiça, e a driblarem seus medos e seus traumas.

–Deve ser... Cansativo. – ela disse abraçando seu corpo com os braços, o vento congelante da calada da noite, trazendo consigo alguns flocos de neve, e fazendo seu cabelo dançar discretamente em torno de seu rosto.

–Na verdade, isso me ajuda muito, a cada caso que pego, eu aprendo um pouco. Pode ser doloroso às vezes, mas é sempre algo novo para se aprender. – ele chegou para perto dela, tomando sua cintura em seus braços. – Você está tremendo Kristin, desça comigo, você vai congelar aqui. Não quero que você adoeça.

Ela concordou com a cabeça, e o acompanhou até o elevador.

–Eu prometo a mim mesmo que nunca mais vou deixar você ir. – ele sussurra em seu ouvido, Kristin sentiu seus pelos eriçarem, e com o beijo que ele depositou ali, a fez ter sensações tão intensas, que se não fosse um caso importante o chamando, ela se entregaria a ele ali mesmo, no elevador.

Com um beijo rápido, porem urgente, ele saiu do elevador quando o mesmo parou em seu andar, ele deu um passo para fora sem virar de costas para ela, e observava cada detalhe de seu corpo agora tão magro, à medida que as portas iam se fechando.

Seu sorriso se abriu de orelha a orelha quando ela entrou no quarto de seu filho, o pegando no colo e erguendo no ar, era incrível como ele ainda estava acordado aquela hora da noite, olhou em volta, e encontrou o olhar malicioso dos dois gêmeos sentados no sofá, ambos de pernas cruzadas.

–Detalhes. – foi a única coisa que Carlie disse, em tom ameaçador, como se a jurasse de morte se não lhe falasse nada, enquanto seu comparsa, quer dizer, irmão, batia levemente e freneticamente no lugar vazio ao lado deles no sofá.

E ela não teve outra escolha, e mais uma vez se perdia em uma velha conversa cheia de perguntas nada discretas, comentários inconvenientes e palavras improprias para Luka ouvir, e claro, risadas e muitas risadas, esse era o jeito que eles sempre tiveram.

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–Oh querido, feliz natal! – Kristin pronunciou assim que seu filho acordou no berço, o tomando nos braços, e aninhando ao seu peito.

–Natal. – ele pronunciou para despertar a atitude babona de seus padrinhos, que se desmancharam em uma careta abobalhada que chegou a fazer Luka sorrir. Levando a todos a sorrirem com ele.

–Oh, quero sorrir também. – ambos olharam para a pessoa parada na porta do quarto, trajando um paletó cinza desabotoado, com uma camisa branca por baixo e sem gravata, com uma pequena mala de couro em uma de suas mãos. Carlie fechou seu sorriso no mesmo momento, enquanto Charlie sentiu-se constrangido, Kristin foi a única a agir naturalmente com sua presença.

–Patrick, está de volta, que bom. – ela disse sorrindo.

–Papai?—Luka balbuciou no colo de Kristin, sim ele já tinha aprendido a chamar Patrick de pai, depois de muitas aulas que o bebê teve dos dois.

–Meu filho, feliz natal. – ele entrou diretamente tomando Luka em seus braços, depositando um beijo terno em suas bochechas, desta vez Luka sorriu. E mais uma vez pronunciou natal.

–Oh, com essa são trinta palavras em seu vocabulário. – ele disse, em uma risada boba.

–Pelas suas roupas vejo que veio diretamente de Washington, não é? – ela perguntou, o tom um pouco rude saiu sem que ela quisesse.

–Não queria perder um minuto que fosse para ficar com meu filho.

–Deve estar cansado, por que não toma um banho e coloca algo mais confortável?

Eles nem repararam que a pergunta preocupada de Kristin fez o queixo dos gêmeos caírem, metaforicamente. Charlie a olhava com pura surpresa e Carlie chegava a estar chocada e perplexa com o jeito que Kristin o estava tratando, e o jeito que Patrick estava tratando Luka.

–Eu logo irei, apenas queria entregar o presente de Luka primeiro. – foi nesse momento em que ele pareceu perceber a presença dos gêmeos. Os olhos azuis celestes abrindo-se em surpresa. – Sr. E Srta. Johnson? É uma surpresa vê-los aqui.

–Acredite Sr. Sullivan, não estamos menos surpresos que você. – Carlie e seus comentários inescrupulosos. Mas ela sorri, sincera e aperta sua mãos, Assim como Charlie.

Patrick olha para Kristin que o olha de volta, em uma breve conversa silenciosa ele compreende e sorri para ela, como se estivesse aliviado.

