Notas iniciais
Genteee. me atrazei hoje, e vejo que vcs vão ler somente a amanhã. Então até lá.

No capitulo anterior foi de opinioes tão divididas! algumas odiaram a atitude do Sam, outras coompreenderam, é lindo ver vcs tão envolvidas na historia!

Capitulo muito HOT esse, preparem-se!

Ela não deixaria aquilo ficar em um mal entendido, não permitiria que ele agisse sem lhe dar explicações. Iria tirar satisfação com ele o quanto antes.

E mais uma vez, iria atrás dele.

Mal conseguiu dormir durante a noite, estava muito ansiosa. Ainda estava energética pela festa e estava preocupada.

Levantou, e Patrick já tinha saído como era de costume, era mais ou menos dez da manhã quando ela chamou a babá para passar o dia com Luka, iria sair, iria descobrir onde ele morava de qualquer maneira. Começaria indo ao seu local de trabalho, pedir alguma informação.

Fez seu ritual matinal, maquiou-se e foi até seu closet, colocou um vestido longo, bem colorido, com um decote atrás, drapeado e bem soltinho.
Pegou sua bolsa e desceu, pediu para trazerem o carro e então seu telefone tocou. Ela não conhecia o numero. Atendeu assim mesmo.

-Alo?
-Kristin? suas mãos gelaram ao reconhecer a voz.
-Sam? Você tem meu numero?
- Você me deu seu telefone quando estava bêbada lembra?
-E o que quer?
-Kristin, eu sei que fui muito rude ontem na sua festa de aniversario. Em sair daquela forma, eu queria me desculpar.
-Está tudo bem Sam...
-Não, não está, eu queria ver você Kristin. Será que podemos nos encontrar hoje?
-Onde?
-Estou indo para uma cafeteria aqui perto do Campus da Columbia University. O nome é.
- Breakfast? Eu sei onde fica. Kristin frequentava sempre esse local quando estudava na Columbia University.
-Exatamente. Te encontro em vinte minutos?
-Sim.

Vinte minutos foi exatamente o tempo que levou para Kristin dirigir até a cafeteria combinada, ao chegar Sam ainda não tinha chegado, aproveitou que ainda não tinha tomado café e pediu um cappuccino com creme e uma poção de waffes.
Sentiu-se nostálgica ao ver as pessoas do lugar, a maioria eram universitários da Columbia, que vinham tomar café aqui, ela e seus amigos eram esses universitários há dois anos. As pessoas entravam e saiam do local às pressas para não perder o tempo das aulas, algumas liam os enormes livros da faculdade enquanto tomava café. Ou simplesmente se encontravam para uma reunião descontraída.
Demorou dez minutos até ele chegar, com uma camisa social azul marinho, com uma calça Jeans qualquer, usava um óculos escuro ray ban, e os cabelos colocados atrás da orelha. Kris não pode evitar um olhar bobo. Mas a única coisa que não combinou ali foi a mochila que usava nas costas. Deu um sorriso tímido quando a viu na mesa.

-Bom dia, desculpe o atraso.

-Não se preocupe, só está dez minutos atrasado.

Ele se sentou de frente para ele, e por um minuto ficou somente olhando.

-Por que saiu daquele jeito Sam? Cheguei a ficar preocupada, aconteceu algo?

-Não foi nada, foi apenas uma emergência no meu trabalho.

-Emergência? Como assim? A mulher não aguentava mais o fogo de baixo da calcinha e ia explodir? Kristin gargalhou de sua própria piada, mas se conteve ao ver que ele não achou graça. Sentiu-se constrangida. Desculpe, só estava brincando.

-Você é incrível Kristin. Tem o coração de uma criança. Me desculpe mais uma vez, pela minha arrogância ontem a noite.

-Desculpo se pagar a conta dessa vez. ela disse gentilmente.

-É claro. ele disse monótono, ainda não parava de fitar seu rosto.

-Está tão serio hoje Sam. O que aconteceu?

-Não é nada, já falei. E que... Você é incrivelmente linda. Assim, informalmente.

Kristin deu um sorriso tímido, colocou o cabelo atrás da orelha. E fitou o chão.

-Está sendo gentil de mais Sammy.

-Só estou sendo sincero. sorriu torto para ela, santo deus! Como alguem pode ser tão perfeito assim? Kristin, vem comigo?

-Para onde?

-Para minha casa.

-Você é muito descarado! ela cochichou, sorrindo ainda mais sem graça.

-Descarado não! Jessica está em casa e vai gostar de ver você. Ela ficou muito chateada comigo por ter levado ela daquela forma.

-Eu ficaria.

-Então, vem comigo.

