Notas iniciais
Demorei mas estou aqui!!! Essa semana foi um pouco mais corrida confesso, mas consegui terminar este capito, e ele esta bem... como posso dizer, um pouco rapido. Adiantei algumas coisas na historia, se não ele ficaria muita encheção de linguiça e seria chato. e sinto em dizer, que.... Mais uns quatro ou cinco capitulos e a fic acaba.... Pois sim, pq tudo tem que acabar um dia né? Bom... tou aqui rapidinho para postar o capitulo e e responder os comentarios, no mais, *Enjoy *-*

– O que esta fazendo?

–Fechando as portas, por mim, por você, por nos dois.

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Já Fazia alguns dias que Patrick tinha saído do hospital, fazia reabilitação em casa e às vezes em uma academia especializada em fisioterapia no centro da cidade, o caso era que, o dano causado na parte inferior do cerebelo, o fez perder o movimento das pernas o deixando paraplégico.

A boa noticia, era que o dano podia ser temporário, dependeria de seus esforços em continuar o tratamento para reduzir o inchaço na parte da medula espinhal, e dos esforços para que o bulbo voltasse a mandar os comandos necessários para sua perna se mexer, o que precisaria de muita, mas muita fisioterapia. Isso faria com que os movimentos voltassem parcialmente, iria precisar de muito tempo ate Patrick voltar a andar normalmente, de acordo com o medico, seria questão de anos.

Este era apenas um de seus muitos problemas, quanto mais Kristin se reaproximava de Patrick, mas se afastava de Sam, e ela sentia muito por isso, Sammy era a ultima pessoa no mundo no qual ela queria magoar. E era exatamente o que ela estava prestes a mudar naquele exato momento, dentro do taxi ela seguia direto para casa.

Enquanto seguia, ela olhava pela janela, pensando em seu lindo príncipe de 1,90, forte e deliciosamente musculoso, rindo de se mesma por pensar dele desta forma tão repentinamente, quando se lembrou que fazia muito tempo desde tiveram uma longa noite quente carregada de luxuria e gemidos altos que somente ele lhe proporcionava.

E era daquilo que ela realmente precisava e sentia falta, que precisava desde muito antes, de caricias quentes, de Sam ao seu lado, a fazendo esquecer seus problemas, a fazendo gemer e esquecer que existia um mundo lá fora.

Eram umas seis e meia quando adentrou o apartamento. Sam chegava em casa as Sete, se sentaria e pensaria exatamente em como conversaria com ele, que palavras seriam ditas, e como ela estava afim de por um ponto final nos problemas dos dois, já estava mais que na hora de eles poderem seguir em frente.

“Eu me caso com você Sr. Winchester, eu vou com você para a Alemanha. Vou com você onde você for. Chega de permitir que ele estrague nossa vida, não tenho mais medo dele, não importa que ameaça ele use, vou revidar e lutar por nos dois. “

Ela sorriu de seu pensamento ridículo de adolescente apaixonada. Mas o que podia fazer, era o que mais combinava para ela naquele momento.

Porém, tudo foi por água baixo, todas as suas idéias, eu ensaio mental se esvaíram, quando ela adentrou o apartamento, e encontrou malas no centro da sala.

Nesse instante ele apareceu descendo as escadas, com uma pequena mala na mão e um, sobretudo sendo segurado entre seus braços. Uma expressão tristonha em seu rosto.

–Sam. – ela o chamou cautelosamente. – O que é tudo isso?

Ele não respondeu, apenas continuou a descer a escada ate chegar à pequena pilha de malas e colocar a que segurava em suas mãos junto a elas, deixando seu sobre tudo ali em cima.

–O que você acha que é? – ele respondeu de forma baixa, sem olhá-la, como se dissesse para si mesmo.

– Sam, meu amor. – ela caminhou ate ele, um desespero tomando conta de si. Sem saber o que falar o que perguntar ou o que fazer sua respiração tomando uma velocidade alta. – Precisamos conversar, há tanto que preciso te contar.

–Bom você tem pouco tempo. – ele referiu-se a ela secamente. Olhando em seus olhos, fazendo-a ficar muda.

–Sam, peço que me desculpe, me desculpe não ouvir você, desculpe deixar que ele me manipulasse, eu realmente... EU realmente não sabia que isso afetava tanto você, não sabia que você se sentia desta forma em relação ao Patrick, eu só quero que saiba que esta errado, que eu nunca o achei superior a você, nunca o achei melhor que você, para mim você foi a melhor coisa que me aconteceu r você comigo é tudo o que mais quero só te peço que não desista de mim... – ela já não conseguia mais falar nada, palavras não era o suficiente para descrever tudo o que ela estava sentindo.

