Notas iniciais
Atrazada mais uma vez, sou uma pessima escritora... Eu sei, podem me xingar a vontade...

E o motivo? Me dá até vergonha de falar; pela primeira vez fiquei sem inspiração para escrever, ve se pode?

Ontem grudei a bunda na cadeira e me obriguei literalmente a terminar esse capitulo, passei a noite toda para escrever essas poucas palavras... Pode isso?

rsrsrsrrs.... Mas está aqui, espero que gostem, até mais!

Dito isso ele se retirou do quarto, provavelmente iria se preparar para ir ao trabalho. Kristin sentou-se na poltrona completamente frustrada, ela já devia esperar, algo que era natural de Patrick era estragar as coisas que ele mesmo faz.






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Era meio dia em ponto, Patrick estava salvando seus últimos arquivos no computador para sair ao seu almoço. Sophie veio lhe entregar os últimos relatórios com aquele velho sorriso de vadia que tinha, esperando algum sinal de Patrick, algum gesto que a chamasse para embarcar nas safadezas de seu chefe.



Mas Patrick nem ao menos reparava em Sophie, nem se quer notou o tamanho da minúscula saia social que veio trabalhar, aquilo daria uma boa advertência para ela, mas Patrick não tinha olhos para nenhuma outra mulher hoje, naquele dia ele tinha olhos somente para a linda morena de olhos verdes que sabia exatamente como enlouquece-lo, reparou os lábios tão bem desenhados que ela tinha, os cabelos tão longo e brilhantes que escorriam por seu peito, ele fazia isso olhando para o retrato dela em sua mesa. Sorriu safado consigo mesmo, Mag era um tipo único de mulher, que consegue ser tão elegante, eloquente, tinha bom gosto, sabia como se portar e se vestir; uma verdadeira dama para a sociedade, mas que também sabia como ser uma verdadeira vadia na cama, Mag era algo coisa que Kristin nunca chegou perto de ser.



O som do telefone da empresa o despertou de seu frenesi, olhando sua diretora executiva apenas de lingerie no porta retratos na mesa de seu trabalho, Patrick sempre teve fantasias excêntricas e ousadas, chegavam a ser insanas. Ele sempre foi apaixonado pelo insano.



–Patrick? Acabei de terminar tudo aqui, saindo para o almoço agora, e você?



–Vai comer onde hoje?



–Estava pensando no Mulberry mesmo, estou sem ideia. – ele ouviu aquela risada irônica que Mag sempre teve.



–Me espere quinze minutos ai em baixo, vamos para um lugar mais sofisticado.



–Compreendo, estou esperando.



Foi apenas o tempo de ele desligar o computador, trancar sua sala e descer os quase noventa andares até o térreo do prédio. Mandou buscar seu carro enquanto ia em direção a Mag, que esbanjava toda elegância e sensualidade em uma camisa folgada de brim branca, cujas mangas seguiam até se antebraço, que estavam por dentro de uma saia secretaria preta e bem justa ao corpo que ia até o meio de suas coxas. Para completar um salto bem alto preto básico a deixou na mesma altura de Patrick, Mag tinha um corpo perfeito de modelo, era bem alta, as pernas longas, e uma curva bem discreta.



Ele a levou ao Daintines White, ele era famoso por sua decoração inteira ser em apenas branco e prata. Fizeram seus pedidos e o aguardava saboreando uma taça de vinho branco.



–Como está indo com seu filho Patrick?



–Aos poucos estou me aproximando dele, logo chegarei perto o suficiente para desarmar Kristin.



–Ainda com esse plano Patrick?



Ele suspirou, tirando a atenção da taça de vinho, e envolvendo a mão de Mag de forma sutil lhe lançou aqueles olhos semicerrados e aquele sorriso tordo que era o suficiente para derreter qualquer ser do sexo feminino.



–Posso ver nos olhos dela Mag, ela está se apaixonando, não me ver mais da mesma forma, está fria, tenta ser educada, mas está distante. Se continuar assim vai acabar me pedindo o divórcio. Luka é o único trunfo que tenho para que ela fique.



–Vendo minha posição até ficaria ofendida Patrick em ouvir você falar tão obsessivamente de sua esposa. Mas não tenho motivos para isso, não quero nem de graça, o lugar de Kris em sua vida. – deu uma de suas rizadas debochadas erguendo levemente seu nariz.



