Apartamento 304
33 encontre-nos se puder!
Notas iniciais
@directionbra
O local era bastante grande, haviam muitos seguranças e algumas pessoas tumultuando -turistas e fãs- e essa isso que nós não queríamos de verdade; Corremos ao estacionamento, onde nós havíamos conseguido entrar por estarmos com one direction -not a big deal to me- mais parece que para os guardas, conta bastante.
Parecíamos estar competindo, como hunger games! avistei Louis indo por cantos estreitos, girei meus calcanhares e fiquei atenta à dois guardas que passavam no local, conversando -estranho eu sei- mais eles o faziam. Me escondi e finalmente pude continuar meu caminho quando eles se foram; Logo mais, avistei Harry olhando para mim. Sorri e acenei vendo ele sumir de minha vista.
Entrei no local e vi algumas pessoas com maletas e ternos, como uma reunião mesmo e avistei Louis sendo segurado pelo braço porta afora. -os pegaram-.
Agradeço mentalmente por assistir 007 com mamãe e papai quando se não tinha o que fazer, pois agora eu faria algo parecido;
entrei em alguma sala e engoli seco.
– me desculpe. — disse eu e fechei a porta.
Eram dois -homem e mulher- se pegando literalmente, tenho certeza que não eram um casal exposto pois há outros locais para se fazer isso. Voltei a atenção em alguns guardas que observavam a movimentação e vi uma porta um tanto diferente das outras, olhei de lado e vi Harry susurrar meu nome, rapidmente fui puxada a outra sala que desta vez, estava vazia.
– o que foi? — perguntei.
– Louis foi pego. — disse Harry.
– Já sei disso, e os outros? — perguntei.
– não sei, não creio que estejam longe. — disse ele.
– tanto faz -revirei os olhos-
mas, o que lhe fez me puxar até aqui? — perguntei.
– não sei, vamos fazer isso juntos. — disse ele.
– tanto faz Harry, vamos logo. Já sei a porta. — disse eu.
– é, mais não é fácil assim querida. Vamos ter que entrar lá por outro meio. — disse ele pondo a mão no queixo.
– voando é que não é. — disse eu.
– ou podemos ir pela tubulação. — disse ele.
– oi? — desentendida, sou eu.
– hm nós vamos pelo caminho da tubulação e saíremos na sala da reunião. — disse ele.
– ah claro, nós descemos por lá e todos vão nos olhar estranho. — disse eu.
– a reunião acabou e logo na entrada tem um mapa com as salas, já verifiquei tudo. — disse ele.
– brilhante! — afirmei.
Harry colocou sua mão para que eu subisse e alcançasse a tubulação -nada fácil- mais eu consegui.
Logo subi e o ajudei para que fizesse o mesmo; Não demorando começamos a caminhar pela tubulação.
– onde agora? — pedi.
– esquerda. — disse ele.
Nós seguimos a esquerda e nada de acharmos saídas.
– tem certeza? — perguntei.
– talvez. — disse ele.
– ótimo. — disse eu. Já estava ficando assustada de estar num local tão pequeno.
– gente! — ouvi uma voz.
Caminhamos mais um pouco -lê-se engatinhamos- e avistei Lilly, Zayn e Gemma.
– o que fazem? — perguntei.
– o mesmo que vocês. — respondeu Gemm.
– e os outros? — perguntei.
– Louis foi pego, Niall, Liam e Kath e Marina estão dando cobertura lá fora. — disse Zayn.
– Ok, sabem o caminho? — perguntou Harry.
– Não! — disse lilly.
– ótimo, pois o senhor sabichão styles disse que seria fácil, estamos aqui e temos pouco tempo. — me irritei.
– fala baixo cacete. — reclamou Harry.
– você e seus planos "infalíveis" que idiota harry, porque não assume uma vez na vida que não sabe tudo? — disse eu.
– eu nunca disse que sei tudo. — disse ele.
– nem precisa não é? — disse eu.
Nós andamos e andamos enquanto brigávamos.
– silêncio. — disse gemm.
Ouvimos algumas vozes vindas do "chão".
– a Rainha se retirará em dois minutos, arrume tudo Genevive. — disse um homem.
– É pra já Lukey. — respondeu ela.
– Então rainha, a senhora não quer um chá? — ofereceu o homem.
– não Lukey, obrigada. — respondeu.
Oh meu deus, Elizabeth II está naquela sala! touché!
– é a rainha! — disse eu.
– eu não sou surdo Brooke, eu sei. — respondeu Harry.
– Seu idiota, cala a sua boca! — bati em seu braço fazendo com que num efeito dominó todos caíssem.
