Apenas Carnal.
23 Capítulo 23
Notas iniciais
MENINAASS!!
ME
PERDOEEEM!!
Primeiramente deixa eu dar minha desculpa esfarrapada(mas verdadeira), estou em uma semana de provas finais dos infernos na faculdade, e minha vida é estudaar por esse pais... não pera...
E sinto em informar, mas infelismentenãovou poder postar todos os dias.. :(
Pq minhas ferias acabaram semana passada e agora com trabalho so posso postar nso fins de semanaas.... (não me matem...)
Postei esse capitulo hoje, por que faltava pouco para termina-lo e acabei de terminar, e não revisei , então já peço desde já desculpas pelos erros de português. :
Então é isso... Até mais.
104 comentarios? Morri....
– Eu sei que essa sua frieza não é minha culpa Kristin! – ela o ouviu dizer, parando no meio da escada. – Eu vou descobrir quem é ele, pode apostar que vou! Hesitou três segundos paralisada, depois em silencio terminou de subia as escadas, andando pelo corredor, passando direto pela porta de seu quarto, iria dormir no quarto de hospedes outra vez.
Acordou cedo no outro dia, acordou mais cedo que ele, tinha dormido muito mal, os pesadelos não tinham deixado ela pregar os olhos. E sem falar da ansiedade. Preparou uma xícara de café na cozinha, depois subiu, indo para o quarto do filho, Luka dormia tão profundamente, virado de lado, com o pijama branco de algodão. “Como ele pode não amar você meu filho?” ela pensava enquanto tomava o café olhando o pequeno dormir. Como alguém não pode amar uma criaturinha tão encantadora como essa? Que conquistava qualquer desconhecido que passava na rua, mas que não conquistou o amor do próprio pai. Foi para o seu quarto – onde Patrick estava – tomar um banho de hidro, demorando pelo menos meia hora alí, passou por Patrick, que dormia de bruços somente de boxer e ainda com as meias de ontem, deixou escapar um sorriso ao ver que ele estava engraçado. Entrou no closet e desta vez não escolheu nada para vestir, apenas pegou a primeira cosa que veio a sua frente, que era uma túnica branca, que parecia uma saída de praia, Kristin olhou surpresa para a túnica, era uma de suas roupas antes de se casar, ela tinha guardado a maioria em algumas malas e guardado em um canto esquecido no Closet, havia ficado apenas com poucas peças para si, e aquela era uma delas.
Experimentou e surpreendeu-se, aquela túnica lhe mostrou que ela tinha engordado menos do que imaginava, ou talvez tivesse emagrecido. Desde que teve Luka, quando ganhou mais de vinte quilos, ela parou de medir seu peso com frequência.
Quando saiu do closet, Patrick tinha acabado de acordar, acabado de levantar da cama, e por um momento assustou-se quando ele a viu, sentiu como se tivesse entrado escondido e tivesse sido pega em seu próprio quarto.
Olhou para ela de forma fria, parecia chateado, Kristin lhe devolveu o mesmo olhar, saindo pela porta e indo para a piscina.
Poucos minutos depois os empregados começaram seu turno pela casa, e a mansão começou a se encher de gente, contando tudo, eles tinham cerca de vinte empregados, contando as faxineiras, as cozinheiras, a governanta, a babá, os seguranças e vigias e os motoristas.
As vezes Kristin se sentia entediada e sem ter o que fazer, e sempre inventava uma tarefa de casa nova, para ocupar-se, afinal, até mesmo poder fazer compras em lojas de grifes todos os dias, ou passear por lugares caros, uma hora enjoa.
Acabou por pegar no sono na espreguiçadeira, sua noite tinha sido uma das piores, acordando somente quando a babá trouxe Luka chorando, apenas sentia falta da presença da mãe. Luka era encantador, mas tinha o problema de toda criança de classe alta, era muito mimado.
Bastou apenas a babá coloca-lo em pé apoiado na espreguiçadeira ao lado de Kris, que o pequeno cessou seu choro, fazendo uma careta enquanto choramingava.