–Só deus sabe as coisas que tive que fazer para conseguir me casar com aquela mulher Mag, você sabe disso. Não posso deixar qualquer idiota conquistar em meses o que eu levei três anos para conseguir.



–Então tudo é questão do velho ego masculino?



–Não diria isso, apesar de tudo eu a amo, não posso deixa-la ir assim.



–Você tem um paradigma estranho sobre amor Patrick. – ele continuou a queima-la com os olhos, somente aqueles olhos, encarando com tanto despudor, era o suficiente para fazê-la apertar mais suas coxas uma na outra. – Sabe, eu adoro a comida deste lugar, mas fica tão difícil pensar na sobremesa com você me olhando desse jeito.



Aquela provocação foi o suficiente para despertá-lo, lhe presenteou com mais um sorriso de canto que derretia as mulheres e ele sabia muito bem disso. A mão pequena e bronzeada que antes era envolvida entre a sua, foi erguida até a altura de seus lábios, Patrick decidiu entrar no joguinho nada inocente de Mag.



–É mesmo? – ele disse em um tom calmo e sussurrante, uma voz que atiçou cada sentindo de Mag. – E você sente vontade de beijar... – ele levou sua mão de encontro aos seus lábios, depositando um beijo delicado ali. – de morder... – ele envolveu a pele de sua mão entre seus dentes dando uma leve pressionada, que não doeu ou incomodou, apenas foi o suficiente para Mag separar um pouco seus lábios e deixar a respiração passar pesada por entre eles. – sua sobremesa?



–Não me instigue a levantar e derrubar esse conjunto de louça fina Patrick, não me tente.



Os dois trocaram uma risada discreta, mas carregada de malícia, o momento caloroso do casal foi interrompido quando seus pratos foram servidos a mesa, ambos comeram em silencio e saboreavam com calma a culinária refinada do local.



Mas depois dessa troca de insinuações, eles não voltaram para a empresa após terminarem suas refeições...



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Aquela mesa de dezoito lugares era enorme de mais apenas para a mulher que comia sozinha nela. O tamanho do espaço vazio chegava a tirar o apetite de Kristin. A refeição demorou tanto ara terminar que parecia que estava uma eternidade obrigando o paladar a engolir a comida. Não estava ruim, Anie cozinhava como ninguém, o problema era aquela solidão e aquele silencio que pairava naquele local.



Até que finalmente fez o sinal para a empregada retirar a mesa, e foi para a área da piscina, onde Luka brincava com a babá. Observou enquanto Luka colocava os bloquinhos certos nos buraquinhos correspondentes. Era um brinquedo educativo.


Era quase duas da tarde quando seu telefone tocou, ela quase caiu para traz quando reconheceu o numero. Atendeu com a mão trêmula, o que achou uma reação boba.



–Sam? É você? – a voz na outra linha demorou a responder – Sam?



–Oi... Kristin, você está... Bem?



–Estou, mas não me ligou para saber como estou. Ligou?



–Não, na verdade... Eu... Bem, eu queria encontrar você.



–Pensei que já havia colocado um fim nisso.



–Precisamos conversar Kristin. Eu preciso muito falar com você. E se possível, queria que fosse hoje.



Kristin hesitou por algum tempo, pensando milhares de coisas ao mesmo tempo, ela estava no fundo chateada por ele ter desistido dela, já estava se concentrando em sua vida para esquecê-lo, mas no fim ele sempre a perseguia como um fantasma.



E que fantasma...



–Me encontre em duas horas no Central Park. Somente nós dois, sem Jessica e sem Luka.



–Entendi perfeitamente. Até lá então. – sua voz saiu mais ansiada que o normal.



Kristin desligou o celular, entrando em casa em seguida.



Estava mais uma vez ansiosa demais para encontra-lo chegava a ser ridículo! Passava duvidosa a mão pelos vestidos e blusas pendurados em seu closet. Decidiu extrapolar um pouco.