–Fico feliz que não tenha passado a véspera de natal sozinha com Luka, Kristin.

–Ah, e como Patrick, ela não passou o natal sozinha. – Carlie solta um de seus tiros mais uma vez, e sorri inocentemente.

Patrick a olha confuso, porem, entrega Luka para Kristin e vai em direção a pequena mala de couro que havia deixado no chão. E tira uma pequena caixinha azul com as fitas brancas fazendo um uma cruz em volta da caixinha. Ele desfez o nó e a abriu, tirando de lá um pequeno bibelô em forma de gota, com pedaço de papel com algo linda mente escrito dentro, um bibelô daqueles que quando sacudia, faziam vários floquinhos brilhantes se espalharem.

–O que está escrito? – Kristin pergunta ansiosa.

–Uma oração de Maria Imaculada, protetora das crianças doentes.

–Mas...Você é ateu. – ela murmurou, perplexa.

–Mas você não. – ele rebateu. – Confio essa oração à fé que você possui.

–Bom. – ela ficou sem palavras diante desta afirmação. – Obrigada Patrick, vou coloca-lo no criado mudo.

Ela pegou gentilmente o presente de suas mãos, balançando e mostrando ao menino, que ficou fascinado pelo brilho da purpurina balançando dentro do objeto em forma de gota.

–É lindo Patrick, foi um maravilhoso presente.

Ele sorriu timidamente, em seguida se direcionando ao banheiro do quarto.

–Uau! – Charlie Murmurou. – Nunca pensei em ver isso novamente em minha vida, juro que pensava que as coisas estavam difíceis entre vocês dois aqui. Isso foi surpreendente.

–Patrick está tentando mudar. Ele quer melhorar o relacionamento com nosso filho.

–Por que isso não me cheira bem? – Carlie comentou.

–Não há nada de errado em nada Carlie, isso tudo é uma longa historia que não quero contar agora. Por enquanto só peço que parem com as piadinhas indiretas viu meninas!

Os dois levantaram as mãos, em sinal de rendição. Tirando uma rápida risada de Kristin.

Quarenta minutos depois, Patrick saiu do banheiro, os cabelos ainda molhados e bagunçados, trazendo consigo o aroma suave de sua loção pós-barba, vestindo uma bermuda verde oliva e uma camiseta comum sem estampas cor de champanhe, bastante informal, Kristin lembrou-se ligeiramente do quanto gostava de vê-lo assim. E mais uma vez tomou seu filho nos braços, sentando-se em uma poltrona, Esticando suas pernas e apoiando a cabeça no encosto, e respirou. Aliviado. Ele deve estar exausto.

–Bem, -- Charlie se pronunciou suavemente. – Acho melhor irmos para casa, mana, estou morrendo de cansaço...

–Tem razão Charlie. – Carlie concordou, olhando para Kristin, a mesma que sorria sem graça. –Kristin, estou muito feliz que tenhamos voltado anos falar. Eu a amo como minha irmã. Sabe disso.

–Afinal, somos os trigêmeos lembra? – Charlie completou, sua voz meio que afeminada e rouca, Charlie estava querendo chorar?

–Claro, os trigêmeos. – ela sorriu emocionada, indo em direção aos irmãos, se juntando em um abraço em trio. – Feliz natal, meninas.

–Feliz natal, Kristin. – os dois disseram em uníssono. Em seguida, desfazendo o abraço os irmãos foram até Luka e se despediram com um beijo de Luka, e um breve aceno para Patrick, e saíram abraçados do quarto. Estava para nascer irmãos mais unidos do que aqueles dois.

Ela se volta para Patrick, que continua na mesma posição, caminhou em sua direção, sentando-se ao seu lado no braço da poltrona.

–A viagem valeu a pena? – ela pergunta, para iniciar um assunto.

–Em partes, não estou feliz por ter passado a véspera longe do meu filho. -- ele comenta, abraçando mais o seu filho perto de si. – Mas, consegui fechar um bom negocio, consegui vender quatro por cento das ações, ainda aproveitamos minha estadia lá e consegui fechar contrato com mais algumas marcas para divulgação, duas delas italianas.

–E isso significa? – ela argumenta.

–Que a minha viagem me deixou um bilhão e meio de dólares mais rico.

–Parabéns Sr. Sullivan.

–Estou realmente feliz, por seus amigos passarem a véspera com você Kris, eu realmente me senti muito mal deixando vocês dois aqui, sozinhos.

–Você sempre fez isso Patrick, estamos acostumados.

–Você nunca irá me perdoar, não é mesmo? – ele a olha mais profundamente.