– ouch! — gritamos.
– o que fazem aqui? — perguntou Lukey.
É, nós caímos onde deveríamos mais não foi como planejávamos.
– Senhor Lukey, nós precisamos falar com a rainha.
– ela não pode, está ocupada. — disse ele.
– rainhas se ocupam respirando? — ironizei.
– Brooke. — repreendeu Harry.
– o que querem comigo? — perguntou ela impaciente.
– nós precisamos falar algo sério sobre duas pessoas que habitam esse país, de grande poder. — disse Zayn.
– sentem-se e Lukey, retire-se. — disse a rainha.
– bom rainha, é que nós. — tentei falar, mais a porta foi aberta bruscamente com dois seres reconhecíveis e nojentos, dos quais nunca imaginem tanha capacidade para adentrar um local desses.
– só o que me faltava. — disse Liam, Louis, Niall, Kath e Marina adentrando com John e o prefeito.
– nós tentamos avisar, impedir! mais não deu certo. — disse Liam com sua voz grossa e sexy -mencionemos-.
– a culpa não é de vocês, eles que são espertos demais. -revirei os olhos-.
– quem são? — perguntou Rainha Elisabeth.
– as pessoas nas quais viemos falar, mais me parece que não vou conseguir concluir pensamento algum. — cruzei os braços.
– eu lhe avisei baby brooke. — disse John.
– Esse apelido ao menos combina comigo? talvez até combinasse até ser dito por você. — disse eu.
– não jogue querida. — disse ele alisando meu rosto.
– eu preciso ir. — disse Elisabeth.
– creio que a senhora terá motivos para ficar querida velha quase-morta.
– como ousa? quem é você? — disse ela.
– Ele é perigoso rainha, ele participa de drogas e sexo com jovens. Há um apartamento chamado 304, fundado há alguns anos e temido em Cheshire, Holmes Chapel. Ele e o prefeito estão envolvidos nisso e muito mais que por um acaso eu tomei liberdade de pesquisar -sorri torto para John-.
– o quê? e como descobriram? — disse ela.
– a curiosidade matou o gato Elisabeth número dois, assim como quase nos matou. — disse Kath.
– Elisabeth II Katherine. — disse eu.
– pior que seu nome são suas roupas. — disse kath.
– calem a boca. — disse John.
– Rainha, John já tentou nos matar por descobrirmos tais fatos; ele tem uma cafeteria nesta cidade e abusou de uma de nós. Sem contar nas vezes que recebi mensagens ameaçadoras e armas apontadas em meu rosto. — disse eu.
– Mais isso é uma catástrofe! Onde a Monarquia Parlamentarista foi parar? não temos mais governo decente em nosso país, quem pensam que são? definitivamente acham que uma rainha não faz nada, além de respirar e ir a eventos. — disse Elisabeth.
– de fato, você só faz isso. — disse kath.
– Katherine! — repreendi.
– Esqueça esse blá blá blá Elisabeth II; você não sairá viva daqui. — disse o presidente.
– ouse me matar. — disse ela.
– melhor não insistir, porque ele faz. — disse eu.
Os outros permaneciam calados, ouvindo a tensa discussão. Onde estavam aqueles seguranças e Lukey?
– vocês não precisam fazer isso. — disse eu.
– nós cansamos de "deixe-estar". Nós vamos exterminar quem destruir nossos negócios. — disse John.
– chama aquilo de negócios? — se pronunciou Lilly.
– silêncio. — John praticamente cuspiu as palavras.
– ótimo, o que vai ser? — disse Harry.
– Nós vamos sair daqui quietinhos, como se nada tivesse acontecendo e mataremos vocês em outro lugar. — disse tranquilo.
– Ora Ora John, e você acha mesmo que se sairmos porta afora daqui vamos lhe obedecer? — perguntei.
– terão. — disse ele.
Revirei os olhos e sentei-me.
John e Prefeito pareciam pensativos e buscavam alguma solução.
– não temos um plano, nós vamos salvar a rainha e com sorte esses dois saem mortos. — disse eu cochichando.
– ótimo. — concordaram.
~*~
– vamos. — disse John.
– não vamos a lugar nenhum. — sorri.
– vão sim. — disse ele puxando meu braço.
Pegou sua arma e como de costume a levou até meu rosto.
Suspirei e assenti que todos levantassem.
– eu...
– rainha? — gritei! ela havia desmaiado.
Nessa confusão os outros fugiram pela janela e chamaram os guardas.
– finalmente! — disse eu.
John se assustou e o Prefeito também.
– largue a arma agora! — gritou um policial.