Escolheu uma camisa carmim clara, quase a mesma cor de sua pele, com as mangas até o antebraço, e uma saia verde longa, plissada de cintura alta. Colocou um cinto de fivela dourada que deixou o look mais sofisticado que o costuma usar para encontrar Sam. Pegou uma rasteirinha qualquer e colocou os cabelos em um lado só de seu pescoço o prendendo em seguida. Depois de quase uma hora e meia para trocar a roupa ela conseguiu se arrumar, ficou bonita até de mais para a ocasião simples. O que ela podia fazer? Se tornava uma boba idiota quando estava apaixonada.


Não se importou se seus empregados soubessem que tinha saído, pediu o carro enquanto ia para a piscina de despedir de Luka, e depois dirigiu até o central Park de Manhattan.

Atrasou dez minutos além do combinado, Sam já a esperava encostado no carro, tomando um susto, um delicioso susto quando parou para observa-lo.

Estava bastante rustico; uma calça jeans velha, uma camisa regata cinza, que deixava os músculos de seu braço e de seu ombro a mostra. Parecia um pouco suado, bem aquele tipo macho sabe? Kristin ficou alguns segundos dentro do carro, escondida no vidro fumê, apenas olhando nenhum pouco discreta, mordendo os lábios cada vez que observava os traços tão viril que Sam possuía.


Quando ela desceu do carro quem levou o susto foi ele, Kristin estava simplesmente linda, parecia que ia para alguma festa depois que se encontrasse com ele, talvez pudesse ser aquilo mesmo.


Ela parou na sua frente, era proporcional, a mesma medida que ela estava arrumada era a medida que ele estava desleixado, havia pego as primeiras roupas que encontrou no armário. Eles pareciam uma espécie de “A princesa e o Plebeu” .



–Oi. -- ele pronunciou sem jeito.



–Não posso demorar Sam, o que você quer? -- Pareceu rude, mas Kristin não podia esconder que estava magoada pelas palavras ditas entre eles.



–Kris... -- ele parecia sem jeito, pela primeira vez ele se sentia completamente constrangido na frente dela, como se fossem dois desconhecidos. Tomou folego, criando coragem, sentiu-se um idiota adolescente, indose declarar para a menina dos seus sonhos. -- Kristin, eu queria tanto que você me perdoasse. Fui um completo cretino com você, pior que isso, fui um covarde.



–Não precisa se desculpar Sam, prometemos esquecer essa historia, não prometemos?



–Eu tentei esquecer kristin, mas é impossivel tirar alguem como você da cabeça.



–E o que você veio falar comigo? Que... Voce não pode me dar a vida que tenho Sam? -- ela sorriu sozinha, sem nenhum humor. -- Se você soubesse o que eu daria para não ter a vida que tenho, nunca me chamaria de dondoca.



– Eu estava nervoso kristin, não sou muito bom em tomar decisões rápidas e precisas, é por isso que estou aqui, queria compartilhar com você minha decisão.



–E o que decidiu?



–Que você se tornou mais importante na minha vida do que planejei. Não era para me apaixonar por você, mas, aqui estou eu, igual um retardado que mal consegue pronunciar as palavras certas...



Isso a pegou de surpresa, aquele olhar que trocavam dizia quase tudo, era tão cumplice... Ao mesmo tempo tão desconhecido um para o outro, era a primeira vez que ele a olhava daquela forma, tão faminta, mas sem desejar sua carne, tão incoerente, tão surreal, era como se os filtros de seus segredos tivessem sido rompidos e agora ela podia ver dentro de seu coração, podia vê-lo pulsar pelo subir e descer da camisa, podia ver o nervosismo irradiando em suas palavras, podia ver o leve brilho de suas mãos suadas.



Ela podia ver os sintomas, podia ver o que aquilo significava.



Deu um passo para frente, ficando mais pertdo dele, de forma que ela podia notar o discreto verde em seus olhos, e sentir melhor o calor que emanava daquele corpo.



–Apenas fale, você pode decidir tudo com uma fraze tão pequena Sammy. -- o tom sussurrante era de proposito, um joguinho provocativo que ela aprendeu com ele.



–Kristin... -- desta vez ele deu um passo, diminuindo a distancia de tal forma, que ele podia sentir o ar quente de sua respiração, de forma que Kristin teve olha-lo de baixo, devido a enorme diferença de estatura dos dois. -- Eu... amo você...