–Não há mais nada para perdoar, quero que os problemas de nosso casamento fiquem para traz, somente não quero que nada interfira na vida de nosso filho.

–Tenho outra reunião na próxima semana. – ele suspira.

–Com a empresa? – ela pergunta.

–Não. Com o grupo de apoio.

–Quer que eu o acompanhe? – ela pergunta incentivada.

–Somente se Luka tiver alta até lá.

–Vai dar tudo certo Patrick, nosso filho vai ficar bom, e você também. – ela o encoraja, passando a mão pelo seu cabelo, arrumando o bagunçado que estava preso em sua testa.

–É bom tê-la como amiga Srta. Kreuk. – ele sorri, tímido.

–Também gosto disso Sr. Sullivan. —ela sorri de volta.

O momento fraternal é interrompido quando ela sente Luka pesando a cabeça para seu colo. Confortando-se desta forma, o corpo no colo de seu pai, e a cabeça na perna de sua mãe, ele parecia muito confortável. Os dois sorriram disto, por que a situação era engraçada, quem visse de fora juraria que eles eram uma família unida e feliz, de certa forma eles eram, do jeito deles.

Em seguida a porta se abre. “ É o enfermeiro coma medicação de Luka” Kristin pensou, mas surpreendeu-se quando o médico em pessoa apareceu. Uma pontada de pânico se passou por seu corpo.

–Bom dia. Sr. Sullivan, Srta. Kreuk. – ele os cumprimenta, com um sorriso no rosto. – Como está nosso pequeno Luka?

–Ele está bem mais animado Dr. – Patrick responde. O medico lhe sorri mais uma vez e examina a prancheta que traz consigo.

–Bom, estou aqui hoje, para fazer alguns exames no seu filho Sr. Sullivan está reagindo muito bem à medicação. E se der tudo certo com seus exames ele poderá ter alta no dia vinte e sete.

–Oh! – Kristin arfou com alegria, levantando-se da poltrona com seu filho nos braços, Patrick também se levantou. – Ele poderá passar o ano novo em casa então! – ela comemorou.

Em um reflexo repentino, ele a abraçou, prensando Luka entre os dois, o garoto reclamou, fazendo os dois sorrirem, não poderia ter tido presente de natal melhor do que esse.

Mais tarde, quando a euforia da noticia passou mais, e ela pode contar para todos que seu filho estava bem, para Carlie, Charlie e Derick. Ela sentou-se a mesa com a vista para a cidade, pensando em sua boa noticia. Quando ele lhe veio à mente.

“Preciso contar para ele” Ela pensou. Então foi até sua bolsa e tirou seu celular de lá, pesquisou o numero na agenda, na esperança de não ter apagado seu numero, e logo o encontrou, no fundo ela não teve coragem de fazer isso. E ainda bem que não o fez.

Digitou uma mensagem para ele.

Oi, sou eu, Kristin, espero que seu trabalho esteja indo bem, tenho uma boa noticia para dar a você. Luka terá alta do hospital em dois dias, achei que seria bom contar a você. Beijos.

Um pouco relutante ela apertou em enviar, e não demorou dois minutos e outra mensagem chegou em seu celular.

Que ótima noticia! Estou feliz por você, e por ele também, sabe o quanto carinho que tenho com ele, e meu trabalho está tranquilo por enquanto, estou apenas preenchendo alguns prontuários, antes de ir para casa. Tive uma noite excelente ontem. Estava pensando em ver você ainda hoje, se você pudesse.

Ele quer vê-la? Hoje? Ela olhou automaticamente para Patrick, que trabalhava em seu macbook, ao lado do berço onde Luka dormia no momento. Pensou por um minuto, não sabia se poderia sair, ou se isso seria certo, ela não queria deixar Luka sozinha no natal, e o que diria a Patrick? Mas espere, ela não devia nenhuma satisfação para Patrick, e não se ausentaria por muito tempo, no máximo um café? Não seria tão ruim, afinal, fazia tempos que ela não colocava os pés para fora do hospital.

“Bom, acho que um café não seria tão ruim, mas não posso me afastar tanto tempo do meu filho”

Ela enviou, e olhou mais uma vez para Patrick que estava ao macbook. Logo a resposta chegou.

“Encontro você ansioso, lá em baixo. Em vinte minutos então.”

Ela sorriu consigo mesma, sentindo de repente a mesma ansiedade que ele disse estar na mensagem.

–Mais alguma noticia boa Kris? – ele perguntou de repente, sem tirar os olhos do Mac.

