Notas iniciais
Oiiee? Voltei!! Gostaram do capitulo hot! Patrick é um safado, mas é um pedaço né Crys!!!

Ela levanta para ir ao banheiro mais uma vez, já era a quarta vez que ela fizera isso em menos de uma hora, sente sono, mas simplesmente não consegue dormir, já passava das três da manhã e nada de Patrick aparecer, Kristin já tinha ligado incansavelmente para a empresa, mas ninguém atendia, não tinha mais ninguém por lá. Mas preferiria se apegar à ideia de que Patrick estaria lá só não queria atende-la ou estava muito ocupado para isso.

Foi até o quarto de Luka para ver como ele estava, o bebê dormia tranquilamente, longe da preocupação da mãe. Ela deu um discreto sorriso o vendo dormir, apagou as luzes e ao sair do quarto escutou o barulho do carro de Patrick entrar na garagem, suspirou aliviada, pois acima de estar magoada por ele voltar tarde, acima da desconfiança e da insegurança de ele estar com outra, Kristin estava acima de tudo isso preocupada com ele, preocupava-se de ele beber de mais e depois dirigir um carro que chega a 400 km\\\\h. De ele se envolver em algum acidente ou até mesmo uma briga de bar.

Quando ouviu a porta se abrir, espiou pela escada se ele vinha caminhando ou sendo carregado como ontem, ao ver que o marido estava aparentemente normal, recolheu-se ao seu quarto antes que ele a visse acordada. Deitou-se na cama king, e fingiu estar dormindo.

Ele passou direto para o banheiro do quarto, tomou um longo banho e saiu enrolado na toalha mesmo. E desta forma foi se deitar ao lado de Kristin lhe agarrando pela cintura e a pressionando contra si e uma posição de conchinha.

Kristin sentiu o membro um pouco endurecido roçar seu bumbum, separado apenas pela camisola de seda que usava. Patrick começou a passar a mão pelas pernas de Kristin, subindo suas coxas até seu quadril, deu um aperto forte em seu bumbum e ela pode sentir o membro de enrijecer. Não resistiu a tentação de ficar excitada com esse ato tão raro de Patrick, ainda mais quando ele desceu suas mãos até a intimidade de Kristin.

--Meu amor? Acorde. – Ele sussurrava em seu ouvido. – Eu quero você.

Kristin logo se mexeu, soltando um gemido com os dedos hábeis de Patrick. Ela ficou deitada de costas na cama, ele se colocou por cima dela, beijando seu pescoço de forma lenta, torturando Kristin, a mesma já estava subindo pelas paredes, já fazia quase um mês que não fazia amor com seu marido, tendo que se contentar apenas com seus dedos durante o banho.

Patrick deu um beijo quente em Kristin, que quase chegou ao seu ápice com esse ato, há quanto tempo ele não a beijava desta forma? Talvez desde quando Luka nasceu.

Sem nenhuma cerimonia ou carinho, Patrick penetrou Kristin de forma bruta. Chegou a doer, mas ela nem se importou, estava a tanto tempo sem isso e seu prazer era tão grande que a dor só a ajudava a ficar mais excitada.

Aos poucos os gemidos dela foram aumentando, os de Patrick também. Será que ele era o jeito dele de pedir desculpas? De assumir que estava errado e tentar concertar o casamento deles? Aquela era a forma de ele mostrar que ainda a ama e ainda a desejava como antes?

Ao pensar isso Kristin o abraçou enterrou sua cabeça no pescoço de Patrick, depositando um beijo ali. Aquela era a resposta dela para o ato dele. Ela o amava muito, ela queria perdoa-lo e começar finalmente a ser uma família feliz perto dos dois garotos que ela mais amava.

Mas suas especulações caíram por terra quando ele parou de repente. Colocando o mais fundo que ele podia, e soltando um gemido alto de rouco.

Depois disso, saiu de cima dela, e sem dizer uma palavra se virou para o outro lado. Deixando Kristin olhando em sua direção à boca semiaberta tentando acreditar no que ele tinha feito.

Ficou tão pasma com o que ele fez que nem mesmo tentou discutir, apenas pegou seu travesseiro e saiu dalí. Batendo a porta atrás dela. Foi dormir no quarto de hospedes.

Deitou a cabeça no travesseiro, chorando de soluçar, sentia uma leve cólica em seu ventre, resultado da penetração profunda de um homem que ela nunca tinha acostumado com o tamanho. Kristin casou virgem, e Patrick foi o único homem em sua vida, ela era tão pequena, não chegava nem na altura de seu ombro, o membro dele era demais para ela. Chegava a um ponto em não dava prazer, mas sim medo toda vez que ela o via ereto, Patrick sempre foi cuidadoso quando transavam, mas naquela hora ele nem mesmo se importou com ela.