Kristin não resistiu, e acenou com a cabeça. Não que ela era fácil, mas quem resistia aquele homem, que a seduzia somente com o olhar? Sam estava a pé, por isso foi de carona com Kristin.

-Aliás Sammy, se não for inconveniente de minha parte. Por que essa Mochila?

-Ah, isso, são meus livros da faculdade.

-Faculdade?

-Sim, estudo na Columbia.

-É serio? Que curso você faz?

Ele deu um sorrisinho debochado, e olhando para ela da mesma forma respondeu.

-Psicologia.

-Está brincando?

-Não, estou no ultimo semestre, me formo daqui há quatro meses.

-Serio mesmo? Eu estudava medicina lá, parei ha dois anos. Engraçado, nunca vi você por lá. Eu notaria alguém como você se visse.

-Talvez por que os bolsistas estudam em uma ala separada dos pagantes.

-Como sabe que eu fui bolsista? ela perguntou curiosa. Sam engoliu a seco.

-Eh... Você me disse isso... Quando estava... ele não precisou terminar, Kristin já tinha entendido. Mas estava mentindo.

Kristin lhe contou algumas coisas sim de sua vida na primeira noite em que se encontraram, mas a maioria das coisas sobre ela que ele sabia era Carlie que tinha lhe contado.

-Então você é pagante? ela disse por fim. Os cursos na Columbia são caríssimos.

-Digamos que meu trabalho me oferece uma boa vida Kristin. E mesmo sendo um pouco caro para mim, me mantenho focado em usar o dinheiro que ganho somente para duas coisas, investir em meus estudos e guardar para investir nos estudos de Jessica. Por isso abro mão de alguns luxos que esse dinheiro poderia me dar, como uma casa em bairro nobre ou até um carro de luxo.

Kristin o olhou admirada. Mas depois pensou melhor, as pessoas que frequentavam aquela boate não era menos que milionárias, famosos, e etc. E por todo as regalias que Sam tem a oferecer, Kristin tinha certeza que tinha mulheres que pagariam rios de dólares por uma noite com ele.

Ao pensar isso segurou o volante do carro firme de mais. Era certo, não conseguia não sentir ciúme com o trabalho dele. Não suportava a ideia de ter que dividi-lo com outras.

-E alí. Entre naquela garagem. ele disse por fim, Kristin dirigiu quase meia hora até chegar em um prédio residencial.

Estacionou o carro em uma das vagas. Descendo e o acompanhando até o elevador que tinha alí. Próximo ao elevador Kristin pode ver o carro estacionado de Sam. Ele passou um cartão para destravar o elevador e eles subiram até o sexto andar do prédio. Trocando algumas palavras descontraídas pelo caminho, quando chegaram ao sexto andar o elevador se abriu para um corredor de portas numeradas. E quando chegaram na 615, Sam abriu a porta.

-Bom. essa é minha casa.

Kristin andou pela sala, olhando a decoração. E até se surpreendeu, ela imaginava um apartamento mais simples, mas aquele estava um pouco acima do que imaginara, não era de um luxo, mas continha algumas regalias; como uma TV enorme embutida na parede e uma cozinha bem projetada. O apartamento era pequeno, uma sala com o balcão de mármore preto que a separava da cozinha. A janela que ia do chão ao teto que dava para uma pequena área no apartamento e viu três portas, duas ela presumiu que era os quartos deles e a outra devia ser o banheiro social. Era aconchegante e um ambiente familiar.

Sam pediu licença por um minuto e entrou em uma das portas, deve ter ido chamar Jessica Kristin pensou. Enquanto isso ela passou pela parede onde ficavam os sofás. Era enfeitada por vários porta retratos, varias fotos de Sam e Jessica; tinha uma em que ele estava sentado de costas para uma parede de madeira, estava bem mais novo nessa foto, outra pegava somente seu rosto, o cabelo estava curto, uma outra ele parece ter tirado em uma rua, todas essas ele estava mais novo e com bem menos corpo que agora. Sorriu em uma que ele parecia se apoiar com os braços em cima de Jessica, que fazia uma careta de zangada, era uma piada em relação a sua altura. Jessica era centímetros mais baixa que Kris.
E as outras eram deles criança e uma parecia ser com seus pais pela semelhança. Era como se Kristin conhecesse mais um pouco sobre a vida dele.

Depois tomou um susto quando alguém a agarrou por traz, separando seu cabelo para o lado e atacando seu pescoço.

-Sam! Está louco? Jessica pode nos ver!
-Ela não está em casa, está na escola.

-Mas você disse...

-Eu menti! ele disse com tom mais descarado que podia.

