Apenas Carnal.
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Todos com peninha da Kristi... Por isso vou postar dois capitulos hoje, um agora e eoutro de noite.... Vcs vão adorar!!! Até mais!
- Você deu um susto na gente sabia? Pelo amor de Deus Kris, O Luka só tinha seis meses de vida.
-Naquele momento, eu não pensei, somente agi. Só isso, Só queria colocar fim a essa dor.
-Meninas! Vamos esquecer o assunto pelo amor de Deus! Eu não aguento mais essa cara de velório de vocês, é para isso que estávamos aqui!
Nessa hora eles ouviram o carro de Patrick ser trazido até a porta da mansão, ao mesmo tempo em que o mesmo saia de casa, com uma bermuda branca e uma camisa polo azul marinho, e um boné combinando com a bermuda; vestido exatamente como se saísse para pescar, e era o que ele iria fazer; todo o fim de semana ele se reunia com os sócios da empresa e iam para a ilha privada de seu pai, para pescar, e claro, passar noites em claro bebendo e dormindo com algumas garotas de programa, mas essa parte ele ocultava de Kristin.
Ele carregava a vara de pesca e outros materiais em uma mala, que colocou na traseira do carro, e apenas com aceno ele se despediu de Kristin e Luka.
- Como ele é sínico! – Carlie dizia em um sorriso enquanto retribuía o aceno.
Então, ele saiu com o carro, e quando passou pela portão da mansão, Charlie deu um grito, assustando Luka.
- Agora que o gato saiu de casa! Hora dos ratinhos fazerem a festa!
-Charlie se você fizer isso mais uma vez na frente do meu filho eu juro...
-Amiga eu acho melhor você deixar o Luka com a babá hoje, por que eu trouxe litros e litros de bebidas alcoólicas! E não vou sossegar enquanto não te entupir delas!
Sabe aquela voz gay forçada e aqueles trejeitos afeminados? Foi exatamente assim que Charlie falou.
Kristin acabou por fazer o que Charlie pediu, deixou Luka com a babá, mas somente depois que os dois disseram que eles sairiam por essa noite e não teriam hora para voltar.
Passaram a tarde bebendo e falando coisas amenas, os três se mataram de tanto rir enquanto Carlie contava uma historia de quando uma paciente chegou em seu consultorio com um vibrador que tinha se quebrado e ficado metade presa em sua vagina e que teve que fazer uma pequena cirurgia para retirá-lo.
No finalzinho da tarde, eles deram uma pausa na bebida, e foram para a mansão, onde tomaram um relaxante banho na jacuzzi de Kristin e recuperaram mais o estado em que estavam e descansaram para o programa da noite.
Eram umas dez horas da noite, quando Kristin terminava de se arrumar, de acordo com Carlie eles iam a uma boate dançar um pouco e beber muito, ela não queria chamar atenção, colocou um vestido rodado em um tom verde bem escuro, que se confundia com preto, que ia até a altura de seus joelhos, um decote em V e a manga estilo baby look, um sapato escarpin preto e algumas poucas joias, os cabelos soltos e pouca maquiagem.
Quando estava terminando de se maquiar, Carlie entrou no quarto para ver se ela já estava pronta, sendo que uma tomou um grande susto com a outra.
-Aonde você vai? Em uma reunião de negócios? – Carlie disse em total reprovação à sua roupa, a cabeça negando cada detalhe de seu look.
- E você vai para onde? Fazer programa? – Foi à resposta de Kristin para Carlie.
Carlie usava um vestido, para lá de ousado, além de ser curtíssimo, era colado. Era um tom prateado e bem chamativo de mangas compridas que completava com o salto 15 em um sapato preto em forma de botinha com uma abertura nos dedos, e a bolsinha minúscula brilhosa combinando com a cor do sapato. Carlie se virou até o closet de Kris, e Kris deixou o queixo cair com o enorme decote atrás do vestido, ia até o final de sua cintura, sendo coberto apenas por umas finas linhas de tecido que seguravam o vestido.
Carlie fuçou o closet da amiga até encontrar algo que julgasse “apropriado” para a ocasião, um vestido preto com gliter, que era todo soltinho com um estilo morcego, era bem curto, mas não era tão vulgar quanto o seu.
-Toma, vista isso, que eu vou dar um jeito nesse seu cabelo.
-Eu não vou usar isso Carlie! Eu tenho esse vestido desde antes o Luka nascer, ele nem deve servir mais.
-Você escolhe! Ou veste o vestido ou eu o visto a força, e chamo o meu irmão para ajudar, e olha que apesar de ser afeminado o Charlie é muito mais forte do que muito homem que se julga macho por ai!
Kristin não segurou o riso, olhou para o pedaço de tecido em sua cama, pensou uma, duas, três vezes e decidiu usá-lo, sabia que Carlie não a deixaria sair com a roupa que usava.
Depois que ela colocou o vestido e Carlie o completou com um cinto preto, Kristin até gostou do que viu, o vestido caia de lado em seus ombros, valorizando seus seios farto, e como era em estilo bem soltinho, o vestido escondia suas gordurinhas e até valorizava a curva de seu quadril lago a deixando com o famoso corpo de “violão”.