–Ah, não, apenas ainda me sinto feliz, em poder passar o ano novo em casa, com meu filho.

–Kristin, queria conversar sobre isso, gostaria de fazer uma festa em minha casa. Queria que vocês dois passassem o ano novo por lá. – desta vez ele tirou a atenção do Mac e a olhou atentamente.

–Patrick, é que eu já tinha programado de, fazer uma comemoração, com alguns amigos.

–Pode leva-los. – ele disse prontamente.

–O que está tentando fazer Patrick?

–Nada, apenas queria passar o ano novo com nosso filho.

–Então por que você não passa o ano novo comigo em Albany? – ela desafiou.

–Bom... – ele cortou sua frase ao meio, como se pensasse duas vezes no que ia responder. Olhou mais profundamente para ela, que ainda o olhava desafiadora aguardando sua resposta. Ele suspirou. – Se é o que quer, eu passo.

–Está falando serio? – ela sorriu incrédula.

–Sim, estou.

Ela sorriu mais animadamente, mas na verdade, estava realmente incrédula. E por alguns momentos ficou imaginando Patrick dentro de uma casa que tinha o tamanho de sua sala de estar.

–Bom, depois conversamos sobre isso, vou sair para tomar café, quer que eu te traga algo?

–Não obrigado, tomei café no avião. – ele voltou a prestar atenção no Mac.

Kristin foi ao banheiro, escovou os dentes e tentou fazer algo mais bonito com o cabelo, que estavam enormes por sinal. Pegou o sobretudo mais grosso que tinha em sua mala e desceu.

Assim que saiu pela porta do hospital tomou um pequeno susto ao ver que a neve já cobria densamente as ruas, calçadas e telhados em Manhattan, e seu sobretudo não foi tão eficiente para aquecê-la, ela se abraçou, esfregando os braços em seu corpo.

E não demorou muito para encontra-lo. Era certo. Uma reação momentânea de seu coração, era palpitar ao ver sua imagem, ela sorriu largamente dentro de si, sentiu-se dançando balé por dentro, cada vez que se aproximava dele, ele estava encostado a um carro, novo por sinal, o que aconteceu com seu lindo e problemático Impala? Trajava uma camisa social branca, com uma calça preta jeans, um pouco mais colada ao corpo, e segurava seu jaleco em seu braço. Ela suspirou, com calor que crescia em seu ventre com aquela imagem, mordeu rapidamente seu lábio.

–Oi. – ela disse, tímida, quando ficou frente a frente para ele.

–Oi, bom dia. – ele lhe sorriu simpaticamente. “Oh Sam! Pare de sorrir desta forma! Não quero agarrá-lo aqui, na rua”.

–O carro é seu? – ela não conteve a curiosidade.

–Sim, vendi meu Impala, e me ajudou a comprar um novo, estou com ele há uma semana. – ela lhe sorriu, satisfeita e alegre pelas coisas parecerem estar dando certo para Sammy. – Bom, há algum lugar onde queira ir?

–Não, sem nenhuma ideia. – ela responde.

–Então eu escolho, vamos? – ele lhe sorri, abrindo aporta do banco do carona para ela.

Ela sorri, achando graça pelo gesto antiquado, e entra no carro, ele fecha a porta e rapidamente contorna o veiculo entrando ao seu lugar.

No décimo quinto andar, ele consegue olhar perfeitamente a figura feminina se aproximando do sujeito, e ele assiste tudo de sua janela, enquanto ela entra sorridente no carro, e os acompanha até o momento em que ele dobra a esquina, seus olhos congelados e hipnotizados, queimando ardilosamente, de forma que seus belos olhos azuis ganhavam um tom escurecidos, sombrio. Seus lábios se apertavam em uma fina linha exasperada, e tremiam, tamanha era o ódio que ele sentia com que havia acabado de presenciar.

Notas finais
Então! O que acharam? Meninas, me deixe usar esse espaço para lhes fazerem um pedido, alguem aqui ler fic no AnimeSpirit? Bom, para quem gosta da Banda A7x, tem uma fic muito, mas muito boa que está fazendo um mega sucesso por la! E eu como Fã(Super Fã) Da banda, eu mais que aprovei, e a autora se tornou uma grande amiga minha a distancia!!! kkkkk Bom, o link está logo abaixo para quem quizer conferir, e quem não conhece a banda eu recomendo tbem pelo contexto e a historia que é muito viciante. Essa autora sabe exatamente como prender a atenção do seu Publico!!!

http://animespirit.net.br/fanfics/historia/fanfiction-avenged-sevenfold-the-new-family-avenged-sevenfold-411484