–EU jamais desistiria de você. – ele sussurrou, com um olhar abobalhado, talvez tocado com as coisas que ela acabara de dizer.

Kristin piscou confusa por um momento. No mesmo instante em que Jessica deslizava ruidosamente pela escada, lindamente arrumada como uma garota recatada porem sexy, uma calça Jean colada, um suéter vinho e um salto alto preto.

–Sam, estou pronta, já verifiquei aquela foi a ultima mala.

–Tem mesmo certeza disso Jessy? – ele perguntou, mas sem tirar os olhos de Kris.

–O... O que esta acontecendo? – Kristin perguntou se referindo a Jessica, piscando cada vez mais confusa com tudo.

–Não acredito que você esqueceu! – Jessica rosnou, em sua voz fina de adolescentes aparentemente mimada.

–Kristin tem se esquecido de muitas coisa ultimamente Jessy. – Sam comentou com um sorriso torto brincando ironicamente em seus lábios. – E fevereiro Kristin. Jessica começa na faculdade esse mês.

–Sam vai me levar para Washington, consegui uma vaga nos dormitórios da faculdade. – Jessica disparou em seu falatório animado enquanto terminava de descer as escadas rapidamente – Acredita nisso Kristin, alem de universitária, vou morar em uma republica!

Sabe aquela expressão estilo Bella Swan? Kristin ficou assim durante algum tempo, todos os problemas que a cercavam desde o começo do ano, Kristin esquecera completamente que Jessica tinha se formado no ensino médio e que conseguira uma bolsa parcial na Universidade George Washington, uma das maiores do pais.

–Tipo, vou estudar onde os maiores políticos americanos se formaram; J.F.K, Hilary Klinton. Estou tão nervosa Kris, tipo, como eu pareço? Muito adulta? Muito infantil? Acertei em usar o salto?

–Você esta maravilhosa Jessy! – ela andou em direção a menina, a abraçando maternalmente, visivelmente orgulhosa da pequena, e se sentindo uma completa idiota. – Vou sentir sua falta, e tenho certeza que Luka também.

–Ohw... Espera lá, Washington e logo aqui ao lado, vocês vão me visitar não vão? OU vão comemorar que a pirralha saiu de casa e vão sair fazendo sexo em todos os cômodos da casa, maninho fique você sabendo que passarei minhas férias aqui e quero meu quarto do jeitinho que eu deixei.

–Cada roupa suja jogada no chão. – Sam enfiou divertidamente, as duas mãos no bolsos, o sorriso torto ainda continuaram ali.

–Meu notebook! – Jessy gritou exasperada, e saiu correndo de volta pelas escadas acima.

–Eu te avisei. – ele comentou. Seu olhar se voltando divertidamente para Kristin.

–Eu... Por um momento eu pensei que... – ela suspirou, aflita.

–Eu sei. – ele disse somente.

–Você – ela proferiu sussurrante. – Você! – desta vez foi um alto som acusatório. – Estava brincando comigo! Sabia o que eu estava pensando!

Uma rouca vinda de Sam foi o suficiente para Kris sair pisando fundo ate ele, dando lhe socos raivosos no peito e nos braços. O que fazia as risadas aumentarem. Logicamente nem com toda a força de Kristin seus socos lhe machucariam.

O ataque ridículo de Kris causou tantas risadas em Sam que ate mesmo ela se viu contagiada e rindo de si mesma.

–você tem idéia do quanto esses segundos foram torturantes para mim, fiquei desesperada! Eu achei que... Você tinha... Desistido de tudo.

Sua risada de acalmou para apenas um sorriso brincante afetuoso para ela, em meio a um olhar melancólico.

–Eu nunca desistiria de você, nem se você não me quisesse mais, aceitaria o que você estivesse disposta a me dar.

–Eu quero dar tudo a você -- ela ergueu a mão para tocar seu rosto. Ao mesmo tempo em que q ele se curvava discretamente para seu carinho. – Desculpe.

–Tudo bem. – ele segurou sua cintura com as duas mãos. – Também fui rude com você.

–Há muitas coisas que precisamos conversar Sammy, Mas, eu quero que saiba, que para mim você o meu mundo, a meu anjo que me salvou de todas as formas que se pode imaginar. Você é como uma luz, e é todo meu.

–Sim, seu – ele pressionou levemente seus lábios em um beijo rápido. – Só é uma pena que você não seja toda minha Srta. Kreuk.

– É exatamente sobre isso que precisamos conversar.

–Vou dirigir por duas horas ida-volta ate Washington, podemos conversar quando eu voltar.

–Ok.

–- Agora sim peguei tudo! – a voz brincante de Jessica aparece na escada, segurando uma maleta de notebook rosa neon nas mãos. – Bom estou pronta.