Não teve outra, Kristin teve que trocar o sapato, as joias, e até o cabelo e maquiagem. Se antes ela não queria chamar atenção, agora ela parecia que estava pronta para ser a rainha do baile.
As duas desceram enfim, não sem os elogios nada respeitadores de Charlie.
Kristin sorria descontroladamente quando as taças de champanhe já fazia seus primeiros efeitos dentro do carro, seu sorriso se fechando quando chegaram ao local.
-Boat Cruise? Serio gente?
-Claro! Menina você precisa ver os gatos que tem aqui! Nós dois ficamos babando! – Carlie dizia, a voz já rouca por efeito da bebida.
-Uma boate de streeper pessoal? Não acho uma boa.
-Kris, você esta tão acanhada menina! Vamos logo, vamos pegar uma boa mesa, beber até vomitar, e você vai se sentir bem! – Charlie falava sem parar enquanto descíamos do carro, e nos dirigíamos a enorme fila que estava alí.
-Desculpe pessoal já está lotado. – o segurança disse quando chegamos à entrada.
-Até mesmo para a senhora Sullivan e os irmãos Johnson? – Carlie disse em um tom até rude, mas o segurança pareceu não se importar, entrou na boate, voltando minutos depois e tirando a corrente da entrada para passarmos.
-Pensei que não conseguiríamos. –Kris comentou ainda acanhada com o local.
-Sabe Kristin, às vezes tenho a impressão de que você não sabe o poder que seu sobrenome tem nessa cidade.
Os três chegaram até a pista de dança, Kris corou na mesma hora ficando boquiaberta, ao olhar para um streeper na mesma hora em que ele arrancava sua calça sem ter absolutamente nada por baixo, logo um monte de mulheres mortas de bêbadas estendia a mão para pegar o objeto avantajado do dançarino.
E ficaria daquele mesmo jeito a noite inteira se Charlie não a tivesse puxado pelos braços.
-Vamos ver se entramos na área vip! – desta vez Charlie teve que falar aos gritos, devido a musica e a gritaria do local.
Ao entrarem na área vip, Kris se sentiu melhor assim, não tinha aquele aglomerado de pessoas, e era um ambiente mais luxuoso e confortável de se estar, os três acomodaram-se um dos sofás que havia no bar, fizeram seus pedidos, e logo uma linda moça vestida apenas de lingerie, trouxe nossas bebidas, lançando um sorriso malicioso para Charlie, que o devolveu completamente constrangido, desviando o olhar para o copo. A moça entendeu o recado e se retirou.
-Ah, que nojo! – Charlie resmungou quando ela foi embora, arrancando gargalhadas das duas. –Eu nasci de cessaria, que foi para não passar nem perto de uma vagina!
-Ninguém mandou nascer gostoso desse jeito, se mostrasse mais seu lado Priscila, a rainha do deserto, as mulheres não dariam tanto em cima de você! – Kris comentou, ainda em risadas.
Carlie ficou apenas uns dez minutos na mesa do bar, descendo em seguida para a pista de dança. Insistiu para que Kris fosse, entretanto nem seu grande poder de persuasão e nem a ameaça de fazer Charlie a obrigar convenceram Kris de dançar.
Kris decidiu beber algo mais forte e pediu um Righ Roller Martine, Charlie a acompanhou e pediu o mesmo. Eles bebiam enquanto falavam sobre o prestigio que sua empresa ganhou em Nova Yorque, que estava pensando em montar três filias por Manhattan e expandir para as outras cidades. Kris ouvia e ficava maravilhada e orgulhosa de seus amigos, e ao mesmo tempo melancólica, pois a cada palavra sobre o sucesso em sua carreira, ela imaginava que estaria ao lado deles, como sócia, e fazendo sua própria fortuna se não tivesse abandonado sua faculdade.
Três horas mais tarde Carlie apareceu, trazendo ao seu lado um baita de um marmanjo negro e muito musculoso, ele a agarrava sempre que tinha oportunidade, e Kris logo entendeu que Carlie não voltaria com eles essa noite. Kristin já estava sob o efeito da bebida chamada Ménage a trois. Que combina conhaque, Whisky e Champanhe, que foram combinados com algumas frutas vermelhas, era especialidade da casa e cada dose custava cerca de dois mil e quinhentos dólares. Kris tomou três doses do coquetel.
Carlie aproveitou para leva-la para a pista. Que reclamou um pouco, mas foi. E para terminar de matar Kris de vergonha Carlie a “abandonou” na pista e somiu.
Kris tentou procurar por Cá por um tempo, sem perceber que se perdera ainda mais na pista de dança. Uma musica que ela gostava muito começou a tocar, com o tempo, esqueceu-se da amiga e entregou-as a dança no meio daquela multidão.
Esbarrava em uns e outros pela pista, e seu estado não permitia que ela sustentasse seu equilíbrio e se não fosse alguém segura-la pela cintura, ela teria caído de bunda no chão.
-Aqui está perigoso para você não acha? – Uma voz masculina disse em um tom humorado.
-Eu nem sei o que estou fazendo aqui, eu... – sua voz se foi quando ela se virou e reparou no homem que a segurou.
Aquilo não era real, aquele homem não era real. Toda aquela beleza e gostosura não podiam existir no planeta terra.
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