E isso era o que doía mais dentro dela. O fato de tê-la tratado como uma vadia de quinta. Em não ter transado com ela, e sim ter “comido, fodido, trepado”, em uma linguagem mais vulgar. Isso mostrava que nem mesmo a respeitava mais, nem como esposa, nem como a mãe de seu filho, nem como mulher.

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Fim de semana, finalmente fim de semana, Kristin mal podia esperar tanto pelo fim de semana. Motivo? Eram os únicos dias em que via seus amigos, seus velhos amigos. Carlie e Charlie.

Todos se conheceram na faculdade, estudavam na Columbia University, um dos melhores institutos de Mannhatan, cursavam medicina, Mag e Kristin entraram como bolsistas e os gêmeos entraram graças a boa família da qual vieram porem dos quatro, somente o casal de gêmeos conseguiram se formar; Kristin abandonou o curso para se dedicar ao seu casamento, Mag – que ao contrario dos outros via medicina como uma fonte de dinheiro e não como uma paixão – Recebeu uma proposta de emprego cuja o salario era muito mais do que ganharia como medica, e deixou o curso sem pensar duas vezes. Os amigos perderam contato com ela depois que saiu da faculdade.

Hoje em dia, Carlie e Charlie eram donos da Clinica Johnson’s, especializada em genecologia e dermatologia, a primeira era especialidade de Carlie, e a segunda, de Charlie. Localizado no bairro empresarial de Mannhatan.

Com a agenda cheia, eles se falavam somente em alguns finais de semana. Onde aproveitavam para por a conversa em dia, saírem, fazer compras, e até mesmo fazer breves viagens.

Em outras palavras, na companhia de seus amigos, Kristin era outra pessoa, aliás, outra pessoa não, era simplesmente voltava a ser a Kristin de antes; alegre, sorridente, faladora, ria de qualquer besteira, era o único memento onde seus problemas pareciam sumir.

-Senhora Sullivan? – O porteiro mansão chamou assim que Kristin atendeu o interfone – Os irmãos Johnson chegaram.

-Pode manda-los entrarem Sam. Obrigada.

Kristin foi para a área da piscina com Luka, em trajes de banho. Logo avistou o Porshe amarelo de Charlie entrando nos terrenos da mansão estacionando na garagem de hospedes. Ambos já estavam em seus trajes de banho, Carlie estava com um biquíni preto e a parte de baixo amarrada em uma canga mesclada de verde e azul a barriga sarada de Carlie, deixou Kristin sem jeito, e a fez fechar mais sua saída de praia.

Charlie estava com uma camisa regata colada e uma bermuda estilo surfista, uma sandália trançada nos pés e carregava uma caixa térmica imensa, com certeza estava cheia de bebidas.

-Kristin! – Carlie gritou a morena correndo em direção à piscina com a mão segurando o chapéu de palha para que não voasse da cabeça, a enorme flor rosa Pink no chapéu tirou uma risada de Kristin, Carlie fazia o tipo mais engraçado de perua que existe.

Apenas um detalhe, Charlie era homossexual, mas fazia o tipo reservado e discreto, devido ao seu trabalho, e deixava para momentos como esses, para “soltar a franga”.

Como uma cena clichê de filme romântico, as duas correram em direção uma a outra, dando envolvendo-se em um forte abraço, Charlie passou direto pelas duas, sabia o quanto as duas eram amigas melosas, parou perto do cercado onde Luka brincava, despreocupadamente, sob a sombra do imenso guarda sol.

-Garoto? Você está tomando fermento? – Ele disse quando pegou o garoto no colo, eles eram os padrinhos de Luka, e o menino era louco por Charlie. – Você precisa ver o presentão de aniversario que o tio Charlie trouxe para você! É um carrão enorme! Cabe você e algumas gatinhas nele...

-Ensinando coisa errada para o meu filho Charlie? – a voz de Kristin o surpreendeu, tirando uma risada dos três, Luka ainda o olhava atento, como se estivesse entendendo cada palavras que lhe foi dita.—Já trouxe o presente dele? O aniversario deles é apenas daqui a três dias.

-Mas eu quero ser o primeiro a dar o presente para o meu afilhado, posso? – Charlie fez uma falsa cara de ofendido, arrancando mais rizadas.

-Ele está enorme Kristin. – comentou Carlie. – E cada vez mais parecido com Patrick.

-Eu sei, principalmente os olhos está vendo? Está mudando de cor, ficando cada vez mais azuis.

-E a situação de vocês como está?

Kristin deu um suspiro.

-Cada dia pior Cá, nem conto para você o que ele fez nesses dias.

-Isso é horrível Kris, mas pelo amor de Deus! Não vá tentar nenhuma besteira outra vez! Já não basta o incidente de seis meses atrás!

-Isso nunca mais Cá! Nunca mais faço isso por ninguém.

Os três ficaram em silencio, esse assunto era um tabu para eles.

Notas finais
Opa... o que será que ela fez? Não está dificil!