– Bom, vou colocar as malas no carro – disse ele ao pegar três das quatro malas e se dirigir ate o hall do elevador. Deixando a que tinha carrinho para Jessica levar.

Kristin se virou para Jessica com um olhar emocionado, era incrível como ela tinha se apegado com Jessica, só ainda não sabe se era como uma filha, ou como uma irmã mais nova. Jessica tinha um sorriso tímido mas os olhos brilhantes de contentamento. Elas se olharam assim durante algum tempo, ate Kristin ir ate ela e agarrar-lhe num abraço esmagante.

–Oh Jessy, estou tão orgulhosa! – uma lagrima teimosa escapou por seus olhos. – Vou sentir tanto sua falta. Luka vai sentir falta de suas musicas.

–Não seja por isso, eu deixei elas gravas no Ipod de Sam. – ambas riram juntas.

–Querida, a única coisa que poderia te falar agora é que não desista, nunca, as coisas vão ficar difíceis por um tempo, mas, sempre continue firme, você vai a melhor cirurgiã que esse pais já viu.

–E a mais bonita. – Jessy comentou enquanto o abraço ia se desvencilhando em meio a risos roucos e algumas lágrimas.

–Boa sorte em tudo filha. – ela disse roucamente observando a menina pegando a ultima mala rosa de carrinho pela alavanca e puxá-la ate a porta.

–Kristin – Jessica a chamou antes de sair pela porta – Ele cuidou de mim ate hoje, mais do que ninguém ele merece ser cuidado também, cuida bem do meu irmão ok?

–Eu prometo. – ela sorriu enquanto olhava a bela e magrela morena saindo para o elevador.

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Era quase meia noite quando ele chegou, Kristin tinha acabado de sair do banho, ainda enrolada na toalha, ela o viu entrando no quarto, o rosto melancólico, sentando – se a cama e tirando os sapatos.

–Vou sentir saudade daquela voz irritante – ele comentou e soriu consigo mesmo.

–Sua garotinha cresceu, aceite isso, e ela vai te dar muito orgulho. – ela comentou ao passar por sua frente.

Uma pausa silenciosa se fez enquanto ela pegava o creme hidratante e passava por seu corpo.

–E então? Como ele está? – ele perguntou de repente, fazendo Kristin o encarar por alguns segundos

–As seqüelas foram um pouco piores do que imaginamos, sua perna esta bem ruim e o traumatismo na cabeça o deixou paralisado.

Sam pareceu refletir um pouco sobre sua resposta, concordando com a cabeça em seguida.

–E quanto tempo vocês dois vão ficar nessa?

–Sam, prometi ao Patrick que ia ficar ao lado dele

–Como sempre. – ele diz secamente

– É o mínimo que posso fazer depois de ter empurrado ele para frente de uma van.

–Kristin, entendo que para ele não esta sendo fácil, mas espero que tenha consciência de que ele vai fazer de tudo para ficar com você, para atrapalhar nos dois.

–Eu sei disso. – ela disse convicta. – Mas ele não vai conseguir.

–Você sempre diz isso. E ele sempre acaba conseguindo.

–Não dessa vez. – ela disse, com firmeza na voz. Um sorriso brincante em seus lábios.

Sam a encarou intrigado, a cabeça tombando levemente de lado, ele olhou em seus olhos, percebendo algo diferente neles, assim como em sua voz, não encontrou a insegurança que ela tinha toda vez que falava sobre Patrick.

Kristin lhe sorriu como se lesse o que se passava em sua cabeça, aproximou-se cama parando bem a sua frente.

–Não gosto da idéia de te ver tão perto dele e tão longe de mim.

–Eu nunca mais vou ficar longe de você. – sussurrou enquanto se sentava montada em seu colo. – Eu marquei a data o nosso casamento.

–Você fez o que?

–Vou ser oficialmente sua daqui um mês.

–Kristin... – Ele não sabia o que falar, a boca se abria e fechava e apenas se contorcia em um sorriso de orelha a orelha. –Ah, Kristin...

Antes mesmo que desse conta ela já estava deitada de costas pra cama, embaixo dele. O corpo ainda nu coberto apenas pela toalha estava agora totalmente exposto para ele.

... E dessa forma ele a tomou para si, da forma mais egoísta e erótica que se pode imaginar.

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Alguns dias depois...

–Só mais uma e acabamos.

–Eu não consigo! – Patrick gruniu o rosto contorcido de dor, avermelhado pela força que havia feito durante toda a manhã.

Ele estava em um aparelho parecido com uma bicicleta de academia e exercício era o mesmo equivalente.

–Só mais uma volta, querido você consegue. Vamos!

–Argrrr – com um grito de agonia ele conseguiu fazer mais uma pedalada, antes de se jogar contra o apoio, esgotado como se tivesse sido nocauteado.