–O que houve meu filhote? Por que está tristinho heim? – ela disse, o levantando e o colocando montado em sua barriga.
–Papá... – ele disse em meio aos choramingos.
–Você quer seu papá? Ele já deve ter ido trabalhar meu bem, ele sai cedinho, antes do meu filho acordar. – ela dizia carinhosa.
–Papá... – ele disse mais uma vez, ameaçando que ia chorar de novo.
Com um estalo Kristin se tocou de algo. Luka nunca chamou Patrick de Papa, só tinha uma pessoa para quem ele sempre chamava assim, Kristin olhou para o filho entendendo o que ele queria dizer, como se o menino tivesse lhe explicado palavra por palavra. Ele não chamava pelo papá de verdade dele, ele chamava por Sam, estava com saudades dele. Kristin soltou um sorriso nervoso, e ao mesmo tempo chocado com aquilo.
–Você quer ver seu papá Sam, filho? É isso? – ela perguntou, e como se ele tivesse entendido sua pergunta, parou de fazer careta de choro. – Filho, até você? Desta vez vai ficar mais difícil de ver ele, por o cara que você devia chamar de pai, está desconfiando da mamãe, e com certeza ele vai ficar mais atento agora. Mas sabe de uma coisa. A mamãe vai dar uma fugidinha, quer vir comigo? – ela perguntou animadamente, balançando os bracinhos de Luka, que lhe deu um sorriso largo – Seu danadinho! Estou de dando um péssimo exemplo meu filho.
Kristin levantou e pegou Luka no colo, foi até o quarto pegar sua bolsa, e foi buscar o carro na garagem ela mesmo, não pediria para ninguém por que menos empregados souber que saiu, melhor.
Parou o carro na frente do edifício onde ele morava, decidiu ligar para Jessica, não queria pegá-lo de surpresa. Sam parecia não reagir muito bem a supresas.
Depois de confirmar com Jessica que ela podia subir, estacionou seu carro no estacionamento do prédio e tomou o elevador.
Mais uma vez parou hesitante na frente da porta dele, se perguntava o que esperar depois do que disse a ele, ela não sabia o que encontrar lá dentro. Não fazia ideia.
Bom, ela não iria bancar a covarde ali, tomando coragem tocou a campainha, esperando poucos segundos até ele, atendeu a porta.
Ela se sentiu uma estatua idiota paralisada diante dele, ela esperava que Jessica a atendesse, era sempre assim, sentiu seu coração falhar duas vezes. E por um momento pensou em sair correndo dali.
E ela só não fez isso pois Luka se jogou de seu colo, sendo amparado por Sam, ele sempre fazia isso, então ela teve alguma ação.
–Oi. – ela disse, timidamente, sabia que se falasse mais iria gaguejar.
–E ai. – ele disse gentil, evitando olhá-la nos olhos. – Entra.
Ele saiu da porta, dando as costas para ela com Luka no colo, Kristin o seguiu.
Ele se sentou no sofá, e a Tv parecia bastante interessante para ele naquele momento.
–Sam, precisamos conversar. Temos que esclarecer as coisas.
Ele olhou para ela, e deu duas batidas no lugar ao seu lado no sofá, gesticulando para ela sentar. Kristin sentou no sofá, sentando em uma das pernas, e a outra apoiada no chão.
–Desculpe por aquela minha atitude, foi imatura, não devia ter feito aquilo. Mas confesso que me deixou transtornado.
–Sam, disse aquilo no calor do momento, foi um choque de coragem que me possuiu e que me fez soltar tudo o que estava sentindo.
–Era realmente o que estava sentindo?
–Cada palavra.
–Isso é loucura Kris. Abrir mão de toda a vida que você tem por mim, eu não tenho nada para te oferecer, pelo menos não ainda. Mas mesmo assim, a vida que você teria comigo não é nada comparada com a que você tem com ele.