Pronto, bastou aquelas palavras, ditas pela voz mais doce que ela podia ouvir dele, com o olhar mais apaixonado que um homem podia demonstrar, para a lagrima teimosa descer por suas bochechas, para toda e qualquer decisão de ficar com ele se tornasse uma verdade mais que absoluta em seu peito. Toda a rocha, toda a mágoa caiu por terra, e só restava a certeza de que faria de tudo para ficar com ele. Se Sam preferisse, ela fazia as malas hoje mesmo, e largaria tudo para viver aquele sonho que estava tendo com Sam.



–Mas tem uma coisa que preciso te dizer...



–Você não sabe o quanto esperei para ouvir isso de você. -- ela o interrompeu de repente, parecia que a ficha só tinha caido naquele momento, de repente um sorriso largo e infantil, enfeitou seu seu rosto, e o deixou sem palavras. -- Sam, eu sempre soube, que podia mudar minha vida por você, mas saber que você sente o mesmo, torna tudo tão... Real... Você é a pessoa mais incrível que já conheci, você é um tipo tão unico de pessoa.



–Unico? Como assim?



–Não sei, acho que é a vida que levo e as pessoas com quem ando que me fazem crer o quanto você é diferente desse mundo que vivo.



–Continuo sem entender Kris. -- ele cruzou os braços, relamente intrigado em saber onde ela queria chegar.



–Deixa eu exemplificar, hoje, Patrick fez Luka vestir uma roupa a troco de um brinquedo novo, perguntei como ele fez isso e ele me respondeu... Todo mundo tem um preço, isso é algo que já nasce com o homem, algo assim. -- ela respirou, era como se ouvisse a voz dele repetindo aquelas palavras. -- Vivo em um mundo em as pessoas se vendem por tudo, como se o dinheiro fosse o que as sustentassem na terra e não a gravidade.



–Kristin, eu tenho que...



–Mas conheci você! -- ela exaltou, o interrompendo mais uma vez. -- que mesmo com a sua profissão é uma pessoa que não se vende, que possui escrupulos, quando conheci você, conheci Jessica, eu pensei: é nesse mundo onde quero viver, onde o dinheiro pouco importa, onde a felicidade de poder cuidar de quem ama está em primeiro lugar. Onde coisas caras e de grifes não fazem diferença... Acho que foi por isso que me apaixonei por você Sam, você me mostrou que o mundo não é só dinheiro, onde coisas tão simples e pequenas podem fazer toda a diferença.



Nessa hora ela pousou uma mão em seu peito, sentindo o coração bater tão forte, algo que sentiu aquecer seu corpo por dentro, sentindo o calor de amar e ser correspondida, descobrindo pela primeira vez o que é amor de verdade.



Kristin o abraçou ternamente, pousando a cabeça em seu peito, sentindo o perfume maravilhoso enquanto ouvia o coração dele bater mais forte por ela.


Ele por sua vez a envolveu em seus braços, ela era tão pequena que era como se estivesse abraçando uma boneca, e seu coração batia tão rápido e forte, em parte era por finalmente ter livrado seu espirito, e em outra parte era por puro medo. Com as palavras de Kristin calou completamente as esperanças de que ela perdoasse o ato dele, de ter se aproximado dela por dinheiro.



Kristin acreditava que Sam era único por não se vender à sociedade. Como ele falaria que não era bem assim? Que ele também se rendeu ao dinheiro como quase toda a população Nova Yorquina, que era apenas mais um?


Sentiu seu peito amargar ao perceber a covardia tomando conta de si, o medo de perder a garota que estava começando a amar, fez seu egoísmo falar mais alto que seu bom senso.



–Tinha algo que queria me contar, o que era?



–E que... – sua respiração acelerou, ele olhou em seus olhos, conseguiria mentir olhando naqueles olhos de esmeraldas? – Kristin, Jessica e eu vamos nos mudar.



Ele não mentiu para Kristin, mas não era essa a verdade que ele queria contar, eles realmente se mudariam em alguns dias, sem o dinheiro que receberia de Carlie, ele não tinha mais como pagar o apartamento de classe media, já que teve que tirar de suas economias a parte que tinha gastado para devolver a Carlie. A situação tinha se apertado um pouco com isso. Mas era um sacrifício que não se importaria em fazer.



–Se mudar? Para onde?