–Cem pedaladas, e temos um novo recorde! – Kristin sorriu enquanto Patrick era aplaudido pela fisioterapeuta e os demais na sala de exercício.

–Por favor, parem com isso. – Patrick resmungou mal humorado enquanto se movia com dificuldades da bicicleta ate sua cadeira de rodas, os cabelos pingando de suor.

–Patrick, isso se chama incentivo.

Patrick olhou debochado para ela, enquanto pegava a toalha e enxugava seu rosto, ao terminar, empurrou-se em direção o vestuário, sendo seguido por Kristin.

–Você foi excelente hoje – ela comentou orgulhosa, enquanto entrava com ele e o ajudava a pegar sua maleta. – A Dra. Veddan disse que você é um prodígio, que vai se recuperar bem antes do tempo.

–Por favor pare com isso. – ele bufou.

–Isso o que?

–Isso! – ele se alterou gesticulando as duas mãos para ela. – Você parece um livro de auto-ajuda ambulante!

–Patrick, já conversamos sobre isso.

–E todas as vezes você faz a mesma coisa! E não me olhe assim! Você está com pena de mim?

–É claro que não! Por favor! Quantas vezes preciso dizer, eu nunca senti pena de você, se estou aqui, é para ajudar você, para me ajudar, e nunca fiz isso por pena.

–Você vai se casar com ele. – ele disse por fim.

Kristin piscou duas vezes.

–E o que isso tem a ver?

–Tem tudo a ver Kristin. – Patrick tirou a toalha da mala, colocando sobre seu colo. – Entenda, é difícil, ver você aqui, e saber que... Cada dia que passa, você esta mais distante.

–Você quer que eu vá embora? – sua voz foi seca e direta.

Olhando para o chão. Mordendo o lábio inferior como se ponderasse a alternativa.

–Não... Prefiro você aqui.

–Então pare com isso! Já conversamos sobre isso, e eu fui bem clara que vou me casar com ele Patrick, não importa o que você faça, ou ameace fazer. Meu coração é dele, Patrick. Se você me quer por perto, eu estarei, como uma amiga, como a mãe do seu filho. Nada mais que isso. Pare, de sentir pena de você mesmo. E supere-se.

–Vou tomar banho. – ele afirmou por fim.

–Vou esperar, La fora.

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–Nossa, você esta sendo um pouco fria com ele não acha?

–Sim, eu acho Carlie. Mas é a única forma de mante-lo afastado, e fazer ele se focar na recuperação.

–Minha nossa, que situação! – Charlie comentou como conclusão.

–Eh, todo essa historia de Kristin ajudar Patrick e ainda ter que planejar todo um casamento em menos de um mês.

–O que? Não! Eu estava falando de mim! Queridas, este já é o quinto bem casado que eu experimento! Dessa forma não vou nem caber no meu smoking no dia do casamento.

–Smoking? Não vai ser tão formal assim Charlie. Eu acho que terno e grava simples já está bom.

–Kristin, pelo menos diga que a roupa dos padrinhos será azul? Fico tão lindo de azul! Combina com meus olhos. – Charlie piscou repetidas vezes enquanto os três eram servido de mais um sabor de bem casado da confeitaria.

–Hmm, este é maravilhoso. – desta vez Carlie comentou para a atendente. – este é de que?

–Este é de côco com recheio de chocolate meio amargo e nozes banhadas em calda de açúcar e conhaque.

– Vamos deixar os convidados bêbados com bem casados? – Kristin perguntou retoricamente.

–Eu adorei este, tem o meu voto Kristin!

Kristin e Charlie sorriram animadamente enquanto Carlie se deliciava com o restante do doce.

–E como estão as coisas com Derick.

–Oh, Kris, o que posso dizer? Passei a vida inteira achando que me casaria com um negro e teria lindos filhinhos mulatos com cabelos caheados, mas, foi um branco, loiro de olhos azuis que tomou esse partido e...

–O que? – Kristin soltou exasperada. – Você e Derick estão pensando em casamento?

–A verdade, é que ele me pediu ontem... E eu aceitei...

Kristin gritou histericamente aos risos, numa pose de adolescente californiana que ela adotava quando esta ao lado a amiga.

– E quando você ia me contar? Oh, Carlie, é inacreditável que você foi finalmente laçada!

–E por um branquelo. – Charlie completou.

Ambas se abraçaram de forma infantil, sorrindo com os rostos colados um no outro.

–Oh, Kristin, acho que finalmente tudo esta entrando nos eixos...

–Deus te ouça amiga... Deus te ouça.

Notas finais
Bom, meio confuso ne? mas espero que tenham gostado, ate loguinhoooo, bjkas! @.@
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.