–Você perguntou se sou feliz assim? – ela perguntou, olhando em seus olhos. – Acha que me importo com luxo ou dinheiro?
–E não importa? Eu acho que sim.
–O que quer dizer? Que me tornei uma socialite? Uma princesinha?
–E não se tornou? Me responda uma coisa Kristin? Quanto tempo consegue ficar sem comprar alguma bolsa nova ou um sapato Armani?
– Armani é uma marca masculina Sam.
–Desculpe se não entendo de grifes Italianas madame.
Kristin pode notar o tom irônico de sua voz, e sua expressão magoada, mais uma vez tinha sido uma esnobe com ele, abaixou seu olhar em total reprovação a si mesma. Não iria pedir desculpas dessa vez, já estava cansada de fazer isso, olhou para Luka, que se distraia com a TV.
–Eu abriria mão de qualquer dinheiro do mundo, por beijo de amor... – sussurrou, como para si mesma, ainda olhava para Luka, mas seus olhos não se focavam nele, estavam distantes, estavam perdidos dentro de seus pensamentos.
–Kristin, você pode fazer isso. – a voz dele a chamou para fora de sua cabeça, olhou para ele, uma lagrima única caía de seu olho esquerdo. – Pense em Luka, ele nasceu nessa vida, não acha que seria uma mudança brusca e injusta para ele.
–Sabe qual foi à primeira coisa que Luka disse para mim hoje de manhã? – uma gota teimosa escapou pelos olhos verdes dela. – Ele chamou pelo papá, dele.
Sam soltou uma respiração ofegada, como se estivesse prendendo, uma outra lágrima traçou uma linha reta, entre os seus olhou e seu rosto.
–Isso foi longe de mais – as palavras saíram em um sussurro doloroso.
–Quer dizer que acaba por aqui?
–Sim...
Ela vasculhou traço por traço de seu rosto, procurando alguma subjeção, alguma controversa que a fizesse acreditar que não era aquilo que ele queria, apesar das lágrimas, seu rosto era frio, rancoroso e principalmente misterioso.
Mas isso não foi o suficiente para ela se convencer, aquele olhar lhe dizia completamente do contrario ao que ele queria mostrar.
–Eu não compreendo Sam. – ela disse por fim, levantando do sofá, e pegando Luka de seu colo.
–O que foi tão difícil de compreender?
–Sua boca diz que me quer longe, mas seus olhos totalmente o contrario, eles dizem que quer ficar comigo, dizem que me querem por perto.
–Só está vendo o que quer ver Kristin, e não o que há para ver.
–Você não é o único que sabe analisar as pessoas Sam. – ele nem ao menos a olhava nos olhos, parecia com medo de encará-los – Adeus Sam.
Ele pode ouvir aquele Adeus embargado de dor, a voz fina e rouca, chorosa, tinha ido embora. Ele apenas teve a certeza de olhar para a porta e ainda a ver se batendo, então el deixou aquela lagrimas que imploravam para derramar simplesmente escorrem por seu rosto. Ele sentia cada gota quente, descendo dolorosamente por suas bochechas, outras passavam por cima dos lábios, outras escorriam em linha reta até chegar ao pescoço.
Dor...Dor...Dor... Seu peito gritava agonizado, tão forte que o sufocava e não permitia que ele chorasse mais escandalosamente. Estava entorpecida, anestesiada, sua expressão vazia escondia o verdadeiro sofrimento em sua alma, sentia cada pedacinho do seu corpo doer. Cada pedaço clamava por um nome; Kristin.
–Você é um covarde Sam! – ele pode ouvir aquela velha voz irritante ecoando pela casa. Olhou para a direção de onde veio, e ela estava parada na porta do quarto, encostada de costas na soleira.
–Ouvindo atrás da porta, Jessica. – ele tentou ser rude, mas sua voz saiu tão fraca que foi apenas um sussurro.
–Eu ouvi sim, e não acredito que simplesmente a deixou ir.
–Eu tinha que deixa-la ir. Esse não é o mundo dela Jessy, ela nunca aprenderia a ver como a gente.