-Você não vale nada Sam! ela disse, se virando para ele e o olhando cheia de malícia.

Ele devolveu o olhar tarado e a puxou pelo braço, só então Kristin percebeu que ele estava somente de cueca. Quase não conseguiu segurar a baba que ia caindo ao vê-lo desta forma.

Ele a puxou até seu quarto. Era um ambiente bem decorado e masculino. Fechou a porta atrás dela ao mesmo tempo em que a empurrou na parede. Devorando seus lábios.
Kristin correspondeu com a mesma vontade, o que ela podia fazer? Ele era a própria tentação em pessoa, não só em sua beleza, mas também em sua pegada, Sam tinha um toque fazia Kristin se derreter somente com um beijo.
Desta vez ele teve o cuidado de tirar a roupa de Kristin, que lhe poupou trabalho usando apenas o vestido longo e a calcinha, o vestido era de bojo, por isso dispensou o sutiã.
A deitou na cama, deitando-se por cima dela, percorrendo um caminho perigoso entre seu pescoço e seu colo. Kristin o tinha deixado louco na primeira noite deles, agora ele iria lhe dar o troco. Kristin gemia de uma forma tão safada, que Sam já sentia seu pênis endurecer somente ouvindo seus gemidos.

E Kristin elevou seus gemidos quando Sam chegou em seus seios, que graças a Luka agora eram fartos e carnudos. Sam abocanhou um de seus seios dando uma leve sugada que fez Kristin arquear o seu corpo, e da mesma forma fez com o outro.

-Senti falta do seu corpo Kristin. ele murmurava em um tom tão envolvente que fazia Kristin arder em chamas. Você me deixou viciado você.

Dizendo isso, sua mão foi descendo pelo seu corpo, até encontrar seu sexo, massageou por cima da calcinha, que fez Kristin gemer alto.
Deus! Como ela já estava perto de seu ápice? Sam mal tinha começado suas torturas e Kristin já estava perto de se render.

-Você é uma tentação para mim Kristin. ele dizia naquele tom malicioso que deixava Kristin atordoada, parecia até mentira um gostoso como ele sentir tanto desejo por ela, e isso elevava seu ego a um nível incomparável. Ela sentiu Sam separar suas pernas com seu corpo, pressionando seus quadris em sua intimidade. Está vendo como você me deixa? Já estou louco por você.