–Digamos que... Aconteceram coisas que... Bom, acabamos ficando apertados. Vamos para um apartamento menor em Jhonnys Hill.



–Jonnys Hill? Mas é tão distante, não ficaria muito longe da faculdade?


–Fica, bastante, mas por enquanto é a única coisa que posso pagar.


–Sam, se tiver algo que eu possa...



–Não, não precisa. – seu tom saiu rude, mas não era a intenção dele, foi apenas um reflexo em interrompe-la – Quer dizer, não precisa se meter nisso Kris, como disse, é só por enquanto. Recebi uma proposta de estagio no hospital de Manhatan, ficarei lá até concluir meu curso, depois poderei ser contratado.



–Isso é maravilhoso Sam, conseguir um estagio no hospital de Manhattan não é para qualquer um, tenho certeza de que vai se dar bem. – ela deu um sorriso alegre, o incentivando. – Em que área, vai estagiar?



–Vou ajudar a policia, vou ficar na área de vítimas de abuso ou agressão, a maioria são crianças. Meu papel vai ser auxilia-las a perder o medo, convence-las a depor, e o principal, ajuda-las a superar o trauma da violência.



–Isso é lindo, algo que sempre combinou com você é ajudar as pessoas. —Kristin posou as mãos em seu ombro, e como reflexo ele envolveu as mãos em sua cintura. – Como você fez comigo.



–Que isso Kris, não fiz nada por você – Sammy envergonhado era algo raro de se ver, o que fez Kristin abrir um sorriso divertido.



–Graças a você sou um espirito livre Sam, você me libertou do mundo em que vivia, e me mostrou que sempre podemos escolher e decidir nosso destino. Nunca vou ser grata o suficiente por você ter me mostrado isso.



Aqueles olhos brilhantes lhe eram como um convite, as mãos envolvidas em sua cintura a trouxeram para mais perto, de forma que seus lábios quase tocavam um no outro, e Kristin foi quem acabou com a distancia dos dois, e juntou seus lábios em um beijo.



Era estuporante.



Depois de tanto tempo, aquele parecia ser o primeiro beijo deles. Pois a sensação era única, era algo que nem Sam, nem Kristin nunca sentiram em nenhuma caricia por eles trocada.



Era aquele beijo que Sam tanto temia em oferecer, era o beijo do qual ele tinha medo, do qual se recusava a aceitar, e ali era o que mais ansiava daqueles lábios. Era aquele beijo de que Kristin sempre falava, sempre sonhava, era o beijo que nenhum dinheiro no mundo poderia lhe dar, era o beijo pelo qual ela trocaria toda a vida luxuosa que tinha; Era um beijo de amor, somente amor.



O beijo tão apaixonado, era visto através da lente de uma câmera fotográfica minúscula.



Um homem vestido de terno, protegido dentro de seu carro popular, que pouco chamava a atenção, passava despercebido pelas pessoas tranquilas que passeavam no local. O olhos castanhos e atentos lhe davam um ar intimidador. Com um leve sorriso sínico no canto da boca, ele disparou vários cliques de todos os ângulos que podia daquela cena amorosa.



Aquilo bastava, seu trabalho estava quase acabado. A primeira parte já tinha sido cumprida. Pegou o celular e ligou para seu contratante para passar o relatório rápido de sua descoberta.



–Sr. Sullivan. – ele confirmou quando a pessoa do outro lado da linha atendeu. – Consegui as provas que me pediu, estou olhando para os dois nesse momento.



–Está certo Logan, sai daí, me encontre em duas horas.



Ele desligou o celular, encarando o teto do quarto em que estava, apertando o celular forte de mais, estava deitado, a boca se contorcendo em um mistura de ódio e dor.



Mas logo em seguida ele relaxou, soltou o celular pela cama, seus lábios se desfaleceram em um sorriso diabólico, ficando ainda mais assustador com o olhar maligno em seus olhos azuis.



–Kristin... Como você é ingrata... – ele balbuciou, enquanto abraçava a mulher que dormia nua, aninhada em seu peito desnudo.







Notas finais
Pronto! agora que suas sedes foram saciadas, deixa eu começar a escrever oproximo no tempo que resta e na inspiração que estou, quem saber consigo ser pontual na proxima Vez? rsrsrsrsrsrsrsrs, até ninas *___*