–Ela não é desse jeito Sam! Eu sei disso, você sabe disso!
–Isso nunca daria certo Jessy.
–Por que Sam?
–Por quê? – desta vez sua voz ganhou força. Movida por puro rancor. – Por que se eu a deixasse ficar, nós teríamos que ir embora desse apartamento, se eu a deixasse ficar, a sua faculdade iria para o buraco, foi por isso que eu não a deixei ficar! – ele parou de falar, quando percebeu que já estava gritando com Jessica e não mais conversando.
–Sabe... Para quem odeia os ricos, você também só pensa em dinheiro Sam.
Isso o deixou com a cara no chão. Ele não tinha coragem nem mesmo de olhar para a própria irmã. Jessica voltou para o quarto batendo a porta atrás de si. Já era a segunda mulher que batia a porta na cara de Sam.
Se deixou jogar no sofá novamente, curvando a cabeça para traz, pensando em milhares de idiotices para fazer naquele momento.
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O outono de Nova York era uma caixinha de surpresas. Aquela chuva que descia juntamente com o por do sol era prova disso.
Kristin estava na varanda de seu quarto, sentada em uma cadeia de palha trançada, as pernas cruzadas em posição de meditação. Apoiava o cotovelo no braço da cadeira, e deixava suas lagrimas caírem juntamente com as gotas finas de chuva.
Nunca acreditou quando as pessoas diziam em amar duas pessoas ao mesmo tempo. Ela sempre acreditava que, se realmente achava que amava uma segunda pessoa, a primeira não era amor de verdade.
Mas lá estava ela, sofrendo por um amor que voltaria apenas de madrugada, e outro que nunca iria voltar. Era incrível a sorte que tinha, duas pessoas para amar, e as duas a machucaram profundamente.
Olhava perdida, em direção a cidade de Albany, lembrando-se do tempo em que era criança, onde tudo era tão fácil, tão simples. Sua mãe lhe cantando musicas de ninar, das vezes que ela a consolava quando as meninas populares a humilhavam na escola, de quando se tornou esse tipo de menina quando se casou com Patrick Sullivan.
Sua vida deu uma reviravolta tão grande, ela nunca se imaginava passar por tudo isso. Nunca imaginou ficar milionária, conhecer tantas pessoas importantes, tantos artistas dos quais sempre foi fã, hoje em dia frequentava os mesmos lugares que eles. Vida que tantas pessoas sempre sonharam, uma vida que parecia ser tão feliz nos cinemas e livros...
–Senhora Sullivan? Gostaria de algo quente para o frio? – ela ouviu a governanta dizer naquele tom maternal de senhora.
–Não, obrigada Maire. – a governanta assentiu simpaticamente, e se virou para se retirar. – Maire.
–Sim Sra. Sullivan?
–Há quanto tempo trabalha para os Sullivans?
–Desde quando a Sra. Sullivan ficou gravida de Patrick, eu era uma menina, e me contrataram como babá.
–Como Patrick era quando criança Maire?
–Era uma criança encantadora. – ela dizia em meio a um sorriso nostálgico, sem perceber, sentou-se na outra cadeira de frente para Kristin. – Tão meigo, mimado é claro, mas... Lembro de uma vez que no dia das mães, ele devia ter uns cinco anos, eles confeccionaram cartões na escola, e ele me deu um com o meu nome. A mãe dele ficou furiosa, ele acreditava que eu era a mãe dele, o coitado ficou uma semana de castigo.
As duas deram rizadas dessa historia, mas o sorriso de Maire foi se desfazendo aos poucos, com uma melancolia no olhar ela abaixou a cabeça.
–Mas isso mudou quando a mãe o mandou pra um colégio interno na adolescência, quando ele voltou, estava tão diferente, tão egocêntrico, rebelde, tão...
–Sullivan... – Kristin completou, a fazendo olhar para ela. – Esse sobrenome muda as pessoas, as transforma radicalmente.