– não. — disse John!
eu estava meio longe, mais recebi um tiro em minha perna que por acaso John deu e fugiu com o prefeito -me levando junto-.
Me colocou num carro e seguimos à algum lugar.
– eu disse que não daria certo! — gritou o prefeito.
– Silêncio! deixe-me pensar. — respondeu John.
Harry pov on
O idiota levou brooke junto com ele, ela havia levado um tiro e meu coração quase quebra por saber que ela está na mão daqueles dois, eles estão fugindo e a rainha acaba de ser socorrida. Há alguma escolta de policiais atrás deles, mais Brooke precisa de cuidados médicos; Nós saímos dali preocupados, sem saber o que fazer direito.
Harry pov off
– Eu levei um tiro. — disse eu.
– eu sei, fui eu que dei. — disse John.
– preciso de um médico. — disse eu.
– sinto muito, mais isso não será possível. — respondeu.
Estava doendo muito e eu precisava de atendimento médico.
Logo ouvi barulho de polícia e apaguei.
Louis pov on
Depois que a rainha foi socorrida, os policiais sugeriram que fôssemos para casa e de lá esperaríamos notícias da Brooke, mais vocês conhecem Harry Edward Styles não? ele saiu correndo com seu carro e seguiu os policiais que iriam perseguir o carro em que Brooke e os monstros se encontravam.
– cuidado! — gritei.
Louis pov off
Harry pov on
– cuidado! — Louis gritou e eu corri até o carro seguindo os outros policiais. O carro ia em alta velocidade, atiraram nos pneus e o carro rodopiou. Senti um aperto no coração e derepente o carro capota uma, duas, três vezes! -BROOKE!-
saí do carro correndo até o carro em que Brooke estava e a tirei do carro, estava desacordada e sua boca e testa sangravam.
– baby brooke acorda! — disse eu segurando sua mão.
Ela abriu os olhos lentamente.
– você está bem? — perguntei.
– estou, como me tirou das mãos deles? — perguntou.
– bem, o carro capotou. — disse eu.
– foi? eu desmaiei antes! — disse ela.
– oh, mais você se sente bem mesmo? não machucou? — perguntei.
– nada quebrado e isso é sangue? — disse ela tocando em sua testa.
– é, nada feio. — disse eu.
– ótimo, vamos embora. — disse ela.
A carreguei no colo e iria levá-la ao carro, mais fomos interrompidos.
– ela não vai se safar! — gritou John saindo do carro com uma arma apontada para Brooke.
– cadê o prefeito? — perguntei.
– Morreu -riu- não servia para nada mesmo. — disse John.
– John, nos deixe em paz. — gritou Brooke chorando.
Nunca havia visto tão sensível.
– porquê baby brooke? — perguntou John.
– não aguento mais, quero poder sair de casa sem me preocupar se terá um maníaco com uma arma apontada para mim. — gritou ela.
Os policiais observavam com as armas apontadas à John;
– desculpe, não pode pedir isso. — disse ele.
– o que eu lhe fiz? — disse Brooke.
– bem, tirando que você quer estragar meus planos. — disse ele.
– você é sexualmente frustrado! porquê usar drogas, abusar de menores, porquê? — perguntou.
– porquê minha esposa morreu cedo idiota, depois disso as vadias não queriam compromisso, só queriam dormir comigo então eu decidi que minha vida seria festejar. — disse ele.
– você é louco! — gritei.
Ele riu diabolicamente, estava fora de si.
Harry pov off
– John, se entregue! — pedi.
– jamais. — disse ele.
Iria apontar sua arma para mim, mais a polícia foi mais rápida e lhe deu um tiro, fazendo-o cair no chão.
Os policiais foram até ele;
– morto. — gritou um deles.
– morto? — perguntei.
– morto. — respondeu.
Abracei Harry, finalmente o pesadelo acabou!
Harry me colocou no colo novamente e seguimos até um hospital.
Não demorei a ser atendida e logo estava recebendo um médico em meu quarto de hospital.
– pois bem Brooke, você está ótima! apenas levou um tiro na perna, mais que já foi removido com a cirurgia, vai ficar enfaixado por 15 dias, nada demais. — disse o doutor.
– obrigada doutor. — disse eu e ele saiu.
– olá! — gritou Louis.
– hey! — disse eu.
– Harry nos contou como foi lá, tudo vai ficar bem. — disse Louis.
– vai! a faculdade começa em 20 dias. — disse eu.
– é! agora descanse, amanhã cedo você sai do hospital. — disse Harry. Beijei-o e fui "dopada" para dormir.
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