Isso a fez olhar para ele e ver o quanto seus olhos pareciam famintos, suas pupilas dilatadas escondiam todo o verde de seus olhos. Ele tirou sua calcinha a atirando longe. Isso a acendeu de tal maneira, que girou, o fazendo ficar em baixo de si. A respiração descompassada dele fez seu olhar ficar cheio de luxuria. Então atacou o corpo dele com seus lábios, começando pelo peitoral tão duro, tão bem desenhado. Kristin passeava com sua língua pelo corpo de Sam, o fazendo soltar gemidos mal contidos e descompassados. Desceu pelo seu corpo, fazendo algo que ela fantasiou quando o viu dançar, passou a língua por cada um dos gominhos de seu tanquinho, que subia e descia rapidamente com a respiração fadigada de Sam.
O quarto estava tão carregado de luxuria que até mesmo o cheiro mudou, cheiro de puro ferormonio, de pura excitação. Kristin chegou até a cueca boxer preta dele. Não conteve uma mordida nos lábios ao ver aquele volume escondido em baixo dela, sem nenhuma hesitação ela abaixou a cueca e segurou o pênis em sua mão.
Olhou para cima e encontrou o olhar observador de Sam, olhou em seus olhos com a mesma malicia em que ele olhava os seus. E assim, o olhando seus olhos, desceu sua boca por aquele membro tão duro e pulsante. Sentiu-se vitoriosa por ver seu rosto se contorcendo cada vez mais que ela subia e descia, ele fechou os olhos e os lábios semiabertos soltava a respiração pesada.
Sam segurou o cabelo que caia no rosto dela, e os segurando a ajudou a ditar o ritmo em que ela brincava com seu membro. Gemendo mais alto quando ela ia até o final e ficava alguns segundo alí.
Pelo amor de deus! Como ela chupava bem! com o perdão da palavra vulgarmas vulgaridade era o mínimo que expressava o prazer incalculável que sentia ao vê-la daquele jeito, sua boca parecia ter sido feita para ele, se encaixava tão perfeitamente. Nenhuma mulher tinha dado tanto tesão para Sam como Kristin estava dando. Ela o deixava atordoado, completamente sem foco. Sentia-se perdido com as caricias dela.
Mas logo ele ganhou foco, quando sentiu que estava prestes a ter um orgasmo, ele tinha decidido que ele a torturaria naquele dia, e não ser torturado.
Sem dizer nada, ele puxou a cabeça dela para fora, a puxando para si, em seguida rolando e se colocando novamente no controle, beijou seus lábios com tanta voracidade que pode sentir que a tinha machucado. Fez Kristin se deitar de bruços, ficando de costas para ele. E sem dizer nada e sem dar tempo para ela pensar, sentiu o membro dele invadindo sua intimidade. Kristin gemeu tão alto que parecia um grito. Mas ela não estava sentindo dor, muito contrario disso.
Kristin se empinou um pouco mais, para a penetração ir mais funda, e delirou quando sentiu seu membro batendo tão fundo dentro de si. Seus gemidos se confundiam com o dele. Estavam os dois extasiados, exaltados, enlouquecidos.
Ele a girou até ela ficar deitada de lado e assim a penetrou, seus braços musculosos a envolvendo enquanto ele suspirava em seu ouvido. E então seus olhos cheios de desejo se encontraram, e assim ficaram. Ele diminuiu o ritmo das investidas. Quando notou o olhar dela mudar. Ele percebeu aos poucos o olhar malicioso e tarado, passar para um olhar terno. Um olhar carinhoso e amoroso. E da mesma forma amorosa ela lhe deu um meio sorriso, e tocou seu rosto. Quando de deu conta, ele a encarava da mesma forma, do mesmo jeito carinhoso e sentimental. Trocaram carícias mais ternas, beijos mais suaves. Eles já não estavam mais transando alí, não era apenas sexo, estavam fazendo amor.
Por um momento Sam a imaginou ao seu lado quando a noite chegasse, imaginou como seria se ela não tivesse que ir embora, como seria se pudesse dormir daquela mesma forma em que estavam, tão agarrados, tão colados um no outro.
Sentiu-se com raiva, e fechou os olhos, bloqueando os pensamentos em sua mente, e aumentou bruscamente o ritmo de suas investidas. Fazendo Kristin voltar a gemer alto e não somente suspirar como estavam. Ela gemia tão alto que ele abriu os olhos pensando que a estava machucando, mas vendo sua face contorcida, os olhos apertados e os lábios abertos, viu que era totalmente o contrario disso, ela estava tendo um orgasmo.
Ele sentiu sua intimidade ficando mais quente e molhada, e quando os gemidos dela sessaram, e ela tentava tomar folego, ele aumentou ainda mais o ritmo de suas estocadas, e deixando vir o orgasmo que ele tanto prendia. Deixou sua cabeça tombar de lado, abafando seus gemidos altos na pele de seu ombro.

-Oh, Sammy. ela disse ainda gemendo. o que você fez comigo? Tanto prazer assim não pode ser real.

Ele a olhou gentilmente, satisfeito por ela estar satisfeita, deu uma mordida leve em seu ombro, lhe dando um sorriso safado que ele sabia que ela adorava.

-Por que eu Sam? ela perguntou de repente.

-O que? ele perguntou confuso.

-Tantas mulheres tão mais bonitas dão de tudo para ter você. Por que você me escolheu? O que você viu em mim?

-Kristin, o que você não ver em você? Você é uma garota incrível, é uma ótima mãe, é gentil, doce, e é linda! Você precisa entender que se seu marido não ver essas qualidades em você, o problema é com ele, e não com você.

-Eu mudei tanto com o tempo Sam, não sou tão desejada como era antes.

-Isso é você que pensa, você está tão envolvida nesse seu complexo inferior, que não enxerga a quantidade de caras que te querem do jeito que você é.

-Não exagere Sam.

-Não estou exagerando. Naquela boate você precisava ver a quantidade de caras que te comiam com os olhos enquanto você dançava comigo. Por um momento pensei que teria brigar por território alí.

Ela deu um sorriso abobalhado, e deu um beijo suave em seus lábios. Era como se estivesse no paraíso ao seu lado. Virou-se, ficando de frente para ele, olhando seus olhos tão de perto.
Passou uma mão por seus cabelos compridos que ela tanto gostava. Estavam bagunçados, e ela o afagava tão carinhosamente que o fez fechar os olhos. Ele era inda mais bonito assim, Kristin se perguntou como seria ele dormindo.

-Sam. ela o chamou.

-Hum? ele murmurou ainda de olhos fechados.

-Acho que estou me apaixonando por você.

Isso o fez abrir os olhos, abrir ate não conseguir mais. A encarava espantado de olhos arregalados, enquanto ela mordia a língua em total arrependimento em ter dito aquilo. Estragou tudo.

Notas finais
Já criei a pagina no Facebook para a Fic, no proximo capitulo eu mando o link para vocês!