Maire deu um sorriso melancólico, levantou e se dirigiu até a porta.
–Não é um sobrenome que decide quem somos Sra. Sullivan, e sim as decisões que tomamos no decorrer de nossas vidas.
Ela se virou e saiu, deixando uma Kristin pensativa e ainda mais confusa.
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Era uma manhã nublada, temperatura de 8° graus positivos, uma leve sereno molhava as plantas de Manhattan, e as ruas viraram passarelas de lindos modelitos de casacos, sobretudos e botas estilosas.
Entre elas, descia do carro a sócia das Clinicas Johnson’s, foi um dia trabalhoso ontem, e sua noite anterior não tinha sido uma das melhores. Carlie desceu as pressas do carro com um sobretudo de couro vermelho, uma calça jeans colada, e botas sem salto preta. Levava em um braço a bolsa e na outra o jaleco branco. Os enormes óculos escuros no rosto denunciava que tinha dormido menos de quatro horas em uma noite.
–Dra. Johnson chegou cedo hoje. – cumprimentou nervosa, a recepcionista da clinica.
–Bom dia Kate, ah, por favor, depois mande para minha sala um café forte e sem açúcar sim?
–Sim Dra. Mando sim, e Dra. Johnson, um rapaz lhe aguarda em sua sala.
–Kate? Outro homossexual querendo se consultar comigo?
–Não, na verdade não é paciente, eu disse para voltar quando chegasse mais o Dr. Johnson permitiu que ele aguardasse na sua sala.
–Depois eu me entendo com Charlie, obrigada Kate.
–Disponha Dra.
Carlie andou as pressas até o consultório, respirou fundo e s preparou para despachar o tal cara, mas tomando um susto ao encontra-lo esparramado na poltrona.
–Sam? O que faz aqui a essa hora? – ela olhou melhor, ele estava com uma maleta prata nas mãos, e uma pasta de documentos. – Ah, sim, quer o resto do dinheiro né? Ainda não passei no banco, se quiser posso ir agora...
–Dra. Johnson, por favor, sente-se em sua mesa, vamos conversar, eu serei rápido, prometo.
Carlie bufou, e atravessou a sala enquanto colocava o jaleco branco e colocava o cabelo em um lado só do pescoço.
–O que foi Sam? Não vai dizer que quer mais dinheiro do que combinamos.
–Não Carlie. – ele levantou de forma rude, ficando em pé na sua frente, separados apenas pela mesa de cristal de Carlie. Ele pegou a maleta de metal que segurava nas mãos a abriu e a colocou de forma bruta na mesa, fazendo um barulho incomodo. – Os vinte e cinco mil que já me pagou estão todo ai, se quiser contar fique a vontade, não quero mais o resto do dinheiro, não quero nada vindo de você.
–O que está dizendo Sam?
–E isso aqui. – ele tirou um papel da pasta de documentos. O rasgando no meio em seguida.– É o contrato que assinamos.
–Não estou entendendo Sam, o que quer dizer com tudo isso?
–Quero dizer. – ele apoiou as duas mãos na mesa, para olhá-la mais de perto. – Que eu a amo, e vou lutar pelo amor dela até o fim, cansei dessa brincadeira sem graça Carlie.
–Você está louco? – ela exaltou, quando ele tinha se virado e estava indo embora, estava no meio da sala, quando parou. – O que pensa que está fazendo Sammy!
–Estou pensando em mim. – ele disse sem olhar para traz, continuou a andar até parar na maçaneta da porta, quando a abriu, Carlie o chamou mais uma vez.
–Sam! – desta vez ele olhou para traz, olhando para ela. Que por sua vez lhe deu seu velho sorriso maroto. – Faça ela ter muitos orgasmos.
Ele lhe deu um meio sorriso, antes de sair do consultório, pelo que conhecia sobre Carlie, com aquelas palavras ela queria dizer: Faça ela muito feliz.
Notas finais
Sabado sem falta eu volto pela manhã, até lá meninas. amo vcs!
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